Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de mondaí - sc

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Q4016853 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a luz solar pode transformar água do mar em potável

Um verão de calor extremo e seco em todo o mundo tem sido um lembrete de que a escassez de água é uma questão urgente e que só piorará com as mudanças climáticas.

Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução - remover o sal da água do mar para satisfazer suas necessidades de água doce. O Oriente Médio tem a maior concentração dessas usinas no mundo.

Mas essas usinas, ainda abastecidas por combustíveis fósseis, consomem muita energia e o processo cria um efluente extremamente salgado conhecido como salmoura, que pode danificar ecossistemas marinhos e animais quando é bombeado de volta ao mar.

É por isso que algumas startups e pesquisadores atualizam a tecnologia de destilação que usa apenas a luz solar na purificação da água. 

Embora a tecnologia ainda esteja longe de produzir o volume de água doce gerado pelas usinas de dessalinização, ela pode ser valiosa para comunidades costeiras.
A startup Manhat, com sede em Abu Dhabi, fundada em 2019, desenvolve um dispositivo flutuante que destila água sem precisar de eletricidade ou criar salmoura.

Consiste em uma estrutura de estufa que flutua na superfície do oceano: a luz do sol aquece e evapora a água sob a estrutura, separando-a dos cristais de sal que são deixados para trás no mar, e à medida que as temperaturas esfriam, a água se condensa em água doce e é recolhida no seu interior.

Ao contrário dos tradicionais alambiques solares, o dispositivo de Manhat flutua no oceano, retirando água diretamente do mar. O sal não se acumula no aparelho e o ângulo do cilindro coletor evita que as gotas de água evaporem de volta ao mar.

Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-a-luz-solar-pode -transformar-agua-do-mar-em-potavel-para-populacao-costeira/. Adaptado.
Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução.
O sujeito da frase é a expressão:
Alternativas
Q4016852 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a luz solar pode transformar água do mar em potável

Um verão de calor extremo e seco em todo o mundo tem sido um lembrete de que a escassez de água é uma questão urgente e que só piorará com as mudanças climáticas.

Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução - remover o sal da água do mar para satisfazer suas necessidades de água doce. O Oriente Médio tem a maior concentração dessas usinas no mundo.

Mas essas usinas, ainda abastecidas por combustíveis fósseis, consomem muita energia e o processo cria um efluente extremamente salgado conhecido como salmoura, que pode danificar ecossistemas marinhos e animais quando é bombeado de volta ao mar.

É por isso que algumas startups e pesquisadores atualizam a tecnologia de destilação que usa apenas a luz solar na purificação da água. 

Embora a tecnologia ainda esteja longe de produzir o volume de água doce gerado pelas usinas de dessalinização, ela pode ser valiosa para comunidades costeiras.
A startup Manhat, com sede em Abu Dhabi, fundada em 2019, desenvolve um dispositivo flutuante que destila água sem precisar de eletricidade ou criar salmoura.

Consiste em uma estrutura de estufa que flutua na superfície do oceano: a luz do sol aquece e evapora a água sob a estrutura, separando-a dos cristais de sal que são deixados para trás no mar, e à medida que as temperaturas esfriam, a água se condensa em água doce e é recolhida no seu interior.

Ao contrário dos tradicionais alambiques solares, o dispositivo de Manhat flutua no oceano, retirando água diretamente do mar. O sal não se acumula no aparelho e o ângulo do cilindro coletor evita que as gotas de água evaporem de volta ao mar.

Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-a-luz-solar-pode -transformar-agua-do-mar-em-potavel-para-populacao-costeira/. Adaptado.
Algumas startups e pesquisadores atualizam a tecnologia de destilação que usa apenas a luz solar.
O pronome relativo presente na frase substitui o termo:
Alternativas
Q4016851 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a luz solar pode transformar água do mar em potável

Um verão de calor extremo e seco em todo o mundo tem sido um lembrete de que a escassez de água é uma questão urgente e que só piorará com as mudanças climáticas.

Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução - remover o sal da água do mar para satisfazer suas necessidades de água doce. O Oriente Médio tem a maior concentração dessas usinas no mundo.

Mas essas usinas, ainda abastecidas por combustíveis fósseis, consomem muita energia e o processo cria um efluente extremamente salgado conhecido como salmoura, que pode danificar ecossistemas marinhos e animais quando é bombeado de volta ao mar.

É por isso que algumas startups e pesquisadores atualizam a tecnologia de destilação que usa apenas a luz solar na purificação da água. 

Embora a tecnologia ainda esteja longe de produzir o volume de água doce gerado pelas usinas de dessalinização, ela pode ser valiosa para comunidades costeiras.
A startup Manhat, com sede em Abu Dhabi, fundada em 2019, desenvolve um dispositivo flutuante que destila água sem precisar de eletricidade ou criar salmoura.

Consiste em uma estrutura de estufa que flutua na superfície do oceano: a luz do sol aquece e evapora a água sob a estrutura, separando-a dos cristais de sal que são deixados para trás no mar, e à medida que as temperaturas esfriam, a água se condensa em água doce e é recolhida no seu interior.

Ao contrário dos tradicionais alambiques solares, o dispositivo de Manhat flutua no oceano, retirando água diretamente do mar. O sal não se acumula no aparelho e o ângulo do cilindro coletor evita que as gotas de água evaporem de volta ao mar.

Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-a-luz-solar-pode -transformar-agua-do-mar-em-potavel-para-populacao-costeira/. Adaptado.
Um verão extremo e seco em todo o mundo tem sido um lembrete de que a escassez de água é uma questão urgente.
Assinale a opção que contenha um substantivo e um adjetivo, respectivamente, 'ignorando os conectivos'.
Alternativas
Q4016850 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a luz solar pode transformar água do mar em potável

Um verão de calor extremo e seco em todo o mundo tem sido um lembrete de que a escassez de água é uma questão urgente e que só piorará com as mudanças climáticas.

Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução - remover o sal da água do mar para satisfazer suas necessidades de água doce. O Oriente Médio tem a maior concentração dessas usinas no mundo.

Mas essas usinas, ainda abastecidas por combustíveis fósseis, consomem muita energia e o processo cria um efluente extremamente salgado conhecido como salmoura, que pode danificar ecossistemas marinhos e animais quando é bombeado de volta ao mar.

É por isso que algumas startups e pesquisadores atualizam a tecnologia de destilação que usa apenas a luz solar na purificação da água. 

Embora a tecnologia ainda esteja longe de produzir o volume de água doce gerado pelas usinas de dessalinização, ela pode ser valiosa para comunidades costeiras.
A startup Manhat, com sede em Abu Dhabi, fundada em 2019, desenvolve um dispositivo flutuante que destila água sem precisar de eletricidade ou criar salmoura.

Consiste em uma estrutura de estufa que flutua na superfície do oceano: a luz do sol aquece e evapora a água sob a estrutura, separando-a dos cristais de sal que são deixados para trás no mar, e à medida que as temperaturas esfriam, a água se condensa em água doce e é recolhida no seu interior.

Ao contrário dos tradicionais alambiques solares, o dispositivo de Manhat flutua no oceano, retirando água diretamente do mar. O sal não se acumula no aparelho e o ângulo do cilindro coletor evita que as gotas de água evaporem de volta ao mar.

Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-a-luz-solar-pode -transformar-agua-do-mar-em-potavel-para-populacao-costeira/. Adaptado.
 'A startup Manhat' desenvolve um dispositivo flutuante.
O termo em destaque apresenta uma figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Q4016849 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a luz solar pode transformar água do mar em potável

Um verão de calor extremo e seco em todo o mundo tem sido um lembrete de que a escassez de água é uma questão urgente e que só piorará com as mudanças climáticas.

Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução - remover o sal da água do mar para satisfazer suas necessidades de água doce. O Oriente Médio tem a maior concentração dessas usinas no mundo.

Mas essas usinas, ainda abastecidas por combustíveis fósseis, consomem muita energia e o processo cria um efluente extremamente salgado conhecido como salmoura, que pode danificar ecossistemas marinhos e animais quando é bombeado de volta ao mar.

É por isso que algumas startups e pesquisadores atualizam a tecnologia de destilação que usa apenas a luz solar na purificação da água. 

Embora a tecnologia ainda esteja longe de produzir o volume de água doce gerado pelas usinas de dessalinização, ela pode ser valiosa para comunidades costeiras.
A startup Manhat, com sede em Abu Dhabi, fundada em 2019, desenvolve um dispositivo flutuante que destila água sem precisar de eletricidade ou criar salmoura.

Consiste em uma estrutura de estufa que flutua na superfície do oceano: a luz do sol aquece e evapora a água sob a estrutura, separando-a dos cristais de sal que são deixados para trás no mar, e à medida que as temperaturas esfriam, a água se condensa em água doce e é recolhida no seu interior.

Ao contrário dos tradicionais alambiques solares, o dispositivo de Manhat flutua no oceano, retirando água diretamente do mar. O sal não se acumula no aparelho e o ângulo do cilindro coletor evita que as gotas de água evaporem de volta ao mar.

Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-a-luz-solar-pode -transformar-agua-do-mar-em-potavel-para-populacao-costeira/. Adaptado.
Uma estrutura flutua na superfície do oceano: a luz do sol evapora a água, separando-a dos cristais de sal deixados para trás à medida que as temperaturas esfriam.
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica. 
Alternativas
Q4016848 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a luz solar pode transformar água do mar em potável

Um verão de calor extremo e seco em todo o mundo tem sido um lembrete de que a escassez de água é uma questão urgente e que só piorará com as mudanças climáticas.

Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução - remover o sal da água do mar para satisfazer suas necessidades de água doce. O Oriente Médio tem a maior concentração dessas usinas no mundo.

Mas essas usinas, ainda abastecidas por combustíveis fósseis, consomem muita energia e o processo cria um efluente extremamente salgado conhecido como salmoura, que pode danificar ecossistemas marinhos e animais quando é bombeado de volta ao mar.

É por isso que algumas startups e pesquisadores atualizam a tecnologia de destilação que usa apenas a luz solar na purificação da água. 

Embora a tecnologia ainda esteja longe de produzir o volume de água doce gerado pelas usinas de dessalinização, ela pode ser valiosa para comunidades costeiras.
A startup Manhat, com sede em Abu Dhabi, fundada em 2019, desenvolve um dispositivo flutuante que destila água sem precisar de eletricidade ou criar salmoura.

Consiste em uma estrutura de estufa que flutua na superfície do oceano: a luz do sol aquece e evapora a água sob a estrutura, separando-a dos cristais de sal que são deixados para trás no mar, e à medida que as temperaturas esfriam, a água se condensa em água doce e é recolhida no seu interior.

Ao contrário dos tradicionais alambiques solares, o dispositivo de Manhat flutua no oceano, retirando água diretamente do mar. O sal não se acumula no aparelho e o ângulo do cilindro coletor evita que as gotas de água evaporem de volta ao mar.

Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-a-luz-solar-pode -transformar-agua-do-mar-em-potavel-para-populacao-costeira/. Adaptado.
Para alguns países, as usinas de dessalinização oferecem uma solução.
Assinale a opção correta quanto à pontuação, mantendo o sentido original da frase.
Alternativas
Q4016587 História
"No dia 07 de Setembro é comemorado a independência do Brasil, neste dia D. Pedro 1º proclamou o grito de independência às margens do rio Ipiranga e o Brasil se consolidou como uma nação independente".

Acesso em: https://www.al.sp.gov.br/noticia

No ano de 2022 o Brasil comemora:
Alternativas
Q4016586 Atualidades
Um grupo de países de mercado emergente formado pelo (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) poderá receber dois novos integrantes: o Irã e a Argentina.

Acesso em: https://g1.globo.com (Adptado)

Assinale a alternativa que corresponde ao grupo em questão no qual o Brasil faz parte:
Alternativas
Q4016585 Português
Analise os excertos abaixo:

Excerto I

O município de Mondaí, conhecido como a Capital da Fruta.

Excerto II

Mondaí é banhado por por três rios: Uruguai, das Antas e Araranguá.

Do que se afirma os excertos acima, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4016584 Legislação Municipal
De acordo com o Art.18 da Lei Orgânica do Município de Mondaí-SC o número de vereadores é fixado:
Alternativas
Q4016583 História
Um conflito que ocorreu em um região disputada por Santa Catarina e Paraná entre os anos 1912 e 1916, que teve como motivação insatisfação política e por um elemento religioso, o messianismo.

O contexto acima, condiz com a:
Alternativas
Q4016582 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte.

Assinale a opção que contenha apenas substantivos.
Alternativas
Q4016581 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.

Ainda assim, ele reconheceu.



O tipo de sujeito presente na frase é conhecido como sujeito: 

Alternativas
Q4016580 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV.

O verbo presente na frase denomina-se verbo:
Alternativas
Q4016579 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores.



Assinale a opção CORRETA quanto à morfologia.

Alternativas
Q4016578 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.

O maior perdedor dessa guerra fosse a TV convencional.


Assinale a opção cujo verbo encontra-se no pretérito mais que perfeito do indicativo.

Alternativas
Q4016577 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada.

Assinale a opção CORRETA quanto ao predicado da frase.
Alternativas
Q4016576 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora.

Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação, 'mantendo o sentido original da frase'. 
Alternativas
Q4016575 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica.
Alternativas
Q4016574 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Criador da Disney+ prevê fim da TV e abalo no streaming


Bob Iger, ex-CEO da Disney e criador do serviço de streaming Disney+, acredita que nem todo serviço de streaming sobreviverá à alta competitividade do mercado, mas o maior perdedor dessa guerra será a TV convencional. Falando na conferência Vox Media Code, Iger também abordou as mudanças que o cinema enfrentará nos próximos anos.

Analisando os serviços oferecidos atualmente, ele avaliou que a gigante Netflix deve se manter forte, apesar dos recentes problemas com perda de assinantes. "Acredito que a Netflix continuará a prosperar. Eles têm alguns problemas agora, mas o serviço não irá embora", disse ele, que também reforçou a sua crença no sucesso da Disney+, graças à força comercial das franquias que reúne.

Em relação aos outros competidores, Iger disse estar surpreso com a velocidade com que a Apple TV+ e a Amazon Prime Video cresceram. Ainda assim, ele reconheceu que as duas empresas já tinham recursos e tecnologia para garantir esse crescimento. Além disso, os streamings da Amazon e da Apple "não são os negócios principais deles, são medidos por padrões diferentes em termos de resultados e servem a outros propósitos nessas empresas."

Quem está correndo risco, portanto, são serviços menores em número de assinantes, como a HBO Max, a Paramount+ e a Peacock, que nem chegou ao Brasil ainda. Iger foi político ao não mencionar nenhuma empresa por nome, mas deixou claro: "Eu não acho que todos eles conseguirão."

Ainda assim, o futuro dos streamings é mais promissor do que o da TV. "A TV linear e a satélite marcham em direção a um grande precipício", afirmou Iger, que teve sob sua supervisão o canal americano ABC por muitos anos e agora prevê um "mundo de dor" para a transmissão convencional. "Não posso dizer quando, mas ela vai embora."

Em relação às salas de cinema, ele elogiou a experiência compartilhada de ver um filme na tela grande e disse que a indústria cinematográfica ainda tem uma longa vida pela frente. Mas será uma vida diferente.

"Acho que os filmes nunca voltarão ao nível em que estavam antes da pandemia", disse, destacando que existem "cicatrizes permanentes" causadas pelas medidas de prevenção. "Competição de canais pagos substitui a ida ao cinema", explicou ele, afirmando que vivemos em uma era de muita ansiedade para a indústria, "porque esta é uma era de grande transformação."


Criador da Disney+ prevê fim da TV e quebradeira no streaming (msn.com). Adaptado.
Existe uma concorrência acirrada entre os canais de entretenimento, sendo que alguns crescem, outros tendem a desaparecer.

De acordo com o texto: 
Alternativas
Respostas
1201: D
1202: A
1203: D
1204: B
1205: A
1206: D
1207: D
1208: D
1209: A
1210: A
1211: B
1212: C
1213: C
1214: A
1215: C
1216: B
1217: D
1218: C
1219: B
1220: D