Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de concórdia - sc

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Q2063017 Pedagogia
Os conteúdos da Matemática ganharam uma nova distribuição na Base Nacional Comum Curricular, em relação àquela feita nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Neste novo documento as unidades temáticas nas quais os conteúdos matemáticos estão distribuídos são: 
Alternativas
Q2063010 Pedagogia

O vírus que destrói câncer e pode revolucionar tratamento de tumores avançados, segundo cientistas


Um novo tipo de tratamento contra o câncer que usa um vírus comum para infectar e destruir células nocivas mostra-se bastante promissor nos primeiros testes em humanos, segundo cientistas do Reino Unido.


O câncer de um paciente desapareceu, enquanto outros viram seus tumores encolherem.


A droga é uma forma enfraquecida do vírus da herpes - herpes simplex - que foi modificado para matar tumores.


Estudos maiores e mais prolongados são necessários, mas especialistas dizem que a injeção pode oferecer uma tábua de salvação para mais pacientes com câncer avançado.


O vírus que destrói câncer e pode revolucionar tratamento de tumores avançados, segundo cientistas (msn.com). Adaptado. 

A Base Nacional Comum Curricular estabelece conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica.


Pode-se definir as capacidades/habilidades envolvidas na alfabetização como sendo capacidades de (de)codificação, envolvendo:

Alternativas
Q2062482 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.
Em relação às Competências Específicas de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental, é importante que o aluno: 
Alternativas
Q2062481 Português

A humanidade levou milênios para estabelecer a relação entre um grafismo e um som. Durante esse período, a representação gráfica deixou de ser motivada pelos objetos e ocorreu um deslocamento da representação do significado das palavras para a representação convencional de sons dessas palavras.

Pesquisas sobre a construção da língua escrita pela criança mostram que, nesse processo, é preciso: 

Alternativas
Q2062480 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

 A Grande Mancha de Lixo do Pacífico cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam.


Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação. 

Alternativas
Q2062479 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

Os problemas com o meio ambiente tornam-se cada vez maiores, parecendo não haver solução. No entanto, há cientistas e pesquisadores que trabalham para reverter algumas situações pontuais.
De acordo com o texto: 
Alternativas
Q2062478 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

1) Os plásticos tornaram-se uma ameaça crescente 'à saúde' humana e ambiental.

2) As evidências se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar 'a microplásticos'.


Assinale a opção CORRETA quanto ao uso da crase. 

Alternativas
Q2062477 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano.

Assinale a opção correta quanto às relações morfossintáticas estabelecidas. 

Alternativas
Q2062476 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

Buscando soluções para combater o plástico, cientistas desenvolveram novos materiais biodegradáveis para substituir o plástico convencionalmente.
Em relação aos verbos e suas flexões, existem: 
Alternativas
Q2062475 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos.
Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação, sem alterar o sentido original da frase. 
Alternativas
Q2062474 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental.
Assinale a opção formada por uma sequência de substantivo e adjetivo, respectivamente. 
Alternativas
Q2062473 Português

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano

Os plásticos, agora onipresentes no mundo moderno, tornaram-se uma ameaça crescente à saúde humana e ambiental. Em todo o planeta, as evidências de poluição plástica se estendem de sacolas de supermercado no fundo do mar a microplásticos em nossos suprimentos de alimentos e até em nosso sangue.

Buscando soluções para combater o aumento do lixo plástico, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram novos materiais biodegradáveis projetados para substituir o plástico usado convencionalmente. Depois de provar que suas espumas de poliuretano se biodegradam em compostos terrestres, uma equipe interdisciplinar de cientistas mostraram que o material se biodegrada na água do mar. Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Os pesquisadores trabalham para resolver um problema de poluição plástica descrito como uma crise ambiental global. Em 2010, cientistas estimaram que 8 bilhões de quilos de plástico entram no oceano em um único ano, com uma escalada acentuada prevista para 2025. Ao entrar no oceano, o lixo plástico perturba os ecossistemas marinhos, migra para locais centrais e forma redemoinhos de lixo como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, que cobre uma área de mais de 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Esses plásticos nunca se degradam, mas se fragmentam em partículas cada vez menores, tornando-se microplásticos que persistem no meio ambiente por séculos.

A equipe descobriu que uma variedade de organismos marinhos coloniza a espuma de poliuretano e biodegrada o material de volta aos seus produtos químicos iniciais, que são consumidos como nutrientes por esses microrganismos, no ambiente oceânico. Os dados do estudo sugerem que os microrganismos, uma mistura de bactérias e fungos, vivem em todo o ambiente marinho natural.

Novo material plástico se biodegrada na água do oceano (msn.com). Adaptado.

Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Em relação ao predicado, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2062460 Pedagogia
De acordo com a Sistematização Curricular da Rede Municipal de Educação de Concórdia/SC, NÃO configura uma habilidade referente ao processo de ensino da Geometria no segundo ano do ensino fundamental:
Alternativas
Q2062459 Pedagogia
"Perceber isso é compreender o mundo em nossa volta e poder atuar nele como cidadão, em casa, na rua, nas várias profissões, na cidade, no campo, nas várias culturas o ser humano necessita da matemática".
Disponível em: https://pedagogiaaopedaletra.com/a-matematica -no-ensino-fundamental/

O trecho acima nos fala da importância da matemática no cotidiano humano. De que forma o desenvolvimento da aprendizagem matemática no ensino fundamental se enquadra nesta afirmação?
Alternativas
Q2062454 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular cita os processos matemáticos da resolução de problemas como forma privilegiada da atividade matemática, tornando-se ao mesmo tempo objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino Fundamental. Sobre esses processo é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2061997 Pedagogia
Segundo Base Nacional Comum Curricular (BNCC), marque a alternativa que NÃO corresponde a uma área de conhecimento do Ensino Médio.
Alternativas
Q2061996 Espanhol
Consumo aconseja comer menos carne y realizar más de 150 minutos de ejercicio físico a la semana

La Asociación Española de Seguridad Alimentaria y Nutrición (AESAN) recomienda reducir el consumo de carne a un máximo de tres veces por semana, preferiblemente de pollo o conejo, y realizar entre 150 y 300 minutos de actividad física, en el mismo periodo. La AESAN aconseja primar los alimentos frescos frente a los ultraprocesados y priorizar las proteínas de origen vegetal sobre las de origen animal, ya que son beneficiosas para la salud y reducen el daño ambiental, como ha asegurado la coordinadora del informe, Esther López. Las legumbres son el grupo de alimentos que más contiene y ha aumentado la cantidad de ingesta sugerida. En 2019, el organismo sugería consumir de dos a cuatro raciones a la semana y ahora las ha aumentado a un mínimo de cuatro por semana, que idealmente se deberían incrementar hasta alcanzar una al día.

La actividad física recomendada a la semana para los adultos y adultos mayores es de entre 150 y 300 minutos, si se trata de un ejercicio aeróbico moderado, como andar a buen ritmo sin que cueste hablar, montar en bici de manera tranquila y en llano o bailar suave. Si el ejercicio es más vigoroso, como nadar, correr, montar en bicicleta rápido y en cuesta, valdrían entre 75 y 150 minutos. A los niños y adolescentes se les recomienda hacer un mínimo de una hora al día de deporte moderado y tres días a la semana de ejercicio vigoroso.

Los mayores de 65 años deben realizar actividades centradas en el equilibrio y la coordinación para fortalecer sus músculos, evitar caídas y mejorar su salud. Desde la AESAN insisten en la importancia de evitar el sedentarismo y los productos ultraprocesados si se desea mantener una vida saludable.


El País
Marque qual é a finalidade do advérbio "más" em "realizar más de 150 minutos"?
Alternativas
Q2061995 Espanhol
Consumo aconseja comer menos carne y realizar más de 150 minutos de ejercicio físico a la semana

La Asociación Española de Seguridad Alimentaria y Nutrición (AESAN) recomienda reducir el consumo de carne a un máximo de tres veces por semana, preferiblemente de pollo o conejo, y realizar entre 150 y 300 minutos de actividad física, en el mismo periodo. La AESAN aconseja primar los alimentos frescos frente a los ultraprocesados y priorizar las proteínas de origen vegetal sobre las de origen animal, ya que son beneficiosas para la salud y reducen el daño ambiental, como ha asegurado la coordinadora del informe, Esther López. Las legumbres son el grupo de alimentos que más contiene y ha aumentado la cantidad de ingesta sugerida. En 2019, el organismo sugería consumir de dos a cuatro raciones a la semana y ahora las ha aumentado a un mínimo de cuatro por semana, que idealmente se deberían incrementar hasta alcanzar una al día.

La actividad física recomendada a la semana para los adultos y adultos mayores es de entre 150 y 300 minutos, si se trata de un ejercicio aeróbico moderado, como andar a buen ritmo sin que cueste hablar, montar en bici de manera tranquila y en llano o bailar suave. Si el ejercicio es más vigoroso, como nadar, correr, montar en bicicleta rápido y en cuesta, valdrían entre 75 y 150 minutos. A los niños y adolescentes se les recomienda hacer un mínimo de una hora al día de deporte moderado y tres días a la semana de ejercicio vigoroso.

Los mayores de 65 años deben realizar actividades centradas en el equilibrio y la coordinación para fortalecer sus músculos, evitar caídas y mejorar su salud. Desde la AESAN insisten en la importancia de evitar el sedentarismo y los productos ultraprocesados si se desea mantener una vida saludable.


El País
Qual o tempo verbal para "La actividad física recomendada a la semana para los adultos"?
Alternativas
Q2061994 Espanhol
Consumo aconseja comer menos carne y realizar más de 150 minutos de ejercicio físico a la semana

La Asociación Española de Seguridad Alimentaria y Nutrición (AESAN) recomienda reducir el consumo de carne a un máximo de tres veces por semana, preferiblemente de pollo o conejo, y realizar entre 150 y 300 minutos de actividad física, en el mismo periodo. La AESAN aconseja primar los alimentos frescos frente a los ultraprocesados y priorizar las proteínas de origen vegetal sobre las de origen animal, ya que son beneficiosas para la salud y reducen el daño ambiental, como ha asegurado la coordinadora del informe, Esther López. Las legumbres son el grupo de alimentos que más contiene y ha aumentado la cantidad de ingesta sugerida. En 2019, el organismo sugería consumir de dos a cuatro raciones a la semana y ahora las ha aumentado a un mínimo de cuatro por semana, que idealmente se deberían incrementar hasta alcanzar una al día.

La actividad física recomendada a la semana para los adultos y adultos mayores es de entre 150 y 300 minutos, si se trata de un ejercicio aeróbico moderado, como andar a buen ritmo sin que cueste hablar, montar en bici de manera tranquila y en llano o bailar suave. Si el ejercicio es más vigoroso, como nadar, correr, montar en bicicleta rápido y en cuesta, valdrían entre 75 y 150 minutos. A los niños y adolescentes se les recomienda hacer un mínimo de una hora al día de deporte moderado y tres días a la semana de ejercicio vigoroso.

Los mayores de 65 años deben realizar actividades centradas en el equilibrio y la coordinación para fortalecer sus músculos, evitar caídas y mejorar su salud. Desde la AESAN insisten en la importancia de evitar el sedentarismo y los productos ultraprocesados si se desea mantener una vida saludable.


El País
Marque a alternativa que corresponde a classe gramatical de "un" em "a un mínimo de cuatro por semana".
Alternativas
Q2061993 Espanhol
Consumo aconseja comer menos carne y realizar más de 150 minutos de ejercicio físico a la semana

La Asociación Española de Seguridad Alimentaria y Nutrición (AESAN) recomienda reducir el consumo de carne a un máximo de tres veces por semana, preferiblemente de pollo o conejo, y realizar entre 150 y 300 minutos de actividad física, en el mismo periodo. La AESAN aconseja primar los alimentos frescos frente a los ultraprocesados y priorizar las proteínas de origen vegetal sobre las de origen animal, ya que son beneficiosas para la salud y reducen el daño ambiental, como ha asegurado la coordinadora del informe, Esther López. Las legumbres son el grupo de alimentos que más contiene y ha aumentado la cantidad de ingesta sugerida. En 2019, el organismo sugería consumir de dos a cuatro raciones a la semana y ahora las ha aumentado a un mínimo de cuatro por semana, que idealmente se deberían incrementar hasta alcanzar una al día.

La actividad física recomendada a la semana para los adultos y adultos mayores es de entre 150 y 300 minutos, si se trata de un ejercicio aeróbico moderado, como andar a buen ritmo sin que cueste hablar, montar en bici de manera tranquila y en llano o bailar suave. Si el ejercicio es más vigoroso, como nadar, correr, montar en bicicleta rápido y en cuesta, valdrían entre 75 y 150 minutos. A los niños y adolescentes se les recomienda hacer un mínimo de una hora al día de deporte moderado y tres días a la semana de ejercicio vigoroso.

Los mayores de 65 años deben realizar actividades centradas en el equilibrio y la coordinación para fortalecer sus músculos, evitar caídas y mejorar su salud. Desde la AESAN insisten en la importancia de evitar el sedentarismo y los productos ultraprocesados si se desea mantener una vida saludable.


El País
Segundo o texto, qual tipo de alimento é o aconselhado comer?
Alternativas
Respostas
1901: C
1902: A
1903: A
1904: E
1905: C
1906: C
1907: E
1908: D
1909: A
1910: B
1911: D
1912: E
1913: A
1914: D
1915: B
1916: A
1917: D
1918: C
1919: B
1920: B