Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de capinzal - sc

Foram encontradas 59 questões

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Q3403020 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual é o procedimento correto para o descarte de materiais cortantes usados na limpeza hospitalar? 
Alternativas
Q3403019 Segurança e Saúde no Trabalho

Relacionado ao uso de produtos de limpeza e EPIs, são feitas as seguintes afirmações:


I. Os EPIs, como luvas e máscaras, devem ser descartados de forma segura após cada uso para evitar contaminação cruzada.


II. Produtos de limpeza contendo cloro são indicados para todas as superfícies, sem restrições.


III. A escolha do produto de limpeza deve considerar a área a ser limpa e o tipo de sujidade presente.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3403017 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual é a primeira ação a ser tomada pelo Agente de Serviços Gerais ao lidar com um derramamento de líquidos em uma área hospitalar?
Alternativas
Q3403015 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
O que caracteriza a limpeza concorrente em um ambiente hospitalar? 
Alternativas
Q3403014 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual cor de saco de lixo é geralmente utilizada para descartar resíduos infectantes, como seringas, em um ambiente hospitalar?
Alternativas
Q3403013 Saúde Pública
Por que é importante utilizar produtos específicos para desinfecção em áreas críticas?
Alternativas
Q3403012 Conhecimentos de Serviços Gerais
Qual método de limpeza é recomendado para a desinfecção de superfícies de alto toque?
Alternativas
Q3403011 Conhecimentos de Serviços Gerais
A limpeza terminal se diferencia da concorrente porque:
Alternativas
Q3403010 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual área é classificada como crítica e requer procedimentos de limpeza e desinfecção mais rigorosos?
Alternativas
Q3403009 Geografia
O Projeto Jari, iniciado na década de 1970 na Amazônia, foi uma tentativa de desenvolvimento industrial baseada principalmente em qual setor?
Alternativas
Q3403008 Geografia
O Cerrado é conhecido por ser um dos biomas com grande biodiversidade. Em qual região do Brasil ele é predominantemente encontrado?
Alternativas
Q3403007 Direito Constitucional
 Em que ano foi promulgada a atual Constituição Brasileira?
Alternativas
Q3403006 História e Geografia de Estados e Municípios
A Revolução Farroupilha, também conhecida como Guerra dos Farrapos, ocorreu em qual estado brasileiro?
Alternativas
Q3403005 Conhecimentos Gerais
O movimento "Diretas Já", que exigia eleições diretas para presidente, ocorreu em que década? 
Alternativas
Q3402999 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

 Na frase traduzida "Sacaste apenas um naipe", a palavra "Sacaste" representa um: 
Alternativas
Q3402998 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

Considerando o uso numérico em "2020" na frase "A música é de 2020", essa referência temporal é um exemplo de numeral: 
Alternativas
Q3402997 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

O que o texto sugere sobre a inevitabilidade do desmoronamento de "estruturas mais sólidas"?
Alternativas
Q3402996 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

O que a autora do texto considera ser a "melhor metáfora para as perdas sucessivas"?
Alternativas
Q3402995 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

Por que Jorge Drexler inicialmente decidiu não incluir a música "Derrumbe" no álbum "Tinta y Tiempo"?
Alternativas
Respostas
39: C
40: A
41: B
42: C
43: C
44: B
45: B
46: D
47: D
48: B
49: D
50: A
51: C
52: C
53: C
54: D
55: C
56: B
57: C