Questões de Concurso
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Segundo a ANVISA, a infecção de sítio cirúrgico é uma das principais infecções à assistência relacionada à saúde.
Uma infecção que ocorre nos primeiros 30 dias após a cirurgia, ou até 1 ano, que apresenta deiscência parcial ou total da parede abdominal e aumento da sensibilidade local pode ser classificada como:
A administração de medicação intramuscular é uma prática muito importante na assistência à saúde, já que é uma via muito utilizada no serviço de saúde. No entanto, há diversas maneiras de realizar a administração de medicamentos por essa via, entre elas, a técnica Z. A este respeito, assinale a alternativa CORRETA:
Dever ser considerado recém-nascido de alto risco:
A manobra cujo objetivo é simular a tosse, por meio da elevação do diafragma e aumento da pressão intratorácica, de modo que se consiga expulsar o corpo estranho das vias aéreas, é a:
O cloridrato de vancomicina é indicado para o tratamento de infecções graves causadas por bactérias como Staphylococcus aureus, resistente a antibióticos betalactâmicos. Pode provocar queda de pressão exagerada, incluindo choque e, raramente, parada cardíaca, quando administrada solução em concentração alta ou de forma rápida.
Sendo assim, a vancomicina deve ser administrada exclusivamente por via intravenosa em, no mínimo:
Os cuidados à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) estão organizadas em atenção básica, atenção de média complexidade e de alta complexidade. Nesse sentido, analise as afirmações a seguir:
I - Em atendimentos realizados na atenção básica, não são utilizados equipamentos de alta tecnologia, como tomógrafos.
II - Cabe à atenção secundária o encaminhamento dos usuários para os atendimentos de média e alta complexidade.
III - O nível de atenção de alta complexidade é compreendido como serviços de apoio diagnóstico e terapêutico de atenção especializada de menor complexidade tecnológica.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O mito da fênix e a combustão espontânea
A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna.
Há cerca de 5 mil anos, a região que hoje é conhecida como Emirados Árabes Unidos abrigava a maior espécie de garça que já passou pela Terra: a garça de Heron (também chamada pelo nome científico de Ardea bennuides). Acredita-se que essa garça serviu de inspiração para o surgimento de Benu, um ser mitológico do Egito Antigo associado à alma do deus do Sol, Rá. Essa ave sagrada também era vista como símbolo do renascimento (o que a ligava ao deus Osíris), pois se acreditava que, a cada 500 anos, ela era capaz de se consumir em chamas e renascer das próprias cinzas.
Posteriormente, já na Grécia Antiga, surgiram histórias de um pássaro com propriedades muito semelhantes a Benu e que, na mitologia grega, recebeu o nome de fênix. Embora haja contestações sobre a real origem desse ser mitológico, foram muitas as civilizações que cultuaram animais análogos a essa ave - ou outros pássaros com habilidades mágicas -, como os chineses, os árabes e os persas.
Por meio das histórias orais e escritas, o mito da fênix foi se propagando ao longo dos séculos. E podemos dizer que, dentre todas as histórias de pássaros mágicos, essa foi o que mais criou raízes no imaginário popular ocidental.
O processo de queima - ou combustão - nada mais é do que uma reação química decorrente do encontro de três elementos: um combustível (qualquer material oxidável, ou seja, capaz de reagir com o oxigênio e pegar fogo); um comburente (geralmente, o oxigênio); e uma fonte de ignição (por exemplo, uma faísca, que fornece a energia necessária para a reação ocorrer). Se algum desses três elementos não está presente, a queima não ocorre.
A combustão é uma reação fundamental para a manutenção da vida humana no planeta e teve seu marco histórico de origem datado por pesquisas arqueológicas em cerca de 7 mil anos antes de Cristo, quando os povos antigos começaram a produzir fogo, possibilitando diversos avanços tecnológicos.
Você já acendeu uma fogueira ou viu alguém fazendo isso? Para esse processo, podemos usar um pedaço de madeira, que funcionará como combustível (ou seja, irá queimar). Para facilitar a queima, podemos jogar sobre a madeira um líquido inflamável (como o álcool). O oxigênio irá participar dessa reação química fazendo o papel de comburente. E você ainda precisa de uma fonte de energia, como a chama de um fósforo ou a faísca de um isqueiro. Se a madeira queimar por completo (ou seja, o combustível se esgotar), a combustão se interrompe. Se você cobrir essa fogueira, impedindo a entrada de mais oxigênio, a fogueira se apaga por falta de comburente.
A partir dessas informações, vamos pensar na combustão da fênix. O combustível dessa reação é a própria fênix (tanto que quando ela se torna somente cinzas, a chama acaba). O comburente dessa reação é o próprio oxigênio. Mas e a fonte de energia externa, a ignição? Como é possível um objeto pegar fogo sem receber nenhuma energia?
Apesar de parecer realmente mágica, a combustão espontânea é um fenômeno real. O fato de não haver uma fonte externa visível de energia não significa que ela não exista. A temperatura de um corpo está diretamente associada à energia que esse corpo tem. Isso significa que um corpo quente (em alta temperatura) é um corpo com mais energia do que um corpo mais frio. Portanto, embora não seja algo muito comum, alguns materiais podem pegar fogo espontaneamente, apenas com o seu próprio calor.
Existe uma propriedade denominada 'ponto de ignição', que é a temperatura mínima para a ocorrência de uma combustão espontânea, sem a presença de uma fonte externa de ignição (como uma faísca). O ponto de ignição do álcool, por exemplo, é 363 ºC. Isso significa que, se por alguma razão, o álcool for aquecido até essa temperatura, ele pegará fogo, mesmo sem uma faísca para acendê-lo.
Materiais como carvão, feno, algodão, filmes antigos, estrume de vaca e até grãos de pistache possuem pontos de ignição baixos o suficiente para sofrerem esse tipo de combustão. Um exemplo de combustão espontânea ocorre em alguns biomas, como o pantanal e o cerrado. Em períodos de seca, incêndios pontuais podem acontecer.
O que podemos concluir é que, se a fênix não for composta por feno ou outro material de baixo ponto de ignição, dificilmente ela seria capaz de entrar em combustão espontânea, mas podemos levantar uma hipótese final. Diferentemente dos répteis, anfíbios e peixes, as aves e os mamíferos são endotérmicos (também chamados de 'animais de sangue quente'), ou seja, são capazes de controlar a própria temperatura corporal e manter o corpo aquecido mesmo em ambientes mais frios. Talvez a fênix seja capaz de aquecer o próprio corpo a uma temperatura tão grande que a leve à combustão. Por se tratar de um pássaro mitológico, porém, não podemos encontrar um desses no mundo real e estudá-lo. Portanto, só nos resta fazer especulações e nos maravilharmos com suas belas aparições nos cinemas.
Retirado e adaptado de: WAGNER, Frans.; OPPE, Ingrid Gerdi.; MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. O mito da fênix e a combustão espontânea. Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-mito-da-fenix-e-a-combustao-espontanea/ Acesso em: 07. ago., 2022.
Considere o trecho, retirado do texto O mito da fênix e a combustão espontânea, apresentado a seguir:
"A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna".
Considerando as relações coesivas do texto, assinale a alternativa que poderia substituir a expressão "esse pássaro" sem prejuízo na construção de sentido e na clareza de sua compreensão:
Nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, a ação pedagógica deve ter como foco a alfabetização, a fim de garantir amplas oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu envolvimento em práticas diversificadas de letramentos. Como aponta o Parecer CNE/CEB n.º 11/201029, "os conteúdos dos diversos componentes curriculares [...], ao descortinarem às crianças o conhecimento do mundo por meio de novos olhares, lhes oferecem oportunidades de exercitar a leitura e a escrita de um modo mais significativo" (BRASIL, 2010).
De acordo com a BNCC, ao longo do Ensino Fundamental - Anos Iniciais, a progressão do conhecimento ocorre pela:
As reformas Capanema que ocorreram entre 1942 e 1946 deram continuidade ao processo de estruturação/reestruturação do ensino brasileiro que resultou posteriormente na Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional em 1961 (SAVIANI, 2007). A partir de 1945, foi iniciada sua fase de redemocratização do país, que sofre pressões internas por parte de militares apoiados por grupos das classes médias e das classes dominantes ligadas ao capital norte-americano (ABDULMASSIH, 2004). O modelo de supervisão americano que teve uma maior perpetuação no Brasil.
PRÁTICA COTIDIANA DO SUPERVISOR ESCOLAR: UMA ANÁLISE - Amanda de Albuquerque Queiroga Fonte: https://repositorio.ufpb .br/jspui/bitstream/123456789/3869/1/AAQ10092013.pdf
Esse modelo foi criado no final o século XVIII como:
Por formação continuada ou contínua entendemos aquela que se dá ao longo da carreira profissional após a aquisição da certificação profissional inicial. Vale ressaltar, porém, que não a concebemos somente como o somatório de cursos ou eventos de formação, mas, sobretudo, como reflexão sobre a própria prática, reflexão esta articulada com as dimensões econômicas, sociais, políticas e culturais mais amplas em que essa prática se insere.
Cavalcante, L. I. P. (2007). Formação continuada, profissionalização docente e a complexidade de ser professor. In: Ghedin, E. (Org.). Perspectivas em formação de professores. Manaus: Editora valer.
A partir dessa perspectiva teórica, é CORRETO afirmar que:
Historicamente, o discurso de democratização permeia a sociedade marcada pela divisão de classes sociais, na qual a grande maioria da população sobrevive com renda inferior ao padrão de vida idealizado como necessário para sua sobrevivência, convivendo com uma pequena minoria detentora do poder. Na educação não é diferente: há muito tempo, o discurso sobre mudanças tornou-se um dos temas mais discutidos.
A SUPERVISÃO ESCOLAR NO PROCESSO EDUCATIVO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA: BUSCA DE RE-SIGNIFICADO PARA SUA PRÁTICA NO ESTADO DO PARANÁ - Vilze Vidotte Costa
Fonte: https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/96389/costa_vv_ me_mar.pdf?sequence=1
Interessante lembrar, segundo alguns autores, que embora a Supervisão Escolar no Brasil tenha surgido ainda na Primeira República, sob os moldes da Inspeção, a função de Supervisor propriamente dita só veio a se estabelecer:
A área da Supervisão Educacional vem ganhando diferentes contornos no decorrer do seu processo histórico, suas funções/atribuições foram sendo modificadas de acordo com as transformações ocorridas em âmbito social, político, econômico e educacional. Nesse contexto, julgue as afirmações que seguem:
I. A história da Supervisão Educacional surgiu antes das políticas públicas que institucionalizaram esta profissão, já que estudos trazem à tona que essa profissão sempre acompanhou os processos educativos, mesmo que de forma subentendida.
II. Nos dias atuais, percebe-se o uso dos termos Supervisão Educacional e Coordenação Pedagógica, estes são dois elementos compreendidos por muitos sujeitos como termos sinônimos, ou seja, na literatura que debate esses temas, muitas vezes, encontra-se o mesmo conceito para caracterizar a Coordenação e a Supervisão Escolar.
III. Na perspectiva do sistema de produção capitalista, a escola passa a ser compreendida como uma empresa e a Supervisão Educacional, enquanto profissão, surge no espaço escolar com o objetivo de inspecionar e fiscalizar o trabalho educativo.
É correto o que se afirma em:
"Sabemos que na nossa sociedade globalizada, a inclusão e aceitação das diversas camadas sociais e bagagens culturais não é feita de forma plural, que impostas pelas ideias etnocêntricas e o poder político-econômico conquistado ao longo dos tempos, reduziu a guetos diferentes classes e grupos sociais. Porém, nos últimos anos algumas práticas interculturais de educação têm tentado resgatá-las e integrá-las a todas as camadas sociais".
INTERCULTURALIDADE: UMA EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE - Isabela Vieira Barbosa Fonte:https://bu.furb.br/soac/index.php/sip/xiiisip/paper/viewFile/2062/520
Sobre essa temática, é CORRETO afirmar que:
O desenvolvimento profissional docente é um campo de conhecimento muito amplo e diverso, do qual tentámos mostrar algumas das suas ideias gerais. Aprofundar requer uma análise mais pormenorizada dos diferentes processos e conteúdos que levam os docentes a aprender a ensinar. E não existe apenas uma resposta a esta questão. Mas, seja qual for a orientação que se adote, é necessário que se compreenda que a profissão docente e o seu desenvolvimento constituem um elemento fundamental e crucial para assegurar a qualidade da aprendizagem dos alunos.
Fonte: MARCELO, C. Desenvolvimento profissional docente: passado e futuro. Sísifo - Revista de Ciências da Educação, Lisboa, n. 8, p. 7-22, jan./abr. 2009b.
Nesse contexto, julgue as afirmativas a seguir:
I. Nessa perspectiva, as atividades de desenvolvimento profissional docente devem ser realmente significativas, promovendo um distanciamento entre teoria e prática, para que a formação continuada contemple as experiências dos profissionais, prioritariamente no âmbito da escola, podendo socializar os avanços e as dificuldades lhes proporcionando reflexões sobre sua prática, num espaço coletivo de aprendizagem.
II. Os processos de transformação nos âmbitos de ensino exigem o envolvimento e dedicação efetiva dos professores. O desejável é ter espaços e formações dentro dos contextos de ensino que possibilitem discussões significativas que levem os profissionais a um processo de análise e desenvolvimento de ações significativas e criativas, buscando transformações em disformidade com as necessidades da contemporaneidade.
III. Através da formação continuada, o processo de aprendizagem e desenvolvimento do professor se torna constante, oportunizando-o a refletir e aperfeiçoar as suas práticas pedagógicas e também de promover o protagonismo de seus alunos, potencializando, assim, o processo de ensino e aprendizagem. O processo de desenvolvimento profissional na atualidade deve abordar o desenvolvimento de um novo professor.
É correto o que se afirma em:
Os princípios democráticos que sustentam a ideia de gestão democrática exigem que toda a comunidade escolar exerça um papel participativo nas relações cotidianas, tanto no que se refere à análise teórico-filosófica, quanto ao planejamento coletivo das ações de curto, médio e longo prazo.
Todos, indistintamente, possuem um papel coletivo e particular para que se garanta uma prática educacional e pedagógica afinada com os fundamentos filosóficos que dão contorno à escola.
Fonte: Gestão Democrática e Participativa: em busca da ação coletiva. Anna Augusta Sampaio de Oliveira https://acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/ 155278/1/unesp-nead_reei1_d03_texto01.pdf
A participação e democratização das relações na escola são frutos da própria historicidade das práticas sociais e educacionais e um dos instrumentos que propiciam a organicidade à escola é o:
O supervisor escolar faz parte do corpo de professores e tem a especificidade do seu trabalho caracterizado pela coordenação - organização em comum - das atividades didáticas e curriculares e a promoção e o estímulo de oportunidades coletivas de estudo.
No contexto brasileiro, a supervisão se apresenta como uma prática relativamente recente. Remonta aos anos 70 e surgiu no cenário sócio-político-econômico, historicamente, como a função de controle.
A supervisão passa de escolar, como é frequentemente designada, à pedagógica e caracteriza-se por um trabalho de assistência ao professor, em forma de planejamento, acompanhamento, coordenação, controle, avaliação e atualização do desenvolvimento de processo de ensino e aprendizagem.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Olhar o mundo a partir do ponto de vista da criança pode revelar contradições e uma outra maneira de ver a realidade. Nesse processo, o papel do cinema, da fotografia, da imagem, é importante para nos ajudar a constituir esse olhar infantil, sensível e crítico. Atuar com as crianças com esse olhar significa agir com a própria condição humana, com a história humana.
A INFÂNCIA E SUA SINGULARIDADE - Sonia Kramer.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/ensifund9anobasefinal.pdf
A partir dessa perspectiva teórica, é CORRETO afirmar que:
Ao tratarmos sobre o uso social da linguagem, faz-se necessário antes de tudo definir os conceitos de alfabetização e letramento. Partimos, então, do pressuposto abordado por Soares (2002) de que alfabetização e letramento são dois processos distintos e da sua compreensão dependerão os caminhos a serem percorridos para a formação de leitores que compreendam os significados de textos.
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: AS CONCEPÇÕES DOS ACADÊMICOS DE LICENCIATURA DA UFMS/CAMPUS DO PANTANAL - Bruno Marini Bruneri poadds/stes/6611/2011805/BBunnoMMariniBBrunerpdd o/mestrado-doutorado-educacao/wp-content/uploads/sites/61/2018/05/Bruno-Marini-Bruneri.pdf
Levando em consideração a alfabetização na perspectiva do letramento, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A palavra Alfabetização em seu sentido próprio é o processo de aquisição da "tecnologia da escrita", isto é, do conjunto de técnicas - procedimentos, habilidades - necessárias para a prática da leitura e da escrita: as habilidades de codificação de fonemas em grafemas e de decodificação de grafemas em fonemas, isto é, o domínio do sistema de escrita (alfabético, ortográfico).
(__) Para não reduzir a alfabetização a um mero mecanismo de codificação e decodificação, o conceito de alfabetização pode ser compreendido como um sistema mais amplo, ou seja, como um processo de compreensão e expressão de significados morfológicos, sintáticos e semânticos da língua escrita "não se escreve como se fala, mesmo quando se fala em situações formais; não se fala como se escreve, mesmo quando se escreve em contextos formais".
(__) Alfabetizar é entendido como fazer com que o educando compreenda as convenções do código alfabético, decifrando as estruturas arbitrárias da escrita, por meio do desenvolvimento de competências e habilidades de análise estrutural das palavras como reflexão metalinguística.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
"A interdisciplinaridade, com o passar do tempo, vem deixando de ser mais um modismo na educação. Ela começa a ser encarada como uma proposta pedagógica que pode auxiliar a superar algumas das dificuldades encontradas por professores e alunos no trabalho desenvolvido na sala de aula".
Margarete J. V. C. Hülsendeger - INTERDISCIPLINARIDADE: UM NOVO OLHAR SOBRE O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A interdisciplinaridade, como um enfoque teórico-metodológico ou gnosiológico, como a denomina Gadotti (2004), surge na segunda metade do século passado, em resposta a uma necessidade verificada principalmente nos campos das ciências humanas e da educação.
Assinale a alternativa que apresenta essa necessidade:
Segundo Emília Ferreiro, existem mecanismos que surgem da interação com a linguagem escrita e que emergem de forma muito particular em cada sujeito que aprende. Para a autora, é importante colocar a criança em situações de aprendizagem para que ela possa utilizar suas próprias elaborações sobre a linguagem. O objetivo da autora é: