Questões de Concurso
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A miocardiopatia hipertrófica (MCH) é uma condição genética caracterizada por hipertrofia ventricular que ocorre na ausência de uma causa evidente de sobrecarga hemodinâmica, como hipertensão ou estenose aórtica. A doença apresenta grande variabilidade fenotípica, podendo incluir desde hipertrofia assimétrica do septo interventricular até uma hipertrofia concêntrica dos ventrículos. Estudos genéticos têm identificado mutações em genes que codificam proteínas do sarcômero, sendo a mutação no gene da cadeia pesada da β-miosina uma das mais comuns. Sobre fisiopatologia ou manejo da miocardiopatia hipertrófica, assinale a afirmativa correta.
I. Sobre o ingresso, nesse caso como sinônimo de acesso, está relacionada a um tipo específico de direito, que é o direito público subjetivo.
II. A responsabilidade da autoridade competente pelo não-oferecimento do ensino obrigatório ou a oferta irregular está registrada na Constituição Federal, que dá margens a interpretações que poderiam privar o cidadão do acesso tão fundamental para o seu pleno desenvolvimento.
III. A Constituição Federal disciplinou para todos os entes públicos; portanto, os estudantes de escolas públicas devem ter sua frequência verificada e chamada pública e registrada.
IV. Se para o estudante é um direito permanecer na escola, para o Estado é um dever múltiplo, pois cada estudante corresponde a gasto estatal, independentemente do ente federado ao qual pertence.
V. A iniciativa privada pode ofertar suas atividades, mas para sua legalidade, não cabe apenas a liberdade conferida pela lei, mas também a atuação pública.
Está correto o que se afirma apenas em
I. A seleção dos saberes escolares é um processo ideológico que reflete as concepções de mundo de grupos dominantes, podendo perpetuar desigualdades sociais e culturais.
II. Os métodos didáticos tradicionais, centrados na figura do professor como transmissor de conhecimento, são adequados para garantir a aprendizagem acadêmica em um contexto de diversidade cultural.
III. A relação entre saberes escolares e métodos didáticos deve ser compreendida como dialética.
IV. A escola, enquanto instituição social, tem o papel de promover a democratização do conhecimento, valorizando a diversidade cultural e os saberes populares, em sobreposição aos saberes científicos.
V. A interdisciplinaridade e a contextualização dos conteúdos são elementos importantes para promover uma aprendizagem significativa e que conecte os saberes escolares com a vida dos alunos.
VI. A utilização de tecnologias digitais na educação pode ampliar as possibilidades de aprendizagem e promover a interação entre os alunos, mas seu uso pode implicar na obsolescência da função docente.
Está correto o que se afirma apenas em
( ) Não é matemática, mas cria uma ponte entre as ideias e práticas de distintas culturas e a matemática.
( ) É uma nova matemática, uma vez que dá acesso a sistemas, instrumentos e técnicas de medição de espaço, massa e tempo não consideradas na matemática ocidental ensinada nas escolas.
( ) Surgiu a partir da percepção de matemáticos de que as questões intrínsecas à própria matemática não davam conta de responder as questões sociais e representações dos fenômenos naturais e culturais.
( ) É uma tentativa de descrever e entender as formas pelas quais ideias, chamadas pelos etnomatemáticas de matemáticas, são compreendidas por outras pessoas da mesma concepção matemática.
A sequência está correta em
Em uma sala de educação infantil acolhedora, repleta de cores suaves e brinquedos espalhados, o pedagogo João estava sentado no chão, cercado por um pequeno grupo de crianças de 1 ano de idade. No centro do tapete, João segurava uma maraca colorida, balançando-a suavemente para captar a atenção dos pequenos. Uma das crianças, Sofia, engatinhou curiosa até João, seus olhos fixos no movimento da maraca. Com um sorriso caloroso, João parou de agitar o instrumento e, mantendo o contato visual, aproximou-o lentamente de Sofia, que estendeu a mãozinha para tocá-lo. João então balançou a maraca novamente, desta vez mais perto dela, emitindo um som suave e ritmado. Sofia, encantada, soltou uma risada alegre, e João, com voz suave, respondeu: “Você gostou do som, Sofia? Que som divertido, não é?” Ele então pausou, esperando pela reação da criança. Sofia, ainda sorrindo, balbuciou algumas sílabas – “da-da-da” – enquanto batia palminhas. João, imitando o balbucio dela, disse: “Da-da-da! Isso mesmo, Sofia! Estamos cantando juntos!”. Ele balançou a maraca mais uma vez, agora encorajando Sofia a repetir o movimento com as próprias mãos. Ao ver a menina tentando agitar a maraca sozinha, ele sorriu e exclamou: “Você está fazendo música, Sofia!”. Outras crianças, atraídas pela interação, começaram a se aproximar, e João repetiu a estratégia com cada uma, variando os sons e gestos para corresponder às respostas individuais. Quando uma criança balbuciava ou fazia um gesto, ele sempre respondia, modelando palavras simples ou imitando os sons que elas produziam. Ao fazer isso, João estabelecia uma comunicação significativa com cada criança, criando um ritmo de troca que, embora ainda não fosse verbal, já se assemelhava a uma conversa.
A prática que representa uma forma de comunicação estabelecida na fase pré-linguística é conhecida como:
Mariana começou a aula solicitando que as crianças se sentassem em um grande círculo no tapete, onde todos pudessem se ver e participar. Ela iniciou a atividade com uma brincadeira cantada simples, usando uma melodia conhecida pelos alunos. Com um sorriso caloroso, ela começou a cantar: “Na casa da vovó, tinha um sapo que falava, ele pulava e dizia, coa-coa, coa-coa!”. As crianças, curiosas e empolgadas, logo começaram a acompanhar o ritmo, batendo palmas e repetindo as palavras da professora. Mariana, então, fez uma pausa e perguntou: “Quem consegue inventar uma nova frase para a nossa canção? Vamos criar algo divertido juntos!”. Um dos alunos, Pedro, levantou a mão animado e sugeriu: “Na casa do titio, tinha um gato que miava, ele pulava e dizia, miau-miau, miau-miau!”. A professora sorriu, repetindo a nova frase com a turma, incentivando todos a acompanharem o ritmo e a rima. Em seguida, ela propôs um jogo de aliterações, explicando com exemplos simples: “Agora, que tal pensarmos em palavras que começam com o mesmo som? Por exemplo: ‘Bola bonita balança’. Vamos tentar?”. As crianças, entre risadas, começaram a inventar suas próprias frases, como “rato rápido rola” e “peixe pula pra piscina”, enquanto Mariana as ajudava a ajustar o ritmo e a rima para manter a melodia fluida e divertida. Para finalizar, a professora sugeriu que as crianças criassem um poema coletivo. Ela começou com a frase: “Na floresta verde e calma” e passou a bola de pelúcia para Sofia, que completou: “Tem um coelho que corre e salta”. A bola foi passando de criança para criança, cada uma adicionando uma nova linha ao poema. Ao final, Mariana leu o poema criado pela turma, enfatizando o ritmo e as rimas, e todos aplaudiram juntos a criação coletiva.
Mariana planejou sua aula de acordo com as orientações da Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Pelas características das atividades, das estratégias conduzidas pela docente e pela resposta das crianças à sua mediação, é correto afirmar que a professora direcionou seu planejamento para o campo de experiências:
I. Pertence ao grupo empenhado em fundamentar-se no materialismo histórico, contrapondo-se à pedagogia liberal. Visto que se fundamenta nessa concepção, que se estruturou como alternativa ao “negativismo pedagógico” que, preocupado em denunciar a reprodução capitalista, atribuiu ênfase ao papel reprodutor da escola, seus fundamentos serão explicitados.
II. Toma posição na luta de classes aliando-se aos interesses dos dominados e surge em decorrência de necessidades postas pela prática dos educadores nas condições atuais.
III. Considera que a educação escolar tem caráter específico e central na sociedade, o papel do professor é fundamental no ensino, o currículo deve ser organizado com base nos conteúdos clássicos e a transmissão do conhecimento é basilar.
IV. Afirma que os homens não são essencialmente iguais; os homens são essencialmente diferentes, e nós temos que respeitar as diferenças entre os homens. Então há aqueles que têm mais capacidade e aqueles que têm menos capacidade; há aqueles que aprendem mais devagar; há aqueles que se interessam por isso e os que se interessam por aquilo.
Está correto o que se afirma em
Após finalizar a lavagem, deve-se estender corretamente as roupas. A secagem exige atenção para que não surjam marcas indesejáveis no tecido. Sobre a forma adequada de estender roupas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É necessário certificar se o varal está limpo.
( ) As calças jeans deverão ser presas pelas pernas.
( ) Camisas devem ser estendidas com o auxílio de um cabide.
A sequência está correta em