Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de nonoai - rs

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Q3522721 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

A oração sublinhada no trecho abaixo é classificada em:

Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento.
Alternativas
Q3522720 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

A palavra “isso”, sublinhada no 1º parágrafo, faz referência à qual ação citada no texto?
Alternativas
Q3522719 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

A palavra “mensuráveis” (4º parágrafo) tem seu antônimo em:
Alternativas
Q3522718 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

Se passarmos a palavra sublinhada abaixo para o plural, quantas outras também deverão ser alteradas?



Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo.

Alternativas
Q3522717 Português

Flexibilidade e qualidade de vida na velhice



    A flexibilidade é a capacidade de as articulações se moverem com total amplitude e sem dor. Na prática, é a habilidade de estender os braços para alcançar uma caixa em uma prateleira alta, realizar alguma atividade corriqueira do cotidiano, como amarrar o próprio tênis, ou então tocar os dedos dos pés com as mãos. Nesse último caso, basta dar um pulinho na academia para verificar que nem todo mundo consegue fazer isso.

    Mas, diferente de outras capacidades físicas, como a força ou o equilíbrio, a flexibilidade diminui com a idade. Essa perda é natural e está associada a mudanças estruturais nos tendões e nas articulações, que se tornam menos elásticos com o passar do tempo. Fatores hormonais e comportamentais, como o uso limitado de certas articulações, também podem acelerar o declínio. A boa notícia, contudo, é que exercícios simples podem melhorar a flexibilidade, resultando em benefícios para saúde e para o bem-estar, especialmente para os idosos, que tendem a sofrer mais com a falta de elasticidade.

    A redução da flexibilidade, segundo o médico Cláudio Gil Soares de Araújo, compromete a autonomia do indivíduo, limitando a realização de tarefas simples que antes eram realizadas com facilidade. Mas os exercícios, de acordo com os especialistas, têm impacto positivo na postura e na eficiência dos movimentos corporais. Idosos com boa flexibilidade, por exemplo, tendem a caminhar com mais segurança, subir e descer escadas sem dificuldades e manter uma postura ereta, o que contribui para evitar dores musculares e tensões desnecessárias.

    “Já se sabe que os exercícios de flexibilidade e mobilidade oferecem benefícios imediatos. Essa melhora pode ser percebida ainda durante a execução, com ganhos mensuráveis no momento”, diz o fisioterapeuta Rafael Macedo.


Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado. 

Considerando as informações do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) A força e o equilíbrio também diminuem com a idade, assim como a flexibilidade.


( ) Fatores comportamentais podem acelerar a perda da flexibilidade.


( ) Exercícios de flexibilidade devem ser evitados, pois aumentam o risco de lesão.


( ) Uma boa flexibilidade ajuda os idosos a caminharem com mais segurança.

Alternativas
Q3212789 Português
Qual é a classificação da oração sublinhada no trecho abaixo?
Após uma sequência de frentes frias, que amenizaram as temperaturas principalmente no Centro−Sul, o tempo deve voltar a esquentar em boa parte do Brasil. A partir desta quinta−feira, uma nova massa de ar quente deve se instalar na região central, fazendo com que as temperaturas voltem a subir.
Fonte: G1 (julho de 2024).
Alternativas
Q3212788 Português
Assinalar a alternativa que apresenta uma frase na qual as conjunções ou locuções conjuntivas sublinhadas correspondem ao sentido indicado entre parênteses.
Alternativas
Q3212787 Português
Metonímia é a figura de linguagem que substitui um termo por outro, desde que haja uma relação entre eles. É uma figura de linguagem semântica, ou seja, está associada à distorção do significado literal dos termos. Assinalar a alternativa que apresenta outra figura semântica.
Alternativas
Q3212786 Português
Em “As sugestões, em geral tendo−se erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira semelhante.”, o verbo sublinhado é classificado, quanto à função exercida na frase, como:
Alternativas
Q3212785 Português
De acordo com as regras de pontuação, analisar os itens.
I. O travessão é utilizado no início de frases diretas para indicar os diálogos do texto.
II. Os dois−pontos indicam uma pausa maior que a da vírgula, mas não encerra a frase.
III. Os parênteses servem para destacar uma palavra ou expressão no enunciado.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3212784 Português
Se trocarmos as consoantes surdas da palavra “pata” por sonoras, obteremos:
Alternativas
Q3212783 Português
De acordo com as regras de pontuação, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Usa−se para delimitar citações de obras.
(2) Usa−se para indicar uma pausa curta.
(3) Usa−se para acrescentar informação acessória.
( ) Vírgulas.
( ) Parênteses.
( ) Aspas.
Alternativas
Q3212782 Pedagogia
Conforme a BNCC – Ensino Fundamental: Língua Portuguesa – Anos Finais, sobre o campo das práticas de estudo e pesquisa e seus objetos de conhecimento na análise linguística/semiótica, analisar os itens.
I. Usar adequadamente ferramentas de apoio a apresentações casuais.
II. Marcas linguísticas e intertextualidade.
III. Construção composicional e estilo; gêneros de divulgação científica.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3212711 Inglês
Mark the CORRECT item to fill in the blank.
If I had studied harder in school, I_________a better job now.
Alternativas
Q3212710 Inglês
Regarding prepositions, number the second column according to the first one so as to fill in the blanks, and then choose the item that correspondsto the CORRECT sequence.
(1) on (2) at (3) in
( ) Wait for me ____ the bus stop!
( ) My grandmother passed away ____  2014.
( ) Come and see us ____  Christmas Day
Alternativas
Q3212709 Inglês
The size and age of the Cosmos are beyond ordinary human understanding. Lost somewhere between immensity and eternity is our tiny planetary home. In a cosmic perspective, most human concerns seem insignificant, even petty. And yet our species is young and curious and brave and shows much promise. In the last few millennia we have made the most astonishing and unexpected discoveries about the Cosmos and our place within it, explorations that are exhilarating to consider. They remind us that humans have evolved to wonder, that understanding is a joy, that knowledge is prerequisite to survival. I believe our future depends on how well we know this Cosmos in which we float like a mote of dust in the morning sky.
    Those explorations required skepticism and imagination both. Imagination will often carry us to worlds that never were. But without it, we go nowhere. Skepticism enables us to distinguish fancy from fact, to test our speculations. The Cosmos is rich beyond measure — in elegant facts, in exquisite interrelationships, in the subtle machinery of awe. The surface of the Earth is the shore of the cosmic ocean. From it we have learned most of what we know. Recently, we have waded a little out to sea, enough to dampen our toes or, at most, wet our ankles. The water seems inviting. The ocean calls. Some part of our being knows this is from where we came. We long to return. These aspirations are not, I think, irreverent, although they may trouble whatever gods may be.

Cosmos. Carl Sagan.
Which of the following itemsis written INCORRECTLY?
Alternativas
Q3212708 Inglês
The size and age of the Cosmos are beyond ordinary human understanding. Lost somewhere between immensity and eternity is our tiny planetary home. In a cosmic perspective, most human concerns seem insignificant, even petty. And yet our species is young and curious and brave and shows much promise. In the last few millennia we have made the most astonishing and unexpected discoveries about the Cosmos and our place within it, explorations that are exhilarating to consider. They remind us that humans have evolved to wonder, that understanding is a joy, that knowledge is prerequisite to survival. I believe our future depends on how well we know this Cosmos in which we float like a mote of dust in the morning sky.
    Those explorations required skepticism and imagination both. Imagination will often carry us to worlds that never were. But without it, we go nowhere. Skepticism enables us to distinguish fancy from fact, to test our speculations. The Cosmos is rich beyond measure — in elegant facts, in exquisite interrelationships, in the subtle machinery of awe. The surface of the Earth is the shore of the cosmic ocean. From it we have learned most of what we know. Recently, we have waded a little out to sea, enough to dampen our toes or, at most, wet our ankles. The water seems inviting. The ocean calls. Some part of our being knows this is from where we came. We long to return. These aspirations are not, I think, irreverent, although they may trouble whatever gods may be.

Cosmos. Carl Sagan.
According to the text, mark the CORRECT item
Alternativas
Q3212707 Inglês
The size and age of the Cosmos are beyond ordinary human understanding. Lost somewhere between immensity and eternity is our tiny planetary home. In a cosmic perspective, most human concerns seem insignificant, even petty. And yet our species is young and curious and brave and shows much promise. In the last few millennia we have made the most astonishing and unexpected discoveries about the Cosmos and our place within it, explorations that are exhilarating to consider. They remind us that humans have evolved to wonder, that understanding is a joy, that knowledge is prerequisite to survival. I believe our future depends on how well we know this Cosmos in which we float like a mote of dust in the morning sky.
    Those explorations required skepticism and imagination both. Imagination will often carry us to worlds that never were. But without it, we go nowhere. Skepticism enables us to distinguish fancy from fact, to test our speculations. The Cosmos is rich beyond measure — in elegant facts, in exquisite interrelationships, in the subtle machinery of awe. The surface of the Earth is the shore of the cosmic ocean. From it we have learned most of what we know. Recently, we have waded a little out to sea, enough to dampen our toes or, at most, wet our ankles. The water seems inviting. The ocean calls. Some part of our being knows this is from where we came. We long to return. These aspirations are not, I think, irreverent, although they may trouble whatever gods may be.

Cosmos. Carl Sagan.
According to the text:
Alternativas
Q3212706 Inglês
The size and age of the Cosmos are beyond ordinary human understanding. Lost somewhere between immensity and eternity is our tiny planetary home. In a cosmic perspective, most human concerns seem insignificant, even petty. And yet our species is young and curious and brave and shows much promise. In the last few millennia we have made the most astonishing and unexpected discoveries about the Cosmos and our place within it, explorations that are exhilarating to consider. They remind us that humans have evolved to wonder, that understanding is a joy, that knowledge is prerequisite to survival. I believe our future depends on how well we know this Cosmos in which we float like a mote of dust in the morning sky.
    Those explorations required skepticism and imagination both. Imagination will often carry us to worlds that never were. But without it, we go nowhere. Skepticism enables us to distinguish fancy from fact, to test our speculations. The Cosmos is rich beyond measure — in elegant facts, in exquisite interrelationships, in the subtle machinery of awe. The surface of the Earth is the shore of the cosmic ocean. From it we have learned most of what we know. Recently, we have waded a little out to sea, enough to dampen our toes or, at most, wet our ankles. The water seems inviting. The ocean calls. Some part of our being knows this is from where we came. We long to return. These aspirations are not, I think, irreverent, although they may trouble whatever gods may be.

Cosmos. Carl Sagan.
The underlined words in the last paragraph are classified as:
Alternativas
Q3212705 Inglês
The size and age of the Cosmos are beyond ordinary human understanding. Lost somewhere between immensity and eternity is our tiny planetary home. In a cosmic perspective, most human concerns seem insignificant, even petty. And yet our species is young and curious and brave and shows much promise. In the last few millennia we have made the most astonishing and unexpected discoveries about the Cosmos and our place within it, explorations that are exhilarating to consider. They remind us that humans have evolved to wonder, that understanding is a joy, that knowledge is prerequisite to survival. I believe our future depends on how well we know this Cosmos in which we float like a mote of dust in the morning sky.
    Those explorations required skepticism and imagination both. Imagination will often carry us to worlds that never were. But without it, we go nowhere. Skepticism enables us to distinguish fancy from fact, to test our speculations. The Cosmos is rich beyond measure — in elegant facts, in exquisite interrelationships, in the subtle machinery of awe. The surface of the Earth is the shore of the cosmic ocean. From it we have learned most of what we know. Recently, we have waded a little out to sea, enough to dampen our toes or, at most, wet our ankles. The water seems inviting. The ocean calls. Some part of our being knows this is from where we came. We long to return. These aspirations are not, I think, irreverent, although they may trouble whatever gods may be.

Cosmos. Carl Sagan.
The tense and aspect of the underlined verbs below are:
From it we have learned most of what we know. Recently, we have waded a little out to sea, enough to dampen our toes or, at most, wet our ankles.
Alternativas
Respostas
361: B
362: B
363: D
364: C
365: A
366: C
367: B
368: D
369: A
370: D
371: A
372: C
373: B
374: A
375: D
376: B
377: C
378: B
379: C
380: A