Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de canoas - rs

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Q3725148 Português

Considerando o uso da pontuação, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.



(1) Dois-pontos.


(2) Reticências.


(3) Vírgula.



( ) A receita pede vários ingredientes, como ovos, farinha, açúcar, manteiga ___


( ) Este é o segredo para o sucesso ___ dedicação constante.


( ) Maria ___ minha melhor amiga ___ veio me visitar ontem. 

Alternativas
Q3725147 Português

Considerando a concordância nominal, analisar os itens.



I. Água é bom para hidratar a pele.


II. Minha amiga é meia tímida.


III. A água que bebemos é boa.


IV. É proibido entrada de estranhos.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3725146 Português

Sobre o emprego dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.



As livrarias ______ eu passei estavam todas abertas, mas não quis entrar ______ sei que ficaria horas por lá e, quando eu finalmente voltasse para casa, minha mãe perguntaria o ______ da demora.

Alternativas
Q3725144 Português

Observando-se a ortografia oficial da língua portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Após retornarem do campo de batalha, muitos soldados sofriam de desinteria.


( ) Os Raios-X comprovaram a doença responsável pelas dores toráxicas de Paulo.


( ) Aqueles bêbedos do bar estavam perturbando o sono alheio.


( ) O aluno não sabia marcar X nos parêntesis.

Alternativas
Q3725143 Português
A forma imperativa negativa do verbo da frase: “Medeia a questão” é:
Alternativas
Q3725142 Português

Atentando-se à concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Assistem-se a vídeos terríveis na internet.


( ) Devem chover reclamações gigantescas.


( ) Cinco surras serão pouco para ele aprender.


( ) Viva os vencedores da gincana! 

Alternativas
Q3725141 Português
A concordância nominal diz respeito à relação morfossintática entre o nome e seus determinantes e modificadores. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que houve ERRO de concordância. 
Alternativas
Q3725140 Português

Atentando-se aos contextos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.



_____ proporção que a professora falou foi o suficiente para que Paulo se referisse ____ sua escola como a melhor de todas. ____ vezes, ele prefere escola ____ fazenda onde mora.

Alternativas
Q3725139 Português

Analisar os itens.



I. Muitos cientistas viajam à Oceania para estudar os ornitorrincos.


II. Os ornitorrincos são mamíferos ovíparos moradores na Austrália.


III. A experiência dos cientistas remonta há décadas.



Assinalar a alternativa em que se há um período construído a partir da união das orações, mantendo-se a coesão, a coerência e a correção. 

Alternativas
Q3725138 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

“[...] Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é ‘parecido com o urucum’ ou ‘da cor do urucum’” (5º parágrafo).


Compreender um texto significa reconhecer significados de segmentos presentes na superfície textual, de modo a se assimilar certas inferências. No segmento acima, temos um raciocínio. Esse raciocínio permite-nos depreender que: 

Alternativas
Q3725137 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

Assinalar a alternativa cuja sentença está de acordo com as informações presentes no texto. 
Alternativas
Q3725136 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.



I. Um termo de cor é considerado primário se, para designar uma cor, tiver a forma de um único lexema.


II. Na língua dos Shanenawa, o termo para designar a cor branca não é empregado para referir-se a seres humanos.


III. Uma cor é considerada secundária se a ela for atribuído um lexema composto por duas ou mais formas.


IV. A ausência de uma palavra para designar a ideia de cor não atrapalha o ato linguístico de dar nomes a objetos coloridos.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q2235499 Pedagogia
O trabalho no campo da oralidade pressupõe uma escuta e um olhar apurados por parte do professor, tanto na aula quanto na condução das atividades didáticas. Sendo assim, é imperioso que o professor desenvolva:

I. Uma atitude mais intervencionista e menos observadora da produção discursiva oral de seus alunos, utilizando-se de instrumentos avaliativos mais gerais e de momento de produção discursiva.
II. Uma metodologia de apresentação de conteúdos que de fato permita a emergência de questionamentos e comentários por parte dos alunos sobre os conteúdos apresentados.
III. Estratégias didáticas que levem os alunos a refletir sobre suas práticas de linguagem e sobre suas atitudes em relação às práticas de linguagem dos outros.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2235498 Pedagogia
O princípio alfabético é uma das habilidades básicas que compõem o processo de alfabetização. Sobre o princípio alfabético, analisar os itens abaixo:

I. O nível silábico-alfabético representa que o estudante se apropriou do princípio alfabético, sendo capaz de fonetizar a escrita.
II. A consciência lexical é um dos níveis de consciência fonológica e é necessária para que o estudante desenvolva o princípio alfabético.
III. A consciência semântica, um dos níveis da consciência fonológica, avança à medida que a professora atua nas zonas de desenvolvimento proximal, resultando, portanto, na relação do conteúdo com o contexto e na apropriação do princípio alfabético.
IV. As escritas espontâneas devem ser propostas a partir do momento em que o estudante já adquiriu o nível de conceitualização de escrita adequado para a atuação em sua zona de desenvolvimento proximal (silábico-alfabético).

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2235497 Pedagogia
 Nos primeiros anos escolares, é essencial propor aos estudantes situações de leitura e escrita em diversos momentos. Considerando-se as situações de aprendizagem da leitura e da produção de textos no âmbito escolar, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) É necessário pôr à disposição dos estudantes materiais escritos variados, assim como ler para eles muitos e bons textos, para que tenham a oportunidade de conhecer diversos gêneros.
( ) É preciso prática e orientação adequadas para desenvolver uma postura de leitor crítico.
( ) As habilidades de leitura e produção de textos envolvem o conhecimento de elementos que compõem os textos escritos, seus estilos e a identificação do autor, da finalidade e do contexto de circulação do texto.
( ) No primeiro ciclo da escolarização, deve-se apresentar exclusivamente textos de determinados gêneros (mais acessíveis à leitura) e reservar outros para o segundo ciclo.
Alternativas
Q2235496 Pedagogia
Para superar dificuldades no processo de ensino-aprendizagem, é necessária uma avaliação sistemática e com diferentes finalidades. Sobre as práticas avaliativas que visam priorizar os aspectos qualitativos nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, analisar os itens abaixo:

I. Permitem que os professores comparem os saberes alcançados pelos estudantes em diferentes momentos da trajetória vivenciada.
II. É dispensável a elaboração de instrumentos e procedimentos de observação, de registro e de reflexão permanente sobre o processo de ensino-aprendizagem.
III. Devem ser processuais, participativas, formativas, cumulativas, diagnósticas e, portanto, redimensionadoras da ação pedagógica.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2235495 Pedagogia
A respeito dos métodos de alfabetização mais disseminados no Brasil, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Métodos predominantemente sintéticos. (2) Métodos predominantemente analíticos.

( ) O ensino da leitura deve ser iniciado pelo todo, para depois se proceder ao estudo de suas partes constitutivas.
( ) Palavração, sentenciação, historieta e global de contos.
( ) O ensino da leitura deve ser iniciado com a apresentação das letras e de seus nomes, ou de seus sons, ou das famílias silábicas, sempre de acordo com certa ordem crescente de dificuldade.
Alternativas
Q2235494 Pedagogia
Sobre a avaliação da aprendizagem, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Avaliar a aprendizagem do aluno é também avaliar a intervenção do professor, já que o ensino deve ser planejado e replanejado em função das aprendizagens conquistadas ou não.
( ) Quando, em uma atividade para verificar uma aprendizagem determinada, a maioria dos alunos não atinge o esperado, pode ser o professor que não está acertando e precisará rever seu encaminhamento.
( ) Se a maioria da classe atinge o esperado e alguns não, a culpa é exclusivamente do professor que não está adaptando corretamente as atividades aos alunos.
Alternativas
Q2235493 Pedagogia
Muitos estudos sobre os fundamentos da infância revelam que esse conceito foi se construindo socialmente na transição da sociedade feudal para a industrial. Phillippe Ariès, em seu estudo, elenca alguns fatores que colaboraram para o surgimento do sentimento de infância; entre estes, pode-se destacar:
Alternativas
Q2235492 Pedagogia
Considerando-se as áreas de estudo da Matemática e suas finalidades de ensino nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, de acordo com a BNCC, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O campo dos números tem como finalidade desenvolver o pensamento numérico. Nos Anos Iniciais, a expectativa é que os alunos resolvam problemas com números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, envolvendo diferentes significados das operações, argumentem e justifiquem os procedimentos utilizados para a resolução e avaliem a plausibilidade dos resultados encontrados.
(  ) A Álgebra tem como finalidade desenvolver o pensamento algébrico, que implica o conhecimento de maneiras de quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar argumentos baseados em quantidades. Nos Anos Iniciais, espera-se o desenvolvimento de habilidades no que se refere à leitura, à escrita e à ordenação de números naturais e números racionais, assim como o desenvolvimento de diferentes estratégias para a obtenção dos resultados, sobretudo por estimativa e cálculo mental, além de algoritmos e uso de calculadoras.
( ) A Geometria envolve o estudo das medidas que quantificam grandezas do mundo físico e é fundamental para a compreensão da realidade. Nos Anos Iniciais, a expectativa é que os alunos possam estudar grandezas não geométricas como densidade, velocidade, energia, potência, entre outras, assim como resolver problemas oriundos de situações cotidianas que envolvem grandezas como comprimento, massa, tempo e temperatura.
( ) A Estatística ou o tratamento da informação nos Anos Iniciais deve envolver o trabalho com a coleta e a organização de dados de uma pesquisa de interesse dos alunos. O planejamento de como fazer a pesquisa ajuda a compreender o papel da estatística no cotidiano dos alunos. Assim, a leitura, a interpretação e a construção de tabelas e gráficos têm papel fundamental, bem como a forma de produção de texto escrito para a comunicação de dados.
Alternativas
Respostas
181: D
182: C
183: B
184: B
185: E
186: D
187: E
188: D
189: C
190: A
191: C
192: B
193: C
194: B
195: E
196: D
197: D
198: A
199: A
200: C