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Q4044485 Conhecimentos Gerais
O Panorama do Censo 2022 levantou informações demográficas sobre a crença da população. Segundo o IBGE, qual é o grupo religioso que possui o maior número de adeptos no Brasil, com mais de 100 milhões de pessoas?
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Q4044484 Atualidades
O Poder Executivo do município de Arroio Grande é comandado por um governante específico. Quem é o atual prefeito da cidade?
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Q4044478 Português
A relação entre as letras e os fonemas revela particularidades na escrita de diversas palavras. Considerando isso, leia o trecho inicial da fala do menino na charge: MAS ESSE NEGÓCIO. Considerando a grafia das palavras, é CORRETO afirmar que:
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Q4044477 Português
Na charge, os balões de fala dos personagens apresentam uma pontuação específica no final de cada frase. Diante disso, analise as assertivas abaixo sobre o emprego dos sinais de pontuação:

I. O ponto de interrogação foi empregado na fala do menino para expressar uma dúvida ou um questionamento sobre o funcionamento do livro.
II. O ponto de exclamação na fala da menina serve para dar ênfase ao seu entusiasmo e demonstrar a sua firmeza ao dar a resposta afirmativa.
III. O ponto de exclamação é utilizado na charge com a função exclusiva de indicar que a personagem está chorando e gritando com o amigo.

Está CORRETO o que se afirma em
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Q4044476 Português
A classificação da sílaba tônica e a separação silábica são fundamentais nas regras da Língua Portuguesa. Diante disso, analise as palavras retiradas da charge: NEGÓCIO e NÃO. Considerando essas regras, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A palavra NEGÓCIO possui três sílabas, sendo separadas da seguinte forma: ne-gó-cio.
( ) A sílaba tônica da palavra NEGÓCIO e a última, o que a classifica gramaticalmente como uma palavra oxítona.
( ) A palavra NÃO é formada por apenas uma sÍlaba, sendo classificada como uma palavra monossílaba.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Q4044475 Português
Analise o trecho a seguir:

A menina afrrma animada que o livro vai turbinar o seu tico e teco. Nesse cenário da charge, a palavra turbinar possui o sentido de ______, enquanto a expressão popu/ar tico e teco refere-se ______.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Q4044474 Português
A charge apresenta um menino questionando a ausência de uma rede social no livro impresso no primeiro balão de fala. Levando em conta a interpretação e a lntenção comunicativa, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4044453 Legislação Federal
A Lei n" 13.722/2018, que torna obrigatoria a Capacitação em Noções Básicas de Primeiros Socorros de ProÍessores e Funcionários de Estabelecimentos de Ensino Públicos e Privados de Educação Básica e de Estabelecimentos de Recreação Infantil, estabelece medidas administrativas a serem aplicadas em caso de descumprimento de suas disposições, definindo uma gradação de penalidades conforme a reincidência da infração. Tais sanções variam desde medidas de caráter educativo até penalidades mais severas, especialmente quando persistir o desrespeito às normas legais. Com base nas penalidades referidas nessa Lei, assinale a alternativa CORRETA. 
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Q4044452 Educação Física
Com o avanço da idade, o corpo humano passa por diversas alterações fisiologicas que podem impactar a rotina e o corpo. Nesse contexto, a inclusão de programas de ginástica voltados para a população idosa é um tema amplamente discutido na Educação Física. Sobre a relação entre a prática de ginástica e a terceira idade, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4044451 Educação Física
Durante uma partida de futebol, um jogador da equipe atacante recebe um passe de seu companheiro estando mais próximo da linha de gol adversária do que a bola e o penúltimo defensor. Em seguida, esse jogador faz o gol. Com base na regra do impedimento, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4044450 Educação Física
A avaliação física e um procedimento amplamente utilizado pelos profissionais de Educação Física em diferentes contextos de atuação. Sobre os objetivos e as características desse processo, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4044399 Legislação Federal
Durante o segundo bimestre, em uma turma do 1° ano do Ensino Medio integrado, um Professor percebe que um estudante de 16 anos, regularmente matriculado, apresenta faltas frequentes, queda significativa no rendimento e comportamento apático em sala de aula. Ao conversar com o estudante, descobre que ele passou a trabalhar no período noturno para ajudar financeiramente a família. O Professor comunica o fato à equipe pedagogica, que decide manter o aluno na mesma rotina, argumentando que "as regras são iguais para todos" e que "não cabe flexibilização". Diante dessa situação, o Professor questiona a decisão da equipe, fundamentando-se na Lei no 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases - LDB). A luz da LDB, assinale a alternativa CORRETA.
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Q4044363 Literatura
O Arcadismo brasileiro, também chamado de Neoclassicismo, desenvolveu-se no século XVIII em diálogo com valores estéticos de equilíbrio, simplicidade e retomada de modelos clássicos. Sobre esse movimento literário, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q4044361 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
Quanto à configuração fonetica de vocábulos do texto, é CORRETO afirmar que:
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Q4044360 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A passagem final, em que o autor associa o contêiner de lixo à frase de Manuel Bandeira, aprofunda a crítica social do texto porque:
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Q4044359 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
No texto, a praça é apresentada como um espaço simbolico que ultrapassa sua dimensão física. A partir da progressão argumentativa construída pelo autor, a principal função dessa imagem é representar:
Alternativas
Q4044347 Geografia
No contexto do ensino de Geografia, a alfabetização cartográfica é um processo fundamental para que o aluno compreenda a representação do espaço. Ao planejar uma atividade de mapeamento da comunidade escolar, o Professor deve garantir que a prática pedagogica seja inclusiva e representativa. Considerando a Cartografia Temática como ferramenta para a análise socioespacial em sala de aula, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Fa lsas.

( ) A escala cartográfica em um mapeamento da comunidade escolar deve ser obrigatoriamente pequena (ex: 1:1.000.000), pois quanto maior o denominador da fração, mais detalhes da infraestrutura podem ser representados.
( ) A produção de mapas táteis e maquetes funcionais é uma estratégia da cartografia temática que promove a inclusão.
( ) A utilização de variáveis visuais como forma, cor e tamanho é essencial na cartografia temática para diferenciar fenômenos qualitativos e quantitativos no espaço representado.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4044346 Geografia
Em 2023, a imprensa noticiou amplamente dois fatos importantes: o mundo atingiu 8 bilhões de habitantes e o Censo demográfico finalizado em 2022 constatou que o Brasil tinha 203 milhões de pessoas. Essas notícias vieram acompanhadas de análises sobre os crescentes desafios relacionados às dinâmicas populacionais. Com base nesse tema, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044345 Geografia
Os agentes modeladores do relevo terrestre podem ser classificados em endógenos e exogenos, sendo responsáveis pela constante transformação da superfície terrestre ao longo do tempo geologico. O _____ é um agente endógeno modelador do relevo.

Qual alternativa preenche CORRETAIT/ENTE a lacuna?
Alternativas
Q4042605 Espanhol
Considerando las características temáticas y estilísticas de la narrativa hispanoamericana contemporánea, particularmente en lo que respecta a la articulación entre memoria, historia e identidad en la obra de Isabel Allende, seõale la alternativa CORRECTA.
Alternativas
Respostas
41: E
42: B
43: C
44: C
45: C
46: B
47: C
48: D
49: D
50: B
51: C
52: C
53: D
54: B
55: A
56: E
57: E
58: A
59: C
60: D