Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de natal - rn
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I As catedrais são templos religiosos cristãos surgidos a partir da antiguidade tardia e que podem ser católicas, protestantes ou ortodoxas.
II A Caaba está no centro de uma gigantesca mesquita situada na cidade santa de Medina, para onde se dirigem mais de três milhões de peregrinos anualmente.
III Ambientes naturais podem ser considerados espaços sagrados, como os rios Ganges e Nilo, o Bosque de Oxum e os abrigos rochosos de necrópoles indígenas brasileiras.
IV Estupa ou pagode são estruturas em forma de pirâmide construídas para fins religiosos, geralmente por budistas.
Das afirmativas, estão corretas
Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa De pé descalço e te vejo no altar Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa De pé descalço e te vejo no altar Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro No seu cavalo, ele vive a galopar Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro No seu cavalo, ele vive a galopar E nessa ida, quando saio pra trabalhar Eu levo flores pra São Jorge e Iemanjá Iemanjá, Iemanjá É mamãe sereia, é a rainha do mar Iemanjá, Iemanjá
É mamãe sereia, é a rainha do mar Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa De pé descalço e te vejo no altar Oh, meu São Jorge, quando entro em sua casa De pé descalço e te vejo no altar Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro No seu cavalo, ele vive a galopar Ele é o rei, ele é o pai, é justiceiro No seu cavalo, ele vive a galopar E nessa ida, quando saio pra trabalhar Eu levo flores pra São Jorge e Iemanjá Iemanjá, Iemanjá É mamãe sereia, é a rainha do mar Iemanjá, Iemanjá É mamãe sereia, é a rainha do mar Iemanjá, Iemanjá
As cirandas fazem parte do repertório cultural e mantêm viva a memória ancestral e religiosa brasileira. Nesse contexto,
A descida ao mundo dos mortos (katábasis entre os gregos, descensus entre os latinos) é um expediente ou um topói longevo que remonta aos antigos mesopotâmicos e egípcios. Sabemos disso desde o século XIX, quando arqueólogos desenterraram plaquinhas com cuneiformes e exploraram câmaras funerárias de antigos faraós. Episódios como a descida de Ishtar ao Kurnugu, a trajetória da barca solar e a batalha contra as forças do caos durante as horas noturnas, a catábase dos heróis gregos e romanos em busca de informações junto aos mortos, a viagem de Dante Alighieri pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, permitem que o estudioso se aproxime de descrições do mundo ctônico, do Hades, dos infernos, e consiga vislumbrar as expectativas e projeções datadas de uma determinada cultura, afinal, as características do além dizem muito sobre a maneira como esses povos concebiam a existência, o comportamento dos vivos e, portanto, o sentido da vida.
(Fragmento retirado de: FELIPE; Cleber Vinic ius do Amaral; SILVA, Frederico de Sousa. Apresentação. Revista de Estudos de Cultura da UFS. Univers idade Federal de Sergipe. - v. 7 n. 18, (Jan./Jun. 2021) – São Cris tóvão: Univers idade Federal de Sergipe, 2015. p.7-9).
Com base no fragmento, analise as afirmativas abaixo.
I As narrativas cujos personagens descem ao mundo dos mortos (katábasis entre os gregos, descensus entre os latinos) permitem ao cientista da religião e, por conseguinte, ao docente do Ensino Religioso, uma compreensão das descrições culturais de como os povos concebem o mundo dos mortos a partir da condição humana e das próprias percepções do mundo da vida.
II Algumas das narrativas relacionadas à jornada ao Mundo Inferior são a História de Perséfone e Hades bem como o mito nórdico de Baldur.
III As narrativas de jornada ao Mundo Inferior sempre terminam com os personagens mortos.
IV As narrativas de jornada ao Mundo Inferior são sempre mitos e seus personagens vivem uma experiência de encontro com o Deus Guaraci.
Das afirmativas, estão corretas
[...] a inserção do ER como componente curricular nesse documento, assim como a homologação pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) das DCNs de CRE, revelaram-se como estratégias político-pedagógicas para a construção de currículos e para a formação docente em ER, atentas ao estatuto laico do Estado, ao caráter plural de constituição da sociedade brasileira e aos direitos de liberdade de consciência e de crença, assegurados pela Constituição Federal de 1988.
(RODRIGUES, Elisa. Formação de profes sores (as ) para o ens ino religioso reflex ivo: perspec tivas a partir da BNCC e das DCNs para licenc iaturas em Ciênc ias da Religião. Em Aberto. Bras ília, v. 35. n. 114. p.39-60. maio/agos 2022.)
Acerca dessa temática, depreende-se que os docentes de ensino religioso possuem identidades que se vinculam ao
“O interesse por parte dos religiosos, em estarem presentes nos mais variados meios de comunicação, tem por objetivo alcançar maior número de pessoas, e assim converter para suas matrizes religiosas. Isto é, aqueles ensinamentos que eram feitos apenas nas dependências dos templos religiosos agora ganham novos espaços para serem ditos. Ter programas de rádio, televisão, portais de internet, e outras mídias, reforça mensagens proselitistas, catequéticas, e visão de mundo sobre temas: políticas, econômica, cultura, gênero, dentre outros assuntos.” (Reis, 2018, p. 7).
Disponível em: https ://www2.unifap.br/editora/files /2021/03/comunica%C3%A7%C3%A3o-midiatica-ereligiaoo-2.pdf). Aces so em: 20 nov. 2024.
De acordo com o texto e com o que refere a BNCC ao tratar das tradições religiosas, das mídias e das tecnologias, o(a) professor(a) de Ensino Religioso deve
Desse modo, cada professor(a) de Ensino Religioso deverá estar disposto a tratar de temas diversos, abordando filosofias de vida e diferentes tradições religiosas. Essa é uma necessidade para esse profissional, pois é preciso