Foram encontradas 320 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3745123 História
Leia o trecho de um discurso proferido por Neville Chamberlain em 1938:

“Nós, o Führer e chanceler alemão e o primeiro-ministro britânico, tivemos hoje mais um encontro e concordamos em reconhecer que a questão das relações anglo-germânicas é de primordial importância para os dois países e para a Europa. Consideramos que o acordo assinado na noite passada e o Acordo Naval Anglo-Germânico simbolizam os desejos de ambos os povos de nunca mais guerrearem entre si. Estamos convictos de que o método de consulta será o método adotado para lidar com quaisquer questões concernentes a nossos dois países, e estamos determinados a continuar com nossos esforços para remover possíveis fontes de divergência e, assim, contribuir para assegurar a paz na Europa.”
ENDERS, A.; MORAES, M. & FRANCO, R. História em curso: da antiguidade à globalização. São Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: FGV, 2008. p.313.

A estratégia apresentada ficou conhecida como: 
Alternativas
Q3745122 História
“Foi na França que se verificou o mais ecumênico, transcendental e universal dos acontecimentos históricos até então: a Revolução Francesa. Em nome da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, o povo, liderado pela burguesia, desencadeou o processo de ruptura com o passado. (...) Quem representava, até então, as forças de transformação? O Terceiro Estado, o Povo liderado pela burguesia.”
AQUINO, Rubim. História das sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2003. p.165-6. 

Assim como a maioria dos grandes temas na História, também a Revolução Francesa tem a sua historiografia marcada por influências ideológicas, exposição a novos olhares e diversidade de fontes e métodos. O trecho destacado aponta para uma concepção central de uma vertente historiográfica, talvez ainda dominante nas obras didáticas no Brasil, sobre a grandiosa e longeva sequência de eventos que caracteriza esse processo. Todavia, é também bastante reconhecida uma proposta revisionista desta perspectiva expressa no trecho, que se funda no seguinte autor e argumento: 
Alternativas
Q3745121 História
É notória a intensa rivalidade entre o Estado de Israel e a República Islâmica do Irã. Entender as divergências entre ambos é essencial para que sejam compreendidas historicamente as tensas relações no Oriente Médio e diversos conflitos árabe-israelenses. Podemos dizer que na origem dessa rivalidade encontra-se o seguinte fato:
Alternativas
Q3745119 História
“Apesar de sua maior profissionalização, os oficiais do Exército não poderiam deixar de ter uma concepção sobre a sociedade e sobre o sistema de poder existente. Durante a presidência do marechal Hermes, um grupo de militares e civis formara uma espécie de grupo de pressão em torno do presidente. Foram chamados de “salvacionistas”, por pretenderem salvar as instituições republicanas. Em que consistia a “salvação”? Tratava-se de reduzir o poder das oligarquias nas áreas onde isso parecia mais fácil e onde eram mais chocantes as desigualdades sociais”.
FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.174-5.

Das alternativas abaixo, aquela que contém especificamente uma personagem, um evento e um contexto decorrentes da defesa dos princípios do movimento apontado é a seguinte:  
Alternativas
Q3745118 História
A chamada “Questão religiosa”, correntemente associada à crise do poder imperial no Brasil, tem como mote a condenação à prisão dos bispos de Pernambuco e do Pará, que haviam encerrado irmandades que acolhiam maçons na Igreja católica, conforme orientação do papa Pio IX. Instalada a crise, ela foi resolvida com a soltura dos bispos e a revogação de sua condenação. Mas, no fim, quem ganhou esta disputa entre os poderes temporal e espiritual? Alguns autores, como Kátia Mattoso (Bahia, século XIX: uma província no Império. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992), defendem a tese de que ambos os lados perderam nesta “questão”, argumentando que:  
Alternativas
Q3745117 História
O enunciado a seguir é base para a questão.


O filme “Gangues de Nova Iorque” (2002), de Martin Scorsese, aborda o violento contexto urbano, permeado por questões políticas, econômicas e religiosas ao longo da década de 1860. Apesar de personagens ficcionais e da natural romantização de obras que não se pretendem documentais, o longa metragem aborda temas fundamentais para a sociedade nos EUA.
Na mesma década de 1860 e neste mesmo contexto, aconteceram as chamadas Rebeliões de Conscrição, relacionadas à Guerra Civil norte-americana ou Guerra de Secessão. Tal guerra guarda uma grande proximidade cronológica com a Guerra do Paraguai e, naturalmente, alguns aspectos em comum. O ponto que aproxima as Rebeliões de Conscrição de 1863 nos Estados Unidos da América com o contexto brasileiro na Guerra do Paraguai é:
Alternativas
Q3745116 História
O enunciado a seguir é base para a questão.


O filme “Gangues de Nova Iorque” (2002), de Martin Scorsese, aborda o violento contexto urbano, permeado por questões políticas, econômicas e religiosas ao longo da década de 1860. Apesar de personagens ficcionais e da natural romantização de obras que não se pretendem documentais, o longa metragem aborda temas fundamentais para a sociedade nos EUA.
A partir do contexto apresentado, são considerados motivadores para tais questões sociais os seguintes aspectos históricos:
Alternativas
Q3745113 História
“Os senhores de engenho são homens que valem em si muitos títulos juntos, e estão em um estado em que facilmente se conservam, e dificilmente se arruínam. Porque ainda que não tenham cabedais de grande monta, têm terras e engenho, sem o que nenhum homem se pode chamar senhor de engenho. De sorte que é título a que não se chega sem muitos cabedais, e por isso são estimados como pessoas de qualidade.”
ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil por suas drogas e minas. Belo Horizonte: Itatiaia, 1982, p.85.

Com base no excerto e nos estudos historiográficos sobre a sociedade colonial, é correto afirmar que a estratificação social no Brasil do período se estruturava:  
Alternativas
Q3745112 Literatura
O excerto de uma das cartas legadas pelo jesuíta José de Anchieta, destacado a seguir, é o suporte para a questão.


“(...) Finalmente o levaram fora e lhe quebraram a cabeça, e junto com ele mataram outro seu contrário, os quais logo despedaçaram com grandíssimo regozijo, máxime das mulheres, as quais andavam cantando e bailando: umas lhe espetavam com paus agudos os membros cortados, outras untavam a mão com a gordura deles e andavam untando as caras e bocas às outras, e tal havia que colhia o sangue com as mãos e o lambia, espetáculo abominável, de maneira que tiveram uma boa carniçaria com que se fartar”.


NOBREGA, Manuel e ANCHIETA, José de. Nóbrega e Anchieta: Antologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978 IN GRUPIONI, Luiz D. B. (org). Índios no Brasil. São Paulo: Global; Brasília, MEC, 2000. p.44.
A existência dessa mesma prática entre os povos originários inspirou o movimento literário brasileiro conhecido por:
Alternativas
Q3745111 História
O excerto de uma das cartas legadas pelo jesuíta José de Anchieta, destacado a seguir, é o suporte para a questão.


“(...) Finalmente o levaram fora e lhe quebraram a cabeça, e junto com ele mataram outro seu contrário, os quais logo despedaçaram com grandíssimo regozijo, máxime das mulheres, as quais andavam cantando e bailando: umas lhe espetavam com paus agudos os membros cortados, outras untavam a mão com a gordura deles e andavam untando as caras e bocas às outras, e tal havia que colhia o sangue com as mãos e o lambia, espetáculo abominável, de maneira que tiveram uma boa carniçaria com que se fartar”.


NOBREGA, Manuel e ANCHIETA, José de. Nóbrega e Anchieta: Antologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978 IN GRUPIONI, Luiz D. B. (org). Índios no Brasil. São Paulo: Global; Brasília, MEC, 2000. p.44.
A prática descrita por José de Anchieta era relativa ao seguinte aspecto de algumas das sociedades originárias no território brasileiro: 
Alternativas
Q3745110 História
O texto a seguir é base para a questão.


“O trabalho de maior vulto com enfoque na situação do ex-escravo é o Florestan Fernandes – Integração do Negro na Sociedade de Classes. Contudo, a história do negro recém-saído da escravidão é abordada praticamente apenas no primeiro capítulo, referindo-se o restante dos dois volumes ao negro das décadas de 20 em diante. O motivo disto talvez possa ser explicado a partir de uma postura metodológica determinada. Segundo o autor, ocorre neste período ‘o esboroamento final da sociedade de castas e o processo de elaboração da ordem social competitiva’ ou, nos termos de outra obra sua mais recente, ‘a emergência e expansão de um capitalismo dependente’. Trata-se, em suma, da ‘revolução burguesa’, não enquanto episódio histórico, mas sim enquanto fenômeno estrutural, em que ‘diversas situações de interesses da burguesia, em formação e expansão no Brasil, deram origem a novas formas de organização do poder em três níveis concomitantes: da economia, da sociedade e do Estado.”


AZEVEDO, Célia M. M. de. Onda negra, medo branco: O negro no imaginário das elitesséculo XIX. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p.22.  
Novamente em referência ao autor e à obra analisados, devemos considerar de importante impacto na compreensão das questões raciais na sociedade brasileira o seguinte aspecto: 
Alternativas
Q3745109 História
O texto a seguir é base para a questão.


“O trabalho de maior vulto com enfoque na situação do ex-escravo é o Florestan Fernandes – Integração do Negro na Sociedade de Classes. Contudo, a história do negro recém-saído da escravidão é abordada praticamente apenas no primeiro capítulo, referindo-se o restante dos dois volumes ao negro das décadas de 20 em diante. O motivo disto talvez possa ser explicado a partir de uma postura metodológica determinada. Segundo o autor, ocorre neste período ‘o esboroamento final da sociedade de castas e o processo de elaboração da ordem social competitiva’ ou, nos termos de outra obra sua mais recente, ‘a emergência e expansão de um capitalismo dependente’. Trata-se, em suma, da ‘revolução burguesa’, não enquanto episódio histórico, mas sim enquanto fenômeno estrutural, em que ‘diversas situações de interesses da burguesia, em formação e expansão no Brasil, deram origem a novas formas de organização do poder em três níveis concomitantes: da economia, da sociedade e do Estado.”


AZEVEDO, Célia M. M. de. Onda negra, medo branco: O negro no imaginário das elitesséculo XIX. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p.22.  
O autor citado pelo trecho destacado, considerando a síntese de seu pensamento evidenciada, deve ser associado à seguinte compreensão do processo histórico: 
Alternativas
Q3745107 História
“Eles teriam partido do atual Camarões, de onde se espalharam por toda a África central, oriental e do sul, onde antes viviam povos com um tipo físico diferente, de baixa estatura e cujo idioma era caracterizado pela emissão de estalidos. Esses povos eram nômades e viviam de caçar e coletar o que encontravam na natureza. (...) Essa movimentação durou cerca de 2.500 anos e fez que mais da metade do continente fosse povoado por povos falantes de línguas formadas com base em uma única origem. Eles eram agricultores, sabiam fazer instrumentos de ferro e iam ocupando terras desabitadas, se misturando aos antigos moradores ou expulsando-os para outros lugares.”
SOUZA, Marina de Melo e. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2007. p.21

O excerto destacado faz referência a um conjunto de povos, integrantes de um mesmo grupo linguístico, que posteriormente relacionou-se com os europeus, impactando os idiomas dos colonizadores da América, especialmente a língua portuguesa. Este grupo é conhecido como: 
Alternativas
Q3745106 História
“Já foi sugerido que a expansão do campo do historiador implica o repensar da explicação histórica, uma vez que as tendências culturais e sociais não podem ser analisadas da mesma maneira que os acontecimentos políticos. Elas requerem mais explicação estrutural. Quer gostem, quer não, os historiadores estão tendo de se preocupar com questões que por muito tempo interessaram a sociólogos e a outros cientistas sociais. Quem são os verdadeiros agentes na história, os indivíduos ou os grupos? Será que eles podem resistir com sucesso às pressões das estruturas sociais, políticas ou culturais? São essas estruturas meramente restrições à liberdade de ação, ou permitem aos agentes realizarem mais escolhas?”
BURKE, Peter. Abertura: a nova história, seu passado e seu futuro. IN BURKE, Peter (org). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo, Editora da UNESP, 1992. p.31.

O texto apresentado refere-se ao desenvolvimento da Escola dos Annales e deve ser associado a uma determinada geração desta revista, representada pelo seguinte autor: 
Alternativas
Q3745104 História
A construção da História do Cotidiano se deu ao longo do desenvolvimento teórico da historiografia europeia do século XX. Naturalizou-se, no decorrer do tempo, que tal forma de se escrever a História fosse plural e diversa. Todavia é possível identificarmos bases e análises teóricas que direcionavam os olhares para as possibilidades deste cotidiano de forma, em princípio, fragmentada. No campo da análise econômica, um dos apoios historiográficos para o desenvolvimento dessa vertente historiográfica pode ser encontrado na obra do seguinte autor por conta do respectivo argumento: 
Alternativas
Q3744973 Geografia
A mundialização da economia capitalista gerou a segmentação do espaço econômico mundial. Esta característica geográfica se expressa no final do século XX na formação de blocos econômicos em todo o mundo. Das alternativas abaixo, aquela que apresenta uma afirmativa correta sobre os blocos econômicos é: 
Alternativas
Q3744972 Geografia
A estrutura agrária brasileira sempre foi marcada pela forte concentração fundiária, o que gerou profundas desigualdades no campo, dando origem a movimentos sociais organizados em defesa da reforma agrária. O debate sobre a terra no Brasil vai além da posse física, envolvendo questões de cidadania, justiça social e uso racional dos recursos naturais. Com base nessa perspectiva, podemos afirmar que:  
Alternativas
Q3744971 Geografia
A partir da década de 1980, a Geografia cultural reaparece entre os geógrafos com enorme vitalidade. A despeito da globalização em suas múltiplas facetas, não se verifica a uniformização cultural do planeta. Ao contrário, diferenças de natureza cultural têm se acentuado, levando mesmo a se minimizar a ideia de que a organização espacial seja inteligível apenas com base nos processos de produção. Desta forma, a alternativa que melhor representa a definição de cultura para a Geografia cultural é: 
Alternativas
Q3744970 Geografia
Milton Santos, em Por uma outra globalização, aborda como os transportes se inserem no processo globalizador, relativizando discursos que apresentam a globalização como algo homogêneo. Ele analisa como as redes de mobilidade, as infraestruturas e as rotas de transporte configuram o espaço geográfico e acentuam desigualdades entre regiões, entre centros e periferias no acesso a fluxos de mercadorias, pessoas e informação. Com base na geografia crítica de Santos, é verdadeira a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3744969 Geografia
O avanço do processo de globalização é sentido em todos os setores da economia, sendo possível verificar essa influência também no campo, na produção agrícola, que passa a receber influência daquelas mesmas leis que regem os outros aspectos da produção econômica. A alternativa que representa a entrada da agricultura no processo produtivo globalizado é a seguinte:  
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: D
44: D
45: B
46: C
47: A
48: D
49: B
50: A
51: B
52: C
53: B
54: C
55: A
56: D
57: B
58: A
59: B
60: D