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Q2913809 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


Posições divergentes se verificam no debate sobre a preservação do planeta.

Cientistas pregam a seriedade do aquecimento global e são acusados de alarmistas.

Cientistas não encontram provas conclusivas de que ocorre o aquecimento global.

As frases acima articulam-se em um único período, com correção, clareza e lógica da seguinte maneira:

Alternativas
Q2913799 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:

Alternativas
Q2913795 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


O verbo corretamente flexionado está grifado na frase:

Alternativas
Q2913792 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


... que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo ... (1o parágrafo)

A frase cuja lacuna está corretamente preenchida pela mesma expressão grifada acima é:

Alternativas
Q2913789 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


... enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. (2o parágrafo)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:

Alternativas
Q2913788 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


... pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. (3o parágrafo)

A frase grifada acima estabelece uma ...... no contexto, e pode ser substituída, com o mesmo sentido original, por ...... .

 As lacunas da afirmativa acima estão preenchidas de forma correta, respectivamente, por:

Alternativas
Q2913786 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


Nas transcrições abaixo de segmentos do texto observase um fato e não somente uma opinião em:

Alternativas
Q2913785 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


Considere as afirmativas abaixo:

I. O pânico decorrente da impossibilidade geral de crença no que diz a ciência é a melhor forma de propiciar a ação de pessoas, no sentido de preservar o meio ambiente em várias regiões do planeta.

II. O bom senso apregoado no texto (3o e último parágrafos) está na aceitação do que dizem os cientistas ao prever, até mesmo com relativo acerto, os limites aceitáveis de agressão ao meio ambiente.

III. O objetivo da analogia feita entre a Terra e uma simples casa (4o parágrafo) é comprovar uma necessária tomada de consciência quanto aos sinais emitidos por uma natureza já bastante agredida pela ação do homem.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Q2913784 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


A repetição de verbos de algumas frases do 2o parágrafo, colocados entre parênteses, tem por objetivo

Alternativas
Q2912518 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


O autor deixa claro, no texto, que

Alternativas
Q9127 Legislação dos Tribunais Eleitorais (TSE e TREs)
Exercerá a Presidência do Tribunal Eleitoral de Sergipe, segundo o seu regimento interno, um dos seus Juízes integrantes da Classe de
Alternativas
Q9122 Direito Eleitoral
Dentre outras atribuições, compete ao Tribunal Superior Eleitoral processar e julgar originariamente o registro e a cassação do registro de candidatos a
Alternativas
Q9121 Direito Constitucional
Integram o Superior Tribunal Eleitoral, através de nomeação do Presidente da República,
Alternativas
Q9120 Direito Constitucional
Analise as afirmativas abaixo.

I. Construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
II. Garantia do desenvolvimento nacional.
III. Garantia dos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
IV. Erradicação a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
V. Promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

De acordo com a Constituição Federal do Brasil de 1988 são considerados objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil os indicados APENAS em:
Alternativas
Q9119 Direito Constitucional
O alistamento eleitoral e o voto são facultativos APENAS para os
Alternativas
Q9115 Inglês
Atenção: Para responder às questões de números 53 a 60,
considere o texto abaixo.

Brian Krebs on Computer Security

Three of the most aggressive buyers of online advertising
space today agreed to
...53... fines and reform their advertising
practices as part of a landmark anti-spyware settlement.

Mobile phone giant Cingular Wireless LLC, and travel
sites Priceline.com and Travelocity.com agreed to settle their
part in an ongoing investigation by the New York State Attorney
General's office, which last year sued adware/spyware purveyor
DirectRevenue for deceptively and fraudulently installing its popup
ad serving and Web tracking software on millions of PCs
...54... approval or consent of consumers.

This is an important settlement on a number of levels.
Online help forums are awash in desperate messages from
consumers
...55... machines were besieged by pop-up ads after
visiting a Web site that used slimy drive-by tactics to install
DirectRevenue's software, which is notoriously difficult to
remove from a host machine.

Perhaps more significantly, these advertisers were just
as culpable for supporting DirectRevenue's sleazy business
practices long after anti-spyware activists like Ben Edelman,
Suzi Turner and others published evidence of the illegal
distribution methods of DirectRevenue and the Webmasters it
paid to install its software. Experts consistently documented
adware bundles like the ones distributed by DirectRevenue
being installed on computers that contract distributors had
already infected with computer viruses and worms.

Ari Schwartz, deputy director for the Center for
Democracy & Technology, a consumer policy group in
Washington, D.C., said today's settlement was important
because it recognizes the oft-overlooked role that advertisers
continue to play in supporting the adware and spyware industry.

"The dirty secret about unwanted adware is that many
legitimate companies 
- knowingly or not - fund its proliferation
with their advertising dollars. Until we cut off that funding, there
will always be a financial incentive for companies to bombard
users with adware that they neither want nor need," Schwartz
said in a written statement.

While the settlement is a welcome and important one, the
terms and fines could have been a bit stiffer. Under the terms of
the agreement, all three companies will have to pay between
$30,000 and $35,000 each to New York state. In addition, "prior
to contracting with a company to deliver their ads, and quarterly
thereafter, the companies must investigate how their online ads
are delivered. The companies must immediately cease using
adware programs that violate the settlement agreements or their
own adware policies."

By Brian Krebs ? January 29, 2007
(Adapted from:
http://blog.washingtonpost.com/securityfix/2007/01/web_advertisers
_settle_ny_spyw.html)
Segundo o texto,
Alternativas
Q9114 Inglês
Atenção: Para responder às questões de números 53 a 60,
considere o texto abaixo.

Brian Krebs on Computer Security

Three of the most aggressive buyers of online advertising
space today agreed to
...53... fines and reform their advertising
practices as part of a landmark anti-spyware settlement.

Mobile phone giant Cingular Wireless LLC, and travel
sites Priceline.com and Travelocity.com agreed to settle their
part in an ongoing investigation by the New York State Attorney
General's office, which last year sued adware/spyware purveyor
DirectRevenue for deceptively and fraudulently installing its popup
ad serving and Web tracking software on millions of PCs
...54... approval or consent of consumers.

This is an important settlement on a number of levels.
Online help forums are awash in desperate messages from
consumers
...55... machines were besieged by pop-up ads after
visiting a Web site that used slimy drive-by tactics to install
DirectRevenue's software, which is notoriously difficult to
remove from a host machine.

Perhaps more significantly, these advertisers were just
as culpable for supporting DirectRevenue's sleazy business
practices long after anti-spyware activists like Ben Edelman,
Suzi Turner and others published evidence of the illegal
distribution methods of DirectRevenue and the Webmasters it
paid to install its software. Experts consistently documented
adware bundles like the ones distributed by DirectRevenue
being installed on computers that contract distributors had
already infected with computer viruses and worms.

Ari Schwartz, deputy director for the Center for
Democracy & Technology, a consumer policy group in
Washington, D.C., said today's settlement was important
because it recognizes the oft-overlooked role that advertisers
continue to play in supporting the adware and spyware industry.

"The dirty secret about unwanted adware is that many
legitimate companies 
- knowingly or not - fund its proliferation
with their advertising dollars. Until we cut off that funding, there
will always be a financial incentive for companies to bombard
users with adware that they neither want nor need," Schwartz
said in a written statement.

While the settlement is a welcome and important one, the
terms and fines could have been a bit stiffer. Under the terms of
the agreement, all three companies will have to pay between
$30,000 and $35,000 each to New York state. In addition, "prior
to contracting with a company to deliver their ads, and quarterly
thereafter, the companies must investigate how their online ads
are delivered. The companies must immediately cease using
adware programs that violate the settlement agreements or their
own adware policies."

By Brian Krebs ? January 29, 2007
(Adapted from:
http://blog.washingtonpost.com/securityfix/2007/01/web_advertisers
_settle_ny_spyw.html)
According to the text,
Alternativas
Q9113 Inglês
Atenção: Para responder às questões de números 53 a 60,
considere o texto abaixo.

Brian Krebs on Computer Security

Three of the most aggressive buyers of online advertising
space today agreed to
...53... fines and reform their advertising
practices as part of a landmark anti-spyware settlement.

Mobile phone giant Cingular Wireless LLC, and travel
sites Priceline.com and Travelocity.com agreed to settle their
part in an ongoing investigation by the New York State Attorney
General's office, which last year sued adware/spyware purveyor
DirectRevenue for deceptively and fraudulently installing its popup
ad serving and Web tracking software on millions of PCs
...54... approval or consent of consumers.

This is an important settlement on a number of levels.
Online help forums are awash in desperate messages from
consumers
...55... machines were besieged by pop-up ads after
visiting a Web site that used slimy drive-by tactics to install
DirectRevenue's software, which is notoriously difficult to
remove from a host machine.

Perhaps more significantly, these advertisers were just
as culpable for supporting DirectRevenue's sleazy business
practices long after anti-spyware activists like Ben Edelman,
Suzi Turner and others published evidence of the illegal
distribution methods of DirectRevenue and the Webmasters it
paid to install its software. Experts consistently documented
adware bundles like the ones distributed by DirectRevenue
being installed on computers that contract distributors had
already infected with computer viruses and worms.

Ari Schwartz, deputy director for the Center for
Democracy & Technology, a consumer policy group in
Washington, D.C., said today's settlement was important
because it recognizes the oft-overlooked role that advertisers
continue to play in supporting the adware and spyware industry.

"The dirty secret about unwanted adware is that many
legitimate companies 
- knowingly or not - fund its proliferation
with their advertising dollars. Until we cut off that funding, there
will always be a financial incentive for companies to bombard
users with adware that they neither want nor need," Schwartz
said in a written statement.

While the settlement is a welcome and important one, the
terms and fines could have been a bit stiffer. Under the terms of
the agreement, all three companies will have to pay between
$30,000 and $35,000 each to New York state. In addition, "prior
to contracting with a company to deliver their ads, and quarterly
thereafter, the companies must investigate how their online ads
are delivered. The companies must immediately cease using
adware programs that violate the settlement agreements or their
own adware policies."

By Brian Krebs ? January 29, 2007
(Adapted from:
http://blog.washingtonpost.com/securityfix/2007/01/web_advertisers
_settle_ny_spyw.html)
The above text is about
Alternativas
Q9112 Inglês
Atenção: Para responder às questões de números 53 a 60,
considere o texto abaixo.

Brian Krebs on Computer Security

Three of the most aggressive buyers of online advertising
space today agreed to
...53... fines and reform their advertising
practices as part of a landmark anti-spyware settlement.

Mobile phone giant Cingular Wireless LLC, and travel
sites Priceline.com and Travelocity.com agreed to settle their
part in an ongoing investigation by the New York State Attorney
General's office, which last year sued adware/spyware purveyor
DirectRevenue for deceptively and fraudulently installing its popup
ad serving and Web tracking software on millions of PCs
...54... approval or consent of consumers.

This is an important settlement on a number of levels.
Online help forums are awash in desperate messages from
consumers
...55... machines were besieged by pop-up ads after
visiting a Web site that used slimy drive-by tactics to install
DirectRevenue's software, which is notoriously difficult to
remove from a host machine.

Perhaps more significantly, these advertisers were just
as culpable for supporting DirectRevenue's sleazy business
practices long after anti-spyware activists like Ben Edelman,
Suzi Turner and others published evidence of the illegal
distribution methods of DirectRevenue and the Webmasters it
paid to install its software. Experts consistently documented
adware bundles like the ones distributed by DirectRevenue
being installed on computers that contract distributors had
already infected with computer viruses and worms.

Ari Schwartz, deputy director for the Center for
Democracy & Technology, a consumer policy group in
Washington, D.C., said today's settlement was important
because it recognizes the oft-overlooked role that advertisers
continue to play in supporting the adware and spyware industry.

"The dirty secret about unwanted adware is that many
legitimate companies 
- knowingly or not - fund its proliferation
with their advertising dollars. Until we cut off that funding, there
will always be a financial incentive for companies to bombard
users with adware that they neither want nor need," Schwartz
said in a written statement.

While the settlement is a welcome and important one, the
terms and fines could have been a bit stiffer. Under the terms of
the agreement, all three companies will have to pay between
$30,000 and $35,000 each to New York state. In addition, "prior
to contracting with a company to deliver their ads, and quarterly
thereafter, the companies must investigate how their online ads
are delivered. The companies must immediately cease using
adware programs that violate the settlement agreements or their
own adware policies."

By Brian Krebs ? January 29, 2007
(Adapted from:
http://blog.washingtonpost.com/securityfix/2007/01/web_advertisers
_settle_ny_spyw.html)
Qual das palavras abaixo, conforme usadas no texto, NÃO se refere a práticas condenáveis?
Alternativas
Q9111 Inglês
Atenção: Para responder às questões de números 53 a 60,
considere o texto abaixo.

Brian Krebs on Computer Security

Three of the most aggressive buyers of online advertising
space today agreed to
...53... fines and reform their advertising
practices as part of a landmark anti-spyware settlement.

Mobile phone giant Cingular Wireless LLC, and travel
sites Priceline.com and Travelocity.com agreed to settle their
part in an ongoing investigation by the New York State Attorney
General's office, which last year sued adware/spyware purveyor
DirectRevenue for deceptively and fraudulently installing its popup
ad serving and Web tracking software on millions of PCs
...54... approval or consent of consumers.

This is an important settlement on a number of levels.
Online help forums are awash in desperate messages from
consumers
...55... machines were besieged by pop-up ads after
visiting a Web site that used slimy drive-by tactics to install
DirectRevenue's software, which is notoriously difficult to
remove from a host machine.

Perhaps more significantly, these advertisers were just
as culpable for supporting DirectRevenue's sleazy business
practices long after anti-spyware activists like Ben Edelman,
Suzi Turner and others published evidence of the illegal
distribution methods of DirectRevenue and the Webmasters it
paid to install its software. Experts consistently documented
adware bundles like the ones distributed by DirectRevenue
being installed on computers that contract distributors had
already infected with computer viruses and worms.

Ari Schwartz, deputy director for the Center for
Democracy & Technology, a consumer policy group in
Washington, D.C., said today's settlement was important
because it recognizes the oft-overlooked role that advertisers
continue to play in supporting the adware and spyware industry.

"The dirty secret about unwanted adware is that many
legitimate companies 
- knowingly or not - fund its proliferation
with their advertising dollars. Until we cut off that funding, there
will always be a financial incentive for companies to bombard
users with adware that they neither want nor need," Schwartz
said in a written statement.

While the settlement is a welcome and important one, the
terms and fines could have been a bit stiffer. Under the terms of
the agreement, all three companies will have to pay between
$30,000 and $35,000 each to New York state. In addition, "prior
to contracting with a company to deliver their ads, and quarterly
thereafter, the companies must investigate how their online ads
are delivered. The companies must immediately cease using
adware programs that violate the settlement agreements or their
own adware policies."

By Brian Krebs ? January 29, 2007
(Adapted from:
http://blog.washingtonpost.com/securityfix/2007/01/web_advertisers
_settle_ny_spyw.html)
Em quais dos trechos abaixo landmark tem o mesmo sentido do que tem no texto?

I. Max Steiner's score is a true landmark in Hollywood film music. The music virtually.
II. East Berlin's most striking landmark, the television tower, along with the East.
III. Since 1985, following the publication of a landmark study showing that less extensive.
IV. This victory was a double landmark, completing Winterbottom's record of beating.
V. One of the City's landmark buildings, the home of Lloyd's of London, .
Alternativas
Respostas
181: D
182: A
183: B
184: C
185: A
186: E
187: D
188: C
189: B
190: E
191: E
192: E
193: B
194: B
195: A
196: C
197: E
198: C
199: D
200: A