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Em “Estão todos torcendo por eu e tu na competição”,
temos o emprego correto dos pronomes, uma vez que
esses termos representam que irá competir.
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Tomás António Gonzaga, José de Anchieta e Padre
Antônio Vieira são exemplos de escritores da chamada
Literatura Jesuítica, dos anos de 1500.
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Conforme estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, os currículos da Educação Infantil e
do Ensino Fundamental no Brasil devem possuir uma
base nacional comum, sendo complementados em cada
sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar
por uma parte diversificada que atenda às
especificidades regionais e locais da sociedade, cultura,
economia e dos educandos.
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Com poemas significativos como E agora, José?, Poema
de Sete Faces e No meio do caminho tinha uma pedra,
Manuel Bandeira marcou a Segunda Geração Modernista,
ou seja, também conhecida como Poesia de 30.
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Em “A rua está molhada porque choveu”, temos uma
oração subordinada adverbial causal; enquanto em
“Choveu, porque a rua está molhada”, a oração em
destaque é coordenada explicativa.
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A conjunção coordenativa POIS, quando está deslocada e
entre vírgulas, passa a ter valor explicativo, como em “Vá
ao médico; você está, pois, assim desde 15 dias atrás”.
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Em “Confiava no irmão” e “Tinha confiança no irmão”, o
termo NO IRMÃO é, respectivamente, objeto indireto e
complemento nominal.
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A forma “pôr” recebe acento circunflexo para indicar que
se trata de uma preposição, enquanto o verbo é grafado
sem acento: “por”.
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Em “Pensou mil desculpas”, o numeral cardinal foi usado
para empregar valor indefinido e hiperbólico ao
substantivo determinado.
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Também conhecido como Boca do Inferno, Gregório de
Matos encarnou as contradições do homem barroco ao
compor tanto poemas satíricos quanto amorosos e
sacros.
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Em FIZÉSSEMOS, o SSE e o MOS são, respectivamente,
desinência verbal modo-temporal e desinência verbal
número-pessoal.
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Em “comeu bem”, “certamente virá” e “alguns indivíduos”,
os termos destacados são todos da classe dos
advérbios.
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Morte e Vida Severina, do poeta pernambucano João
Cabral de Melo Neto, é um poema narrativo que conta a
história de Severino, saindo do sertão em busca de vida
digna no litoral pernambucano, mas que encontra no
caminho morte e sofrimento.
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Em “Quando jovem, era cheio de gás. Na velhice, cheio de
gases.”, o plural do substantivo “gás” modifica o sentido
da expressão: a primeira significa estar cheio de energia;
a segunda, estar com muitos gases produzidos no
sistema gastrointestinal.
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Em “A vida é curta. Curta!”, há um jogo de palavras
idênticas, com significados diferentes, a fim de tornar
mais expressiva a mensagem.
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Na frase: “O artista chegou disfarçado; ninguém o
reconheceu”, a segunda oração coordenada assindética
poderia ser antecedida de uma conjunção adversativa,
como, porém, explicitando a relação adequada entre as
orações.
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Quanto à flexão de gênero, o substantivo uniforme
CLIENTE é comum de dois gêneros, pois pode ter o
gênero identificado a depender dos determinantes;
enquanto o substantivo CRIANÇA é sobrecomum, uma
vez que ele e os determinantes ficam sempre no
feminino, independentemente de se referir a menino ou
menina.
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A posição de pronomes indefinidos em relação ao
substantivo pode gerar mudança de significado, como
em: “Algum amigo virá” e “Amigo algum virá”.
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Printar, deletar e flopar são neologismos usados no meio
digital, especialmente pelas gerações mais novas,
formados por sufixação.
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Na manchete “Obra para o trânsito no Recife”, tem-se
uma ambiguidade provocada pela homonímia do termo
“para”, que pode ser um verbo ou uma preposição,
agravada pelo fato de o substantivo “trânsito” ter uma
relação próxima com o verbo parar.