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Numa pesquisa realizada com 85 pessoas sobre o consumo de três tipos de bebidas energéticas (marca X, marca Y e marca Z), cada entrevistado pôde marcar quantas marcas quisesse (inclusive nenhuma). Os resultados foram os seguintes:
Quantas, dentre as pessoas pesquisadas, NÃO consumiram nenhuma dessas três marcas de bebidas energéticas?
Considere os dois argumentos abaixo:
Argumento A:
Se o laboratório estiver aberto, então os alunos poderão usar os computadores. (Hipótese)
O laboratório está aberto. (Hipótese)
Portanto, os alunos poderão usar os computadores. (Conclusão)
Argumento B:
Se o ônibus atrasar, a aula começará atrasada. (Hipótese)
A aula começou no horário. (Hipótese)
Portanto, o ônibus não atrasou. (Conclusão)
É possível concluir que
O Projeto Político-Pedagógico (PPP), conforme defendem autores, como Veiga, Libâneo, Gadotti, e as orientações da LDBEN, deve expressar a identidade da escola, articulando decisões coletivas e intencionalidade formativa.
Nesse sentido, a construção do PPP exige
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), Lei federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, organiza o sistema educacional brasileiro, definindo princípios, níveis, modalidades de ensino e responsabilidades dos entes federativos. Em sua versão atualizada, a Lei reafirma a educação como direito de todos e orienta a atuação do poder público na garantia de acesso, permanência e qualidade social do ensino.
A partir das disposições da LDBEN, é CORRETO afirmar que
A LDBEN – Lei nº 9.394/1996, em sua versão atualizada, organiza a educação escolar brasileira a partir de princípios, como igualdade de condições de acesso, gestão democrática e garantia de padrão de qualidade. Entre as disposições da Lei, destaca-se a definição das bases gerais sobre a formação dos profissionais da educação, os currículos e a organização dos sistemas de ensino.
De acordo com a LDBEN, compete especialmente à União
De acordo com os Artigos 205 a 214 da Constituição Federal de 1988, a educação no Brasil é um direito social fundamental.
Nesse sentido, a Constituição estabelece que
No campo da didática, a avaliação da aprendizagem constitui uma dimensão indissociável do planejamento e das metodologias de ensino, expressando concepções de educação, de conhecimento e de sujeito. Superando perspectivas meramente classificatórias ou punitivas, autores críticos da educação defendem a avaliação como um processo contínuo, formativo e contextualizado, orientado para a compreensão do percurso formativo dos estudantes e para a reorientação das práticas pedagógicas. Nesse sentido, a avaliação assume um papel pedagógico, ético e político no interior do processo educativo.
Considerando essa abordagem da avaliação da aprendizagem, é CORRETO afirmar que uma prática avaliativa coerente com uma didática crítica
O planejamento do ensino constitui uma dimensão central da prática pedagógica, pois orienta a seleção de objetivos, conteúdos, estratégias metodológicas e formas de avaliação, articulando intencionalidade educativa e contexto sociocultural dos estudantes. Nesse sentido, o planejamento não se reduz a um roteiro técnico, mas configura-se como um processo reflexivo e flexível, que dialoga com as condições reais da escola e com as necessidades de aprendizagem dos sujeitos envolvidos.
Considerando essa concepção, é CORRETO afirmar que o planejamento e as estratégias de ensino e aprendizagem
Nas reflexões de José Carlos Libâneo sobre didática e prática pedagógica, as metodologias de ensino não podem ser compreendidas como técnicas neutras ou meros recursos operacionais. Ao contrário, expressam concepções de educação, de conhecimento e de sociedade, articulando objetivos formativos, conteúdos escolares e mediações pedagógicas. No contexto contemporâneo, marcado por demandas de democratização do conhecimento e por novas formas de produção cultural, Libâneo defende metodologias que preservem a centralidade dos conteúdos escolares, sem abrir mão da participação ativa dos estudantes e da intencionalidade docente.
A partir dessa perspectiva, é CORRETO afirmar que as metodologias educacionais contemporâneas
Nas obras Educação como Prática da Liberdade, Pedagogia do Oprimido e Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire defende que o ato de ensinar não pode ser dissociado da leitura crítica do mundo, da ética e do compromisso políticopedagógico do professor. Nessa perspectiva, o planejamento, as metodologias e a avaliação não são procedimentos neutros, mas dimensões que expressam o diálogo entre educadores e educandos, implicando a problematização das situações concretas vividas pelos sujeitos. Ao recusar práticas “bancárias”, Freire propõe um trabalho didático em que o professor media, provoca, investiga e aprende com o educando, organizando experiências que possibilitem a tomada de consciência e a transformação social.
Considerando essas concepções freireanas aplicadas ao processo de ensino e aprendizagem, é CORRETO afirmar que uma prática didática coerente com esse pensamento
Nas últimas décadas, o debate sobre concepções e tendências pedagógicas contemporâneas tem revelado tensões entre diferentes projetos de formação escolar. Enquanto abordagens de matriz tecnicista permanecem influenciando políticas de responsabilização e padronização curricular, perspectivas críticas, socioconstrutivistas e decoloniais defendem práticas que rompam com a lógica transmissiva e que articulem conhecimentos científicos, experiências socioculturais e participação atiÇ..;..; ;va dos estudantes. Além disso, documentos, como a BNCC e diretrizes internacionais, enfatizam o desenvolvimento de competências que permitam aos sujeitos agirem de forma crítica e criativa em contextos complexos e mutáveis.
Considerando esse cenário e as disputas que atravessam as tendências pedagógicas contemporâneas, é CORRETO afirmar que elas orientam práticas educativas que
Avaliar o processo de ensino-aprendizagem, de forma crítica, nas aulas de Educação Física requer uma postura investigativa, sensível, clareza quanto à intencionalidade educativa, planejamento.
Isto posto, é CORRETO o que se afirma em
Na BNCC, define-se competência como “[...] a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho” (Brasil, 2017, p.8) e delimitam-se tanto competências gerais da educação básica quanto específicas por componente curricular. No que diz respeito às competências específicas da Educação Física para o ensino fundamental, analise as afirmações a seguir:
I. Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual.
II. Interpretar e recriar os valores, os sentidos e os significados atribuídos às diferentes práticas corporais, bem como aos sujeitos que delas participam.
III. Reconhecer as práticas corporais como elementos constitutivos da identidade cultural dos povos e grupos.
É CORRETO o que se afirma em
Tomando-se entre outras possibilidades o conceito de Ginástica como “[...] uma forma particular de exercitação onde, com ou sem uso de aparelhos, abre-se a possibilidade de atividades que provocam valiosas experiências corporais, enriquecedoras da cultura corporal das crianças, em particular, e do homem em geral”
(Soares et. al, 1992, p.77).
O seu ensino no contexto da Educação Física escolar frente a uma perspectiva crítica é coerente com aulas que
Os jogos e brincadeiras como conteúdos da Educação Física escolar expressam um fenômeno cultural com conhecimentos próprios e que integram o acervo de manifestações das práticas corporais, necessárias para que os estudantes se apropriem em seu percurso formativo da Educação Básica. Diferencia-se do jogo usado como estratégia de ensino.
Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
I. Para que a inclusão não seja apenas um ideal retórico, ou ainda, mascarada pela participação só em algumas partes da aula, um professor de Educação Física, por exemplo, deve se preocupar com as adaptações necessárias para que nas aulas do conteúdo dança um estudante surdo tenha garantido o seu direito de se apropriar, também, por meio da experimentação corporal do que está sendo abordado. II. Uma possibilidade de prática pedagógica inclusiva nas aulas de Educação Física é reconhecida quando o professor, ao tratar de jogos e brincadeiras, insere o uso de vários pedaços de corda,como elo entre os estudantes durante a brincadeira de pega-corrente, e a indicação de estourar um balão junto ao pé do colega como forma de “pega” para que não haja toque físico, pois há na turma um estudante com TEA que é pouco tolerante ao toque físico. III. Na realidade do ensino da Educação Física escolar no nordeste brasileiro, e em especial, nas cidades do estado de Pernambuco, a questão da inclusão é destacada como resolvida, uma vez que as escolas públicas e privadas se empenharam e solucionaram questões de infraestrutura e, com isso, a acessibilidade dos estudantes foi garantida.
É CORRETO o que se afirma em: