Foram encontradas 282 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2298254 Direito Constitucional
Sobre os direitos sociais expressos na Constituição Federal, analisar os itens abaixo:
I. Cesta básica. II. Previdência social. III. Proteção à maternidade e à infância. IV. Trabalho, moradia e transporte.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q2298253 Noções de Informática
Ao criar um documento no Microsoft Word, um usuário deseja enviar uma carta de boas-vindas personalizada para 100 novos colegas de trabalho, em que apenas o nome de cada colega será diferente em cada carta. Qual recurso do Word permite automatizar esse processo e criar todas as cartas de forma eficiente?
Alternativas
Q2298252 Noções de Informática
O atalho que pode ser utilizado pelo usuário no Word 2019 para inserir uma das equações internas do programa é:
Alternativas
Q2298251 Noções de Informática
No Windows 10, qual recurso exibe conteúdo publicitário, como anúncios de aplicativos, sugestões de imagens e dicas, diretamente na tela de bloqueio?
Alternativas
Q2298250 Conhecimentos Gerais
A crescente demanda por energia e as preocupações com as mudanças climáticas têm levado ao desenvolvimento de tecnologias mais limpas e eficientes. Nesse sentido, atualmente, qual das seguintes é uma das abordagens mais promissoras?
Alternativas
Q2298249 Conhecimentos Gerais
A Cúpula da Amazônia discutiu a possibilidade de ampliação da exploração de petróleo na região. Assinalar a alternativa que corresponde a um dos derivados do petróleo:
Alternativas
Q2298248 Enfermagem
Anualmente, o Ministério da Saúde realiza campanhas estimulando a doação de sangue humano. Qual a idade mínima para fazer a doação?
Alternativas
Q2298245 Matemática
Em certo ano foram contabilizados um total de 2.600 nascimentos em certa maternidade. Sabendo-se que, no ano anterior, esse número foi 15% menor, ao todo, quantos nascimentos ocorreram nessa maternidade no ano anterior?
Alternativas
Q2298244 Matemática
Em certa livraria, a quantidade de livros de romance é igual ao dobro da quantidade de livros de autobiografia. Sabendo-se que a soma dessas quantidades é igual a 531, ao todo, quantos livros de romance há nessa livraria? 
Alternativas
Q2298243 Raciocínio Lógico

Com base na representação do conjunto a seguir, assinalar a alternativa INCORRETA:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q2298242 Matemática
Analisar o quadro a seguir acerca de uma aplicação a juros simples. Em seguida, assinalar a alternativa CORRETA com base na taxa de juros semestral, em porcentagem, da aplicação:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2298241 Raciocínio Lógico
Desvendar padrões em sequências numéricas é um desafio empolgante dentro do raciocínio lógico-matemático. Considerar a seguinte série numérica:
Imagem associada para resolução da questão

Considerando-se a lógica por trás dos números apresentados, qual é o próximo termo dessa sequência? 
Alternativas
Q2298239 Português

Considerar as palavras abaixo:


Ami_ade.

Vi_inho.

Utili_ar.

Rapide_.


Ao se acrescentar a letra “z” na lacuna presente nas palavras, quantas delas ficam ortograficamente corretas? 

Alternativas
Q2298237 Português
Com relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2298236 Português
Na estrutura do pensamento abaixo, observamos o emprego da vírgula. Em qual das alternativas a vírgula foi usada pelo mesmo motivo?

A palavra é prata; o silêncio, ouro. (Provérbio chinês)
Alternativas
Q2298235 Português
A fonologia é a área da linguística que se destina a estudar a natureza fônica, isto é, os sons das palavras. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que o vocábulo tenha o mesmo número de letras e fonemas:
Alternativas
Q2298234 Português
Assinalar a alternativa em que ambas as palavras estão acentuadas CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q2298233 Português
     O crescimento desordenado das cidades vem sendo tema de grandes discussões na elaboração de políticas públicas de planejamento urbano. Esse crescimento vem causando uma série de prejuízos à saúde humana, como aparecimento de doenças infectocontagiosas, violência urbana, falta de saneamento básico, desigualdade social, desastres naturais, entre outros. A aglomeração de muitas pessoas em pequenos locais é um dos fatores de risco para vários agravos, tais como problemas respiratórios, cardiovasculares, entre outros.
     Associado ao processo de urbanização desenfreada, está também o crescimento populacional não acompanhado de planejamento, que vem gerando “inchaço’’ de pessoas em cidades não preparadas, fazendo surgir favelas em áreas insalubres e sujeitas a condições de risco, e o pior, o surgimento de doenças e epidemias causadas pela falta de higiene e de serviços sanitários básicos.
     No Brasil, um dos mais recorrentes impactos negativos em virtude dessa falta de planejamento são as inundações, que, em maiores precipitações pluviométricas, assolam as populações, favorecendo o aumento e a migração de vetores de epidemias e doenças, e, assim, expondo, dessa forma, comunidades inteiras a sérios riscos de saúde.
    A urbanização é um processo de transformação de uma população rural em população urbana decorrente da migração, levando-se em conta o crescimento vegetativo. A partir disso, as pessoas saíram do campo para as cidades em busca de trabalho nas fábricas e em busca de melhores condições de vida.
     O grande problema foi a falta de planejamento urbano encontrado nessas cidades que ocasionou um inchaço populacional, contribuindo para o surgimento de favelas sem infraestrutura e amontoado de habitações em condições insalubres.
     De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por volta de meados do século XIX a população urbana brasileira que residia em áreas com alguma infraestrutura de habitação, saneamento, transporte, emprego, renda, assistência à saúde, entre outras, representava 1,7% da população total do planeta, atingindo, em 1960 (um século depois), 25% e, em 1980, 41,1%. Em 1995, a população urbana mundial atingiu 46% do total, o equivalente a 2,7 milhões de pessoas.
      O processo de adensamento urbano brasileiro, de forma desenfreada nos grandes centros, está associado à desigualdade social, promovida pela grande concentração de renda nas mãos de poucas pessoas. Essa desigualdade pode contribuir para a concentração acentuada de população em estado de pobreza, habitando as áreas periféricas aos centros urbanos, de forma desordenada, se aglomerando irregularmente em locais carentes de infraestrutura e de serviços básicos. 
      Diante dessa situação, a precariedade de saneamento, a ausência de água tratada, a violência acentuada, a marginalização social e o déficit de moradias adequadas contribuem para a proliferação de doenças infectocontagiosas e degradação socioambiental, favorecendo a incidência de doenças ocasionadas pelo estresse social, estimuladas pelo uso de drogas, potencializando o aumento da violência urbana e afetando a qualidade de vida da população.

(Fonte: Secad Artmed — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que o segmento do texto está redigido sem problemas gramaticais: 
Alternativas
Q2298231 Português
     O crescimento desordenado das cidades vem sendo tema de grandes discussões na elaboração de políticas públicas de planejamento urbano. Esse crescimento vem causando uma série de prejuízos à saúde humana, como aparecimento de doenças infectocontagiosas, violência urbana, falta de saneamento básico, desigualdade social, desastres naturais, entre outros. A aglomeração de muitas pessoas em pequenos locais é um dos fatores de risco para vários agravos, tais como problemas respiratórios, cardiovasculares, entre outros.
     Associado ao processo de urbanização desenfreada, está também o crescimento populacional não acompanhado de planejamento, que vem gerando “inchaço’’ de pessoas em cidades não preparadas, fazendo surgir favelas em áreas insalubres e sujeitas a condições de risco, e o pior, o surgimento de doenças e epidemias causadas pela falta de higiene e de serviços sanitários básicos.
     No Brasil, um dos mais recorrentes impactos negativos em virtude dessa falta de planejamento são as inundações, que, em maiores precipitações pluviométricas, assolam as populações, favorecendo o aumento e a migração de vetores de epidemias e doenças, e, assim, expondo, dessa forma, comunidades inteiras a sérios riscos de saúde.
    A urbanização é um processo de transformação de uma população rural em população urbana decorrente da migração, levando-se em conta o crescimento vegetativo. A partir disso, as pessoas saíram do campo para as cidades em busca de trabalho nas fábricas e em busca de melhores condições de vida.
     O grande problema foi a falta de planejamento urbano encontrado nessas cidades que ocasionou um inchaço populacional, contribuindo para o surgimento de favelas sem infraestrutura e amontoado de habitações em condições insalubres.
     De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por volta de meados do século XIX a população urbana brasileira que residia em áreas com alguma infraestrutura de habitação, saneamento, transporte, emprego, renda, assistência à saúde, entre outras, representava 1,7% da população total do planeta, atingindo, em 1960 (um século depois), 25% e, em 1980, 41,1%. Em 1995, a população urbana mundial atingiu 46% do total, o equivalente a 2,7 milhões de pessoas.
      O processo de adensamento urbano brasileiro, de forma desenfreada nos grandes centros, está associado à desigualdade social, promovida pela grande concentração de renda nas mãos de poucas pessoas. Essa desigualdade pode contribuir para a concentração acentuada de população em estado de pobreza, habitando as áreas periféricas aos centros urbanos, de forma desordenada, se aglomerando irregularmente em locais carentes de infraestrutura e de serviços básicos. 
      Diante dessa situação, a precariedade de saneamento, a ausência de água tratada, a violência acentuada, a marginalização social e o déficit de moradias adequadas contribuem para a proliferação de doenças infectocontagiosas e degradação socioambiental, favorecendo a incidência de doenças ocasionadas pelo estresse social, estimuladas pelo uso de drogas, potencializando o aumento da violência urbana e afetando a qualidade de vida da população.

(Fonte: Secad Artmed — adaptado.)
Com relação às principais ideias defendidas pelo texto, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2298230 Português
     O crescimento desordenado das cidades vem sendo tema de grandes discussões na elaboração de políticas públicas de planejamento urbano. Esse crescimento vem causando uma série de prejuízos à saúde humana, como aparecimento de doenças infectocontagiosas, violência urbana, falta de saneamento básico, desigualdade social, desastres naturais, entre outros. A aglomeração de muitas pessoas em pequenos locais é um dos fatores de risco para vários agravos, tais como problemas respiratórios, cardiovasculares, entre outros.
     Associado ao processo de urbanização desenfreada, está também o crescimento populacional não acompanhado de planejamento, que vem gerando “inchaço’’ de pessoas em cidades não preparadas, fazendo surgir favelas em áreas insalubres e sujeitas a condições de risco, e o pior, o surgimento de doenças e epidemias causadas pela falta de higiene e de serviços sanitários básicos.
     No Brasil, um dos mais recorrentes impactos negativos em virtude dessa falta de planejamento são as inundações, que, em maiores precipitações pluviométricas, assolam as populações, favorecendo o aumento e a migração de vetores de epidemias e doenças, e, assim, expondo, dessa forma, comunidades inteiras a sérios riscos de saúde.
    A urbanização é um processo de transformação de uma população rural em população urbana decorrente da migração, levando-se em conta o crescimento vegetativo. A partir disso, as pessoas saíram do campo para as cidades em busca de trabalho nas fábricas e em busca de melhores condições de vida.
     O grande problema foi a falta de planejamento urbano encontrado nessas cidades que ocasionou um inchaço populacional, contribuindo para o surgimento de favelas sem infraestrutura e amontoado de habitações em condições insalubres.
     De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por volta de meados do século XIX a população urbana brasileira que residia em áreas com alguma infraestrutura de habitação, saneamento, transporte, emprego, renda, assistência à saúde, entre outras, representava 1,7% da população total do planeta, atingindo, em 1960 (um século depois), 25% e, em 1980, 41,1%. Em 1995, a população urbana mundial atingiu 46% do total, o equivalente a 2,7 milhões de pessoas.
      O processo de adensamento urbano brasileiro, de forma desenfreada nos grandes centros, está associado à desigualdade social, promovida pela grande concentração de renda nas mãos de poucas pessoas. Essa desigualdade pode contribuir para a concentração acentuada de população em estado de pobreza, habitando as áreas periféricas aos centros urbanos, de forma desordenada, se aglomerando irregularmente em locais carentes de infraestrutura e de serviços básicos. 
      Diante dessa situação, a precariedade de saneamento, a ausência de água tratada, a violência acentuada, a marginalização social e o déficit de moradias adequadas contribuem para a proliferação de doenças infectocontagiosas e degradação socioambiental, favorecendo a incidência de doenças ocasionadas pelo estresse social, estimuladas pelo uso de drogas, potencializando o aumento da violência urbana e afetando a qualidade de vida da população.

(Fonte: Secad Artmed — adaptado.)
 Segundo o texto, o crescimento desordenado das cidades: 
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: D
64: A
65: B
66: D
67: C
68: C
69: A
70: B
71: D
72: C
73: D
74: A
75: B
76: A
77: C
78: B
79: C
80: B