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Imunidade _________ é obtida por produção de anticorpos específicos pelo organismo, após a introdução do agente nocivo por contato resultante de infecção, inoculação acidental ou através de vacinas próprias para conferir a imunização que se deseja alcançar.
1ª COLUNA
I – Redução do oxigênio dissolvido.
II – Eutrofização.
III – Proliferação de patógenos.
IV – Comprometimento de mananciais.
2ª COLUNA
( ) A poluição reduz a disponibilidade de água potável e aumenta os custos de tratamento para abastecimento humano.
( ) Processo de enriquecimento do meio aquático por nutrientes (como fósforo e nitrogênio), que estimula o crescimento excessivo de algas e cianobactérias, reduzindo a biodiversidade, produzindo substâncias tóxicas e bloqueando a luz para outras espécies.
( ) A decomposição da matéria orgânica consome oxigênio e pode levar à morte de peixes e organismos aquáticos, provocando desequilíbrio ecológico.
( ) A presença de coliformes fecais e outros microrganismos aumenta os riscos de doenças hídricas para a população e dificulta o uso seguro da água.
I – Surto de DTHA é o evento em que duas ou mais cidades apresentam sinais e sintomas semelhantes após ingerirem alimentos e/ou água da mesma origem, semelhante para botulismo e cólera, em que a identificação de apenas duas cidades já configura um surto.
II – As DTHA são uma síndrome geralmente constituída por sinais e sintomas gastrointestinais, porém afecções extraintestinais também podem ocorrer em diferentes órgãos, como rins, fígado, sistema nervoso central, entre outros.
III – Muitas vezes a etiologia da doença é difícil de ser estabelecida, pois os surtos comumente são produzidos por vários agentes etiológicos e se expressam por variadas manifestações clínicas. Por esse motivo, não há definições de caso preestabelecidas, com exceção das doenças que constam na Lista de Notificação Compulsória, cujos casos devem ser notificados individualmente.
I – Água para consumo humano: água potável destinada à ingestão, preparação de alimentos e à higiene pessoal, independentemente da sua origem.
II – Água potável: água que atenda ao padrão de potabilidade estabelecido em legislação vigente e que não ofereça riscos à saúde.
III – Padrão de potabilidade: conjunto de valores permitidos para os parâmetros da qualidade da água para consumo humano, conforme definido na legislação.
IV – Padrão organoléptico: conjunto de valores permitidos para os parâmetros caracterizados por provocar estímulos sensoriais que afetam a aceitação para consumo humano, mas que não necessariamente implicam risco à saúde.
I – É uma doença bacteriana aguda, causada pela Salmonella Typhi, e sua ocorrência está relacionada às condições de saneamento básico inadequadas e aos hábitos de higiene precários.
II – O quadro clínico geralmente se apresenta por febre alta, cefaleia, mal-estar geral, anorexia, bradicardia relativa (dissociação pulso-temperatura conhecida como sinal de Faget), esplenomegalia, manchas rosadas no tronco (roséola tífica), tosse seca e obstipação intestinal ou diarreia. Apesar do quadro clínico inespecífico, frequentemente a febre é a manifestação mais expressiva, acompanhada por alguns dos demais sinais e sintomas citados.
III – A febre tifoide pode ser transmitida diretamente, pelo contato com as mãos do doente ou do portador; ou indiretamente, por meio da água e de alimentos contaminados.
IV – A contaminação dos alimentos pode ocorrer por pacientes oligossintomáticos (manifestações clínicas discretas), razão pela qual a doença também é conhecida como “doença das mãos sujas”.
Estão CORRETAS:
"Joana está sem trabalho e vive com a mãe, avó das crianças. O conselho tutelar recebe uma denúncia vinda da escola de que a criança estava muito fraca por não ter se alimentado. Ao visitar a casa, o conselho se depara com muita pobreza e falta de comida." (NECA – Caderno do educador).
( ) A elaboração deste Plano de Atendimento deve ser realizada em parceria com o Conselho Tutelar e, sem pre que possível, com a equipe interprofissional da Justiça da Infância e da Juventude.
( ) O Plano de Atendimento tem como objetivo orientar o trabalho de intervenção durante o período de acolhimento, visando à superação das situações que ensejaram a aplicação da medida.
( ) Devem ser definidas estratégias de atuação que contribuam para a superação dos motivos que levaram ao acolhimento. Tais estratégias devem conduzir a soluções de caráter mais definitivo, como o encaminhamento para adoção ou ações destinadas à preparação para a vida autônoma.
( ) A elaboração do Plano de Atendimento Individual e Familiar deve envolver uma escuta qualificada da criança, do adolescente e de sua família, bem como de pessoas que lhes sejam significativas em seu convívio, de modo a compreender a dinâmica familiar e as relações estabelecidas com o contexto.
I - Garantia de Acesso e Respeito à Diversidade e Não discriminação. II - Garantia de Liberdade de Crença e Religião. III - Respeito à Autonomia da Criança, do Adolescente e do Jovem.
( ) As decisões acerca de crianças e adolescentes atendidos em serviços de acolhimento devem garantir-lhes o direito de ter sua opinião considerada. O direito à escuta, viabilizada por meio de métodos condizentes com seu grau de desenvolvimento. (…) O desenvolvimento da autonomia nos serviços de acolhimento não deve ser confundido, todavia, com falta de autoridade e limites. A liberdade deve ser vista como parceira da responsabilidade, considerando que uma não pode ser adquirida sem a outra.
( ) Nenhuma criança ou adolescente deverá ser incentivado ou persuadido a mudar sua orientação religiosa enquanto estiver sob cuidados em serviço de acolhimento. Nesse sentido, deve ser viabilizado o acesso às atividades de sua religião, bem como o direito de não participar de atos religiosos e recusar instrução ou orientação religiosa que não lhe seja significativa.
( ) Os serviços de acolhimento devem buscar o crescente aprimoramento de estratégias voltadas à preservação da diversidade cultural, oportunizando acesso e valorização das raízes e cultura de origem das crianças e dos adolescentes atendidos, bem como de suas famílias e comunidades de origem. (…) destaca-se que a presença de deficiência ou de necessidades específicas de saúde não deve motivar o encaminhamento para serviço de acolhimento ou, ainda, o prolongamento da permanência da criança ou adolescente nestes serviços.