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Q2034889 Ética na Administração Pública
No que se refere à ética no serviço público, nos termos do Decreto Federal nº 1.171/94, assinale a afirmativa correta.
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Q2034883 Português
O Cronista é um Escritor Crônico

    O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico.
     O que é um cronista?
     Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula.
    Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista.
    O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e ideias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu “eu”, como o do poeta, é um eu de utilidade pública.
    Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos, faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais. Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.
(SANT'ANNA, Affonso Romano de. Disponível em: http://www.releituras.com/arsant_ocronista.asp.)
Acerca das ideias trazidas ao texto no último período do texto: “O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.” pode-se afirmar que
Alternativas
Q2034882 Português
O Cronista é um Escritor Crônico

    O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico.
     O que é um cronista?
     Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula.
    Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista.
    O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e ideias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu “eu”, como o do poeta, é um eu de utilidade pública.
    Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos, faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais. Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.
(SANT'ANNA, Affonso Romano de. Disponível em: http://www.releituras.com/arsant_ocronista.asp.)
A linguagem é empregada de modo informal em diversas situações, trata-se do uso da linguagem coloquial. O texto em análise apresenta elementos que remetem a tal linguagem citada anteriormente. Dentre os trechos selecionados a seguir assinale um exemplo que comprove tal afirmativa.
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Q2034881 Português
O Cronista é um Escritor Crônico

    O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico.
     O que é um cronista?
     Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula.
    Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista.
    O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e ideias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu “eu”, como o do poeta, é um eu de utilidade pública.
    Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos, faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais. Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.
(SANT'ANNA, Affonso Romano de. Disponível em: http://www.releituras.com/arsant_ocronista.asp.)
Em “O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista.” (5º§), acerca do emprego dos termos “isso” e “isto”, estabelecendo uma relação com elementos expressos no texto, pode-se afirmar que
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Q2034880 Português
O Cronista é um Escritor Crônico

    O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico.
     O que é um cronista?
     Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula.
    Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista.
    O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e ideias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu “eu”, como o do poeta, é um eu de utilidade pública.
    Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos, faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais. Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.
(SANT'ANNA, Affonso Romano de. Disponível em: http://www.releituras.com/arsant_ocronista.asp.)
Leia os trechos destacados.
I. “Já andei dizendo que o cronista é um estilita.” (4º§) II. “O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica.” (1º§) III. “Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista.” (4º§)
É correto afirmar que 
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Q2034879 Português
O Cronista é um Escritor Crônico

    O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico.
     O que é um cronista?
     Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula.
    Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista.
    O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. Por isto, há uma certa confusão entre colunista e cronista, assim como há outra confusão entre articulista e cronista. O articulista escreve textos expositivos e defende temas e ideias. O cronista é o mais livre dos redatores de um jornal. Ele pode ser subjetivo. Pode (e deve) falar na primeira pessoa sem envergonhar-se. Seu “eu”, como o do poeta, é um eu de utilidade pública.
    Que tipo de crônica escrevo? De vários tipos. Conto casos, faço descrições, anoto momentos líricos, faço críticas sociais. Uma das funções da crônica é interferir no cotidiano. Claro que essas que interferem mais cruamente em assuntos momentosos tendem a perder sua atualidade quando publicadas em livro. Não tem importância. O cronista é crônico, ligado ao tempo, deve estar encharcado, doente de seu tempo e ao mesmo tempo pairar acima dele.
(SANT'ANNA, Affonso Romano de. Disponível em: http://www.releituras.com/arsant_ocronista.asp.)
Toda mensagem tem uma finalidade predominante, de acordo com tal afirmativa, indique-a a seguir em relação ao texto apresentado:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1235279 Medicina
Em relação às lombalgias, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.  
(   ) Condições emocionais podem levar à dor lombar ou agravar as queixas resultantes de outras causas orgânicas preexistentes. 
(   ) Do ponto de vista evolutivo, as lombalgias, lombociatalgias e ciáticas podem ser caracterizadas como agudas ou lumbagos, subagudas e crônicas. 
(   ) A lombalgia idiopática, antigamente assim chamada, pois não se achava um substrato para sua causa, e que hoje é denominada de lombalgia mecânica comum, ou lombalgia inespecífica, é a forma anatomoclínica inicial de apresentação e a mais prevalente das causas de natureza mecânico-degenerativa. 
A sequência está correta em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1235271 Medicina
Em relação ao tratamento cirúrgico das osteoartrites, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1232864 Medicina
A osteoartrite, doença articular degenerativa, artrose ou osteoartrose, como ainda é conhecida no nosso meio, é a doença reumática mais prevalente entre indivíduos com mais de 65 anos de idade. Sobre o tratamento dessa doença, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1230295 Enfermagem
Quanto às competências da esfera de direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), analise as afirmativas a seguir.
I. Formular, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição.
II. Participar na formulação e na implementação das políticas tais como as de controle junto às agressões ambientais.
III. Coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1227654 Radiologia
Nas espondilolisteses, tem sido claramente demonstrado na última década que a morfologia sacro-pélvica está anormal e que isso pode estar associado a uma anormal orientação sacro-pélvica e também alterar o equilíbrio sagital global da coluna. Assinale a alternativa INCORRETA sobre esse tema.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1227645 Medicina
O diagnóstico precoce da necrose avascular da cabeça do fêmur é fundamental, pois o tratamento na fase inicial oferece os melhores resultados. Sobre esse tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. 
(   ) Corticoterapia e alcoolismo são os principais fatores de risco atraumáticos. 
(   ) A principal queixa do paciente é a dor insidiosa que se localiza geralmente na região glútea.
(   ) As radiografias da região podem ser inicialmente normais ou podem apresentar desde uma tênue linha esclerótica na porção superolateral da cabeça até uma evidente fratura subcondral. 
A sequência está correta em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1227374 Medicina
O teste de Barlow é utilizado para avaliar precocemente um paciente com suspeita de displasia congênita do quadril. Sobre esse teste, é possível afirmar que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Cascavel - PR
Q1226840 Medicina
“Paciente, 7 anos, vem à consulta acompanhado pela mãe que relata febre, tumefação em região ângulo mandibular bilateralmente, com deslocamento com lóbulo da orelha à esquerda. Realizados exames laboratoriais que demonstraram alteração de amilase (280 U/I), sem outras alterações.” Assinale a alternativa que indica a  complicação clínica mais frequente neste caso.
Alternativas
Q974189 Medicina
No Brasil, as normas que determinam a ética profissional estão no Código de Ética Médica determinado pelo Conselho Federal de Medicina. As organizações de prestação de serviços médicos estão sujeitas às normas deste Código. A transgressão das normas deontológicas sujeitará os infratores às penas disciplinares previstas em lei. Em relação ao sigilo profissional, é vedado ao médico, EXCETO:
Alternativas
Q974188 Segurança e Saúde no Trabalho
Perda Auditiva Induzida por Ruído (Pair) é a perda provocada pela exposição por tempo prolongado ao ruído. Configura-se como uma perda auditiva do tipo neurossensorial, geralmente bilateral, irreversível e progressiva com o tempo de exposição ao ruído. A Norma Regulamentadora nº 15 (NR-15), da Portaria MTb nº 3.214/1978 (BRASIL, 1978), estabelece os limites de exposição a ruído contínuo. Qual o nível limite de ruído em dB para um trabalhador que passa 8 horas em ambiente de trabalho?
Alternativas
Q974187 Segurança e Saúde no Trabalho
“As cataratas de origem ocupacional geralmente aparecem na idade produtiva. O(A) __________________ é reconhecida como uma causa importante da catarata dos vidreiros, atuando sobre a íris e provocando exfoliação do cristalino. Os indivíduos que trabalham em fornos de fundições ou laminação à quente de metais são sujeitos a este tipo de catarata.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q974186 Segurança e Saúde no Trabalho
“Mulher, 45 anos, empregada doméstica há 20 anos, comparece à consulta queixando-se de sensação de formigamento (hipoestesia) na mão, à noite, dor e parestesia em polegar, indicador, médio e metade radial do anular, que aumentam na vigência de exigências do trabalho. Informa que os sintomas são predominantemente noturnos e surgiram há, aproximadamente, 6 meses. Ao exame físico encontram-se diminuição da sensibilidade superficial (teste de monofilamento); testes de Phalen; Phalen invertido; e, tinel positivo. Nota-se, ainda, hipotrofia tenar e diminuição da força de preensão e de pinça.” Qual o diagnóstico mais provável para esta paciente?
Alternativas
Q974185 Segurança e Saúde no Trabalho
A intoxicação crônica por determinados agentes pode causar ataxia cerebelosa, coreia e encefalopatia grave caracterizadas por déficit cognitivo e alterações psicológicas. Também pode estar associada à polineuropatia periférica tipo axonal (sensitiva e motora). O tremor é muito semelhante àquele do hipertireoidismo, rápido e de baixa amplitude, piorando com as atividades. Quais os agentes mais comumentes envolvidos na ataxia cerebelosa por intoxicação?
Alternativas
Q974184 Segurança e Saúde no Trabalho
“Atividades como jateamento de areia com a finalidade de limpeza de metais são de alto risco se forem feitas sem proteção adequada. Outras atividades com exposição potencialmente importante são trabalho em pedreiras, preparação de mistura a seco na produção de cerâmica branca ou porcelana, extração de minérios, especialmente em minas subterrâneas, fundições de metais usando-se moldes de areia, principalmente no desmonte dos moldes e lixamento das peças ainda com areia aderida à superfície e, ainda, a atividade de construção/reforma de fornos industriais com o corte e lixamento a seco de tijolos refratários. A doença se apresenta assintomática no início. Com a progressão das lesões aparecem dispneia aos esforços e astenia. Nas fases avançadas, leva à insuficiência respiratória, dispneia aos mínimos esforços e em repouso, além de cor pulmonale.” Assinale a alternativa que corresponde à doença caracterizada anteriormente.
Alternativas
Respostas
661: D
662: C
663: C
664: A
665: A
666: C
667: E
668: E
669: E
670: A
671: D
672: B
673: E
674: B
675: D
676: A
677: E
678: C
679: D
680: A