Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de santa helena - pb

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Q3555306 História
Alguns conceitos importantes para o entendimento de História são o fato histórico, o sujeito histórico e o tempo histórico. Assinale a alternativa que possui um exemplo de elemento do sujeito histórico:
Alternativas
Q3555305 Patologia
Roberta, auxiliar de serviços gerais, limpava os banheiros do Hospital das Dores sem os equipamentos de proteção individual necessários, principalmente, as luvas e por isso, em um certo momento, começou a apresentar diarreia aguda com sangue, dor abdominal, urgência para defecar, vômitos, febre e desidratação. Isso ocorreu porque Roberta adquiriu uma doença infecciosa transmitida pelas fezes humanas de pessoas infectadas com a Shigella chamada: 
Alternativas
Q3555304 Meteorologia
O Lã Nina é um fenômeno natural que causa variações de temperatura e pressão atmosférica no oceano causando alguns impactos nas regiões do Brasil. No ano de 2022, o fenômeno causou um impacto negativo na região nordeste, devido ao:
Alternativas
Q3555303 Conhecimentos Gerais
Os processos de evaporação, transpiração, precipitação, infiltração e condensação são etapas de um ciclo vital para a sobrevivência dos seres humanos, dos animais e do meio ambiente. Qual ciclo está associado a esses processos?
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Q3555302 Biologia
A biodiversidade é a variedade de formas de vida e as suas interações, subdividindo-se em diversidade orgânica, genética e ecológica. Assinale a alternativa correta quanto ao conceito de diversidade ecológica.
Alternativas
Q3555301 Ciências
O ar que respiramos, também chamado de ar atmosférico, é composto principalmente pelo gás: 
Alternativas
Q3555300 Conhecimentos Gerais
Em relação aos animais, é correto afirmar:
Alternativas
Q3555299 Biologia
A colônia é uma relação em que os indivíduos de uma mesma espécie vivem juntos, podendo haver, inclusive, uma união anatômica dos seres. É um exemplo de relação de colônia:
Alternativas
Q3555298 Conhecimentos Gerais
Fertilizantes de calcário são comumente utilizados em plantas frutíferas, garantindo a produção de frutos por longo prazo. Pode-se afirmar que o calcário é um tipo de rocha:
Alternativas
Q3555297 Conhecimentos Gerais
Assinale a alternativa que NÃO contém um órgão utilizado na deglutição realizada na alimentação do ser humano.
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Q3555296 Geografia
A região Nordeste do Brasil tem, em sua composição territorial, nove estados brasileiros e área de 1.558.000 km², correspondente a 18% do território do Brasil. Sua população já é de quase 60 milhões de habitantes. O Nordeste possui quatro sub-regiões, criadas com base em critérios naturais; são elas, EXCETO: 
Alternativas
Q3555295 História e Geografia de Estados e Municípios
Santa Helena, é um município do estado da Paraíba (Brasil), localizado na microrregião de Cajazeiras. O antigo povoado que teve como fundadores os Senhores Raimundo Luiz da Silva, Joaquim Alves de Oliveira e Gonçalo Vitoriano foi, inicialmente, chamado de: 
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Q3555294 História
As capitanias hereditárias foram uma divisão administrativa e territorial estabelecida pelo rei português a fim de organizar a ocupação e colonização do Brasil. Foram estabelecidas 14 capitanias, cuja administração ficou concentrada nas mãos dos donatários.
Sobre as capitanias hereditárias e seus respectivos donatários, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3555293 História
Nome do Almirante Negro líder da Revolta da Chibata - movimento de 1910 contra os castigos físicos na Marinha Brasileira: 
Alternativas
Q3555292 História
Em 1835, a cidade de Salvador, na Bahia, viveu uma grande manifestação racial e religiosa. Isso aconteceu quando negros africanos escravizados, de origem islâmica, planejaram uma revolta. Os objetivos eram, entre outros, acabar com a imposição do catolicismo, abolir o regime escravocrata e fundar uma república islâmica no nordeste do Brasil. Esse movimento ficou conhecido como a: 
Alternativas
Q3555288 Conhecimentos Gerais
O sistema monetário de um país é representado pelo conjunto de cédulas e moedas legais em circulação. Sua principal função é a mensuração do valor das mercadorias. Após ler o enunciado acima, assinale a alternativa que dita corretamente qual é o sistema monetário brasileiro: 
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Q3555277 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
A forma verbal “harmonizar”, presente no último parágrafo do texto, está grafada corretamente com a letra “z”; o mesmo acontece com o vocábulo da alternativa: 
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Q3555276 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
Caso se fosse reescrever a frase “No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma.” (2º parágrafo), a conjunção grifada deveria ser substituída, mantendo-se a correção gramatical e o significado, pela conjunção: 
Alternativas
Q3555275 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
No fragmento retirado do 3º parágrafo “Que a primeira metade da vida é muito boa, (...)”, o termo destacado foi empregado, de acordo com sua classe gramatical, como um: 
Alternativas
Q3555274 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
Em relação aos tempos e modos verbais empregados no texto de Martha Medeiros, pode-se constatar que sobressai o uso dos verbos no: 
Alternativas
Respostas
241: D
242: E
243: C
244: A
245: B
246: C
247: E
248: E
249: A
250: B
251: B
252: D
253: E
254: B
255: C
256: A
257: B
258: D
259: C
260: A