Foram encontradas 647 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Uma farmácia em Queimadas, PB, está passando por uma auditoria sanitária. Durante a inspeção, surgiram questões sobre o cumprimento das normas legais relacionadas ao controle sanitário, manipulação e dispensação de medicamentos, especialmente em relação a medicamentos controlados e estéreis.
Considere as afirmativas abaixo:
1. O controle sanitário dos medicamentos é regido por legislações específicas que estabelecem normas rigorosas para o armazenamento, manipulação e dispensação de medicamentos, incluindo medicamentos controlados e estéreis.
2. A legislação sobre manipulação de medicamentos estéreis exige que as soluções sejam preparadas em condições de assepsia rigorosa, com controle microbiológico contínuo para garantir a segurança do produto.
3. A dispensação de medicamentos controlados requer a retenção da receita médica, e as farmácias devem manter registros detalhados e atualizados de todas as vendas desses medicamentos.
4. A manipulação de medicamentos deve ser realizada em conformidade com as Boas Práticas de Manipulação, que incluem a padronização de procedimentos e a qualificação constante dos profissionais envolvidos.
5. A legislação sanitária é aplicável tanto a medicamentos industrializados quanto a aqueles manipulados ou produzidos em farmácias de manipulação, sem exceções.
Fontes:
- ANVISA. "Resolução RDC nº 67/2007 - Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em Farmácias."
- Brasil. "Lei nº 5.991/1973 - Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos."
Alternativas:
Considere as afirmativas abaixo:
1. Medicamentos genéricos contêm o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, que os medicamentos de referência, devendo ser bioequivalentes a eles.
2. A bioequivalência entre um medicamento genérico e o de referência garante que ambos tenham a mesma eficácia terapêutica e perfil de segurança.
3. Os medicamentos genéricos são submetidos a rigorosos testes de qualidade, mas não precisam seguir as mesmas normas de controle sanitário aplicadas aos medicamentos de referência.
4. As formas farmacêuticas podem influenciar a biodisponibilidade de um medicamento, afetando a velocidade e a extensão da absorção do princípio ativo.
5. A alimentação parenteral é uma forma farmacêutica destinada exclusivamente à administração de medicamentos, e não está relacionada ao fornecimento de nutrientes aos pacientes.
Fontes:
- Brasil. "Lei nº 9.787/1999 - Medicamentos Genéricos." - Rang, H.P. "Farmacologia." 8ª edição, 2020.
Alternativas:
Considere as afirmativas abaixo:
1. A dispensação de medicamentos deve seguir rigorosamente o receituário médico, respeitando as doses e as formas farmacêuticas prescritas.
2. A manipulação de medicamentos deve ser realizada em instalações adequadas, que garantam a esterilidade e a estabilidade do produto final.
3. A padronização de medicamentos é essencial para garantir a uniformidade das preparações e a previsibilidade dos efeitos terapêuticos.
4. O controle sanitário dos medicamentos envolve a verificação das condições de armazenamento, transporte e validade, mas não interfere na manipulação dos mesmos.
5. A legislação pertinente à manipulação de medicamentos estabelece normas claras sobre as boas práticas de fabricação e a segurança no ambiente de trabalho.
Fontes:
- ANVISA. "Resolução RDC nº 67/2007 - Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em Farmácias."
- Brasil. "Lei nº 5.991/1973 - Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos."
Alternativas:
1. As proteínas desempenham funções estruturais, catalíticas e regulatórias, e suas atividades dependem da integridade de suas estruturas tridimensionais.
2. Os carboidratos servem como fontes de energia, sendo também importantes para o reconhecimento celular e a sinalização intercelular.
3. Os lipídios são responsáveis pela formação de membranas celulares e atuam como reservas energéticas, além de serem precursores de hormônios.
4. Os ácidos nucleicos, como o DNA e o RNA, são responsáveis pelo armazenamento e pela transmissão da informação genética, mas não participam de processos celulares de catálise.
5. A estabilidade das biomoléculas em uma formulação farmacêutica é influenciada pela temperatura, pH e presença de agentes oxidantes.
Fontes: - Stryer, Lubert. "Bioquímica." 8ª edição, 2019. - Berg, Jeremy M. "Bioquímica de Harper." 31ª edição, 2021.
Alternativas:
Em um laboratório de controle de qualidade de medicamentos localizado em Queimadas, PB, um técnico foi solicitado a ajustar o pH de uma solução de um peptídeo terapêutico, mantendo a estabilidade da sua estrutura. O peptídeo em questão possui uma série de aminoácidos com cadeias laterais ionizáveis que podem afetar a solubilidade e a atividade do composto.
Considere as afirmativas abaixo:
1. O pH de uma solução é crucial para manter a estrutura secundária e terciária de um peptídeo, pois variações extremas de pH podem levar à desnaturação da proteína.
2. O ponto isoelétrico (pI) de um peptídeo é o pH no qual ele possui carga líquida zero, e ajustar o pH da solução próximo ao pI pode diminuir a solubilidade do peptídeo.
3. A manipulação do pH da solução deve sempre resultar em valores neutros (pH 7), pois valores ácidos ou básicos são prejudiciais à estabilidade de todos os peptídeos.
4. A adição de tampões específicos pode ajudar a manter o pH da solução estável, prevenindo alterações indesejadas na estrutura do peptídeo.
5. O ajuste de pH pode ser realizado usando ácidos ou bases fortes, independentemente do pKa dos grupos ionizáveis presentes no peptídeo.
Fontes:
- Lehninger, Albert L. "Princípios de Bioquímica." 6ª edição, 2018. - Voet, Donald. "Bioquímica." 5ª edição, 2019.
Alternativas:
1. A comunicação não violenta (CNV) é um processo de quatro etapas que inclui observação, sentimento, necessidade e pedido, buscando resolver conflitos de forma pacífica, mas pode ser aplicada de forma flexível, permitindo adaptações que não seguem estritamente essas etapas.
2. A CNV é eficaz tanto em conflitos leves quanto em situações de alta tensão ou violência grave, oferecendo ferramentas para a resolução pacífica mesmo em contextos desafiadores e intensos.
3. A CNV promove a identificação e a expressão de necessidades básicas não atendidas, facilitando a resolução de conflitos com base na empatia e no respeito mútuo, o que é essencial para melhorar a comunicação entre os membros da família.
4. Para implementar a CNV em programas comunitários, é necessário primeiro capacitar os líderes locais e, em seguida, adaptar a linguagem e os conceitos às realidades culturais dos participantes, garantindo maior engajamento e eficácia nas intervenções.
5. A CNV exige que os educadores sociais evitem qualquer forma de julgamento ou crítica, focando na criação de um ambiente de diálogo colaborativo, mesmo em situações de tensão, promovendo a cooperação entre os envolvidos.
Alternativas:
1. A CNV deve começar com a expressão de sentimentos e necessidades de forma honesta e clara, sem acusar ou culpar os outros pelos problemas, estimulando uma comunicação mais autêntica e respeitosa.
2. A comunicação não violenta (CNV) foca na empatia e na compreensão das necessidades dos outros, promovendo diálogos que evitam julgamentos e agressões, mas a CNV pode ser aplicada de maneira flexível, permitindo julgamentos em situações de maior urgência.
3. A CNV pode ser uma ferramenta eficaz em ambientes de alta tensão, inclusive em conflitos intensos e prolongados, promovendo uma abordagem mais cuidadosa e empática para lidar com esses desafios.
4. O uso da CNV em situações de conflito escolar envolve escutar ativamente todas as partes envolvidas, buscando um entendimento mútuo antes de propor soluções, permitindo que os conflitos sejam resolvidos de forma mais pacífica e efetiva.
5. A aplicação da CNV em ambientes escolares exige que os educadores adotem uma postura colaborativa, e não uma autoridade rígida, garantindo que o diálogo seja mantido de forma aberta e que todas as vozes sejam ouvidas.
Alternativas:
1. A participação efetiva em metodologias educativas depende de um ambiente de respeito e diálogo, onde as diferentes opiniões sejam valorizadas, criando um espaço democrático em que todos se sintam à vontade para contribuir.
2. A educação participativa deve ser centrada nos participantes, com o educador atuando como facilitador, promovendo o diálogo e a troca de saberes, ao invés de tomar decisões em nome do grupo ou centralizar o processo educativo.
3. As metodologias participativas devem adaptar-se às especificidades do grupo, levando em conta fatores como idade, escolaridade e cultura, de forma a tornar o processo mais inclusivo e eficiente.
4. As metodologias participativas visam garantir que os participantes sejam ativos no processo de tomada de decisões, promovendo a co-responsabilidade pelos resultados alcançados, mas em certos contextos o papel do educador deve ser mais diretivo para assegurar a efetividade dos resultados.
5. As metodologias participativas são adequadas para a educação social, pois, embora demandem mais tempo, elas promovem um envolvimento mais profundo dos participantes e tendem a gerar soluções sustentáveis e adaptadas às realidades locais.
Alternativas:
1. As estratégias de intervenção social devem incluir a mediação de conflitos e a promoção de um diálogo construtivo entre as partes envolvidas, mas a mediação só deve ser aplicada em situações onde não há risco evidente para as vítimas, sendo necessário avaliar cada caso com cautela.
2. A intervenção social deve ser conduzida de maneira colaborativa, garantindo a participação ativa das famílias e da comunidade na busca por soluções, e evitando a imposição de soluções autoritárias pelos educadores sociais.
3. A construção de redes de apoio é fundamental para garantir a sustentabilidade das ações de intervenção social, envolvendo instituições como escolas, unidades de saúde e organizações não governamentais, que podem fornecer suporte contínuo às famílias afetadas.
4. A abordagem de intervenção deve considerar o contexto sociocultural das famílias, respeitando suas tradições e valores durante o processo de mediação, mas sem permitir que práticas culturais sejam justificativas para a manutenção de situações de violência.
5. A intervenção social deve ser acompanhada de um plano de monitoramento e avaliação, que permita ajustes contínuos às estratégias adotadas, garantindo que as ações permaneçam eficazes ao longo do tempo e adaptadas às mudanças no contexto familiar.
Alternativas:
1. As metodologias pedagógicas em educação social devem centrar-se na construção de conhecimento crítico, promovendo a participação ativa dos educandos no processo de ensino-aprendizagem, mas a ênfase no pensamento crítico deve ser secundária às competências técnicas tradicionais.
2. As práticas pedagógicas tradicionais, que valorizam a memorização e a repetição, podem ser complementares, mas não são as mais adequadas para crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade, que requerem metodologias mais interativas e envolventes.
3. A educação social deve integrar conteúdos formais e informais, valorizando tanto o conhecimento acadêmico quanto o saber popular, promovendo uma troca de experiências que enriqueça o processo de aprendizagem e fortaleça os laços com a realidade comunitária.
4. A avaliação na educação social deve ser contínua e formativa, focada no desenvolvimento das competências socioemocionais dos educandos, permitindo que o progresso seja medido não só academicamente, mas também em termos de crescimento emocional e social.
5. As práticas pedagógicas devem ser flexíveis e adaptáveis, permitindo ajustes de acordo com as necessidades e interesses dos educandos, mas devem manter uma estrutura rígida para garantir a consistência dos conteúdos trabalhados.
Alternativas:
1. A inclusão social deve ser promovida através de práticas educativas que respeitem as diferenças culturais e individuais dos participantes, valorizando suas histórias de vida e experiências, mas o foco principal deve estar na uniformização dos conteúdos para garantir equidade no acesso ao conhecimento.
2. A educação inclusiva deve focar na adaptação dos conteúdos curriculares para atender às necessidades específicas dos jovens, sem discriminação, mas essa adaptação não deve interferir nos padrões acadêmicos tradicionais, para que todos tenham as mesmas exigências.
3. A participação ativa dos jovens no processo educativo é fundamental para garantir sua autonomia e o desenvolvimento de suas potencialidades, incentivando que eles assumam um papel protagonista em suas trajetórias educacionais e sociais.
4. As práticas de inclusão social devem se concentrar na integração dos jovens no mercado de trabalho como uma das formas de promover sua independência, mas essa não deve ser a única abordagem, já que aspectos como educação, cultura e saúde também são fundamentais para a inclusão plena.
5. A educação inclusiva exige a construção de um ambiente acolhedor e seguro, onde todos os jovens se sintam valorizados e respeitados, promovendo a confiança e o bem-estar necessário para que possam se desenvolver integralmente.
Alternativas:
1. Os direitos humanos são a base fundamental para qualquer intervenção de educação social, garantindo a dignidade, a igualdade e a liberdade dos sujeitos envolvidos, mas sua aplicação deve ser limitada às esferas legais e formais, sem envolvimento direto no cotidiano das práticas pedagógicas.
2. A educação em direitos humanos deve ser interdisciplinar, envolvendo não apenas educadores sociais, mas também profissionais de saúde, segurança e justiça, promovendo uma visão holística de direitos e responsabilidades.
3. As práticas educativas em direitos humanos devem ser centradas na promoção de uma cultura de paz e respeito mútuo, em vez de focarem unicamente na punição de violações, buscando prevenir conflitos antes que eles ocorram.
4. A promoção dos direitos humanos na educação social exige uma abordagem crítica, que questione as estruturas de poder e as desigualdades sociais, incentivando os indivíduos a reconhecer e lutar por seus direitos.
5. A inclusão dos direitos humanos no currículo de educação social deve considerar a realidade local, adaptando os conceitos globais às necessidades específicas da comunidade, para que as intervenções tenham impacto real e efetivo.
Alternativas:
+1. A construção de redes de apoio comunitárias é um dos principais objetivos da psicologia comunitária, promovendo a coesão social e o fortalecimento dos vínculos afetivos entre os membros da comunidade, contribuindo para a construção de uma comunidade mais resiliente.
2. A intervenção comunitária deve priorizar a capacitação dos líderes locais, para que possam atuar como agentes multiplicadores e promotores de mudanças positivas na comunidade, sem interferir nas relações de poder preexistentes.
3. A psicologia comunitária deve envolver-se diretamente com as dinâmicas de poder dentro da comunidade, abordando não só os conflitos interpessoais, mas também as estruturas sociais e políticas que influenciam o bem-estar coletivo.
4. A psicologia comunitária foca na promoção da saúde mental e do bem-estar, considerando o contexto social e comunitário em que o indivíduo está inserido, mas deve manter uma abordagem predominantemente clínica, priorizando a resolução de questões individuais.
5. A avaliação de uma intervenção em psicologia comunitária deve considerar tanto os resultados imediatos quanto o impacto a longo prazo no bem-estar e na autonomia da comunidade, buscando promover soluções sustentáveis.
Alternativas:
1. A metodologia de participação comunitária deve respeitar os saberes locais, valorizando a experiência e o conhecimento dos membros da comunidade na solução de problemas, mas os saberes técnicos dos educadores devem sempre ter maior peso nas decisões finais.
2. O objetivo central das metodologias participativas é garantir que as decisões sejam tomadas de forma coletiva e que todos os envolvidos tenham voz ativa no processo, mas o processo decisório final pode ser delegado ao educador social em situações de impasse, garantindo eficiência.
3. As metodologias participativas devem ser conduzidas de forma colaborativa pelo educador social, promovendo um ambiente onde o diálogo e a troca de ideias são incentivados, sem que o educador assuma um papel autoritário no processo.
4. A construção de diagnósticos participativos é fundamental para identificar as necessidades e potencialidades da comunidade, permitindo o desenvolvimento de ações mais eficazes e conectadas às realidades locais.
5. A avaliação do impacto das metodologias participativas deve incluir o monitoramento contínuo e o feedback da comunidade, permitindo ajustes nas estratégias conforme necessário e assegurando a relevância das ações ao longo do projeto.
Alternativas:
1. A avaliação dos processos grupais deve focar tanto nas interações entre os participantes quanto na evolução individual de cada membro dentro do grupo, mas as interações coletivas têm prioridade sobre a observação de progressos individuais, que podem ser negligenciados.
2. A dinâmica de poder e a distribuição de papéis no grupo são fatores críticos que devem ser observados para entender a origem dos conflitos e promover ajustes na liderança, sendo essencial adaptar essas dinâmicas conforme as necessidades dos membros do grupo.
3. A avaliação de processos grupais deve ser feita preferencialmente por observadores externos, já que a imparcialidade só pode ser garantida por aqueles que não têm vínculo direto com os participantes, minimizando vieses dos educadores sociais.
4. A coesão grupal é um indicador de sucesso da intervenção social, mas deve ser balanceada com a autonomia dos participantes e o respeito às diferenças individuais, evitando que a busca pela coesão suprima a diversidade de opiniões e posturas.
5. A aplicação de técnicas de mediação de conflitos pode ser necessária para resolver tensões internas, garantindo que todos os membros do grupo sejam ouvidos e respeitados, além de estimular a participação ativa de cada participante no processo.
Alternativas:
1. A coesão de um grupo depende de fatores como a clareza dos objetivos, a liderança efetiva e a participação ativa de todos os membros, mas o papel da coesão é secundário em relação às habilidades individuais dos participantes.
2. As dinâmicas de grupo podem ser utilizadas para fortalecer os laços entre os participantes, estimular a cooperação e resolver conflitos internos, mas sua aplicação deve seguir uma sequência rígida de atividades, independentemente da reação do grupo.
3. Os processos grupais são complexos e dinâmicos, podendo variar de acordo com as interações e os contextos em que ocorrem, o que torna o controle total das interações pelo educador social praticamente impossível.
4. A liderança em um grupo pode ser compartilhada ou alternada entre os membros, permitindo uma maior participação de todos, mas em alguns contextos pode ser útil adotar uma liderança mais centralizada e hierárquica.
5. As dinâmicas de grupo devem ser planejadas considerando o perfil dos participantes, seus interesses e as metas educativas estabelecidas, favorecendo a criação de um ambiente mais produtivo e engajador.
Alternativas:
1. A psicologia social estuda como o comportamento dos indivíduos é influenciado pelos grupos aos quais pertencem e pelo contexto social em que vivem, mas a influência do contexto é menor do que os fatores individuais, como personalidade e temperamento.
2. Os conceitos de identidade social e estigma são fundamentais para entender como a exclusão e a marginalização ocorrem em grupos vulneráveis, sendo também úteis para desenvolver estratégias de inclusão social.
3. A intervenção baseada em princípios da psicologia social deve focar na mudança de comportamentos individuais, com pouca necessidade de se levar em conta o contexto social mais amplo, já que o comportamento é moldado principalmente por fatores pessoais.
4. O uso de técnicas da psicologia social, como a mediação de conflitos e a facilitação de grupos, é essencial para promover a coesão social e reduzir as tensões comunitárias, favorecendo a convivência pacífica em ambientes de vulnerabilidade.
5. A psicologia social contribui para o desenvolvimento de estratégias de intervenção que consideram as relações de poder, a cultura e as normas sociais presentes na comunidade, permitindo uma abordagem mais sistêmica e integrada.
Alternativas:
Considere as afirmativas abaixo:
1. O principal objetivo das metodologias participativas é garantir que todos os participantes tenham voz ativa no processo educativo, possibilitando que as decisões coletivas reflitam as necessidades e os interesses da comunidade como um todo.
2. As metodologias educativas participativas, embora fomentem a participação dos sujeitos, ainda devem ser centradas na condução do educador, que direciona as atividades de forma a garantir que os objetivos de aprendizado sejam atingidos de maneira eficiente.
3. O uso de metodologias participativas em contextos de educação social favorece a construção coletiva do conhecimento, estimulando a autonomia e o protagonismo dos sujeitos, ajudando a comunidade a se apropriar dos processos educativos.
4. As metodologias participativas devem ser adaptadas às realidades locais, considerando as especificidades culturais, sociais e econômicas da comunidade, mas sem abrir mão de uma abordagem padronizada que assegure a consistência dos resultados educacionais.
5. As metodologias participativas valorizam o conhecimento prévio dos participantes, promovendo o diálogo e a troca de saberes entre educadores e educandos, mas a experiência dos educadores deve prevalecer como referência principal para o processo.
Alternativas:
1. As estratégias de intervenção social devem ser baseadas em uma análise diagnóstica da comunidade, identificando suas necessidades e recursos disponíveis, mas o processo de diagnóstico pode ser dispensado em situações onde as carências já são conhecidas.
2. A intervenção social deve priorizar ações emergenciais, como assistência material imediata, sem desconsiderar a importância de estratégias que promovam a sustentabilidade das soluções a longo prazo, focando tanto em respostas rápidas quanto em transformações estruturais.
3. As técnicas de intervenção social incluem o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, a mobilização social e a promoção da autonomia dos sujeitos, que são fatores essenciais para transformar as realidades de vulnerabilidade.
4. A articulação com redes de apoio, como escolas, unidades de saúde e organizações da sociedade civil, é importante, mas em certos casos os educadores sociais podem atuar de maneira autônoma, sem depender dessas parcerias para implementar ações eficazes.
5. A intervenção social deve ser construída de forma participativa, envolvendo a comunidade no planejamento e execução das ações, a fim de promover um senso de pertencimento e corresponsabilidade pelas soluções implementadas.
Alternativas:
1. As metodologias de ensino tradicionais, como a exposição de conteúdos pelo educador, são essenciais, mas não necessariamente as mais eficazes em contextos de vulnerabilidade social, onde práticas mais participativas podem ser mais adequadas para promover o engajamento dos alunos.
2. As práticas pedagógicas devem ser flexíveis e adaptáveis às necessidades individuais dos alunos, respeitando seus ritmos de aprendizagem e contextos socioculturais, mas sem abrir mão de um currículo homogêneo que assegure a padronização educacional.
3. A educação social deve centrar-se na transmissão de conteúdos acadêmicos, garantindo o preparo dos jovens para exames e para o mercado de trabalho, embora o desenvolvimento social e afetivo seja uma dimensão complementar.
4. As metodologias ativas, como a aprendizagem baseada em projetos e a educação para a cidadania, são importantes para o envolvimento dos alunos, mas devem ser aplicadas apenas após um domínio completo de conteúdos acadêmicos tradicionais.
5. A avaliação na educação social deve ser processual e formativa, focada no desenvolvimento integral do aluno, abordando aspectos como competências sociais, afetivas e acadêmicas, em vez de limitar-se ao desempenho acadêmico.
Alternativas: