Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de pedras de fogo - pb
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I. Equatorial.
II. Tropical Zona Equatorial.
III. Tropical Nordeste Oriental.
IV. Tropical Brasil Central.
V. Temperado.
Estão CORRETOS:
Em 2023, o país de maior produção de petróleo no mundo foi:
Assinale a alternativa CORRETA:
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto 3 a seguir para responder a questão.
Texto 3
Da calma e do silêncio
Da calma e do silêncio
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
Fonte: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poemas-de-conceicao-evaristo/ Acesso em 09 de fev. 2025)
Leia o texto 3 a seguir para responder a questão.
Texto 3
Da calma e do silêncio
Da calma e do silêncio
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
Fonte: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poemas-de-conceicao-evaristo/ Acesso em 09 de fev. 2025)
Nos versos finais:
[...] há mundos submersos que só o silêncio da poesia penetra.”
A figura de linguagem PREDOMINANTE é:
O trecho acima estabelece em relação ao parágrafo anterior uma relação de:
A alternativa que apresenta CORRETAMENTE a análise da colocação pronominal do pronome “lhes” é:
Leia o texto 1 a seguir para responder a questão.
Texto 1
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
COLASANTI. Marina. Crônicas para jovens. Editora Rocco - Rio de Janeiro, 2012.
A alternativa que apresenta CORRETAMENTE a análise do período acima é a seguinte:
Leia o texto 1 a seguir para responder a questão.
Texto 1
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
COLASANTI. Marina. Crônicas para jovens. Editora Rocco - Rio de Janeiro, 2012.
Esse efeito é construído, principalmente, pelo uso:
I. Infração – gravíssima.
II. Penalidade - multa e suspensão do direito de dirigir por 24 (vinte e quatro) meses.
III. Medida administrativa - recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo.
Está(ão) CORRETO(S):
1. Todo condutor deverá, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que:
2. Todo condutor ao efetuar a ultrapassagem deverá:
( )Indicar com antecedência a manobra pretendida, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou por meio de gesto convencional de braço.
( )Nenhum condutor que venha atrás haja começado uma manobra para ultrapassá-lo.
( )Retomar, após a efetivação da manobra, a faixa de trânsito de origem, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou fazendo gesto convencional de braço, adotando os cuidados necessários para não pôr em perigo ou obstruir o trânsito dos veículos que ultrapassou.
( )A faixa de trânsito que vai tomar esteja livre numa extensão suficiente para que sua manobra não ponha em perigo ou obstrua o trânsito que venha em sentido contrário.
( )Afastar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distância lateral de segurança.
( )Quem o precede na mesma faixa de trânsito não haja indicado o propósito de ultrapassar um terceiro.
Assinale a sequência CORRETA:
I. Trator 4x2 (tração simples) - possui quatro rodas, sendo as duas traseiras de tração e as duas dianteiras, menores, apenas com finalidade direcional.
II. Trator 4x2 TDA (tração dianteira auxiliar) – as rodas dianteiras, são menores que as traseiras e, além de possuírem função direcional, são providas de tração. Quando acionada a TDA, o rodado dianteiro tem um avanço de velocidade de, aproximadamente 5% em relação ao traseiro.
III. Trator 4x4 - possui todas as rodas do mesmo tamanho, providas de tração permanente, com velocidade igual nos dois eixos. Normalmente, o sistema de direcionamento do trator dá-se pela articulação do chassi.
Está(ão) CORRETO(S):
I. Cabeça (capacetes, chapéus de abas largas, protetores impermeáveis).
II. Ouvido (protetores auriculares, abafadores de ruído).
III. Vias respiratórias (respiradores, máscaras respiratórias, máscaras de isolamento).
IV. Tronco (jaquetas, blusões de couro, aventais, capas de chuva).
V. Membros superiores (luvas, mangotes).
VI. Membros inferiores (botas de PVC, botinas de couro, perneiras).
Estão CORRETOS:
I. A primeira etapa, também denominada de primeiro tempo, é denominada admissão. Nessa etapa a válvula de admissão permite a entrada, na câmara de combustão, de uma mistura de ar e combustível enquanto o pistão se move de forma a aumentar o espaço no interior da câmara.
II. A segunda etapa é a compressão. Nesta o pistão se move de forma a comprimir a mistura, fazendo seu volume diminuir. Aqui ocorre uma compressão adiabática e em seguida a máquina térmica recebe calor numa transformação isocórica.
III. A terceira etapa denomina-se explosão. No término da compressão um dispositivo elétrico gera uma centelha que ocasiona a explosão da mistura ocasionando sua expansão.
IV. Após isto ocorre então o quarto tempo quando a válvula de saída abre e permite a exaustão do gás queimado na explosão. A expansão adiabática leva a máquina ao próximo estado, onde ela perde calor e retorna ao seu estado inicial, onde o ciclo se reinicia.
Estão CORRETOS:
Sobre os tipos de Máquinas Pesadas, analise os itens a seguir e relacione:
1. Motoniveladora
2. Trator de Esteira.
3. Retroescavadeira.
4. Pá Carregadeira.
5. Escavadeira.
( ) É capaz de executar escavações, nivelamento de terrenos e carregamento de materiais em um só equipamento. Se equipada com acessórios específicos pode movimentar madeiras, usar um rompedor, placa compactadora, cavar buracos com trado, e muito mais.
( ) É uma máquina que serve para deslocar e nivelar uma superfície de terra em áreas como estradas e aterros. Isso é possível graças à sua lâmina que pode inclinar em diversas posições em relação ao eixo de marcha e ao plano horizontal.
( )É possível mexer grandes quantidades de terra, remover detritos e nivelar terrenos. Além disso, essa máquina também pode ser usada para mover materiais, como areia e cascalho, e até mesmo demolir estruturas antigas.
( ) Utilizada no manuseio de grandes volumes de terra, cascalho, pedra e outros materiais. É uma máquina utilizada com frequência nos setores da construção e mineração.
( ) O sistema possibilita que esta máquina se movimente nos mais variados tipos de terrenos, como os encharcados, inclinados, acidentados e outros. Também pode ser utilizada em diversos tipos de obras, desde a construção de estradas, curvas de nível e canais até a movimentação de materiais em minas e pedreiras.
Assinale a sequência CORRETA:
Sobre os tipos de hemorragias externas, analise os textos a seguir, e assinale:
1. Hemorragias venosas. 2. Hemorragia capilar. 3. Hemorragias arteriais.
( )É quando ocorre a perda de sangue de uma artéria, o sangue é de coloração viva, vermelho claro e derramado em jato, conforme o batimento cardíaco. Geralmente é rápida e de difícil controle. Uma artéria lesada pode produzir grandes jatos de sangue, esvaziando rapidamente o suprimento necessário à circulação, no organismo.
( ) Perda de sangue por uma veia, a cor do sangue nesta hemorragia é vermelho escuro e escorre do ferimento sem esguichos rítmicos. Esta hemorragia precisa ser controlada rapidamente pois pode oferecer risco de morte.
( ) Neste caso, o sangue escorre lentamente pelo ferimento e pode parar sozinho. Esta hemorragia é normalmente muito fácil de interromper por meio de pressão direta e não apresenta risco de morte à vítima.
Assinale a sequência CORRETA: