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Q1713870 Português
Higiene básica em hospitais

A falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae, que ganhou as manchetes por causar mortes em Brasília e na Paraíba.

O contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção é o que deve ser evitado, segundo especialistas em enfermagem, reunidos em debate sobre infecção hospitalar realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) semana passada, na capital paulista.

A superbactéria é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

"A gente tem que investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC", afirma Luciana de Oliveira Matias, enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp. "Se o profissional examina alguém com a bactéria, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece." 

Segundo a especialista, é preciso reforçar a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. "A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença", diz a enfermeira. "Fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a doença se desenvolver ou não."

A diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo, Maria Isabel Carmagnani, chama a atenção para a responsabilidade com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares. "É aquele mais debilitado que irá sofrer. A maioria de nós pode ser colonizada, mas o paciente com imunidade reduzida é mais fraco. Mesmo que o portador não desenvolva o problema, pode passá-lo a outra pessoa", afirma.

Qualquer pessoa em ambiente hospitalar está sujeita a ter contato com bactérias, porém é possível identificar grupos de risco. "Soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs são mais suscetíveis a contrair a KPC", afirma Luciana.

PREVENÇÃO X TRATAMENTO

A atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada.

"Para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato. Lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, especificamente, usar luvas e avental de manga longa", diz Luciana. 

Para Sonia Regina Ferreira, professora de enfermagem no Hospital São Paulo, a segurança dos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. "Ao adotar uma política de instituição, por exemplo, não sair do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado."

"Infecções são quase sempre tratáveis, há bom investimento no tratamento de infecções. O problema é quanto à prevenção. Falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico, higienização", afirma Luciana. "O perigo está na transmissão de infecção. Ao entrar no ambiente hospitalar, já corro esse risco. Se o profissional que se aproximar também não fizer a higienização das mãos, é possível pegar infecção de outro paciente."

Adaptado. Disponível em: https://glo.bo/2VOzBYG (acesso em 15/10/2019).
Com base no texto 'Higiene básica em hospitais', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que é necessário investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC. II. O texto aponta que o contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção, não é um fator de risco para a transmissão da doença causada pela bactéria Klebsiella pneumoniae e, portanto, não há necessidade de pânico por parte da população. III. No texto, Luciana de Oliveira Matias afirma que as infecções são quase sempre tratáveis, havendo um bom investimento no tratamento de infecções. O problema, afirma enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp, é quanto à prevenção, pois falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico e realizar medidas de higienização.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1713869 Português
Higiene básica em hospitais

A falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae, que ganhou as manchetes por causar mortes em Brasília e na Paraíba.

O contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção é o que deve ser evitado, segundo especialistas em enfermagem, reunidos em debate sobre infecção hospitalar realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) semana passada, na capital paulista.

A superbactéria é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

"A gente tem que investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC", afirma Luciana de Oliveira Matias, enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp. "Se o profissional examina alguém com a bactéria, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece." 

Segundo a especialista, é preciso reforçar a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. "A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença", diz a enfermeira. "Fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a doença se desenvolver ou não."

A diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo, Maria Isabel Carmagnani, chama a atenção para a responsabilidade com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares. "É aquele mais debilitado que irá sofrer. A maioria de nós pode ser colonizada, mas o paciente com imunidade reduzida é mais fraco. Mesmo que o portador não desenvolva o problema, pode passá-lo a outra pessoa", afirma.

Qualquer pessoa em ambiente hospitalar está sujeita a ter contato com bactérias, porém é possível identificar grupos de risco. "Soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs são mais suscetíveis a contrair a KPC", afirma Luciana.

PREVENÇÃO X TRATAMENTO

A atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada.

"Para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato. Lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, especificamente, usar luvas e avental de manga longa", diz Luciana. 

Para Sonia Regina Ferreira, professora de enfermagem no Hospital São Paulo, a segurança dos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. "Ao adotar uma política de instituição, por exemplo, não sair do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado."

"Infecções são quase sempre tratáveis, há bom investimento no tratamento de infecções. O problema é quanto à prevenção. Falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico, higienização", afirma Luciana. "O perigo está na transmissão de infecção. Ao entrar no ambiente hospitalar, já corro esse risco. Se o profissional que se aproximar também não fizer a higienização das mãos, é possível pegar infecção de outro paciente."

Adaptado. Disponível em: https://glo.bo/2VOzBYG (acesso em 15/10/2019).
Com base no texto 'Higiene básica em hospitais', leia as afirmativas a seguir:
I. Conclui-se do texto que a atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada. II. De acordo com o texto, para Sonia Regina Ferreira, a segurança aos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. Assim, ao adotar uma política de instituição, por exemplo, permitir a saída do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado, ela afirma. III. É possível subentender-se, a partir do texto, que a falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae.
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Q1713868 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que, no primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão do atual Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. II. O autor afirma no texto que o CFM criou o site "Revisão do Código de Ética Médica", no qual é possível acompanhar todos os trâmites da revisão nas comissões nacional e estaduais do referido código.
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Q1713867 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. É possível subentender-se a partir do artigo que a primeira versão do Código de Ética Médica foi concluída e publicada em 2016, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM). II. O autor afirma que o Código de Ética Médica passou por uma atualização em 2010 e novas revisões já estão em andamento. São mudanças que visam uma conduta menos técnica e transparente, priorizando o lado humanista do médico.
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Alternativas
Q1713866 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. Depreende-se do texto que a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no Brasil somente em 1988. II. No texto, é possível identificar a ideia de que o Código de Ética Médica é uma proteção para a classe médica contra os riscos criados pela sociedade, ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito pessoal.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713865 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o autor afirma que o Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional sem, no entanto, normatizar as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos ou com as instituições de saúde. II. O autor aponta que o Código de Ética Médica trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos e reprodução assistida, entre outros aspectos.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713861 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. O usuário do Windows 10 que deseja exibir todas as subpastas da pasta selecionada, no Explorador de Arquivos, pode utilizar o atalho Ctrl + Shift + E. II. O usuário do Windows 10 que deseja ocultar as informações confidenciais, como senhas ou códigos pessoais, pode utilizar o comando Alt + Shift + Enter após selecionar o arquivo onde as referidas informações estão contidas. III. No Windows 10, o usuário pode pressionar Ctrl + X, no teclado, para ocultar o item selecionado (um arquivo ou uma pasta, por exemplo).
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713857 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. No Windows 10, o usuário pode pressionar Alt + Page Down, no teclado, para mover uma tela para cima. II. No Excel 2019, a função DIATRABALHO retorna a quantidade de horas em um dia de trabalho especificado. III. No Windows 10, o usuário pode pressionar Alt + F8, no teclado, para ocultar uma pasta ou um arquivo.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713856 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. A função DIAS, no Excel 2019, pode ser usada para transformar uma data em um número decimal, considerando um mês de 30 (trinta) dias. II. O usuário do Windows 10 que deseja renomear uma pasta deve selecioná-la e, em seguida, pressionar a tecla F12. Após esse comando, basta digitar no teclado o novo nome da pasta. III. O usuário do Windows 10 que deseja exibir o conteúdo da pasta selecionada no Explorador de Arquivos pode utilizar o atalho NumLock + adição (+).
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713855 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. No Windows 10, o usuário pode pressionar F3, no teclado, para procurar um arquivo ou uma pasta no Explorador de Arquivos. II. O usuário do Windows 10 que deseja exibir a parte superior da janela ativa, no Explorador de Arquivos, pode utilizar o atalho Delete.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713852 Legislação dos Municípios do Estado de Alagoas
Leia as afirmativas a seguir:
I. À luz da lei nº 1.240, de 20 de novembro de 1991, que dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Palmeira dos Índios, das Autarquias e das Fundações Públicas Municipais, poderá ser concedida licença ao funcionário, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, padrasto ou madrasta, ascendente, descendente, enteado e colateral consanguíneo ou afim até o segundo grau civil, mediante comprovação médica. II. Para os efeitos da lei nº 1.240, de 20 de novembro de 1991, que dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Palmeira dos Índios, das Autarquias e das Fundações Públicas Municipais, o serviço extraordinário será remunerado com acréscimo de, no máximo, quinze por cento em relação à hora normal de trabalho.
Marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q1713850 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. II. A vigilância alimentar e nutricional consiste na descrição contínua e na predição de tendências das condições de alimentação e nutrição da população e seus fatores determinantes. Deverá ser considerada a partir de um enfoque ampliado que incorpore a vigilância nos serviços de saúde e a integração de informações derivadas de sistemas de informação em saúde, dos inquéritos populacionais, das chamadas nutricionais e da produção científica.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713847 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. As ações de prevenção das carências nutricionais específicas, por meio da suplementação de micronutrientes (ferro, vitamina A, dentre outros), serão de responsabilidade dos serviços de Atenção Básica, em acordo com o disposto nas normas técnicas dos programas de suplementação. As unidades hospitalares e maternidades colaboram na implementação dos programas de suplementação de micronutrientes, em especial na suplementação de vitamina A para puérperas no pós-parto. II. É atribuição comum a todos os profissionais das equipes de Atenção Básica: realizar o cuidado da saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito da unidade de saúde, e, quando necessário, no domicílio e nos demais espaços comunitários.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713846 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. É vedado ao médico revelar informações confidenciais obtidas quando do exame médico de trabalhadores, inclusive por exigência dos dirigentes de empresas ou de instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos empregados ou da comunidade. II. O trabalho da vigilância epidemiológica não possui relação com o reconhecimento das doenças de notificação compulsória ou com a investigação de epidemias que ocorrem em territórios específicos.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713844 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. A Rede de Atenção às Urgências e Emergências, tem como diretrizes a ampliação do acesso e o acolhimento aos casos agudos demandados aos serviços de saúde em todos os pontos de atenção, contemplando a classificação de risco e a intervenção adequada e necessária aos diferentes agravos, com garantia da universalidade, equidade e integralidade no atendimento às urgências clínicas, cirúrgicas, gineco-obstétricas, psiquiátricas, pediátricas e às relacionadas a causas externas (traumatismos, violências e acidentes). II. O financiamento da atenção básica deve ser tripartite. No âmbito federal, o montante de recursos financeiros destinados à viabilização de ações de atenção básica à saúde compõe o Bloco de Financiamento de Atenção Básica (Bloco AB) e parte do Bloco de Financiamento de Investimento.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713843 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. É vedado ao médico desrespeitar a prescrição ou o tratamento de paciente, determinados por outro médico, mesmo quando em função de chefia ou de auditoria, salvo em situação de indiscutível benefício para o paciente, devendo comunicar imediatamente o fato ao médico responsável. II. As ações de vigilância em saúde compreendem exclusivamente as estratégias de distribuição de vacinas para crianças até os 5 anos de idade, no Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713842 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. É vedado ao médico deixar de zelar, quando docente ou autor de publicações científicas, pela veracidade, clareza e imparcialidade das informações apresentadas, bem como deixar de declarar relações com a indústria de medicamentos, órteses, próteses, equipamentos, implantes de qualquer natureza e outras que possam configurar conflitos de interesse, ainda que em potencial. II. O processo de organização e gestão dos cuidados relativos à alimentação e nutrição na Rede de Atenção à Saúde deverá ser iniciado pelo diagnóstico da situação alimentar e nutricional da população adscrita aos serviços e equipes de Atenção Básica. A vigilância alimentar e nutricional possibilitará a constante avaliação e organização da atenção nutricional no SUS, identificando prioridades de acordo com o perfil alimentar e nutricional da população assistida.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713841 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. A Conferência de Saúde irá reunir a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde. II. Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713840 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. A operacionalização da Rede de Atenção à Saúde se dá pela interação dos seus três elementos constitutivos: população/região de saúde definidas, estrutura operacional e por um sistema lógico de funcionamento determinado pelo modelo de atenção à saúde. II. A necessidade de identificar grupos e fatores de risco para influenza é um dos principais entraves ao cumprimento dos objetivos da vigilância epidemiológica da influenza humana.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713839 Medicina
Leia as afirmativas a seguir:
I. A transmissão da leptospirose resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados. A penetração do microrganismo ocorre através da pele com presença de lesões, da pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou através de mucosas. II. O ecocardiograma transtorácico é o exame de imagem de escolha para o diagnóstico e o seguimento de pacientes com suspeita de Insuficiência Cardíaca. III. A confirmação do climatério e menopausa é eminentemente clínica, sendo desnecessárias dosagens hormonais. Apenas em caso de dúvida diagnóstica, dosar FSH (valores acima de 40 mUI/ml indicam hipofunção ovariana; valores inferiores não confirmam climatério).
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
2581: C
2582: C
2583: A
2584: D
2585: B
2586: C
2587: B
2588: A
2589: B
2590: B
2591: B
2592: A
2593: A
2594: B
2595: A
2596: B
2597: A
2598: A
2599: B
2600: D