Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de pará de minas - mg

Foram encontradas 743 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2132154 Português
Ex-boxeador faz sucesso como designer de unhas
no ES: ‘Continuo na luta, agora de outro jeito’

Já faz alguns anos que Thomaz Edson trocou os ringues e a carreira como boxeador pelo salão de beleza.
Não foi um processo fácil: o capixaba, filho do vitorioso boxeador Touro Moreno e irmão dos medalhistas olímpicos Esquiva e Yamaguchi Falcão, precisou se afastar do esporte após uma séria lesão.
Em meio aos preparativos para competir nas Olímpiadas de 2012, em Londres, Thomaz estava participando do campeonato nacional de boxe, em São Paulo (SP), quando estourou o ligamento do ombro.
A lesão, ocorrida em 2010, o obrigou a “amarrar as luvas” e mudar os planos de vida.
Além dessa lesão, Thomaz sofreu outra contusão no mesmo local pouco depois, o que agravou o problema e tornou a recuperação do membro impossível. Assim, foi decretado o fim precoce da carreira como boxeador.
Pouco depois, ele passou a treinar o outro irmão, Yamaguchi Falcão, nos Estados Unidos, mas a rotina não prosperou.
Foi aí que Thomaz encontrou uma nova paixão transformada em profissão sem sequer precisar sair de casa. Ele descobriu que sua enteada, Julianna Alves, estava fazendo um curso de design de unhas, e também se interessou pelas aulas.
“Ela estava em um período de transição de maquiadora para designer de unhas. Enquanto ela estava aprendendo, eu acompanhei a evolução dela”, declarou o ex-pugilista. 
Aos poucos, ele foi tomando gosto pela nova profissão e resolveu apostar na nova carreira. Ao lado de Julianna, Thomaz foi se superando gradativamente e ganhando terreno nas redes sociais. 
Hoje, além do atendimento à clientela, ele faz sucesso na internet com fotos e vídeos criativos sobre sua rotina. Já as luvas dos tempos do boxe ainda são usadas, mas agora apenas por diversão. 

Incentivo contra o preconceito

Como era de se esperar, a nova fase de Thomaz veio cercada de preconceitos e velhos estereótipos que os profissionais da área de beleza precisam lidar todos os dias. 
Felizmente, entre uma crítica vazia e outra, ele recebe centenas de mensagens de apoio em resposta. E o melhor: hoje ganha muito mais do que na época em que era boxeador.
“Tem que ignorar as críticas. Só recebe críticas quem está fazendo algo. Hoje eu tenho parceria, apoio, dentro dessa profissão, que eu não tinha antes. Hoje eu recebo três vezes mais do que eu recebia no esporte. Minha família é totalmente orgulhosa de mim. Eu estou batalhando mesmo, procurando ser protagonista da minha caminhada. Continuo na luta, mas de outro jeito”, disse o designer de unhas. 

Disponível em: https://bityli.com/pMEkvR.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho. 


“Assim, foi decretado o fim precoce da carreira como boxeador.”


Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra destacada.

Alternativas
Q2132153 Português
Ex-boxeador faz sucesso como designer de unhas
no ES: ‘Continuo na luta, agora de outro jeito’

Já faz alguns anos que Thomaz Edson trocou os ringues e a carreira como boxeador pelo salão de beleza.
Não foi um processo fácil: o capixaba, filho do vitorioso boxeador Touro Moreno e irmão dos medalhistas olímpicos Esquiva e Yamaguchi Falcão, precisou se afastar do esporte após uma séria lesão.
Em meio aos preparativos para competir nas Olímpiadas de 2012, em Londres, Thomaz estava participando do campeonato nacional de boxe, em São Paulo (SP), quando estourou o ligamento do ombro.
A lesão, ocorrida em 2010, o obrigou a “amarrar as luvas” e mudar os planos de vida.
Além dessa lesão, Thomaz sofreu outra contusão no mesmo local pouco depois, o que agravou o problema e tornou a recuperação do membro impossível. Assim, foi decretado o fim precoce da carreira como boxeador.
Pouco depois, ele passou a treinar o outro irmão, Yamaguchi Falcão, nos Estados Unidos, mas a rotina não prosperou.
Foi aí que Thomaz encontrou uma nova paixão transformada em profissão sem sequer precisar sair de casa. Ele descobriu que sua enteada, Julianna Alves, estava fazendo um curso de design de unhas, e também se interessou pelas aulas.
“Ela estava em um período de transição de maquiadora para designer de unhas. Enquanto ela estava aprendendo, eu acompanhei a evolução dela”, declarou o ex-pugilista. 
Aos poucos, ele foi tomando gosto pela nova profissão e resolveu apostar na nova carreira. Ao lado de Julianna, Thomaz foi se superando gradativamente e ganhando terreno nas redes sociais. 
Hoje, além do atendimento à clientela, ele faz sucesso na internet com fotos e vídeos criativos sobre sua rotina. Já as luvas dos tempos do boxe ainda são usadas, mas agora apenas por diversão. 

Incentivo contra o preconceito

Como era de se esperar, a nova fase de Thomaz veio cercada de preconceitos e velhos estereótipos que os profissionais da área de beleza precisam lidar todos os dias. 
Felizmente, entre uma crítica vazia e outra, ele recebe centenas de mensagens de apoio em resposta. E o melhor: hoje ganha muito mais do que na época em que era boxeador.
“Tem que ignorar as críticas. Só recebe críticas quem está fazendo algo. Hoje eu tenho parceria, apoio, dentro dessa profissão, que eu não tinha antes. Hoje eu recebo três vezes mais do que eu recebia no esporte. Minha família é totalmente orgulhosa de mim. Eu estou batalhando mesmo, procurando ser protagonista da minha caminhada. Continuo na luta, mas de outro jeito”, disse o designer de unhas. 

Disponível em: https://bityli.com/pMEkvR.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2132152 Português
Ex-boxeador faz sucesso como designer de unhas
no ES: ‘Continuo na luta, agora de outro jeito’

Já faz alguns anos que Thomaz Edson trocou os ringues e a carreira como boxeador pelo salão de beleza.
Não foi um processo fácil: o capixaba, filho do vitorioso boxeador Touro Moreno e irmão dos medalhistas olímpicos Esquiva e Yamaguchi Falcão, precisou se afastar do esporte após uma séria lesão.
Em meio aos preparativos para competir nas Olímpiadas de 2012, em Londres, Thomaz estava participando do campeonato nacional de boxe, em São Paulo (SP), quando estourou o ligamento do ombro.
A lesão, ocorrida em 2010, o obrigou a “amarrar as luvas” e mudar os planos de vida.
Além dessa lesão, Thomaz sofreu outra contusão no mesmo local pouco depois, o que agravou o problema e tornou a recuperação do membro impossível. Assim, foi decretado o fim precoce da carreira como boxeador.
Pouco depois, ele passou a treinar o outro irmão, Yamaguchi Falcão, nos Estados Unidos, mas a rotina não prosperou.
Foi aí que Thomaz encontrou uma nova paixão transformada em profissão sem sequer precisar sair de casa. Ele descobriu que sua enteada, Julianna Alves, estava fazendo um curso de design de unhas, e também se interessou pelas aulas.
“Ela estava em um período de transição de maquiadora para designer de unhas. Enquanto ela estava aprendendo, eu acompanhei a evolução dela”, declarou o ex-pugilista. 
Aos poucos, ele foi tomando gosto pela nova profissão e resolveu apostar na nova carreira. Ao lado de Julianna, Thomaz foi se superando gradativamente e ganhando terreno nas redes sociais. 
Hoje, além do atendimento à clientela, ele faz sucesso na internet com fotos e vídeos criativos sobre sua rotina. Já as luvas dos tempos do boxe ainda são usadas, mas agora apenas por diversão. 

Incentivo contra o preconceito

Como era de se esperar, a nova fase de Thomaz veio cercada de preconceitos e velhos estereótipos que os profissionais da área de beleza precisam lidar todos os dias. 
Felizmente, entre uma crítica vazia e outra, ele recebe centenas de mensagens de apoio em resposta. E o melhor: hoje ganha muito mais do que na época em que era boxeador.
“Tem que ignorar as críticas. Só recebe críticas quem está fazendo algo. Hoje eu tenho parceria, apoio, dentro dessa profissão, que eu não tinha antes. Hoje eu recebo três vezes mais do que eu recebia no esporte. Minha família é totalmente orgulhosa de mim. Eu estou batalhando mesmo, procurando ser protagonista da minha caminhada. Continuo na luta, mas de outro jeito”, disse o designer de unhas. 

Disponível em: https://bityli.com/pMEkvR.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
Após a mudança de profissão, Thomaz passou a ganhar mais dinheiro.
Em relação à decisão tomada pelo ex-lutador, ganhar mais dinheiro foi uma  
Alternativas
Q2132151 Português
Brasil faz campanha perfeita e se torna bicampeão
mundial de Futsal Down

Com uma campanha impecável, a Seleção Brasileira conquistou o bicampeonato mundial de Futsal Down, cuja final ocorreu no último domingo (10/04) em Lima, no Peru.
O Brasil conquistou o torneio de forma invicta, tendo derrotado a Argentina na grande final por sonoros 5 a 1, com 4 gols de Júlio e um do capitão da equipe, Renato Gregório, eleito o melhor jogador da competição.
Essa é a segunda final consecutiva entre a nossa seleção e os argentinos, que também ficaram com o vice-campeonato em 2019. 

Campanha impecável no Futsal Down

A Seleção Brasileira, comandada pelo técnico Cleiton Monteiro, conquistou o bi com 5 vitórias em 5 jogos, contra Uruguai, Chile e Turquia (fase de grupos), além de Portugal e Argentina na fase final.
Além disso, fechou o Torneio de Futsal Down com o melhor ataque (51 gols, média de 10,2 por partida), melhor defesa (4 gols sofridos) e artilheiro da competição, Júlio Silva, que sozinho fez 21 gols! 
“Estou bastante contente, trabalhamos muito para conquistar os dois Mundiais”, disse o técnico brasileiro.
Esta é a terceira edição do Campeonato Mundial de Futsal para atletas com Síndrome de Down.
A primeira, sediada em Portugal em 2018, consagrou a Itália como grande campeã. Do ano seguinte pra cá, o Brasil passou a reinar no torneio. 
Vencemos a edição seguinte, de forma invicta, em Ribeirão Preto (SP), e agora a que acabou neste domingo, em Lima.
No próximo ano ocorrerá a Copa América, no Brasil, que será classificatória para o Mundial de 2024 na Turquia. Rumo ao tri! 

Disponível em: https://bityli.com/DCNYFP.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho. 


“Com uma campanha impecável, a Seleção Brasileira conquistou o bicampeonato mundial de Futsal Down, cuja final ocorreu no último domingo (10/04) em Lima, no Peru.”


A palavra destacada foi formada pelo processo de

Alternativas
Q2132150 Português
Brasil faz campanha perfeita e se torna bicampeão
mundial de Futsal Down

Com uma campanha impecável, a Seleção Brasileira conquistou o bicampeonato mundial de Futsal Down, cuja final ocorreu no último domingo (10/04) em Lima, no Peru.
O Brasil conquistou o torneio de forma invicta, tendo derrotado a Argentina na grande final por sonoros 5 a 1, com 4 gols de Júlio e um do capitão da equipe, Renato Gregório, eleito o melhor jogador da competição.
Essa é a segunda final consecutiva entre a nossa seleção e os argentinos, que também ficaram com o vice-campeonato em 2019. 

Campanha impecável no Futsal Down

A Seleção Brasileira, comandada pelo técnico Cleiton Monteiro, conquistou o bi com 5 vitórias em 5 jogos, contra Uruguai, Chile e Turquia (fase de grupos), além de Portugal e Argentina na fase final.
Além disso, fechou o Torneio de Futsal Down com o melhor ataque (51 gols, média de 10,2 por partida), melhor defesa (4 gols sofridos) e artilheiro da competição, Júlio Silva, que sozinho fez 21 gols! 
“Estou bastante contente, trabalhamos muito para conquistar os dois Mundiais”, disse o técnico brasileiro.
Esta é a terceira edição do Campeonato Mundial de Futsal para atletas com Síndrome de Down.
A primeira, sediada em Portugal em 2018, consagrou a Itália como grande campeã. Do ano seguinte pra cá, o Brasil passou a reinar no torneio. 
Vencemos a edição seguinte, de forma invicta, em Ribeirão Preto (SP), e agora a que acabou neste domingo, em Lima.
No próximo ano ocorrerá a Copa América, no Brasil, que será classificatória para o Mundial de 2024 na Turquia. Rumo ao tri! 

Disponível em: https://bityli.com/DCNYFP.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

Releia o último parágrafo do texto. 


“No próximo ano ocorrerá a Copa América, no Brasil, que será classificatória para o Mundial de 2024 na Turquia. Rumo ao tri!”


 O sinal de pontuação utilizado no final do parágrafo indica

Alternativas
Q2132149 Português
Brasil faz campanha perfeita e se torna bicampeão
mundial de Futsal Down

Com uma campanha impecável, a Seleção Brasileira conquistou o bicampeonato mundial de Futsal Down, cuja final ocorreu no último domingo (10/04) em Lima, no Peru.
O Brasil conquistou o torneio de forma invicta, tendo derrotado a Argentina na grande final por sonoros 5 a 1, com 4 gols de Júlio e um do capitão da equipe, Renato Gregório, eleito o melhor jogador da competição.
Essa é a segunda final consecutiva entre a nossa seleção e os argentinos, que também ficaram com o vice-campeonato em 2019. 

Campanha impecável no Futsal Down

A Seleção Brasileira, comandada pelo técnico Cleiton Monteiro, conquistou o bi com 5 vitórias em 5 jogos, contra Uruguai, Chile e Turquia (fase de grupos), além de Portugal e Argentina na fase final.
Além disso, fechou o Torneio de Futsal Down com o melhor ataque (51 gols, média de 10,2 por partida), melhor defesa (4 gols sofridos) e artilheiro da competição, Júlio Silva, que sozinho fez 21 gols! 
“Estou bastante contente, trabalhamos muito para conquistar os dois Mundiais”, disse o técnico brasileiro.
Esta é a terceira edição do Campeonato Mundial de Futsal para atletas com Síndrome de Down.
A primeira, sediada em Portugal em 2018, consagrou a Itália como grande campeã. Do ano seguinte pra cá, o Brasil passou a reinar no torneio. 
Vencemos a edição seguinte, de forma invicta, em Ribeirão Preto (SP), e agora a que acabou neste domingo, em Lima.
No próximo ano ocorrerá a Copa América, no Brasil, que será classificatória para o Mundial de 2024 na Turquia. Rumo ao tri! 

Disponível em: https://bityli.com/DCNYFP.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
Releia este trecho.
“Estou bastante contente, trabalhamos muito para conquistar os dois Mundiais”, disse o técnico brasileiro.”
As aspas utilizadas no texto têm a função de 
Alternativas
Q2132148 Português
Brasil faz campanha perfeita e se torna bicampeão
mundial de Futsal Down

Com uma campanha impecável, a Seleção Brasileira conquistou o bicampeonato mundial de Futsal Down, cuja final ocorreu no último domingo (10/04) em Lima, no Peru.
O Brasil conquistou o torneio de forma invicta, tendo derrotado a Argentina na grande final por sonoros 5 a 1, com 4 gols de Júlio e um do capitão da equipe, Renato Gregório, eleito o melhor jogador da competição.
Essa é a segunda final consecutiva entre a nossa seleção e os argentinos, que também ficaram com o vice-campeonato em 2019. 

Campanha impecável no Futsal Down

A Seleção Brasileira, comandada pelo técnico Cleiton Monteiro, conquistou o bi com 5 vitórias em 5 jogos, contra Uruguai, Chile e Turquia (fase de grupos), além de Portugal e Argentina na fase final.
Além disso, fechou o Torneio de Futsal Down com o melhor ataque (51 gols, média de 10,2 por partida), melhor defesa (4 gols sofridos) e artilheiro da competição, Júlio Silva, que sozinho fez 21 gols! 
“Estou bastante contente, trabalhamos muito para conquistar os dois Mundiais”, disse o técnico brasileiro.
Esta é a terceira edição do Campeonato Mundial de Futsal para atletas com Síndrome de Down.
A primeira, sediada em Portugal em 2018, consagrou a Itália como grande campeã. Do ano seguinte pra cá, o Brasil passou a reinar no torneio. 
Vencemos a edição seguinte, de forma invicta, em Ribeirão Preto (SP), e agora a que acabou neste domingo, em Lima.
No próximo ano ocorrerá a Copa América, no Brasil, que será classificatória para o Mundial de 2024 na Turquia. Rumo ao tri! 

Disponível em: https://bityli.com/DCNYFP.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2132147 Português
Brasil faz campanha perfeita e se torna bicampeão
mundial de Futsal Down

Com uma campanha impecável, a Seleção Brasileira conquistou o bicampeonato mundial de Futsal Down, cuja final ocorreu no último domingo (10/04) em Lima, no Peru.
O Brasil conquistou o torneio de forma invicta, tendo derrotado a Argentina na grande final por sonoros 5 a 1, com 4 gols de Júlio e um do capitão da equipe, Renato Gregório, eleito o melhor jogador da competição.
Essa é a segunda final consecutiva entre a nossa seleção e os argentinos, que também ficaram com o vice-campeonato em 2019. 

Campanha impecável no Futsal Down

A Seleção Brasileira, comandada pelo técnico Cleiton Monteiro, conquistou o bi com 5 vitórias em 5 jogos, contra Uruguai, Chile e Turquia (fase de grupos), além de Portugal e Argentina na fase final.
Além disso, fechou o Torneio de Futsal Down com o melhor ataque (51 gols, média de 10,2 por partida), melhor defesa (4 gols sofridos) e artilheiro da competição, Júlio Silva, que sozinho fez 21 gols! 
“Estou bastante contente, trabalhamos muito para conquistar os dois Mundiais”, disse o técnico brasileiro.
Esta é a terceira edição do Campeonato Mundial de Futsal para atletas com Síndrome de Down.
A primeira, sediada em Portugal em 2018, consagrou a Itália como grande campeã. Do ano seguinte pra cá, o Brasil passou a reinar no torneio. 
Vencemos a edição seguinte, de forma invicta, em Ribeirão Preto (SP), e agora a que acabou neste domingo, em Lima.
No próximo ano ocorrerá a Copa América, no Brasil, que será classificatória para o Mundial de 2024 na Turquia. Rumo ao tri! 

Disponível em: https://bityli.com/DCNYFP.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2131996 Saúde Pública
O processo de vacinação é tema comum na atualidade devido ao desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19.
Sobre as vacinas, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2131995 Saúde Pública
A Atenção Primária à Saúde, desde a organização das redes de atenção à saúde, assumiu a centralidade do Sistema Único de Saúde e apresenta como atividade exclusiva desse nível de atenção: 
Alternativas
Q2131994 Saúde Pública
Assinale a alternativa que trata da estratégia de expansão, qualificação e consolidação da Atenção Básica:  
Alternativas
Q2131993 Direito Sanitário
A regulação das ações e serviços de saúde, em todo o território nacional, está descrita na Lei nº 8080/90. Essa lei mudou o modelo organizativo e assistencial de saúde no Brasil, pois: 
Alternativas
Q2131992 Saúde Pública
O primeiro nível de atenção no Sistema Único de Saúde é responsável por oferecer serviços de saúde que focalizem ações  
Alternativas
Q2131981 Português
Leia o título e o subtítulo de uma reportagem do jornal O Globo, de 2016. 
‘Vem, meteoro!’ é a expressão de 2016
Em ano que muitos gostariam de esquecer, pedido por fim (ou recomeço) do mundo ganha as redes e até os palcos
Disponível em: http://glo.bo/38Qauja.
Acesso em: 29 maio. 2022.
A palavra “meteoro”, nesse trecho, é
Alternativas
Q2131980 Português

TEXTO II 


Cientistas captam asteroide mudando de cor pela

primeira vez


O asteroide 6478 Gault foi flagrado mudando do

vermelho para o azul: entenda por que isso aconteceu


Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) flagraram um asteroide mudando de cor pela primeira vez. O objeto 6478 Gault, que tem pouco mais de 4 km de comprimento, estava avermelhado quando, de repente, ficou azul.


“Foi uma grande surpresa”, disse Michael Marsset, do departamento de Terra, Atmosfera e Ciências Planetárias do MIT. “Acho que testemunhamos o asteroide perdendo sua poeira vermelha para o espaço, até que ele foi perdendo suas camadas e exibindo suas capas azuis.” 


Uma hipótese para explicar a mudança de cores é que a superfície poeirenta do asteroide ficou avermelhada após milhões de anos de exposição ao Sol. Depois, conforme o corpo espacial foi jogado no espaço, ele revelou sua camada que sofreu menos irradiação, uma parte que parece ser mais azul.


As cores se alteram, segundo os cientistas, devido à rotação do 6478 Gault: a velocidade de giro do corpo permite que as camadas de poeira saiam da sua superfície. A estimativa é que o asteroide faça uma rotação de duas horas, cada uma em um intervalo de algumas horas.


“Cerca de 10% dos asteroides giram muito rápido, o que significa uma rotação de pelo menos duas a três horas”, afirmou Marsset.” Isso ocorre devido ao Sol, que os ajuda a girar.” 


Em dezembro de 2018, o 6478 Gault já tinha sido avistado por astrônomos no cinturão de asteroides que fica no nosso Sistema Solar, entre as órbitas de Marte de Júpiter. Na ocasião, o objeto espacial mostrou um comportamento parecido com o de cometas: ele deixou duas trilhas de poeira para trás.


Os cientistas acreditam que o 6478 Gault é um asteroide rochoso. Isso porque, mesmo que a cauda do objeto pareça ser a de um cometa, o mecanismo que a originou é diferente de qualquer cometa ou de qualquer asteroide presente nos principais cinturões espaciais.


Disponível em: https://bit.ly/3wZfXvO.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Releia este trecho.


“O asteroide 6478 Gault foi flagrado mudando do vermelho para o azul: entenda por que isso aconteceu”  


Em relação a esse trecho, analise as afirmativas a seguir.


I. A locução “por que” não está escrita corretamente de acordo com a norma-padrão.

II. O sinal de dois-pontos foi utilizado para marcar a introdução de uma informação relevante.

III. Os verbos presentes no trecho não estão no mesmo tempo verbal.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2131979 Português

TEXTO II 


Cientistas captam asteroide mudando de cor pela

primeira vez


O asteroide 6478 Gault foi flagrado mudando do

vermelho para o azul: entenda por que isso aconteceu


Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) flagraram um asteroide mudando de cor pela primeira vez. O objeto 6478 Gault, que tem pouco mais de 4 km de comprimento, estava avermelhado quando, de repente, ficou azul.


“Foi uma grande surpresa”, disse Michael Marsset, do departamento de Terra, Atmosfera e Ciências Planetárias do MIT. “Acho que testemunhamos o asteroide perdendo sua poeira vermelha para o espaço, até que ele foi perdendo suas camadas e exibindo suas capas azuis.” 


Uma hipótese para explicar a mudança de cores é que a superfície poeirenta do asteroide ficou avermelhada após milhões de anos de exposição ao Sol. Depois, conforme o corpo espacial foi jogado no espaço, ele revelou sua camada que sofreu menos irradiação, uma parte que parece ser mais azul.


As cores se alteram, segundo os cientistas, devido à rotação do 6478 Gault: a velocidade de giro do corpo permite que as camadas de poeira saiam da sua superfície. A estimativa é que o asteroide faça uma rotação de duas horas, cada uma em um intervalo de algumas horas.


“Cerca de 10% dos asteroides giram muito rápido, o que significa uma rotação de pelo menos duas a três horas”, afirmou Marsset.” Isso ocorre devido ao Sol, que os ajuda a girar.” 


Em dezembro de 2018, o 6478 Gault já tinha sido avistado por astrônomos no cinturão de asteroides que fica no nosso Sistema Solar, entre as órbitas de Marte de Júpiter. Na ocasião, o objeto espacial mostrou um comportamento parecido com o de cometas: ele deixou duas trilhas de poeira para trás.


Os cientistas acreditam que o 6478 Gault é um asteroide rochoso. Isso porque, mesmo que a cauda do objeto pareça ser a de um cometa, o mecanismo que a originou é diferente de qualquer cometa ou de qualquer asteroide presente nos principais cinturões espaciais.


Disponível em: https://bit.ly/3wZfXvO.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Os termos destacados a seguir estão corretamente identificados entre colchetes, exceto em:
Alternativas
Q2131978 Português

TEXTO II 


Cientistas captam asteroide mudando de cor pela

primeira vez


O asteroide 6478 Gault foi flagrado mudando do

vermelho para o azul: entenda por que isso aconteceu


Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) flagraram um asteroide mudando de cor pela primeira vez. O objeto 6478 Gault, que tem pouco mais de 4 km de comprimento, estava avermelhado quando, de repente, ficou azul.


“Foi uma grande surpresa”, disse Michael Marsset, do departamento de Terra, Atmosfera e Ciências Planetárias do MIT. “Acho que testemunhamos o asteroide perdendo sua poeira vermelha para o espaço, até que ele foi perdendo suas camadas e exibindo suas capas azuis.” 


Uma hipótese para explicar a mudança de cores é que a superfície poeirenta do asteroide ficou avermelhada após milhões de anos de exposição ao Sol. Depois, conforme o corpo espacial foi jogado no espaço, ele revelou sua camada que sofreu menos irradiação, uma parte que parece ser mais azul.


As cores se alteram, segundo os cientistas, devido à rotação do 6478 Gault: a velocidade de giro do corpo permite que as camadas de poeira saiam da sua superfície. A estimativa é que o asteroide faça uma rotação de duas horas, cada uma em um intervalo de algumas horas.


“Cerca de 10% dos asteroides giram muito rápido, o que significa uma rotação de pelo menos duas a três horas”, afirmou Marsset.” Isso ocorre devido ao Sol, que os ajuda a girar.” 


Em dezembro de 2018, o 6478 Gault já tinha sido avistado por astrônomos no cinturão de asteroides que fica no nosso Sistema Solar, entre as órbitas de Marte de Júpiter. Na ocasião, o objeto espacial mostrou um comportamento parecido com o de cometas: ele deixou duas trilhas de poeira para trás.


Os cientistas acreditam que o 6478 Gault é um asteroide rochoso. Isso porque, mesmo que a cauda do objeto pareça ser a de um cometa, o mecanismo que a originou é diferente de qualquer cometa ou de qualquer asteroide presente nos principais cinturões espaciais.


Disponível em: https://bit.ly/3wZfXvO.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2131977 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Leia a charge a seguir.


6.png (336×253)

Disponível em: https://bit.ly/3wWv9Kb.

Acesso em: 29 maio. 2022.


Considerando o tema da charge, a queda do meteoro que foi responsável pela extinção dos dinossauros, o trecho do texto I que melhor corrobora essa charge é:

Alternativas
Q2131976 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir, acerca da pontuação de trechos do texto. 
I. Em “Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa [...]”, as vírgulas foram utilizadas para isolar um advérbio. II. Em “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.”, as aspas foram utilizadas para marcar a fala de outra pessoa distinta do autor do texto. III. Em “Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800.”, o travessão foi utilizado para separar uma opinião particular do autor.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2131975 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Releia o título do texto. 


“Um belo de um asteroide


São sinônimos utilizados no texto da palavra destacada, exceto:

Alternativas
Respostas
121: B
122: C
123: D
124: D
125: B
126: C
127: C
128: B
129: A
130: A
131: A
132: A
133: A
134: A
135: A
136: A
137: A
138: A
139: A
140: A