Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de formiga - mg

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Q2425306 Português

Texto para responder às questões de 41 a 43.


[...] Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única forma diferente das outras é a da 3ª pessoa do singular, que ganha um –s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you, we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he, she, it, we, you, they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão, etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada.

Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you / he / she / it / we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você / ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava... O fenômeno linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno – e só ela – é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo!



BAGNO,Marcos.QuemridoquêFragmento.Disponívelem:http://www.marcosbagno.com.br/conteudo/textos-carosamigos.htm.)

Considerando-se o estudo sobre a variedade linguística e tendo em vista as ponderações feitas pelo autor, é correto afirmar que as expressões que aparecem entre aspas no segundo parágrafo denotam, no contexto:

Alternativas
Q2425305 Português

Texto para responder às questões de 41 a 43.


[...] Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única forma diferente das outras é a da 3ª pessoa do singular, que ganha um –s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you, we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he, she, it, we, you, they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão, etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada.

Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you / he / she / it / we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você / ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava... O fenômeno linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno – e só ela – é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo!



BAGNO,Marcos.QuemridoquêFragmento.Disponívelem:http://www.marcosbagno.com.br/conteudo/textos-carosamigos.htm.)

Considerando-se o texto apresentado, pode-se afirmar que se apresenta como principal objetivo comunicativo:

Alternativas
Q2425304 Português

Leia o fragmento a seguir para responder à questão proposta.


Entrei no quarto. Você estava sentado na cama, com o rosto entre as mãos. “Papai”, e você me olhou como se não me conhecesse ou eu não estivesse ali. “Perdão”, pedi. Você fez que sim com a cabeça e no mesmo instante dei meia-volta, fui recolher minha pobre bicicleta, dizendo a mim mesmo, jurando até, que você podia perdoar quantas vezes quisesse, mas que eu jamais o perdoaria.

Mas não chore, papai.

Quem, em menino, desafeito ao pó de sua cidade, sonhou com os Jardins da Babilônia e outras estampas do Sabonete Eucalol não acha em seu coração lugar para o rancor. Eu jurei em falso. Eu perdoei você.


(Sérgio Faraco. Dançar tango em Porto Alegre. 2ª ed. Porto Alegre:

L&PM, 2004.)


Sabendo-se que o discurso apresentado é proferido pelo narrador-personagem, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2425303 Português

Texto para responder às questões de 37 a 39.


Uma esperança


Aqui em casa pousou uma esperança. Não a clássica, que tantas vezes verifica-se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto.

Houve um grito abafado de um de meus filhos:

– Uma esperança! e na parede, bem em cima de sua cadeira! Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças, já tem idade para isso. Antes surpresa minha: esperança é coisa secreta e costuma pousar diretamente em mim, sem ninguém saber, e não acima de minha cabeça numa parede. Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não poderia ser.

– Ela quase não tem corpo, queixei-me.

– Ela só tem alma, explicou meu filho e, como filhos são uma surpresa para nós, descobri com surpresa que ele falava das duas esperanças.

Ela caminhava devagar sobre os fiapos das longas pernas, por entre os quadros da parede. Três vezes tentou renitente uma saída entre dois quadros, três vezes teve que retroceder caminho. Custava a aprender.

– Ela é burrinha, comentou o menino.

– Sei disso, respondi um pouco trágica.

– Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita.

– Sei, é assim mesmo.

– Parece que esperança não tem olhos, mamãe, é guiada pelas antenas.

– Sei, continuei mais infeliz ainda.

Ali ficamos, não sei quanto tempo olhando. Vigiando-a como se vigiava na Grécia ou em Roma o começo de fogo do lar para que não se apagasse.

– Ela se esqueceu de que pode voar, mamãe, e pensa que só pode andar devagar assim.

Andava mesmo devagar – estaria por acaso ferida? Ah não, senão de um modo ou de outro escorreria sangue, tem sido sempre assim comigo.

Foi então que farejando o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha. Não uma aranha, mas me parecia “a” aranha. Andando pela sua teia invisível, parecia transladar-se maciamente no ar. Ela queria a esperança. Mas nós também queríamos e, oh! Deus, queríamos menos que comê-la. Meu filho foi buscar a vassoura. Eu disse fracamente, confusa, sem saber se chegara infelizmente a hora certa de perder a esperança:

– É que não se mata aranha, me disseram que traz sorte...

– Mas ela vai esmigalhar a esperança! respondeu o menino com ferocidade.

– Preciso falar com a empregada para limpar atrás dos quadros – falei sentindo a frase deslocada e ouvindo o certo cansaço que havia na minha voz. Depois devaneei um pouco de como eu seria sucinta e misteriosa com a empregada: eu lhe diria apenas: você faz o favor de facilitar o caminho da esperança.

O menino, morta a aranha, fez um trocadilho, com o inseto e a nossa esperança. Meu outro filho, que estava vendo televisão, ouviu e riu de prazer. Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo.

Mas como é bonito o inseto: mais pousa que vive, é um esqueletinho verde, e tem uma forma tão delicada que isso explica por que eu, que gosto de pegar nas coisas, nunca

tentei pegá-la.

Uma vez, aliás, agora é que me lembro, uma esperança bem menor que esta, pousara no meu braço. Não senti nada, de tão leve que era, foi só visualmente que tomei consciência de sua presença. Encabulei com a delicadeza. Eu não mexia o braço e pensei: “e essa agora? que devo fazer?” Em verdade nada fiz. Fiquei extremamente quieta como se uma flor tivesse nascido em mim. Depois não me lembro mais o que aconteceu. E, acho que não aconteceu nada.


(LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. In: Felicidade Clandestina. Rio de

Janeiro: Rocco, 1998. p. 92-94.)

Dentre os recursos de linguagem utilizados para construção do texto, pode-se afirmar que a autora fez uso de:

Alternativas
Q2425302 Português

Texto para responder às questões de 37 a 39.


Uma esperança


Aqui em casa pousou uma esperança. Não a clássica, que tantas vezes verifica-se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto.

Houve um grito abafado de um de meus filhos:

– Uma esperança! e na parede, bem em cima de sua cadeira! Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças, já tem idade para isso. Antes surpresa minha: esperança é coisa secreta e costuma pousar diretamente em mim, sem ninguém saber, e não acima de minha cabeça numa parede. Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não poderia ser.

– Ela quase não tem corpo, queixei-me.

– Ela só tem alma, explicou meu filho e, como filhos são uma surpresa para nós, descobri com surpresa que ele falava das duas esperanças.

Ela caminhava devagar sobre os fiapos das longas pernas, por entre os quadros da parede. Três vezes tentou renitente uma saída entre dois quadros, três vezes teve que retroceder caminho. Custava a aprender.

– Ela é burrinha, comentou o menino.

– Sei disso, respondi um pouco trágica.

– Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita.

– Sei, é assim mesmo.

– Parece que esperança não tem olhos, mamãe, é guiada pelas antenas.

– Sei, continuei mais infeliz ainda.

Ali ficamos, não sei quanto tempo olhando. Vigiando-a como se vigiava na Grécia ou em Roma o começo de fogo do lar para que não se apagasse.

– Ela se esqueceu de que pode voar, mamãe, e pensa que só pode andar devagar assim.

Andava mesmo devagar – estaria por acaso ferida? Ah não, senão de um modo ou de outro escorreria sangue, tem sido sempre assim comigo.

Foi então que farejando o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha. Não uma aranha, mas me parecia “a” aranha. Andando pela sua teia invisível, parecia transladar-se maciamente no ar. Ela queria a esperança. Mas nós também queríamos e, oh! Deus, queríamos menos que comê-la. Meu filho foi buscar a vassoura. Eu disse fracamente, confusa, sem saber se chegara infelizmente a hora certa de perder a esperança:

– É que não se mata aranha, me disseram que traz sorte...

– Mas ela vai esmigalhar a esperança! respondeu o menino com ferocidade.

– Preciso falar com a empregada para limpar atrás dos quadros – falei sentindo a frase deslocada e ouvindo o certo cansaço que havia na minha voz. Depois devaneei um pouco de como eu seria sucinta e misteriosa com a empregada: eu lhe diria apenas: você faz o favor de facilitar o caminho da esperança.

O menino, morta a aranha, fez um trocadilho, com o inseto e a nossa esperança. Meu outro filho, que estava vendo televisão, ouviu e riu de prazer. Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo.

Mas como é bonito o inseto: mais pousa que vive, é um esqueletinho verde, e tem uma forma tão delicada que isso explica por que eu, que gosto de pegar nas coisas, nunca

tentei pegá-la.

Uma vez, aliás, agora é que me lembro, uma esperança bem menor que esta, pousara no meu braço. Não senti nada, de tão leve que era, foi só visualmente que tomei consciência de sua presença. Encabulei com a delicadeza. Eu não mexia o braço e pensei: “e essa agora? que devo fazer?” Em verdade nada fiz. Fiquei extremamente quieta como se uma flor tivesse nascido em mim. Depois não me lembro mais o que aconteceu. E, acho que não aconteceu nada.


(LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. In: Felicidade Clandestina. Rio de

Janeiro: Rocco, 1998. p. 92-94.)

Não a clássica, que tantas vezes verifica -se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre.” Em uma atividade de reformulação de texto, o professor de língua portuguesa disse aos alunos que o trecho destacado anteriormente deveria ser reescrito, considerando o contexto em que está inserido, de modo que as correções gramatical e semântica fossem mantidas, uma das sugestões apresentadas foi:


“Não foi a esperança, sentimento de quem espera por alguma coisa, que muitas vezes é ilusão, ainda que nos sustente sempre.”


Diante da resposta anterior de um dos alunos, algumas observações foram feitas. Indique a seguir o comentário feito pelo professor em que há correção.

Alternativas
Q2425301 Português

Texto para responder às questões de 37 a 39.


Uma esperança


Aqui em casa pousou uma esperança. Não a clássica, que tantas vezes verifica-se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto.

Houve um grito abafado de um de meus filhos:

– Uma esperança! e na parede, bem em cima de sua cadeira! Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças, já tem idade para isso. Antes surpresa minha: esperança é coisa secreta e costuma pousar diretamente em mim, sem ninguém saber, e não acima de minha cabeça numa parede. Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não poderia ser.

– Ela quase não tem corpo, queixei-me.

– Ela só tem alma, explicou meu filho e, como filhos são uma surpresa para nós, descobri com surpresa que ele falava das duas esperanças.

Ela caminhava devagar sobre os fiapos das longas pernas, por entre os quadros da parede. Três vezes tentou renitente uma saída entre dois quadros, três vezes teve que retroceder caminho. Custava a aprender.

– Ela é burrinha, comentou o menino.

– Sei disso, respondi um pouco trágica.

– Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita.

– Sei, é assim mesmo.

– Parece que esperança não tem olhos, mamãe, é guiada pelas antenas.

– Sei, continuei mais infeliz ainda.

Ali ficamos, não sei quanto tempo olhando. Vigiando-a como se vigiava na Grécia ou em Roma o começo de fogo do lar para que não se apagasse.

– Ela se esqueceu de que pode voar, mamãe, e pensa que só pode andar devagar assim.

Andava mesmo devagar – estaria por acaso ferida? Ah não, senão de um modo ou de outro escorreria sangue, tem sido sempre assim comigo.

Foi então que farejando o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha. Não uma aranha, mas me parecia “a” aranha. Andando pela sua teia invisível, parecia transladar-se maciamente no ar. Ela queria a esperança. Mas nós também queríamos e, oh! Deus, queríamos menos que comê-la. Meu filho foi buscar a vassoura. Eu disse fracamente, confusa, sem saber se chegara infelizmente a hora certa de perder a esperança:

– É que não se mata aranha, me disseram que traz sorte...

– Mas ela vai esmigalhar a esperança! respondeu o menino com ferocidade.

– Preciso falar com a empregada para limpar atrás dos quadros – falei sentindo a frase deslocada e ouvindo o certo cansaço que havia na minha voz. Depois devaneei um pouco de como eu seria sucinta e misteriosa com a empregada: eu lhe diria apenas: você faz o favor de facilitar o caminho da esperança.

O menino, morta a aranha, fez um trocadilho, com o inseto e a nossa esperança. Meu outro filho, que estava vendo televisão, ouviu e riu de prazer. Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo.

Mas como é bonito o inseto: mais pousa que vive, é um esqueletinho verde, e tem uma forma tão delicada que isso explica por que eu, que gosto de pegar nas coisas, nunca

tentei pegá-la.

Uma vez, aliás, agora é que me lembro, uma esperança bem menor que esta, pousara no meu braço. Não senti nada, de tão leve que era, foi só visualmente que tomei consciência de sua presença. Encabulei com a delicadeza. Eu não mexia o braço e pensei: “e essa agora? que devo fazer?” Em verdade nada fiz. Fiquei extremamente quieta como se uma flor tivesse nascido em mim. Depois não me lembro mais o que aconteceu. E, acho que não aconteceu nada.


(LISPECTOR, Clarice. Uma esperança. In: Felicidade Clandestina. Rio de

Janeiro: Rocco, 1998. p. 92-94.)

Considerando-se a intencionalidade discursiva no texto, estabeleça uma análise comparativa entre as diferentes acepções do vocábulo “esperança” e indique a afirmativa correta a seguir.

Alternativas
Q2425300 Português

Imagem associada para resolução da questão

(GONSALES, Fernando. Botando os bofes para fora. São Paulo: Devir, 2002.)


Acerca do diálogo estabelecido entre os personagens da tirinha, analise as considerações a seguir e indique a correta.

Alternativas
Q2425281 Geografia

Sobre a Conferência de Bretton Woods e seus desdobramentos, analise as afirmativas a seguir.


I. Na conferência de Bretton Woods, foram constituídos dois organismos muito importantes no cenário político-econômico e financeiro mundial: o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), mais conhecido como Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.

II. O BIRD zelaria pela estabilidade nas taxas de câmbio, pela paridade e conversibilidade das moedas dos vários países-membros.

III. Ao FMI caberia zelar pela estabilidade financeira mundial; inclusive, garantindo empréstimos, a curto prazo, a esses países, quando estivessem com dificuldades para fechar seu balanço de pagamentos.

IV. Ao BIRD caberia, inicialmente, o financiamento da reconstrução dos países devastados pela guerra e, posteriormente, o financiamento, a longo prazo, de projetos visando ao desenvolvimento dos países-membros.


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Q2425280 Geografia

São diversos os tipos de indústrias; a preponderância desse ou daquele fator na alocação industrial irá depender do tipo de indústria. Relacione adequadamente os tipos de indústrias ao seu respectivo exemplo.


1. Indústria de base.

2. Indústria de bens de capital.

3. Indústria de bens de consumo durável.

4. Indústria de bens de consumo não durável.


( ) Alimentos.

( ) Aparelhos eletrônicos.

( ) Siderúrgica.

( ) Máquinas.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2425279 Geografia

As indústrias estão distribuídas de forma desigual no planeta, pois tendem a se concentrar nos lugares onde há fatores favoráveis à sua localização. Como esses fatores são definidos historicamente, variam com o passar do tempo, dependendo do tipo de indústria. Considere os fatores locacionais relacionados.


I. Matérias-primas.

II. Fontes de energia.

III. Mão de obra.

IV. Mercado consumidor.

V. Infraestrutura de transporte.

VI. Rede de comunicações.

VII. Incentivos fiscais.

VIII. Disponibilidade de água.


Assinale o fator locacional citado anteriormente que teve uma grande importância durante a Primeira Revolução Industrial.

Alternativas
Q2425278 Geografia

Segundo o IBGE, em 1996, o Brasil possuía 1.657.769 quilômetros de rodovias contra 30.501 quilômetros de ferrovias espalhadas em seus 8.547.403,5 quilômetros quadrados. Sobre os meios de transporte, analise as afirmativas a seguir.


I. Levando-se em conta que o país possui dimensões continentais, o nosso modelo de transporte deveria ter priorizado os sistemas ferroviário e hidroviário/marítimo, que são os que consomem menor quantidade de energia.

II. Na prática, as ferrovias foram construídas nos corredores de exportação, enquanto a integração do território nacional foi obtida através do rodoviarismo.

III. O que se verifica em países subdesenvolvidos é uma associação entre os tipos de transportes utilizados, conforme ocorre no Brasil.

IV. Ao contrário do que se observa em outros países mais desenvolvidos, no Brasil há predomínio do transporte rodoviário.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2425277 Geografia

Analise as afirmativas correlatadas a seguir.


I. Os fatores atrativos da urbanização, em países desenvolvidos, estão ligados basicamente ao processo de industrialização em sentido amplo.


OU SEJA


II. As transformações provocadas na cidade pela indústria, notadamente quanto à geração de oportunidades de empregos, seja no setor secundário, seja no setor terciário, com salários em geral mais altos.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2425276 Geografia

A globalização é um dos aspectos mais discutidos e polêmicos da nova ordem internacional. O que vem ser, então, essa tal globalização? Observe as inferências a seguir.


I. O atual processo de globalização nada mais é do que a mais recente fase da expansão capitalista.

II. Agora, a invasão é muito mais silenciosa, sutil e eficaz. Trata-se uma invasão de mercadorias, capitais, serviços, informações e pessoas.

III. As novas armas são a agilidade e a eficiência das comunicações e do controle de dados e informações, obtidos por meio de satélites de comunicação.

IV. Os avanços tecnológicos pouco facilitam a integração em escala mundial.

V. A guerra é travada nas bolsas de valores, de mercadorias e de futuros em todos os mercados do mundo e em todos os setores imagináveis.


São consideradas características da globalização

Alternativas
Q2425275 Geografia

Os sistemas agrícolas e a produção pecuária podem ser classificados como intensivos ou extensivos. Relacione adequadamente os sistemas intensivo e extensivo aos seus respectivos exemplos.


1. Sistema intensivo.

2. Sistema extensivo.


( ) Propriedades que, através da utilização de modernas técnicas de preparo do solo, cultivo e colheitas, apresentam elevados índices de produtividade.

( ) O gado se alimenta apenas de pastos naturais e apresenta baixa produtividade.

( ) Quanto maior a densidade de cabeças de gado, maior é a necessidade de ração, de pastos cultivados e de assistência veterinária.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2425274 Geografia

Há países onde a produção de energia elétrica em usinas nucleares é elevada, devido ao esgotamento das possibilidades de produção hidrelétrica e à carência de combustíveis fósseis para a produção de energia em centrais termelétricas. NÃO se enquadra na produção elevada de energia elétrica por usinas nucleares o seguinte país:

Alternativas
Q2425273 Geografia

Desde 1990, a Organização das Nações Unidas (ONU) levanta o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de quase todos os países do mundo. Esse índice fornece um retrato mais preciso da qualidade de vida das populações. Sobre o IDH, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) Possui tem três componentes: esperança de vida à nascença; nível educacional; e, rendimento.

( ) O valor do IDH para cada país indica a distância que esse país tem de percorrer para atingir certas metas estabelecidas.

( ) Quanto mais próximo de zero estiver o IDH de um país, menor será a distância que ele tem a percorrer.

( ) Pode mostrar a oposição entre ricos e pobres tanto nos países desenvolvidos quanto nos subdesenvolvidos.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2425272 Geografia

Os países subdesenvolvidos abarcam, aproximadamente, quatro quintos da população do planeta; alguns especialistas denominam de subdesenvolvimento. Não há, entretanto, um consenso, porque outros acham mais correto denominá-los não desenvolvidos. Sobre as características dos países subdesenvolvidos, analise as afirmativas a seguir.


I. Apresentam problemas em sua estrutura econômica, social e política.

II. A maioria tem economia forte e independente.

III. Continuam, essencialmente, exportadores de matérias-primas e de alimentos a preços baixos.

IV. A industrialização não é restrita a poucos países.

V. Há profundas desigualdades sociais e regionais em cada um deles.

VI. A maioria da população vive em boas condições.


São consideradas características exclusivas do subdesenvolvimento apenas

Alternativas
Q2425271 Geografia

Na zona rural predominam várias relações de trabalho. Sobre as diversas formas de trabalho, analise as afirmativas a seguir.


I. Na agricultura brasileira, predomina a utilização de mão de obra familiar em pequenas e médias propriedades.

II. Os boias frias, os corumbás e os peões são trabalhadores diaristas, temporários e sem vínculo empregatício.

III. Os trabalhadores assalariados são os que possuem registro em carteira.

IV. Parceiros e arrendatários alugam a terra de determinada pessoa para cultivar alimentos ou criar gado.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2425270 Geografia

A integração econômica de vários países, culminando com o surgimento dos blocos econômicos supranacionais, responde a uma questão primordial colocada pela lógica capitalista. Em uma economia globalizada e cada vez mais competitiva, a constituição de blocos visa dar resposta à constante necessidade de lucros, de acumulação de capitais. Em zonas de livre comércio, o objetivo integracionista evidencia apenas a gradativa liberalização do fluxo de mercadorias e capitais dentro dos limites do bloco. Dos blocos econômicos relacionados, assinale o que expressa uma zona de livre comércio.

Alternativas
Q2425269 Geografia

O capitalismo, como sistema econômico e social, passou a ser dominante no mundo Ocidental a partir do século XVI. O capitalismo evoluiu gradativamente e foi se transformando à medida que novas dificuldades surgiram. A descrição a seguir retrata as características de uma das fases do sistema capitalista.


“Uma das consequências mais importantes do crescimento acelerado da economia capitalista foi o brutal processo de concentração e centralização de capitais. Várias empresas surgiram e cresceram rapidamente: indústrias, bancos, corretoras de valores, casas comerciais etc. A acirrada concorrência favoreceu as grandes empresas, levando a fusões e incorporações que resultaram, a partir de fins do século XIX, na monopolização ou oligopolização de muitos setores da economia.”


As informações retratadas anteriormente se referem ao capitalismo:

Alternativas
Respostas
81: B
82: B
83: C
84: D
85: B
86: C
87: C
88: C
89: D
90: A
91: D
92: C
93: D
94: C
95: C
96: C
97: B
98: A
99: B
100: C