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A educação, para Durkheim, é um fato social. Assim sendo, ela é coercitiva, ou seja, é imposta às pessoas, independente de sua vontade por serem incapazes de reagir diante da ação educativa.
Sobre o tema Educação e Sociedade, leia as afirmativas.
I. Tanto a sociedade quanto a educação contribuem para o desenvolvimento do ser humano. Elas dependem de outros fatores para que o desenvolvimento seja cada vez mais eficaz, como, por exemplo, da política.
II. A educação deve reforçar o respeito pelas culturas, e compreender que elas são imperfeitas em si mesmas, à margem do ser humano.
III. As novas tecnologias têm sido as maiores fontes de transformação da sociedade, porque é partindo desse pressuposto que a educação tem promovido progressos. Estes progressos estão elevando a sociedade a um patamar incalculável de conhecimento.
IV. A educação é perpendicular a todos os membros de uma sociedade. Isto demonstra que a educação é só para uma minoria dessa sociedade.
Está correto apenas o que se afirma em:
Texto para responder à questão.
Dinamarca, um país contra o desperdício de
comida
Embora o desperdício alimentar seja socialmente mal visto, o que geralmente é uma das primeiras lições aprendidas em casa, os maus hábitos superam as boas intenções. Na Dinamarca, o esforço dos últimos cinco anos deu frutos: o país reduziu as perdas de alimentos em 25% graças ao impulso popular do movimento encabeçado pela plataforma Stop Spild Af Mad (“basta de desperdiçar comida”, no idioma local). Esse grupo é o motor, mas já embarcaram na ideia gigantes como Nestlé e Unilever, chefs famosos e redes de supermercados como a Rema 1000. De tanto ser martelada, em meia década essa mensagem impregnou a sociedade.
Numa loja da Rema 1000 em Copenhague, há um saco de cenouras e outro de cherovias (uma raiz semelhante à cenoura) ao lado da balança onde frutas e hortaliças são pesadas. Esses dois produtos, muito populares, são vendidos por unidade, e não em maços ou sacos. É simples e ajuda o consumidor a comprar só o que necessita. Um pouco mais adiante, junto às geladeiras de laticínios, são guardados os ovos. Ficam refrigerados a 12oC para prolongar seu uso sem problemas de toxicidade. Os sacos de pão de forma apresentam meias porções, e as de bolinhos vêm com apenas cinco. Nos freezers das carnes, bifes e peitos de frango com prazo de validade muito exíguo têm um adesivo chamativo e preço reduzido. Em nenhum lugar há ofertas do tipo “leve três e pague dois”.
“Se você for analisar, faz sentido. Para que comprar mais do que o necessário? E, no entanto, todos nós fazemos isso”, diz Anne-Marie Jensen Kerstens, consultora alimentar da Federação de Comerciantes Varejistas (DSK, na sigla em dinamarquês). Em 2008, essa foi a primeira rede de supermercados da Dinamarca a eliminar os descontos por volume, como o 3x2, preferindo oferecer produtos unitários a preços baixos. “Não só não atrapalhou as vendas como o cliente tende a levar a quantidade exata”, comenta Jense Kerstens.
O caminho dinamarquês contra o desperdício
de alimentos - todos os caminhos, na verdade -
levam a Selina Juul, uma designer gráfica
transformada em ativista que abalou as consciências.
Nascida em Moscou em 1980, chegou à Dinamarca
com 13 anos e logo percebeu um fato para ela
inconcebível. “As pessoas jogavam fora os restos de
comida, quando em Moscou não sabíamos o que
íamos comer no dia seguinte”, lembra a criadora de
Stop Spild Af Mad em um restaurante do centro perto
do Ministério de Alimentação, Agricultura e Pesca. É
uma de suas piscadelas típicas. Isso e sua determinação a transformaram na Dinamarquesa do
Ano em 2014. De cidadã irritada com o desperdício
de alimentos (um total de 700.000 toneladas por ano,
das quais 260.000 correspondem ao consumidor),
Juul transformou Stop Spild Af Mad na maior ONG de
seu tipo no país.
Isabel Rerrer. El Pais,15/10/2016
Texto para responder à questão.
Dinamarca, um país contra o desperdício de
comida
Embora o desperdício alimentar seja socialmente mal visto, o que geralmente é uma das primeiras lições aprendidas em casa, os maus hábitos superam as boas intenções. Na Dinamarca, o esforço dos últimos cinco anos deu frutos: o país reduziu as perdas de alimentos em 25% graças ao impulso popular do movimento encabeçado pela plataforma Stop Spild Af Mad (“basta de desperdiçar comida”, no idioma local). Esse grupo é o motor, mas já embarcaram na ideia gigantes como Nestlé e Unilever, chefs famosos e redes de supermercados como a Rema 1000. De tanto ser martelada, em meia década essa mensagem impregnou a sociedade.
Numa loja da Rema 1000 em Copenhague, há um saco de cenouras e outro de cherovias (uma raiz semelhante à cenoura) ao lado da balança onde frutas e hortaliças são pesadas. Esses dois produtos, muito populares, são vendidos por unidade, e não em maços ou sacos. É simples e ajuda o consumidor a comprar só o que necessita. Um pouco mais adiante, junto às geladeiras de laticínios, são guardados os ovos. Ficam refrigerados a 12oC para prolongar seu uso sem problemas de toxicidade. Os sacos de pão de forma apresentam meias porções, e as de bolinhos vêm com apenas cinco. Nos freezers das carnes, bifes e peitos de frango com prazo de validade muito exíguo têm um adesivo chamativo e preço reduzido. Em nenhum lugar há ofertas do tipo “leve três e pague dois”.
“Se você for analisar, faz sentido. Para que comprar mais do que o necessário? E, no entanto, todos nós fazemos isso”, diz Anne-Marie Jensen Kerstens, consultora alimentar da Federação de Comerciantes Varejistas (DSK, na sigla em dinamarquês). Em 2008, essa foi a primeira rede de supermercados da Dinamarca a eliminar os descontos por volume, como o 3x2, preferindo oferecer produtos unitários a preços baixos. “Não só não atrapalhou as vendas como o cliente tende a levar a quantidade exata”, comenta Jense Kerstens.
O caminho dinamarquês contra o desperdício
de alimentos - todos os caminhos, na verdade -
levam a Selina Juul, uma designer gráfica
transformada em ativista que abalou as consciências.
Nascida em Moscou em 1980, chegou à Dinamarca
com 13 anos e logo percebeu um fato para ela
inconcebível. “As pessoas jogavam fora os restos de
comida, quando em Moscou não sabíamos o que
íamos comer no dia seguinte”, lembra a criadora de
Stop Spild Af Mad em um restaurante do centro perto
do Ministério de Alimentação, Agricultura e Pesca. É
uma de suas piscadelas típicas. Isso e sua determinação a transformaram na Dinamarquesa do
Ano em 2014. De cidadã irritada com o desperdício
de alimentos (um total de 700.000 toneladas por ano,
das quais 260.000 correspondem ao consumidor),
Juul transformou Stop Spild Af Mad na maior ONG de
seu tipo no país.
Isabel Rerrer. El Pais,15/10/2016
Texto para responder à questão.
Dinamarca, um país contra o desperdício de
comida
Embora o desperdício alimentar seja socialmente mal visto, o que geralmente é uma das primeiras lições aprendidas em casa, os maus hábitos superam as boas intenções. Na Dinamarca, o esforço dos últimos cinco anos deu frutos: o país reduziu as perdas de alimentos em 25% graças ao impulso popular do movimento encabeçado pela plataforma Stop Spild Af Mad (“basta de desperdiçar comida”, no idioma local). Esse grupo é o motor, mas já embarcaram na ideia gigantes como Nestlé e Unilever, chefs famosos e redes de supermercados como a Rema 1000. De tanto ser martelada, em meia década essa mensagem impregnou a sociedade.
Numa loja da Rema 1000 em Copenhague, há um saco de cenouras e outro de cherovias (uma raiz semelhante à cenoura) ao lado da balança onde frutas e hortaliças são pesadas. Esses dois produtos, muito populares, são vendidos por unidade, e não em maços ou sacos. É simples e ajuda o consumidor a comprar só o que necessita. Um pouco mais adiante, junto às geladeiras de laticínios, são guardados os ovos. Ficam refrigerados a 12oC para prolongar seu uso sem problemas de toxicidade. Os sacos de pão de forma apresentam meias porções, e as de bolinhos vêm com apenas cinco. Nos freezers das carnes, bifes e peitos de frango com prazo de validade muito exíguo têm um adesivo chamativo e preço reduzido. Em nenhum lugar há ofertas do tipo “leve três e pague dois”.
“Se você for analisar, faz sentido. Para que comprar mais do que o necessário? E, no entanto, todos nós fazemos isso”, diz Anne-Marie Jensen Kerstens, consultora alimentar da Federação de Comerciantes Varejistas (DSK, na sigla em dinamarquês). Em 2008, essa foi a primeira rede de supermercados da Dinamarca a eliminar os descontos por volume, como o 3x2, preferindo oferecer produtos unitários a preços baixos. “Não só não atrapalhou as vendas como o cliente tende a levar a quantidade exata”, comenta Jense Kerstens.
O caminho dinamarquês contra o desperdício
de alimentos - todos os caminhos, na verdade -
levam a Selina Juul, uma designer gráfica
transformada em ativista que abalou as consciências.
Nascida em Moscou em 1980, chegou à Dinamarca
com 13 anos e logo percebeu um fato para ela
inconcebível. “As pessoas jogavam fora os restos de
comida, quando em Moscou não sabíamos o que
íamos comer no dia seguinte”, lembra a criadora de
Stop Spild Af Mad em um restaurante do centro perto
do Ministério de Alimentação, Agricultura e Pesca. É
uma de suas piscadelas típicas. Isso e sua determinação a transformaram na Dinamarquesa do
Ano em 2014. De cidadã irritada com o desperdício
de alimentos (um total de 700.000 toneladas por ano,
das quais 260.000 correspondem ao consumidor),
Juul transformou Stop Spild Af Mad na maior ONG de
seu tipo no país.
Isabel Rerrer. El Pais,15/10/2016
Texto para responder à questão.
Dinamarca, um país contra o desperdício de
comida
Embora o desperdício alimentar seja socialmente mal visto, o que geralmente é uma das primeiras lições aprendidas em casa, os maus hábitos superam as boas intenções. Na Dinamarca, o esforço dos últimos cinco anos deu frutos: o país reduziu as perdas de alimentos em 25% graças ao impulso popular do movimento encabeçado pela plataforma Stop Spild Af Mad (“basta de desperdiçar comida”, no idioma local). Esse grupo é o motor, mas já embarcaram na ideia gigantes como Nestlé e Unilever, chefs famosos e redes de supermercados como a Rema 1000. De tanto ser martelada, em meia década essa mensagem impregnou a sociedade.
Numa loja da Rema 1000 em Copenhague, há um saco de cenouras e outro de cherovias (uma raiz semelhante à cenoura) ao lado da balança onde frutas e hortaliças são pesadas. Esses dois produtos, muito populares, são vendidos por unidade, e não em maços ou sacos. É simples e ajuda o consumidor a comprar só o que necessita. Um pouco mais adiante, junto às geladeiras de laticínios, são guardados os ovos. Ficam refrigerados a 12oC para prolongar seu uso sem problemas de toxicidade. Os sacos de pão de forma apresentam meias porções, e as de bolinhos vêm com apenas cinco. Nos freezers das carnes, bifes e peitos de frango com prazo de validade muito exíguo têm um adesivo chamativo e preço reduzido. Em nenhum lugar há ofertas do tipo “leve três e pague dois”.
“Se você for analisar, faz sentido. Para que comprar mais do que o necessário? E, no entanto, todos nós fazemos isso”, diz Anne-Marie Jensen Kerstens, consultora alimentar da Federação de Comerciantes Varejistas (DSK, na sigla em dinamarquês). Em 2008, essa foi a primeira rede de supermercados da Dinamarca a eliminar os descontos por volume, como o 3x2, preferindo oferecer produtos unitários a preços baixos. “Não só não atrapalhou as vendas como o cliente tende a levar a quantidade exata”, comenta Jense Kerstens.
O caminho dinamarquês contra o desperdício
de alimentos - todos os caminhos, na verdade -
levam a Selina Juul, uma designer gráfica
transformada em ativista que abalou as consciências.
Nascida em Moscou em 1980, chegou à Dinamarca
com 13 anos e logo percebeu um fato para ela
inconcebível. “As pessoas jogavam fora os restos de
comida, quando em Moscou não sabíamos o que
íamos comer no dia seguinte”, lembra a criadora de
Stop Spild Af Mad em um restaurante do centro perto
do Ministério de Alimentação, Agricultura e Pesca. É
uma de suas piscadelas típicas. Isso e sua determinação a transformaram na Dinamarquesa do
Ano em 2014. De cidadã irritada com o desperdício
de alimentos (um total de 700.000 toneladas por ano,
das quais 260.000 correspondem ao consumidor),
Juul transformou Stop Spild Af Mad na maior ONG de
seu tipo no país.
Isabel Rerrer. El Pais,15/10/2016
Os parâmetros para a organização dos grupos, decorrerão das especificidades da Proposta Pedagógica, normatizados em Regimento Escolar, sendo recomendada a seguinte relação criança/professor:
Conforme Proposta Pedagógica para as Escolas de Educação Infantil de Rio Branco - Acre, no art. 13, compete a instituição de Educação Infantil elaborar e executar seu Projeto Político Pedagógico, observando que:
I. O Projeto Político Pedagógico é o plano global da instituição, ou seja, o instrumento norteador das ações pedagógicas e administrativas desenvolvidas pela escola.
II. Constitui-se em um documento obrigatório, cuja elaboração é de responsabilidade da equipe gestora, pais, professores, funcionários e representantes da comunidade.
III. É independente das diretrizes curriculares e da legislação de ensino vigente no país.
IV. Deve expressar a identidade da instituição, as características dos alunos e de seu ambiente socioeconômico.
V. Oriente para a tomada de decisões assegurando flexibilidade ao processo de sua execução.
Estão corretos apenas os itens: