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As tentativas de se estabelecerem critérios objetivos sobre a existência de nacionalidade, ou de explicar por que certos grupos se tornaram ‘nações’ e outros não, frequentemente foram feitas com base em critérios simples como a língua ou a etnia ou em uma combinação de critérios como a língua, o território comum, a história comum, os traços culturais comuns e outros mais. (...) Todas as definições objetivas falharam pela óbvia razão de que (...) sempre é possível descobrir exceções. (...) os critérios usados para esse objetivo são em si mesmos ambíguos, mutáveis, opacos (...)”.
(HOBSBAWM, Eric. Nações e Nacionalismo desde 1780. Paz e Terra. São Paulo. 1998.)
Pode-se concluir acerca dos estudos de Hobsbawm sobre o tema, pegando o caso da formação do Estado Nacional italiano, que:
(HOBSBAWM, Eric. Ecos da Marselhesa. Cia das Letras. São Paulo. 1996. pp. 30.)
Pode-se considerar como característica do longo processo revolucionário francês o seguinte aspecto histórico:
“Para os portugueses o ideal teria sido não uma colônia de plantação, mas outra Índia (...). As circunstâncias americanas é que fizeram do povo colonizador de tendências menos rurais ou, pelo menos, com o sentido agrário mais pervertido pelo mercantilismo, o mais rural de todos: do povo que a Índia transformara no mais parasitário, o mais criador. Entre aquelas circunstâncias avultam imperiosas: as qualidades e as condições físicas da terra; as condições morais e materiais da vida e cultura de seus habitantes.”
(FREIRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. SP, Global, 2006. p. 43.)
Pegando como referência esse fragmento presente no clássico “Casa Grande e Senzala”, pode-se considerar como um aspecto da conjuntura que assinalou o início da colonização lusa na América o fato:
Para uma melhor compreensão acerca do sistema escravista colonial português nos trópicos, deve-se considerar o fato da:
Maquiavel é um homem todo da sua época; e a sua ciência política representa a filosofia do tempo, que tende para a organização das monarquias nacionais absolutas, a forma política que permite e facilita um ulterior desenvolvimento das forças produtivas burguesas. Em Maquiavel pode descobrir-se in nuce (de forma concisa) a separação dos poderes e o parlamentarismo (o regime representativo): a sua “ferocia” dirige-se contra os resíduos do mundo feudal, e não contra as classes progressistas. O Príncipe deve pôr termo à anarquia feudal (...).
(GRAMSCI, António S. F. Obras Escolhidas. Editorial Estampa. Lisboa, 1974. Pp. 273-274.)
António Gramsci aprofundou seus estudos sobre “A Política como Ciência Autônoma”, retornando à Maquiavel, quando esse delineou os princípios fundamentais para a constituição dos Estados Modernos, e chamou a atenção para uma série de considerações que devem ser feitas acerca do momento em que Maquiavel elaborava seus estudos, que se apresentava “estreitamente ligado às condições e às exigências de seu tempo”, tais como:
BOBBIO. Norberto. Dicionário de Política. Brasília: Editora da UnB, 1998. p.466.
O texto acima caracteriza o conceito de:
PINSKY, Carla Bassanezi. Novos temas nas aulas de história. São Paulo, 2010. p.74.
A contemplação de questões culturais no ensino de História contribui para a(o):
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2012. p. 339.
Nas referidas eleições, Getúlio Vargas:
PRADO, Maria Ligia; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014. p. 104.
A referida Revolução teve como estopim uma questão:
I. Explicar o significado de “modernidade” e suas lógicas de inclusão e exclusão, com base em uma concepção europeia.
II. Identificar os processos de urbanização e modernização da sociedade brasileira e avaliar suas contradições e impactos na região em que vive.
As habilidades acima elencadas correspondem, respectivamente, ao:
Adaptado de: PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. O desafio ambiental. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 128-129.
A crítica acima ao neoliberalismo ambiental envolve uma lógica que:
SOUZA, Marcelo Lopes. O território: sobre espaço, poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO Et al. (orgs.) Geografia: Conceitos e Temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 78.
A definição acima, amplamente reconhecida pela comunidade geográfica, explicita:
SOUZA, Marcelo Lopes. ABC do desenvolvimento urbano. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 90.
O excerto acima exemplifica uma lógica urbana presente em grande parte do país. Tal lógica é caracterizada pelo(a):
Alguns dos biomas e domínios morfoclimáticos presentes no Brasil são: