Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de itiquira - mt

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Q2154862 Filosofia

Leia o texto a seguir.

No essencial, em sua acepção mais apropriada, a ideia de liberdade coincide com a dos direitos do homem. O que quer dizer, finalmente, ser livre senão conhecer os direitos do homem? Pois conhecê-los é defendê-los.


Fonte: VOLTAIRE apud CASSIRER, Ernst. A filosofia do iluminismo. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1992, p. 336.


Qual prática condiz com a noção de liberdade apresentada?

Alternativas
Q2154852 Português
O sujeito gramatical com o qual o verbo “deixar” concorda no primeiro quadrinho 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2154850 Português

TEXTO 1


A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo. A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas. 

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013.

No último parágrafo do texto, a natureza essencial da palavra “amém” é 
Alternativas
Q2154849 Português

TEXTO 1


A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo. A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas. 

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013.

No texto, as metáforas “poço sem fundo”, “pequeno autoritário” e “deus ressentido” contribuem para 
Alternativas
Q2154843 Português

TEXTO 1


A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo. A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas. 

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013.

Um artigo de opinião se caracteriza pela defesa de um ponto de vista. No texto, predomina a defesa da ideia de que 
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Q2144337 Enfermagem
A higiene das mãos é a principal ação para reduzir a transmissão de microrganismos resistentes consistindo em uma das medidas essenciais para a prevenção e controle das infecções, promovendo a segurança de pacientes, profissionais e usuários nos serviços de saúde. A Organização Mundial da Saúde definiu cinco momentos para a higiene das mãos, de acordo com o fluxo de cuidados assistenciais. Quais são esses cinco momentos?
Alternativas
Q2144336 Enfermagem
A Resolução RDC nº 222, de 28 de março de 2018, dispõe sobre os requisitos de Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde. Os resíduos de serviços de saúde (RSS) são todos os resíduos resultantes das atividades exercidas pelos geradores de resíduos de serviços de saúde. Conforme essa resolução é considerado resíduo perigoso
Alternativas
Q2144335 Enfermagem
Chega na sala de vacinação uma criança de 2 meses de idade. Ao revisar a carteira vacinal, o técnico de enfermagem identifica que a criança ainda não recebeu nenhuma dose de vacina. Para atualizar a carteira vacinal dessa criança, conforme prevê o Calendário Nacional de vacinação, quais vacinas deverão ser aplicadas?
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Q2144333 Enfermagem
O Decreto n. 94.406 regulamenta a Lei n. 7.498 de 1986, que dispõe sobre o exercício da enfermagem. A legislação do exercício profissional da categoria estabelece que são atividades dos auxiliares e técnicos de enfermagem:
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Q2144332 Enfermagem
Os sinais vitais são quantificados mediante avaliações numéricas e comparados a parâmetros tidos como normais, que podem variar de acordo com a idade, peso, sexo e saúde do paciente. A frequência respiratória é o número de respirações que uma pessoa realiza por minuto. Entre as alterações dos ritmos respiratórios encontra-se aquela que se caracteriza por inspirações ruidosas seguida de apneia em inspiração, expiração ruidosa e apneia em expiração. Essa alteração é conhecida por 
Alternativas
Q2144331 Enfermagem
Na enfermagem, é comum utilizar as variações de temperatura com fins terapêuticos para promover o cuidado de enfermagem. Existem muitos benefícios em se utilizar esses dois elementos – calor e frio – como medidas terapêuticas, no entanto, é necessário saber o momento correto de adotar tais estratégias, uma vez que se aplicadas de maneira errada, podem causar lesões nos pacientes. Assim, está indicada a aplicação
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Q2144330 Enfermagem
Leia o caso a seguir.
Um adolescente de 16 anos de idade reside com o avô diagnosticado com hanseníase. Buscou atendimento na sala de vacina da unidade para ser avaliado quanto a necessidade de imunização. Ao avaliar o adolescente, a técnica de enfermagem identificou a cicatriz vacinal. Ao avaliar o cartão de vacina, ela verificou que a dose foi aplicada no adolescente ao nascer.

Considerando o caso relatado e as recomendações constantes na Instrução Normativa referente ao Calendário de Vacinação 2022, elaborado pelo Ministério da Saúde, que orienta avaliar os contatos de hanseníase quanto à necessidade da aplicação da vacina BCG, qual deve ser a conduta da equipe de enfermagem?
Alternativas
Q2144329 Enfermagem
Ao prestar assistência a uma criança internada com diagnóstico de rubéola, deve ser adotada medida de precaução para prevenção de contágio por
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Q2144328 Enfermagem
Conforme as recomendações constantes na Instrução Normativa referente ao Calendário de Vacinação 2022, elaborado pelo Ministério da Saúde, a vacina tríplice viral está indicada para 
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Q2144327 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise o gráfico a seguir. Imagem associada para resolução da questão
Estrutura etária da população de Itiquira – MT: 1991-2010 Fonte: LIMA, E. B. R.; FILHO, P. M.; PALM, R. M. Plano Municipal de Saneamento Básico: Itiquira-MT. Cuiabá-MT: EdUFMT, 2017.


Ao apresentar a estrutura etária da população de Itiquira entre os anos de 1991 e 2010, o gráfico aponta
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Q2144326 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o texto a seguir.
a fiscalização nos postos da Receita Federal do Brasil e do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) na fronteira com a Bolívia tem se intensificado, sendo proibida a entrada e saída de quaisquer tipos de alimentos ou bebidas em ambos os países que não estejam legalmente registrados junto a estes órgãos. Esta preocupação zoofitossanitária também faz com que o Brasil e Mato Grosso constantemente doem vacinas contra febre aftosa à Bolívia, além de intensificar também a fiscalização nas propriedades rurais localizadas a até 15 km da fronteira.
Fonte: FERREIRA, E. A relação entre cidades-irmãs na faixa de fronteira: o caso de Cáceres - Mato Grosso/Brasil e San Matías - Bolívia. Caminhos de Geografia, [S. l.], v. 18, n. 62, p. 87–103, 2017. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/35768. Acesso em: 6 set. 2022.

Por qual motivo o estado do Mato Grosso tomou as medidas apontadas no texto? 
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Q2144325 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise a imagem a seguir. Imagem associada para resolução da questão
Fonte: SEGPLAN-MT, 2010. In: SOARES, J. C. O. MOREIRA. R. A regionalização em Mato Grosso: controvérsias, intenções e consequências na região de planejamento de Cáceres. Ciência Geográfica, Bauru, XXI, v. XXI (1): jan/dez, 2017.

A regionalização apresentada na imagem é apresentada considerando-se
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Q2144324 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise o gráfico a seguir. Imagem associada para resolução da questão
Fonte: CORRÊA, Marcia Leopoldina Montanari et al. Alimento ou mercadoria? Indicadores de autossuficiência alimentar em territórios do agronegócio, Mato Grosso, Brasil. Saúde Debate, v.. 43, N. 123, p. 1070-1083, out-dez, 2019.

Qual o perfil de produção agrícola da região apresentada no gráfico?
Alternativas
Q2144323 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o poema a seguir.
Cuiabá A cabeceira ... Em volta – o chapadão. Um fio dágua clara soluçando ... E na paisagem verde do sertão A luz do sol nas folhas rebrilhando. Aqui, um monte todo resplendente, Uma colina, o vale, o seringal. Além, a praia branca, alvinitente, Campos em flor, a mata, o taquaral. E o fio dágua vai descendo ... Vai-se ajuntando a outros fios mais, Que vêm daqui, dali, que vêm correndo Nas depressões, por entre os matagais.
Fonte: LEÃO, Agenor Ferreira. Revista da Academia mato-grossense de letras, Cuiabá-Mato Grosso, Ano 98, 2019.

Qual é o aspecto da economia do Mato Grosso estimulado no poema? 
Alternativas
Q2144322 Conhecimentos Gerais
Leia o texto a seguir.
De uns dez anos para cá, começamos a participar dos debates sobre mudanças climáticas e descobrimos que a nossa forma de viver, de todas as 120 aldeias do território indígena das 16 etnias, contribui muito para o equilíbrio do ambiente e do clima. Para nós, o uso da energia é entendido nesse contexto", afirma Ianukula Kaiabi Suiá, 44, presidente da Atix (Associação Terra Indígena do Xingu).
Fonte: ALMEIDA, A.S. Sol ilumina as noites e muda a vida de 120 aldeias no Xingu. Disponível em:: <https://br.noticias.yahoo.com/sol-ilumina-noites-e-muda184200843.html>. Acesso em: 06 set. 2022.

Qual é a razão da contribuição apontada no texto para o equilíbrio do ambiente e clima? 
Alternativas
Respostas
221: A
222: C
223: B
224: D
225: D
226: D
227: A
228: B
229: A
230: B
231: A
232: B
233: A
234: D
235: C
236: A
237: C
238: D
239: A
240: D