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Q3509219 História
Sobre a produção açucareira no Brasil Império e Província de Mato Grosso, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os engenhos de produção de açúcar e aguardente estavam localizados ao longo do rio Cuiabá.
( ) Os engenhos de Mato Grosso tinham concorrência interna com os estados nordestinos.
( ) A mão de obra utilizada nos engenhos mato-grossenses era asiática;

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509218 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando a história da criação do município de Campos de Júlio, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O Município foi criado em 1994.
( ) Seu nome é em homenagem a um ex-governador do Estado.
( ) Era império da Bolívia.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509217 História
O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, foi um tratado de divisão territorial das terras descobertas entre quais países?
Alternativas
Q3509214 Português
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.


    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?

    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.

    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.

    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?


(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para a palavra dada.
Alternativas
Q3509213 Português
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.


    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?

    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.

    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.

    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?


(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
No segundo parágrafo, o trecho para além disso significa
Alternativas
Q3509212 Português
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.


    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?

    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.

    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.

    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?


(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Esse texto explora qual temática?
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Q3509211 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Sobre a análise gramatical de palavras da frase Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver., assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3509210 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
A frase Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. permite afirmar que
Alternativas
Q3509209 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
No segundo parágrafo, a palavra propenso pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por
Alternativas
Q3509207 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


O caminho das pedras


    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.

    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.

     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.


(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
A respeito do personagem do texto, é correto afirmar que é um rapaz
Alternativas
Respostas
201: D
202: B
203: B
204: B
205: B
206: D
207: C
208: D
209: B
210: C