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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente S. V., 36 anos, gestante, com diagnóstico de diabetes mellitus gestacional, com peso pré-gestacional de 58 kg e 1,60 m.
De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2019-2020), quais as faixas de ganho de peso gestacional semanal nos 2º e 3º semestres e o total no final da gestação, respectivamente?
Leia o texto a seguir.
Ao concluir a 4ª série primária – hoje 5º ano do Ensino Fundamental –, chegou a hora de ir para mais longe de casa, morar com minha avó. Ali, na fazenda, já não tinha mais estudos para mim, para continuar, tinha que ir para a cidade de Jussara, estudar em uma escola grande e iniciar o 1º grau, cursar a 5ª série, atualmente, 6º ano. Fui matriculada no Colégio Estadual Dom Bosco, hoje CEPI. Dessa vez, o medo foi bem maior, além de chegar de uma escola próxima da fazenda, na qual todos já se conheciam, agora era mais assustador, não conhecia ninguém e havia muitos alunos e professores/as.
OLIVEIRA, W. C. De onde venho: reconstruindo e rememorando caminhos que trilhei. In: OLIVEIRA, W. C; OLIVEIRA, I. L. Memórias de leitura: um estudo sobre a formação do leitor do ensino fundamental - anos finais. Goiânia: Kelps, 2020. [Adaptado].
No relato, ao chegar à cidade de Jussara, a pessoa sentiu medo por causa da
Leia o texto a seguir.
No início do século XX, como política pública de incentivo do Estado Nacional, houve a implantação de Colônias Agrícolas para aumentar populacionalmente o centro oeste do Brasil e potencializar suas atividades agrárias. O território que atualmente é a cidade de Jussara (GO) não esteve oficialmente dentro desse programa de Colônia Agrícola, mas houve uma apropriação de terras de forma espontânea de migrantes de classe social e econômica baixa, no atual território da referida cidade, que (trans) formou pelos próprios moradores como a sua Colônia Agrícola.
SILVA, Hilda Freitas. Bairro nortista (Jussara-GO): a migração e a (re)construção de um lugar. Goiânia, 2019. [Adaptado].
Leia o texto a seguir.
Nós Vereadores, investidos de poder para elaborar as Leis, às tradições e aos anseios de nossa gente, respeitando os direitos fundamentais da pessoa humana e as leis maiores, procurando definir e limitar a ação do município em sua função e proporcionar, dentro dos preceitos Liberais, Igualdade e Justiça, uma sociedade fraterna e livre sobre a proteção de Deus, aprovamos e promulgamos a presente Lei Orgânica do Município de Jussara.
Disponível em: <https://camaramunicipaldejussara.go.gov.br/documentos//_publicacoes_/_leis/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o trecho a seguir.
Jussara Souza Marques de Amorim foi convidada a dar o pontapé inicial em jogos de futebol e posar com os jogadores no Estádio Pedro Ludovico. Muito além disso, o nome da Miss homenageou a cidade de Jussara, no interior de Goiás, a 240 km da capital. A filha da Miss, Paula Marquez, conta que "ela ficou muito agradecida, disse que foi maravilhoso". Segundo a filha, a mãe ganhou uma fazenda na região, mas nunca tomou posse, pois "não importava o dinheiro, o carinho recebido nas homenagens a emocionava".
Disponível em: <https://www.dm.com.br/brasil/goiana-levou-o-titulo-de-miss-brasil-em-1949-117925>. Acesso em: 15 ago. 2024.
Leia o texto a seguir.
A população da cidade de Jussara (GO) chegou a 19.625 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 2,46% em comparação com o Censo de 2010.
Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.
No estado de Goiás, a população é de 7.055.228, o que representa um aumento de 17,55% quando comparado ao Censo anterior.
Disponível em: <https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/06/28/populacao-de-jussara-go-e-de-19-625-pessoas-aponta-o-censo-do-ibge.ghtml>. . Acesso: em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Os prejuízos das mudanças climáticas chegaram a R$ 2 bilhões em Goiás, afirmou André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo). “Com a estiagem nos municípios, a perda da parte agrícola gira em torno de R$ 2 bilhões só no estado de Goiás”, disse. Amorim esteve no programa Tom Maior para explicar os principais fenômenos responsáveis pelas frequentes mudanças no clima.
Disponível em: <https://sagresonline.com.br/mudancas-climaticas-deixaram-prejuizo-de-r-2-bilhoes-em-goias-afirma-gerente-do-cimehgo/> Acesso em: 15 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder a questão.
Texto 4
Os prejuízos das mudanças climáticas chegaram a R$ 2 bilhões em Goiás, afirmou André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo). “Com a estiagem nos municípios, a perda da parte agrícola gira em torno de R$ 2 bilhões só no estado de Goiás”, disse. Amorim esteve no programa Tom Maior para explicar os principais fenômenos responsáveis pelas frequentes mudanças no clima.
Disponível em: <https://sagresonline.com.br/mudancas-climaticas-deixaram-prejuizo-de-r-2-bilhoes-em-goias-afirma-gerente-do-cimehgo/> Acesso em: 15 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].