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Q3928270 Medicina
Homem de 35 anos, vítima de acidente automobilístico, chega em choque hipovolêmico classe IV. Após reposição inicial de fluidos, apresenta acidose metabólica grave (pH 7,1), hipotermia (34 C) e sangramento difuso.

Nesse caso, a seguinte complicação está presente: 
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Q3928260 Medicina
Homem de 40 anos, vítima de colisão automobilística, chega a emergência hipotenso (PA 70 x 40 mmHg), taquicárdico, com instabilidade pélvica ao exame físico (pelve aberta à compressão). Realizou-se um FAST, que resultou negativo para líquido livre intra-abdominal.

Nesse caso, a conduta inicial mais indicada é
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Q3928231 Medicina
O seu paciente é um homem de 45 anos que apresenta disfagia progressiva tanto para líquidos quanto para sólidos, regurgitação noturna e perda ponderal de 8 kg em 6 meses. Uma endoscopia digestiva alta mostra dilatação esofágica sem lesão obstrutiva aparente. A manometria caracteriza ausência de relaxamento do esfíncter esofágico inferior (EEI) e aperistalse do corpo esofágico.

Diante desse caso, a melhor opção terapêutica definitiva será proceder
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Q3927521 Medicina
Adolescente de 16 anos apresenta secreção vaginal purulenta, disúria e dor suprapúbica há alguns dias. Refere ainda episódios de sangramento intermenstrual e dor durante a relação sexual. Ao exame ginecológico, observa-se colo uterino inflamado e doloroso à palpação, sem dor anexial ou dor exacerbada à mobilização cervical.
Considerando não haver gestação, a conduta correta, com base na principal hipótese diagnóstica, é prescrever 
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Q3927519 Medicina
A conduta correta em relação ao risco de transmissão do citomegalovírus (CMV) pelo leite materno, em um lactente com suspeita de imunodeficiência combinada grave (SCID), é 
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Q3926797 Medicina
Mulher de 40 anos comparece à consulta por quadro de fadiga persistente e indisposição para atividades cotidianas. Está em uso de ferro oral há quatro meses para tratamento de anemia ferropriva (hemoglobina 9,8 g/dL; VCM 70 fL; ferritina 6 ng/mL), com pouca melhora clínica e laboratorial.
Refere distensão e gases abdominais frequentes, especialmente após as refeições, sintomas presentes há mais de seis meses. Nas últimas três semanas, passou a apresentar episódios de diarreia intermitente, com fezes pastosas e presença de muco, sem sangue ou febre. Nega uso recente de antibióticos ou sangramento digestivo. Ao exame, encontra-se pálida, com leve dor à palpação do quadrante inferior esquerdo.

Diante do quadro descrito, a próxima etapa mais apropriada na investigação diagnóstica consiste em
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Q3926795 Medicina
Homem de 68 anos, previamente hígido, comparece à consulta para planejamento de viagem à América Central, com partida prevista para daqui a 20 dias. Relata ter recebido vacinas contra COVID-19 e influenza no último ano, mas não sabe informar se foi vacinado contra febre amarela ou hepatite A. Nega alergias, uso de imunossupressores ou comorbidades.

Com base nas recomendações atuais da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2024/2025, a conduta mais apropriada é
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Q3926793 Medicina
Homem de 51 anos comparece à consulta ambulatorial trazendo exames solicitados em check-up. É assintomático, não fuma, não é diabético e nega história familiar de doença cardiovascular precoce. Relata prática regular de atividade física cinco vezes por semana e segue dieta equilibrada.
Ao exame físico: pressão arterial de 130 x 80 mmHg, IMC de 27 kg/m². Exames laboratoriais: colesterol total 240 mg/dL, HDL 48 mg/dL, LDL 160 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, glicemia e função hepática normais. Ultrassonografia abdominal revelou esteatose hepática leve.

De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais apropriada para esse paciente é 
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Q3926792 Medicina
Mulher de 55 anos comparece à consulta de rotina e relata estilo de vida sedentário, mas nega tabagismo, hipertensão, diabetes ou antecedentes pessoais ou familiares de doença cardiovascular prematura.
Exame físico sem alterações relevantes. Colesterol total: 255 mg/dL; HDL: 50 mg/dL; LDL: 166 mg/dL; triglicerídeos: 140 mg/dL. Índice de massa corporal: 26 kg/m². Pressão arterial: 124/78 mmHg.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais adequada para essa paciente é 
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Q3926791 Medicina
Mulher, 58 anos, com história de etilismo crônico, procura atendimento por dispneia progressiva aos esforços há 3 meses, associada a aumento do volume abdominal e edema de membros inferiores. Nega febre, tosse, dor torácica ou perda ponderal.
Ao exame físico, apresenta-se ictérica (1+/4+), com aranhas vasculares em tórax anterior, macicez e abolição do murmúrio vesicular na base do hemitórax direito até o terço inferior, abdome globoso com circulação colateral e ascite volumosa, edema com cacifo 2+/4+ em membros inferiores até joelhos. Radiografia de tórax evidencia derrame pleural à direita ocupando aproximadamente 40% do hemitórax. Toracocentese realizada obteve 1200 mL de líquido citrino, não purulento.
Exames do líquido pleural: aspecto translúcido amarelo-citrino, pH 7,48, densidade 1,010, proteína total 2,1 g/dL, glicose 95 mg/dL, LDH 85 UI/L, colesterol 38 mg/dL, triglicerídeos 45 mg/dL, contagem de células 180 células/mm³ (linfócitos 65%, neutrófilos 20%, células mesoteliais 15%), ausência de hemácias. Exames séricos simultâneos: proteína total 5,8 g/dL, albumina 2,3 g/dL, LDH 180 UI/L (valor de referência até 200 UI/L), bilirrubina total 3,2 mg/dL (direta 2,1 mg/dL), AST 98 UI/L, ALT 76 UI/L, INR 1,8.

O diagnóstico mais provável, pela descrição do caso e pela análise do líquido pleural, é 
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Q3926789 Medicina
Mulher, 38 anos, com diagnóstico de miastenia gravis há 2 anos, em uso regular de piridostigmina 60 mg a cada 6 horas e prednisona 20 mg em dias alternados, procura o pronto-socorro com queixa de piora progressiva de fraqueza muscular nos últimos 5 dias. Refere que, há uma semana, apresentou tosse produtiva, febre de 38,5 oC e dispneia aos esforços, tendo sido atendida em outra unidade de saúde, onde foi prescrito levofloxacino 750 mg ao dia. Desde então, evoluiu com agravamento da ptose palpebral bilateral, diplopia constante, disfagia para sólidos, disartria e fraqueza proximal em membros superiores com dificuldade para pentear os cabelos. Nega dispneia em repouso, mas relata fadiga aos mínimos esforços.
Ao exame físico, apresenta-se lúcida e orientada, eupneica em ar ambiente, ausculta pulmonar com estertores crepitantes em base direita, ptose palpebral bilateral acentuada, oftalmoparesia com limitação da abdução ocular bilateral, voz anasalada, fraqueza muscular proximal grau 4 em membros superiores e grau 4+ em membros inferiores. Frequência respiratória de 18 irpm, saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente, capacidade vital forçada de 2,8 litros (85% do predito). Gasometria arterial: pH 7,42, PaCO2 38 mmHg, PaO2 88 mmHg, HCO3 24 mEq/L, SatO2 96%. Radiografia de tórax evidenciou infiltrado em lobo inferior direito.

A conduta terapêutica mais apropriada para o caso é 
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Q3926785 Medicina
Paciente do sexo feminino, 32 anos, previamente hígida, procura atendimento em pronto-socorro referindo febre alta diária há 3 semanas, com pico vespertino chegando a 39,5 oC, seguido de defervescência espontânea e sudorese profusa. Associa artralgia intensa em punhos, joelhos e tornozelos bilateralmente, além de odinofagia e rash cutâneo evanescente que surge concomitante aos picos febris, predominando em tronco e membros. Nega perda ponderal significativa, sintomas respiratórios persistentes, uso de medicações recentes ou viagens. Antecedentes pessoais e familiares sem particularidades.
Ao exame físico: temperatura axilar 39,2 oC, frequência cardíaca 110 bpm, pressão arterial 110/70 mmHg. Regular estado geral, corada, hidratada. Orofaringe hiperemiada sem exsudato. Presença de exantema maculopapular eritematoso, evanescente, em tronco e face interna de coxas, não pruriginoso. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Abdômen: fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, baço palpável a 1 cm do rebordo costal esquerdo, indolores. Exame articular: edema e dor à mobilização de punhos, joelhos e tornozelos bilateralmente, sem deformidades. Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, VCM 82 fL, leucócitos 18.500/mm³ (neutrófilos 88%, linfócitos 8%), plaquetas 520.000/mm³, velocidade de hemossedimentação 95 mm/1ª hora, proteína C reativa 145 mg/L (VR: < 5 mg/L), ferritina 8.200 ng/mL (VR: 15-150), fração glicosilada da ferritina 12% (VR: >20%), transaminases (TGO 85 U/L, TGP 92 U/L), bilirrubinas normais, função renal normal. Fator reumatoide negativo, FAN negativo, anti-CCP negativo. Hemoculturas (3 amostras): negativas. Sorologias para HIV, hepatites B e C, Epstein-Barr, citomegalovírus: negativas. Radiografia de tórax: sem alterações. Ecocardiograma transtorácico: derrame pericárdico laminar.

Considerando o quadro clínico e os achados laboratoriais e de imagem, a hipótese diagnóstica mais provável e os principais diagnósticos diferenciais a serem considerados são
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Q3926781 Medicina
Homem de 54 anos é levado ao pronto-socorro após episódio de hematêmese volumosa há cerca de 30 minutos. Relata história de etilismo crônico e diagnóstico prévio de hepatite C, sem acompanhamento médico regular. Nas últimas semanas notou aumento do volume abdominal e edema em membros inferiores.
Ao exame físico: paciente pálido, sudoreico, consciente, orientado, pressão arterial 94/60 mmHg, frequência cardíaca 112 bpm, saturação de O₂ 97% em ar ambiente. Apresenta circulação colateral abdominal, telangiectasias em tronco e discreta ascite. Toque retal revela melena. Hemoglobina: 8,1 g/dL; plaquetas: 78.000/mm³; INR: 1,6; ureia: 68 mg/dL; creatinina: 1,1 mg/dL.

Considerando o quadro clínico e as recomendações atuais, a conduta inicial mais apropriada no manejo da hemorragia digestiva com suspeita de origem varicosa é 
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Q3926780 Medicina
Homem de 67 anos procura o pronto atendimento devido a dois episódios de evacuação de fezes enegrecidas nas últimas 24 horas. Relata discreta náusea e sensação de fraqueza, sem dor abdominal ou hematêmese. Tem histórico de hipertensão arterial e osteoartrose, em uso de losartana e anti-inflamatório não esteroide de forma intermitente. Nega história prévia de anemia.
Ao exame físico: paciente em bom estado geral, consciente, hidratado, pressão arterial 122/76 mmHg, frequência cardíaca 98 bpm, sem sinais de hipotensão ortostática. Abdome flácido, indolor, sem visceromegalias. Toque retal revela fezes escurecidas e pastosas. Hemoglobina atual: 8,5 g/dL (prévia há 3 meses: 13,2 g/dL), ureia 58 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, tempo de protrombina normal.

Considerando o quadro clínico e o manejo inicial apropriado da hemorragia digestiva em paciente hemodinamicamente estável, a conduta mais adequada é
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Q3926779 Medicina
Homem de 58 anos, previamente hipertenso e dislipidêmico, é encaminhado para avaliação cardiológica após diagnóstico recente de fibrilação atrial persistente detectada em exame de rotina. Relata episódios prévios de palpitações leves, mas atualmente encontra-se assintomático, negando dispneia, tontura ou dor torácica. Usa losartana 50 mg/dia e atorvastatina 20 mg/dia. Nega tabagismo, etilismo, diabetes ou cardiopatia estrutural prévia.
Ao exame físico: frequência cardíaca 92 bpm, pressão arterial 126/78 mmHg, ritmo irregular, sem sopros.
Ecocardiograma transtorácico: átrio esquerdo 38 mm, fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Função tireoidiana, renal e eletrolítica normais. ECG confirma fibrilação atrial com resposta ventricular média de 90 bpm.
Considerando o quadro clínico e os achados complementares, a conduta inicial mais apropriada no manejo da fibrilação atrial, entre controle de ritmo e controle de frequência, é 
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Q3926778 Medicina
Mulher de 63 anos comparece à consulta de cardiologia para avaliação de palpitações intermitentes. Relata episódios recorrentes de palpitações irregulares nos últimos dois anos, com duração variável entre 30 minutos e 4 horas, ocorrendo mensalmente.
Durante alguns episódios, realizou eletrocardiograma que documentou fibrilação atrial. Possui smartwatch que registrou múltiplos episódios de frequência cardíaca irregular acima de 120 bpm, durando entre 45 minutos e 5 horas, totalizando aproximadamente 6% do tempo monitorado no último mês.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia, obesidade grau I (IMC 32 kg/m²). Nega diabetes, dislipidemia, insuficiência cardíaca, tabagismo, doença vascular ou eventos tromboembólicos prévios. Não apresenta sangramentos prévios nem contraindicações à anticoagulação.
Exame físico: frequência cardíaca 76 bpm, ritmo regular; pressão arterial 128/82 mmHg. Exames complementares: eletrocardiograma atual em ritmo sinusal; ecocardiograma transtorácico com átrio esquerdo 32 mL/m² (VR até 34), fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Calculados os escores: CHA₂DS₂-VASc = 1 ponto (hipertensão) e HAS-BLED = 1 ponto (hipertensão controlada).

Considerando os achados clínicos e os escores de risco apresentados, a conduta mais apropriada em relação à anticoagulação oral é 
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Q3926775 Medicina
Um paciente de 60 anos, com hipertensão arterial de longa data, diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica (TFG estimada de 45 mL/min), está em tratamento há mais de um ano e relata seguir rigorosamente a prescrição. Seu regime anti-hipertensivo atual, utilizado nas doses máximas toleradas, consiste em

• Losartana (100 mg/dia);
• Anlodipino (10 mg/dia);
• Hidroclorotiazida (25 mg/dia).
A média das três últimas aferições da Pressão Arterial (PA) no consultório, registradas em visitas separadas nos últimos 6 meses, foi de 158 x 98 mmHg.

De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial - 2025, a primeira conduta diante da suspeita de hipertensão resistente neste paciente é
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Q3926774 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo masculino, procura consulta ambulatorial para avaliação de rotina. Nega comorbidades prévias e uso de medicações. Refere pai hipertenso e avô paterno com história de infarto agudo do miocárdio aos 58 anos. Nega tabagismo, consome bebidas alcoólicas socialmente.
Ao exame físico: peso 88 kg, altura 1,75 m, IMC 28,7 kg/m2 . Aferição da pressão arterial no consultório, após repouso de 5 minutos, com esfigmomanômetro automático de braço validado, em três medidas com intervalo de 1 minuto: 148/94 mmHg, 146/92 mmHg e 144/90 mmHg. Frequência cardíaca 76 bpm. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos. Exames laboratoriais: glicemia de jejum 102 mg/dL, hemoglobina glicada 5,6%, creatinina 1,0 mg/dL, clearance de creatinina estimado 85 mL/min/1,73m2, potássio 4,2 mEq/L, colesterol total 210 mg/dL, LDL 140 mg/dL, HDL 42 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, ácido úrico 6,8 mg/dL. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, sem alterações.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, a conduta apropriada para confirmação diagnóstica e avaliação complementar inclui
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Q3926770 Medicina
Mulher de 65 anos foi internada na enfermaria de clínica médica para investigação de colúria, acolia fecal e icterícia iniciados há 10 dias. O quadro evoluiu progressivamente, sem dor abdominal e sem febre. Possui antecedente de câncer de cólon tratado cirurgicamente há dois anos, com recidiva e metástases hepáticas diagnosticadas há seis meses. Ao exame físico, encontra-se desnutrida, ictérica e com aumento do volume abdominal.
Exames laboratoriais:

• Hemoglobina: 10,2 g/dL; leucócitos: 6.500/mm³; plaquetas: 180.000/mm³.
• AST (TGO): 180 U/L; ALT (TGP): 150 U/L; fosfatase alcalina: 980 U/L; GGT: 740 U/L.
• Bilirrubina total: 18 mg/dL (direta 15 mg/dL); albumina: 2,5 g/dL; INR: 1,6.
• Ultrassonografia abdominal: fígado aumentado e heterogêneo, com múltiplas lesões hiperecogênicas, dilatação das vias biliares intra-hepáticas, ascite moderada e linfonodos periportais aumentados.

Com base nos dados clínicos, laboratoriais e de imagem apresentados, o diagnóstico mais provável para a icterícia observada é 
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Q3926768 Medicina
Homem de 55 anos, hipertenso recém-diagnosticado, comparece à primeira consulta de seguimento após confirmação de pressão arterial média de 148 x 94 mmHg em duas visitas distintas. É ex-tabagista, com circunferência abdominal aumentada, e refere dieta rica em sódio.
Durante a consulta, o médico discute os exames laboratoriais necessários para a avaliação inicial do quadro.
De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a avaliação inicial completa do paciente hipertenso é
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: C
4: A
5: D
6: C
7: C
8: D
9: D
10: B
11: B
12: A
13: C
14: A
15: B
16: D
17: E
18: A
19: B
20: E