Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de flores de goiás - go
Foram encontradas 479 questões
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?
Marcelo Duarte
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).
Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.
O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.
Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.
A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.
Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?
Marcelo Duarte
Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).
Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.
O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.
Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.
A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.
Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1

Leia o texto a seguir.
Festa do Batuque: o batuque de terreiro é realizado em Flores de Goiás. Uma festa que ocorre no mês de julho e segue sendo uma referência da tradição negra na região. É composta por meio de batuques, através do instrumento bumba e ressalta a expressividade corporal da dança afro-brasileira.
LIGÉRO. L. et al. Manual de ações para o fomento do afroturismo em Flores de Goiás. ENAP, Brasília, 2023, p. 13. [Adaptado].
O evento mencionado demonstra a influência cultural de qual povo?
Leia o texto a seguir.
Apesar da forte pressão inicial por parte do poder, no sentido de impedir sua instalação e atividade na região de Goiás, o engenho para produção de cachaça e rapadura foi o que, de certa forma, conseguiu se manter como atividade paralela à mineração nesse primeiro momento da colonização inclusive com a obtenção de um considerável lucro.
COELHO, G. N. GOIÁS: A OCUPAÇÃO PELA AGROPECUÁRIA. História Revista, Goiânia, v. 2, n. 2, 1997, p. 28. [Adaptado].
Qual característica da economia goiana do século XVIII o texto demonstra?
Leia o texto a seguir.
A Economia Agrária Goiana (1930-1960)
Barsanufo Gomides Borges
O carro de bois e as tropas eram os meios de transporte até então disponíveis em Goiás, ambos com capacidade de carga limitada por volume, inviabilizando assim as exportações de produtos agrícolas. Segundo fonte oficial do ano de 1900, muitas vezes a produção excedente não pagava nem mesmo seu próprio transporte e era preferível deixá-la "apodrecer na roça".
Disponível em: <https://www.abphe.org.br/arquivos/barsanufo-gomidesborges.pdf>. Acesso em: 09 jan. 2025. [Adaptado].
O texto apresenta qual dificuldade da produção agrícola em Goiás do período?
Leia o texto a seguir.
A irregularidade das chuvas poderá afetar o desenvolvimento das culturas de verão, especialmente em estágios críticos que exijam maior disponibilidade de águas. É recomendado planejamento do uso das águas adequado para reduzir os impactos sobre safras importantes no estado.
Disponível em: < https://www.ueg.br/palmeiras/noticia/68448_informacoes_climaticas_para_o_v erao_de_2025_para_o_estado_de_goias#:~:text=O%20ver%C3%A3o%20de% 202025%20em,monitoramento%20cont%C3%ADnuo%20das%20condi%C3% A7%C3%B5es%20clim%C3%A1ticas.>. Acesso em: 12 jan. 2025. [Adaptado].
De que forma o planejamento do uso das águas pode reduzir os efeitos da irregularidade das chuvas?
Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Somente de janeiro a agosto de 2024, o custo total das queimadas para a economia em Goiás foi de R$ 710 milhões. Cerca de 60% das áreas atingidas são produtivas, valor que corresponde a quase 102 mil hectares. Para a mensuração dos custos diretos, foram realizadas as estimativas diretas da produção agropecuária, bem como os custos intangíveis considerando o valor da terra. Essa abordagem indica que as perdas econômicas causadas pelas queimadas em Goiás podem atingir R$ 1,5 bilhão, caso a extensão das áreas queimadas produtivas e não produtivas de setembro a dezembro seja semelhante à observada em 2023.
Disponível em: <https://goias.gov.br/queimadas-podem-gerar-perda-de-ate-r15-bilhao-para-goias/>. Acesso em: 10 jan. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Somente de janeiro a agosto de 2024, o custo total das queimadas para a economia em Goiás foi de R$ 710 milhões. Cerca de 60% das áreas atingidas são produtivas, valor que corresponde a quase 102 mil hectares. Para a mensuração dos custos diretos, foram realizadas as estimativas diretas da produção agropecuária, bem como os custos intangíveis considerando o valor da terra. Essa abordagem indica que as perdas econômicas causadas pelas queimadas em Goiás podem atingir R$ 1,5 bilhão, caso a extensão das áreas queimadas produtivas e não produtivas de setembro a dezembro seja semelhante à observada em 2023.
Disponível em: <https://goias.gov.br/queimadas-podem-gerar-perda-de-ate-r15-bilhao-para-goias/>. Acesso em: 10 jan. 2024. [Adaptado].
Leia o texto a seguir.
Do total de ocupados em Goiás no terceiro trimestre de 2024, 45,49% possuem ensino médio completo ou incompleto. O segundo grupo é formado por indivíduos com ensino superior completo ou incompleto, que correspondem a 28,85% do contingente total. Em sequência, encontram-se os ocupados com ensino fundamental completo ou incompleto, que representam 24,32%. Por fim, os ocupados sem instrução constituem a menor proporção, com apenas 1,35%.
INSTITUTO MAURO BORGES. Boletim do Mercado de Trabalho: 3º Trimestre de 2024. IMB – Ano 2025, p. 16. [Adaptado].
Seguindo a divisão apresentada no texto, o indivíduo que tem menos chance de emprego é aquele com qual nível de instrução?
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Por que temos espinhas?
Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista
RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Por que temos espinhas?
Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista
RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Por que temos espinhas?
Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista
RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Os bichos também falam?
Yasmin, Gabriela, Ana Sophia e Isabelli
Olá, Ciência Hoje das Crianças! Eu e as minhas colegas de classe escrevemos esta carta, pois achamos muito interessante o artigo “Fofoca dos bichos”, gostamos dele porque descobrimos muitas curiosidades sobre o mundo dos animais. Gostaríamos que publicassem mais matérias sobre os bichos.
Disponível em: <https://chc.org.br/artigo/fala-aqui-341/>. Acesso em: 12 jan.
2024. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Os bichos também falam?
Yasmin, Gabriela, Ana Sophia e Isabelli
Olá, Ciência Hoje das Crianças! Eu e as minhas colegas de classe escrevemos esta carta, pois achamos muito interessante o artigo “Fofoca dos bichos”, gostamos dele porque descobrimos muitas curiosidades sobre o mundo dos animais. Gostaríamos que publicassem mais matérias sobre os bichos.
Disponível em: <https://chc.org.br/artigo/fala-aqui-341/>. Acesso em: 12 jan.
2024. [Adaptado].