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Q1653840 Áudio e Vídeo
A série cinematográfica “Guerra nas Estrelas” iniciada em 1977 encantou milhares de crianças e jovens em todo o mundo com sequências importantes, como “A Vingança dos Sith” (2005). Essa produção audiovisual apresenta a influência do (da/ das):
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Q1653839 Áudio e Vídeo
“Os movimentos de Pollock ao pintar e bater a tinta pareciam uma dança, ativando o braço, o ombro e o torso mais do que, como de hábito entre os pintores, o pulso e os dedos, sempre seu ponto fraco quando estudante (…). Seu transe, fundamentado nas profundezas inconscientes, assemelhava-se ao automatismo surrealista, uma prática literária que nunca havia sido bem-sucedida na pintura” (PAGLIA, Camile; Imagens cintilantes, 2014, p. 144). Esse procedimento de Jackson Pollock (1912 – 1956) tornou-se conhecido como:
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Q1653838 Artes Visuais
Fayga Ostrower em “Criatividade e processos de criação” (2002, p. 32) sugere que “não há por que atribuir a ausência do método perspectivo à ignorância ou falta de informação ou, mais absurdo ainda, à falta de habilidade”, ao examinar a bidimensionalidade característica da arte
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Q1653837 Educação Artística
As diferentes linguagens artísticas perpassam conhecimentos que precisam ser desvelados na práxis pedagógica. Na perspectiva da Educação Infantil pública, as múltiplas formas de expressão artística têm como objetivo:
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Q1653836 Artes Plásticas
A compreensão do processo de trabalhos dos artistas sugere diferentes aprendizados. As etapas realizadas em desenho e pintura por Pablo Picasso (1881 – 1973) no desenvolvimento do painel Guernica (1937) concretizam a execução de um plano, uma intencionalidade continuamente avaliada e replanejada. É possível relacionar essa atitude com a:
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Q1653835 Áudio e Vídeo
Entre os sucessos que despontaram na retomada do cinema brasileiro ao final da década de 1990 figura o longa-metragem “Central do Brasil”. O filme foi exibido em 22 países, marcando a estreia do ator-mirim Vinícius de Oliveira. Ao seu lado, a protagonista da película, que recebeu o prêmio Urso de Prata no Festival de Berlim, chama-se:
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Q1653834 Áudio e Vídeo
“Brincante” é um filme de Walter Carvalho sobre o universo de Antonio Nóbrega. Em um misto de ficção e documentário, o longa metragem apresenta parte da trajetória do artista pernambucano. A linguagem artística fundamental em Nóbrega é:
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Q1653833 Artes Plásticas
“Na verdade, se trata de uma concepção de mundo assistemática, em que se misturam noções morais e superstições, bem como os valores difundidos pelos meios de comunicação de massas (…). Essa cultura é, não obstante, de enorme complexidade, tanto mais que, ao seu caráter assistemático e sua abertura à superstição e ao mítico, incorpora fluentemente as expressões profundas do inconsciente” (Ferreira Gullar, Argumentação contra a morte da arte, RJ; Revan, 1999, p. 105). Essa cultura seria, em termos genéricos, o que se chama de cultura:
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Q1653832 Artes Cênicas
Nas palavras de Augusto Boal “Ser humano é ser artista”. Boal (1931 – 2009) é o idealizador do método mundialmente conhecido como
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Q1653831 Educação Artística
No ensino de arte, muitas vezes o estudante reage com dificuldade em atribuir sentido a uma obra artística com a célebre interrogação: “Isto é arte?” O processo de recriação interna que instiga o contato mais sensível e aberto acolhendo o pensar / sentir do fruidor e amplia sua possibilidade de produzir sentido chama-se:
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Q1653830 Educação Artística
A perspectiva de atuação que NÃO contempla o documento “A Educação Infantil: um outro olhar, Secretaria Municipal de Educação, Vitória/ES – 2006”, ao tratar de Artes no contexto da educação infantil, é:
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Q1653829 Educação Artística
Entre as décadas de 50 e 60, começou-se a notar nas escolas a influência do movimento denominado Escola Nova, já presente na Europa e nos Estados Unidos desde o final do século XIX, e dos ainda recentes estudos sobre criatividade. A influência da pedagogia centrada no aluno, nas aulas de arte, direcionou o ensino para:
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Q1653273 Pedagogia
Entende-se que a escola, apesar de ser um lugar privilegiado para que as diversas opiniões sejam manifestadas, tem dificuldade em lidar com os conflitos vivenciados pelos diferentes sujeitos que dela fazem parte. Muito se tem falado em violência, indisciplina, falta de limites, desinteresse em estudar, falta de estrutura familiar e diversas outras causas que buscam justificar tais conflitos; contudo, as intervenções sugeridas não dão conta de subsidiá-los, o que acaba gerando insatisfação por parte da comunidade escolar, pois reflete no desempenho escolar dos alunos. Para se compreender os conflitos, primeiramente é necessário analisar a origem deles e as possíveis causas de seu desenvolvimento, bem como aspectos inerentes à situação, como sentimentos de angústia, temor, e seus respectivos motivos. Uma das razões é a negligência para com as necessidades do ser humano, que pode gerar insatisfação e reações adversas, como falta de autocontrole, falta de razão, agressividade e violência. Quanto à mediação ou mesmo à intervenção junto a situações de conflitos, ressalta-se a atitude pacífica, indutiva, respeitando o ser humano em sua totalidade. As contribuições dos professores deverão constituirse em:
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Q1653272 Pedagogia
Para Jamil Cury, a educação escolar é uma dimensão fundante da cidadania. Esta afirmativa nos leva a concluir que temos que garantir que o aluno chegue à escola e permaneça nela. Há bastante tempo a escola tem atuado de modo excludente. Ao longo da trajetória escolar, muitos alunos vão encontrando dificuldades que a escola ignora. Essa situação é explicada assim: o acesso é obrigatório por lei, principalmente no Ensino Fundamental; mas, curiosamente, no segundo segmento do mesmo Ensino Fundamental, a evasão escolar vai ganhando índices alarmantes por diversos motivos. Os mais frequentes são as sucessivas repetências e a necessidade do adolescente de trabalhar para ajudar na renda familiar. Encontramos o mesmo cenário no Ensino Médio. Pode-se concluir, então, que, se houve igualdade de acesso, o mesmo não houve em relação à permanência na escola. Segundo Luckesi, o acesso universal ao ensino é, pois, elemento essencial da democratização e a porta de entrada para a realização desse desejo de todos nós; o segundo elemento que define a democratização de ensino é a permanência do educando na escola e a consequente terminalidade escolar. Ou seja, o aluno que teve acesso à escola deve ter a possibilidade de permanecer nela até um nível de terminalidade que seja significativo, tanto do ponto de vista individual quanto do social. Uma ferramenta importantíssima para que as escolas sejam mais eficientes no sentido de assegurar a permanência e a qualidade do ensino é:
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Q1653271 Pedagogia
O Prof. Mario Cortella afirma que “Maus exemplos no dia a dia vão formando personalidades que supõem que a saída para a violência seja mais violência. Eu enxergo um cenário que precisará ser positivo. São necessárias ações cotidianas para que essas pontes para o futuro sejam criadas. A escola, por exemplo, não cria violência sozinha, apenas reproduz a violência dentro dela. Mas também pode ser um meio de diminuí-la, se atuar com conteúdos que ofereçam sentidos à vida dos alunos. (...) Se a escola trabalhar com a noção/ideia de pluralidade cultural, diversidade de vida e multiplicidade étnica, fará com que haja a compreensão do respeito à diversidade. É preciso lembrar que essas minorias às quais nos referimos são minorias de poder e não numéricas. Pobres, negros, mulheres, homossexuais, entre outros, precisam ser tratados, no campo da Ética e da Educação, dentro do conceito que eu chamo de antropodiversidade. Lidamos muito com o conceito de biodiversidade, mas também é preciso introduzir a ideia de diversidade humana. Nessa direção, a escola não tem a exclusiva tarefa de fazer essa reflexão, mas tem a força de oferecer fundamentos para que se pense, no campo da história humana e da reflexão filosófica, o lugar da diversidade.”
O trecho acima é uma demonstração da concepção de:
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Q1653270 Pedagogia
Os nativos digitais estão habituados a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Enquanto ouvem música em seus celulares, também estão enviando mensagens, acessando os sites de relacionamento, baixando fotos, e fazendo a pesquisa que o professor de História encomendou na última aula. Se, por um lado, os alunos são muito ágeis no acesso à informação e em fazer diversas coisas ao mesmo tempo, por outro lado corremos o risco de termos alunos muito superficiais, que não refletem e não se aprofundam em suas atividades e pesquisas. Por exemplo, a criança que brinca com jogos no computador, ou no videogame, desenvolve diversas habilidades e precisa aprender a reagir muito rapidamente, a partir de acontecimentos inesperados. Estas habilidades são importantes para que ganhe o jogo. Porém, age pelo impulso, pois não tem muito tempo para refletir sobre sua ação, senão perderá seus pontos no jogo. Já que o aluno nativo digital aprende de forma diferente, a partir de diversos estímulos, simultaneamente, cabe aos educadores se adaptarem a estas características e adequarem suas estratégias de ensino para apoiá-lo. Nesse contexto, alguns aspectos devem ser necessariamente contemplados pelos professores com os seus alunos. São eles:
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Q1653269 Pedagogia
Para Edgar Morin, “Os sete saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo escolar ou universitário, não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis que precisam ser apresentados, porque dizem respeito aos sete buracos negros da educação, que são completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos, que devem ser colocados no centro das preocupações da formação dos jovens.” São eles: as cegueiras do conhecimento; os princípios do conhecimento pertinente; ensinar a condição humana; ensinar a identidade terrena; enfrentar as incertezas; ensinar a compreensão e a ética do gênero humano. Ainda nas palavras do autor: “Estes são os sete saberes necessários ao ensinar, não digo isso para modificar programas. Na minha opinião não temos que destruir disciplinas, mas temos que integrá-las, reuní-las uma às outras em uma ciência, como as ciências estão reunidas, como, por exemplo, as ciências da Terra, a sismologia, a vulcanologia, a meteorologia, todas elas, articuladas em uma concepção sistêmica da Terra.” Para Morin, tudo deve estar integrado. Essa visão fragmentada em que vivemos faz com que:
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Q1653268 Pedagogia
António Nóvoa considera que a escola precisa mudar institucionalmente, pois o contexto em que os professores exercem as suas atividades influencia fortemente o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Por isso, sugere que o professor veja a escola não só como o lugar onde ele ensina, mas onde aprende. O autor considera que a atualização e a produção de novas práticas de ensino só surgem a partir de uma reflexão partilhada entre os colegas, que têm lugar na escola e nascem do esforço de encontrar respostas para problemas educativos. O autor completa: “É no espaço de cada escola, em torno de problemas pedagógicos ou educativos reais, que se desenvolve a verdadeira formação. Universidades e especialistas externos são importantes no plano teórico e metodológico. Mas todo esse conhecimento só terá eficácia se o professor conseguir inseri-lo em sua dinâmica pessoal e articulá-lo com seu processo de desenvolvimento.” Nesse sentido, identidades isoladas, construídas historicamente pelos docentes precisam ser superadas em busca de uma dimensão de grupo, que rejeite o corporativismo e afirme a existência do coletivo profissional.
Para Nóvoa, caberá ao professor, portanto:
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Q1653267 Pedagogia
“[...] aprender é ser capaz de expressar o conteúdo com as próprias palavras, aplicá-lo a situações concretas de vida; é ser capaz de generalizações e casos particulares; é, enfim, desenvolver a capacidade de se apropriar do conhecimento, usando-o de forma significativa” (Lúcia Moysés). Desta forma, entende-se que a aprendizagem só se concretiza quando é compreendida pelo aluno, ou seja, quando o que é ensinado se torna visível, concreto em sua mente e prático em sua vida. Um processo produtivo de interação entre professor, aluno e aprendizagem só irá ocorrer se quem conduz o processo souber caminhar na direção desejada, o que implica na reconstrução do saber. Segundo a autora Lúcia Moysés, o professor deve criar um clima de constante desafio e estimular a curiosidade do aluno para ir sempre além do que já conhece e domina, oferecendo aquilo que ele não está esperando no momento. Nesse sentido, o papel dos professores é:
Alternativas
Q1653266 Pedagogia
Imaginemos a seguinte situação, em que professores estão conversando: “Tem aluno que aprende de primeira, outros, de segunda; mas tem aluno que não vai nem com reza brava”; “este aluno não vai; eu me recordo do irmão: era a mesma coisa”, etc. “os pais estão se separando, a criança não aprende mesmo...” “Bom professor é aquele que, logo no começo do ano, dando uma olhada na turma, já é capaz de dizer quem vai ser reprovado”. (Celso Vasconcellos) O autor nos alerta para o fato de estarmos sempre avaliando alguma coisa ou alguém. No que diz respeito à avaliação escolar, questionar sobre os seus objetivos, sua função no processo pedagógico, bem como a ação a partir dos resultados obtidos por meio dela, são princípios importantes no entendimento da avaliação como algo significativo e transformador.
A proposta de avaliação, na concepção de Celso Vasconcellos, visa à solidariedade em vez de competição, e a inclusão em vez da exclusão, tornando-se uma atitude benéfica ao processo educativo e uma forma de dar maior significado ao trabalho desenvolvido pelo professor. A esse movimento, dá-se o nome de concepção:
Alternativas
Respostas
1141: C
1142: C
1143: C
1144: D
1145: B
1146: D
1147: B
1148: A
1149: E
1150: D
1151: E
1152: D
1153: B
1154: E
1155: A
1156: D
1157: C
1158: C
1159: D
1160: A