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África negra: os reinos sudaneses e o sistema de linhagens.
Os povos que viviam no Sael (território de savanas ao sul do Saara) eram conhecidos como sudaneses, pois essa área também era denominada Sudão (Bilad al-Sudan, que em árabe significa terra dos negros). Eram bons agricultores, plantavam mílhete (espécie de milho de grão miúdo), sorgo (cereal semelhante ao milho), arroz e cereais. Também caçavam, pescavam e criavam gado. Conheciam a m etalurgia, confeccionando pontas de lanças, enxadas e flechas com o ferro. Habitavam vilas com casas de taipa ou palha, próximas às terras cultivadas. Organizavamse em torno de linhagens e dos conselhos dos anciãos, sendo estes os responsáveis pela resolução das disputas nas aldeias.
Fonte: editoracontexto.com. br/blog/as-sociedades-africanasda-africa-ocidental-historia-e-cultura-afro-brasileira/, consultado em 25/07/2018.
Na África, diversamente das formas de organização social e política do Ocidente, criou-se um sistema de linhagens, caracterizado por:
Os escravizados jamais abriram mão de serem agentes e senhores de suas vidas. Em primeiro Lugar, criaram entre si laços de afeição, associações religiosas e sociais, e redes. Viajantes anotaram que os cativos estabeleciam relações ternas com esposas e filhos dos senhores, e mantinham solidariedade com os “malungos, nome dado aos companheiros de viagem pelo Atlântico.
SCHWARCZ, Lilia M. e STARLING, Heloisa, M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
Além dos laços afetivos e formação de associações,
os escravizados negros no Brasil colonial reagiram ao
cotidiano violento através de(da):
Luis XIV ordenou a construção de um imenso palácio próximo à Paris, em Versalhes, para acolher a corte. Essa imensa construção foi projetada pelo arquiteto Le Vau para abrigar até 20.000 pessoas, entre nobres e serviçais. Para erguê-lo numa área pantanosa foram necessários mais de 35.000 trabalhadores (...).
BURKE, P. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luis XIV. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
O Palácio de Versalhes, na França de Luis XIV,
simboliza o apogeu do Estado Absolutista,
caracterizado pela:
A obra “A criação de Adão”, de autoria do artista Michelangelo Buonarroti, é considerada uma das mais representativas do movimento cultural conhecido como Renascimento.

O Renascimento, um movimento cultural que surgiu
na Europa, entre os séculos XIV e XVI, se
caracterizou pelo(a):
Noite de Natal, litoral do Haiti, 1492. Em meio a uma forte tempestade típica da região do Caribe naquela época do ano, a esquadra de três navios do navegador Cristóvão Colombo luta contra as ondas para cruzar o que hoje é conhecido como Cabo Haitiano. Uma das ondulações, no entanto, joga a nau capitânia Santa Maria, onde viajava o próprio genovês, contra os rochedos próximos à costa. Em questão de minutos, o principal navio da expedição vai a pique.
História, Em busca de Santa Maria, O Globo, 25/10/2014, p. 34.
O navio Santa Maria, construído no século XV e que fez parte da primeira expedição de Cristóvão Colombo, saiu da Espanha com o objetivo principal de:
Leia atentamente o texto a seguir.
"A Revolta Camponesa de Tyler (1381) aconteceu na Inglaterra, no decorrer da Guerra dos 100 Anos (1337 e 1453), envolvendo os reinos da França e Inglaterra. Ela não foi nem a primeira, nem a última revolta dos camponeses, mas foi uma das mais famosas. É também conhecida como Rebelião de Tyler, devido ao fato de WatTyler ser um de seus líderes.
As comunidades rurais estavam descontentes com o sistema de servidão existente e com os tribunais senhoriais locais. Em 1377 surge o Grande Rumor, o que levou aos trabalhadores rurais a fazerem greve contra os senhores feudais que ditavam as leis locais e o rei Ricardo II.
Os revoltosos caminharam sobre Londres. Alguns dias depois, Wat Tyler é assassinado, o que amplia a revolta.
Aos poucos, o governo britânico conseguiu estabelecer a unidade regimental e a revolta foi tida como 'um momento passageiro"'.
Fonte: (Adaptado) http://historcuriosa.blogspot.com.br/2013/07/ a-revolta-camponesa-de-1381.html, consultado em 2018.
Sobre as revoltas camponesas da Baixa Idade Média, pode-se afirmar que:
Observe a imagem e leia o texto com atenção:

A casa de Deus, que parece una, é portanto tripla: uns rezam, outros combatem e outros trabalham. Todos os três formam um conjunto e : se separam: a obra de uns permite o trabalho dos outros dois e cada qual por sua vez presta seu apoio aos outros.
Bispo ADALBÉRON DE LAON E AS TRÊS ORDENS MEDIEVAIS. IN FRANCO JR, Hilário. História da Idade Média, o nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2006.
A imagem pintada pelos irmãos Limbourg no século XV, de certa forma, reproduz a citação do bispo Adalbéron de Laon, no século XI.
Analisando a imagem e a citação, assinale a
alternativa correta.

Atenas é conhecida como berço da democracia,
opondo-se ao sistema de governo oligárquico
presente em outras cidades gregas.
A partir do gráfico acima, assinale a alternativa
correta.
Analise o mapa e o texto a seguir.

No mapa acima, temos o Crescente Fértil, com
destaque para a Mesopotâmia. Sabendo que o
surgimento das civilizações está diretamente ligado a
agricultura, marque a alternativa correta.
A partir da segunda metade do século XX, o termo Pré-história passou a ser cada vez mais questionado por historiadores que, em seu lugar, têm utilizado História dos povos sem escrita.
Sobre o referido debate entre historiadores, é correto
afirmar que o termo Pré-história é rejeitado porque:
Leia as afirmativas a respeito de algumas propostas de ações governamentais para a garantia dos direitos humanos de determinados grupos, especificamente voltadas à educação, referentes à Diversidade e Sexualidade nas escolas.
I. Estimular a formulação, no âmbito federal, estadual e municipal, de program a s governamentais destinados a assegurar a igualdade de direitos em todos os níveis, incluindo saúde, educação e treinamento profissional, trabalho, segurança social, propriedade e crédito rural, cultura, política e justiça.
II. Incentivar a capacitação dos professores do ensino fundamental e médio para a aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN no que se refere às questões de promoção da igualdade de gênero e de com bate à discriminação contra a mulher.
IIl. Apoiar programas de capacitação de profissionais de educação, policiais, juízes e operadores do direito em geral para promover a compreensão e a consciência ética sobre as diferenças individuais e a eliminação dos estereótipos depreciativos com relação aos LGBT.
IV. Evitar programas de orientação familiar e escolar para a resolução de conflitos relacionados à livre orientação sexual, a fim de não interferir no projeto educativo e ideológico das famílias.
Está correto apenas o que se afirma em:
Considere a seguinte planilha feita no MS Excel 2010 em português.

A execução da fórmula

produz como resultado o valor:
Texto 02
Palavras, palavras, palavras
Criadas pelos humanos, as palavras são suscetíveis ao tempo, como os humanos. Algumas mudam de significado, outras vão desbotando aos poucos, e há as que morrem na inanição do silêncio. Ninguém mais chama o libertino de bilontra, a amante de traviata ou o inocente de cândido. Depois de soar na boca do povo e iluminar a escrita, bilontra, traviata e cândido foram sepultadas nos dicionários junto as que lá descansavam em paz. Em seus lugares brotam novas, frescas e saltitantes, com significado igual - ou quase. A língua é a mais genuína criação coletiva, feita da contribuição anônima. O agito das palavras traduz as mudanças do mundo - na ciência e tecnologia, na economia e política, nas leis e religiões, no comércio e publicidade, no esporte e comunicação, nos costumes e valores. [...]
Faz tempo não ouço a palavra cavalheirismo. Parece que a igualdade de direitos das mulheres botou fora o bebê, a água do banho e a bacia. Lá se foram também delicadeza e cordialidade: louvadas no passado, antes de sumir viraram sinônimo de perda de tempo. Pessoa cordial passou a ser chata, cheia de frescura, pé-no-saco, puxa-saco. Cortesia não morreu, mas mudou: agora quer dizer brinde, boca-livre, promoção! Crimes tem cúmplices, mas é rara a cumplicidade entre casais. [...]
Se as palavras morrem ou mudam de sentido, os gestos, intenções e atitudes que designam também morrem ou mudam de sentido. Cabe indagar: que sociedade é essa que sepulta o cavalheirismo, a delicadeza, a cordialidade e a compaixão? Que gente é essa que enterra a honra? Que país é esse que esvazia valores como educação e ética e faz da cortesia um gesto interesseiro? Que confere respeito e perdão aos poderosos e impõe aos destituídos o dever e o sacrifício? Criadas pelos homens, palavras são do humano. Intriga sejam justamente as que dizem o mais humano do humano a perderem o sentido ou morrerem. Ou será que estamos perdendo o prazer da convivência? Ah, palavras, palavras, palavras...
ARAÚJO, Alcione. Palavras, palavras, palavras. Estado de Minas, Belo Horizonte, 05 jul. 2010. Caderno Cultura, p. 8. Adaptado.
Texto 02
Palavras, palavras, palavras
Criadas pelos humanos, as palavras são suscetíveis ao tempo, como os humanos. Algumas mudam de significado, outras vão desbotando aos poucos, e há as que morrem na inanição do silêncio. Ninguém mais chama o libertino de bilontra, a amante de traviata ou o inocente de cândido. Depois de soar na boca do povo e iluminar a escrita, bilontra, traviata e cândido foram sepultadas nos dicionários junto as que lá descansavam em paz. Em seus lugares brotam novas, frescas e saltitantes, com significado igual - ou quase. A língua é a mais genuína criação coletiva, feita da contribuição anônima. O agito das palavras traduz as mudanças do mundo - na ciência e tecnologia, na economia e política, nas leis e religiões, no comércio e publicidade, no esporte e comunicação, nos costumes e valores. [...]
Faz tempo não ouço a palavra cavalheirismo. Parece que a igualdade de direitos das mulheres botou fora o bebê, a água do banho e a bacia. Lá se foram também delicadeza e cordialidade: louvadas no passado, antes de sumir viraram sinônimo de perda de tempo. Pessoa cordial passou a ser chata, cheia de frescura, pé-no-saco, puxa-saco. Cortesia não morreu, mas mudou: agora quer dizer brinde, boca-livre, promoção! Crimes tem cúmplices, mas é rara a cumplicidade entre casais. [...]
Se as palavras morrem ou mudam de sentido, os gestos, intenções e atitudes que designam também morrem ou mudam de sentido. Cabe indagar: que sociedade é essa que sepulta o cavalheirismo, a delicadeza, a cordialidade e a compaixão? Que gente é essa que enterra a honra? Que país é esse que esvazia valores como educação e ética e faz da cortesia um gesto interesseiro? Que confere respeito e perdão aos poderosos e impõe aos destituídos o dever e o sacrifício? Criadas pelos homens, palavras são do humano. Intriga sejam justamente as que dizem o mais humano do humano a perderem o sentido ou morrerem. Ou será que estamos perdendo o prazer da convivência? Ah, palavras, palavras, palavras...
ARAÚJO, Alcione. Palavras, palavras, palavras. Estado de Minas, Belo Horizonte, 05 jul. 2010. Caderno Cultura, p. 8. Adaptado.
Texto 01
Na semana passada, um telejomal exibiu uma matéria sobre a "morte ” das lâmpadas incandescentes. O (ótimo) texto do repórter começava assim: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais velha do que boa...”. Hábil com as palavras, o repórter desfez a igualdade que a conjunção aditiva “e” estabelece entre “velha” e “boa” e instituiu entre esses dois adjetivos uma relação de comparação de superioridade, que não se dá da forma costumeira, isto é, entre dois elementos (“A rua X é mais velha do que a Y”, por exemplo), mas entre duas qualidades (“velha” e "boa”) de um mesmo elemento (a lâmpada incandescente). Ao dizer “mais velha do que boa”, o repórter quis dizer que a tal lâmpada já não é tão boa assim. Agora suponhamos que a relação entre "velha" e "boa” se invertesse. Como diria o repórter: “A velha e boa lâmpada incandescente, mais boa do que velha...” ou “A velha lâmpada incandescente, melhor do que velha..."? Quem gosta de seguir os burros “corretores” ortográficos dos computadores pode se dar mal. O meu “corretor”, por exemplo, condena a forma “mais boa do que velha” (o “mestre” grifa o par “mais boa”). Quando escrevo “melhor do que boa”, o iluminado me deixa em paz. E por que ele age assim? Por que, para ele, não existe “mais bom”, “mais boa"; só existe “melhor”.
NETO, Pasquale Cipro. Folha de S. Paulo, 11 jul. 2013