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A região de Bragatina, no nordeste da Amazônia, tem sido alvo de desmatamento há mais de um século, em função da agricultura migratória praticada por migrantes nordestinos e europeus. Durante esses anos de ocupação, as diferentes formas de uso, o tempo e o tipo de manejo originaram diversas formas de sucessão secundária na região. Para estudar mudanças na cobertura vegetal em uma antiga área agrícola dessa região, foi feita uma análise multitemporal, a partir de imagens de satélites, considerando duas épocas (1984 e 1991).

Com base no texto e na tabela acima, que apresenta os resultados
encontrados nessa análise multitemporal, assinale a opção correta.
1. Ruídos. 2. Vibrações. 3. Poeiras. 4. Pressões anormais. 5. Fumos. 6. Névoas. 7. Temperaturas extremas. 8. Infrassom ou ultrassom.
São classificados como agentes físicos pela NR 9:
A produção integrada de citros requer o revolvimento do solo, por meio de cultivadores ou, dependendo da época e da planta infestante, de roçadeira, para eliminação ou controle das plantas daninhas, compatível com as exigências do mercado, que demandam o mínimo de impacto e proíbem o uso de produtos solúveis.
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”. “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
Assinale, entre as alternativas abaixo, a que está em desacordo com o exposto no texto:
No sistema orgânico de produção de bananas, não se admite a utilização de produtos sintéticos para o controle de fitopatologias, mas a utilização de óleos minerais e vegetais é permitida. Devido à ação fungistática contra algumas doenças foliares importantes comercialmente, como a sigatoka-amarela, esses óleos devem ser utilizados durante o período chuvoso, junto com as práticas culturais, como a desfolha sanitária.
O Oryzophagus oryzae, conhecido na fase adulta por gorgulho aquático, se alimenta de folhas e ovoposita nas partes submersas das plantas de arroz, sendo um dos insetos mais prejudiciais à cultura do arroz irrigado.
A Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Rio Grande do Sul estabelece que as mudas de pessegueiro devam apresentar, como requisito mínimo de qualidade, altura do enxerto entre 10 cm e 20 cm, altura mínima da haste principal de 50 cm e raiz principal com pelo menos 20 cm de comprimento, medidas a partir do colo da planta nas mudas com idade máxima de 12 meses.
O benzeno é um líquido incolor, produto da destilação do petróleo, da nafta e do carvão mineral.