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Define-se serviço de telecomunicações como o conjunto de atividades que possibilita a oferta de transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético, de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza.
É obrigatória a ligação entre redes de telecomunicações funcionalmente compatíveis, de modo que usuários de serviços de uma dessas redes possa comunicar-se com usuários de serviços de outra rede ou acessar serviços nela disponíveis.
As prestadoras de serviços de telecomunicações têm direito à utilização de postes, dutos, condutos e servidões pertencentes ou controlados por outra prestadora de serviços de telecomunicações ou de outros serviços de interesse público, cabendo exclusivamente à ANATEL a definição dos preços e condições associados a tais direitos.
Os ganhos econômicos decorrentes da modernização, expansão ou racionalização dos serviços devem ser transferidos integralmente aos usuários.
A extinção da concessão transmitirá automaticamente à União a posse dos bens reversíveis.
Tendo em vista a globalização e a constituição de uma sociedade sem fronteiras, espera-se que, em uma cidade digital, a produção e fruição de conteúdos esteja fracamente associada à identidade cultural dos indivíduos.
Letramento informacional, alfabetização digital e fluência em tecnologia da informação são abordagens de capacitação mais bem empregadas para aumento da produção de conteúdos digitais inteligíveis do que para aumento da fruição desses conteúdos.
Um dos principais objetivos de iniciativas de criação de cidades digitais é o adensamento da cadeia produtiva do setor de tecnologia da informação e comunicação.
Se a Lei de Acesso à Informação fomenta a melhoria dos serviços de governo eletrônico, então ela atua, de forma direta ou indireta, como propulsora de projetos de cidades digitais.
É desejavel que os cidadãos habitantes de cidades digitais acessem, utilizem, produzam e disseminem informações.
A figura acima apresenta um modelo de cadeia produtiva das TICs(tecnologias da informação e comunicação), composto por vários segmentos que estabelecem cadeias de valor agregado. A respeito das informações apresentadas nessa figura e dos conceitos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, de política industrial e de cadeia de valor do setor de TICs, julgue o item subsequente.
Na figura apresentada, um colocation datacenter estaria mais bem posicionado como fornecedor para o segmento de desenvolvimento de software e SaaS de que como fornecedor do segmento de serviços informativos e de mídia.
Na computação em nuvem, que pode ser definida como a prestação de serviços de processamento e armazenagem de dados por um datacenter, destacam-se três modelos de entrega de serviço: infraestrutura como um serviço — o mais simples —, plataforma como um serviço e software como um serviço, — o mais complexo.
Um datacenter que provê serviços de colocation está mais preparado para oferecer serviços de cloud computing do tipo infraestrutura como serviço do que do tipo plataforma como serviço. Nesse tipo de datacenter, faz-se necessária a adoção de um nível de redundância mínima de Tier 1, em aderência às normas da TIA (Telecommunications Industry Association).
Por possuírem baixo fator de dispersão cromática, as fibras single mode (SM – G.652) são as mais indicadas para operar em sistemas WDM com alta concentração de comprimentos de ondas.
O SDH-NG oferece novos recursos em relação às redes SDH/SONET, tais como o VCAT (virtual concatenation), o GFP (generic framing procedure) e o LCAS (link capacity adjustment scheme).
O serviço de peering, fornecido pelos pontos de troca de tráfego, visa, entre outras metas, reaproveitar os backbones existentes, a fim de obter maior conectividade e desempenho na comunicação inter-rede.
O backhaul engloba os componentes de rede de maior hierarquia responsáveis pela junção dos backbones das operadoras.
Em comparação com um virtual container SDH de largura de banda fixa, o recurso de VCAT (virtual concatenation) fornece maior eficiência no transporte de serviço de dados.
No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.

No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.