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Segundo o relatório do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS (2024):
“A instabilidade de encostas em áreas de forte declividade associada à retirada de cobertura vegetal e impermeabilização do solo intensifica a erosão laminar e acelerada, favorecendo o assoreamento rápido de canais fluviais.”
Considerando os conceitos de dinâmica das águas e processos de encosta, a relação entre erosão e assoreamento ocorre, principalmente, devido o(a)
Entre os principais fatores que influenciam o comportamento mecânico das descontinuidades estão: orientação em relação ao plano de ruptura, espaçamento, rugosidade superficial, preenchimento, continuidade e presença de água.
Dessa forma, a condição que mais contribui para a instabilidade de taludes rochosos é:
Segundo estudo da Agência Nacional de Águas (ANA, 2024):
“Eventos hidrológicos extremos provocam alterações no balanço hídrico subterrâneo, aumentando o risco de recarga contaminada em aquíferos livres e de rebaixamento crítico em aquíferos confinados durante secas severas.”
Diante desse cenário, a compreensão integrada entre climatologia e hidrogeologia é essencial para a gestão eficiente dos recursos hídricos subterrâneos, sobretudo em áreas urbanas densamente ocupadas ou agrícolas intensivas.
Com base nas informações acima e nos conhecimentos interdisciplinares, os impactos dos eventos climáticos extremos sobre os sistemas hidrogeológicos manifestam-se principalmente por:
Segundo o geofísico turco Naci Görür, membro da Academia de Ciências da Turquia:
“Ignorar o planejamento urbano adequado e negligenciar o monitoramento das falhas geológicas é convidar o desastre.”
(Entrevista ao jornal Hürriyet, 2023)
Com base nas discussões sobre a intensificação dos impactos desses eventos, especialistas apontam que a vulnerabilidade das populações está ligada não apenas aos fenômenos naturais em si, mas principalmente à forma como as sociedades ocupam o espaço e se preparam (ou não) para tais ocorrências.
Considerando o texto e os conhecimentos geográficos, a intensificação dos impactos dos eventos geológicos extremos está associada principalmente à
• Presença de gnaisses migmatíticos com idades U-Pb em zircão centradas em 550 ± 10 Ma.
• Sequência ofiolítica parcial com intercalações de metassedimentos pelíticos deformados.
• Zonas miloníticas com estruturas dúcteis indicativas de transporte tectônico reverso, com direção NW-SE.
• Anomalias gravimétricas negativas contínuas ao longo do eixo orogênico (cf. Cordani et al., 2013).
• Paleomagnetismo indicando movimentação rotacional de terrenos cratônicos no Neoproterozoico.
Com base nessas informações, qual o cenário geotectônico mais compatível com a evolução desse cinturão?
Levando em consideração os riscos geológicos no Brasil e as contribuições citadas, assinale a alternativa CORRETA.
O intemperismo é o conjunto de modificações de ordem física e química que as rochas sofrem ao aflorar na superfície da Terra. Os produtos do intemperismo, que são a rocha alterada e o solo, estão sujeitos aos outros processos do ciclo supérgeno – erosão, transportes e sedimentação – os quais acabam levando à denudação continental, com o consequente aplainamento do relevo.
TEIXEIRA, W. Et al. Decifrando a Terra. 2ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 210.
Sobre os elementos que envolvem os diferentes tipos de intemperismo, podemos destacar que: