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Q3807552 Geografia

Considerando a organização espacial dos complexos agroindustriais que estruturam a economia mato-grossense, particularmente aqueles associados à consolidação do agronegócio no Vale do Araguaia, as principais cadeias produtivas que sustentam a dinâmica agroindustrial de Barra do Garças são:


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Q3807551 Geografia
O município de Barra do Garças tem seus dois principais rios inseridos em qual bacia hidrográfica brasileira abaixo:
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Q3807550 Geografia
A vegetação de Barra do Garças acompanha as características climáticas da região, já que a:
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Q3807549 Geografia
Considerando os elementos do clima que caracterizam a transição entre o domínio morfoclimático do Cerrado e a influência amazônica no leste do Mato Grosso, o clima de Barra do Garças apresenta predominantemente:
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Q3807548 Geografia
A densificação das redes – internas a uma organização ou compartilhadas entre diferentes parceiros – regionais, nacionais ou internacionais, surge como condição que se impõe à circulação crescente de tecnologia, de capitais e de matérias-primas. Em outras palavras, a rede aparece como instrumento que viabiliza exatamente essas estratégias: circular e comunicar.

CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 147.

Pode-se afirmar que uma das principais problemáticas associadas ao conceito de rede refere-se:
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Q3807547 Geografia

O bioma Cerrado é frequentemente afetado por queimadas e incêndios florestais, especialmente durante a estação seca. A respeito das causas, características e consequências desses eventos, assinale a alternativa correta:


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Q3807546 Geografia
Esta industrialização do campo é possível justamente pelo aumento da produtividade, pela ampliação da capacidade de produção agrícola, através da absorção de formas de produção da indústria pelo campo - concentração dos meios de produção (neste caso, especialmente a da propriedade da terra), especialização da produção e mecanização. Estes mecanismos acentuam a articulação entre a cidade e o campo, transformando o rural, um espaço altamente dependente do urbano, inclusive porque há um aumento do consumo da produção e dos serviços da cidade pelos moradores do campo. Esta articulação acentuada coloca em dúvida a própria distinção entre a cidade e o campo.

SPOSITO, M. Capitalismo e urbanização. 5ª ed. São Paulo: Contexto, 1994, p. 65.

Na perspectiva analítica acima, campo e cidade estão cada vez mais:
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Q3807545 Geografia
Assim, a cultura popular, "cultura selvagem" e irracional, é substituída, lenta ou rapidamente, pela cultura de massas, o espaço "selvagem" cede lugar a um espaço que enquadra e limita as expressões populares, e o que deveria surgir como sociedade de massas apenas se dá como sociedade alienada. Em lugar do cidadão surge o consumidor insatisfeito e, por isso, votado a permanecer consumidor. Sua dependência em relação a novos objetos limita sua vocação para obter uma individualidade e reduz a possibilidade dos encontros interpessoais diretos e enriquecedores, porque simbólicos em sua própria origem.

SANTOS, M. O espaço do cidadão. São Paulo: Nobel, 1987, p. 16-17.

Um dos elementos marcantes para a transformação do cidadão para um consumidor, na ótica de pensadores como Milton Santos, envolve a:
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Q3807544 Geografia
Portanto, assim como os EUA do pós-guerra, a China ganha centralidade no comércio mundial, tornando-se destino de parcela crescente da produção - não só de commodities, mas também de eletrônicos e serviços de alto valor agregado. Porém, ao contrário do caso anterior, esta centralidade é rivalizada pela permanência de alta demanda do mercado norte-americano, em que pese o choque da crise financeira de 2008.

HENDLER, B. Crise de hegemonia e rivalidade EUA-China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 122.

Um dos elementos pertinentes às disputas hegemônicas entre EUA e China envolve as/os:
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Q3807543 Geografia
A pobreza e a exclusão socioespacial, antes amplamente dominantes nos países periféricos, hoje alcançam com inusitada amplitude também nos países centrais e nas cidades mais ricas do mundo. Não há, também, como acreditava uma certa esquerda, uma relação unilateral e estável entre países centrais "exploradores" e países periféricos "explorados". Formas aviltantes de exploração se dão tanto dentro da Periferia quanto do Centro, e nada impede que um espaço nacional periférico se transforme, ainda que em um processo lento e com custos muito altos, em um espaço central.

HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 137.

As desigualdades socioespaciais perceptíveis nos centros hegemônicos do capitalismo mundial trazem como impacto a:
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Q3807542 Geografia

O espaço na visão hartshorniana é o espaço absoluto, isto é, um conjunto de pontos que tem existência em si, sendo independente de qualquer coisa. É um quadro de referência que não deriva da experiência, sendo apenas intuitivamente utilizado na experiência. Trata-se de uma visão kantiana, por sua vez influenciada por Newton, em que o espaço (e o tempo) associa se a todas as dimensões da vida.


CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 18.


A percepção sobre o conceito de espaço descrita acima envolve qual escola da geografia:



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Q3807541 Geografia
O aparecimento de um imenso setor produtivo ladeado por uma série de instrumentos políticos, financeiros e institucionais, tem possibilitado mais um salto qualitativo da economia chinesa. A predominância estatal sobre os gânglios vitais da grande produção e da grande finança unida a uma soberania monetária particular permite ao Estado gerir um processo que entrelaça tanto uma maior restrição à ação da lei do valor quanto da transição de uma planificação orientada à geração de valor e ao mercado para o que chamamos de planejamento baseado no projeto. É essa transformação operada ao longo dos últimos 20 anos, que explica, em grande medida, a crescente capacidade de intervenção do Estado chinês sobre o território e a economia do país, independentemente da queda da participação do Estado no que tange ao controle dos fluxos de renda no país.

JABBOUR, E.; DANTAS, A. Apontamentos sobre a geopolítica da China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 50-51.

Uma das transformações que envolvem o caso do desenvolvimento chinês pode ser indicada pela capacidade estatal em:
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Q3807540 Geografia
Países tipicamente de imigração até a primeira metade do século XX, como o Brasil, no mesmo ritmo com que suas economias entraram em crise, tornaram-se países de emigração. Pela observação dos principais fluxos migratórios do mundo contemporâneo, fica evidente a relação crise-expansão econômica, com países mais pobres exportando força de trabalho para países mais ricos.

HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 94.

Um dos efeitos contraditórios que do exposto acima envolve a(o):

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Q3807539 Geografia
A racionalização geográfica do processo produtivo depende, em parte, da estrutura mutável dos recursos de transporte, das matérias-primas, das demandas do mercado em relação à indústria, da tendência inerente à aglomeração e à concentração da parte do próprio capital. No entanto, essa tendência exige, para sustentá-la, a inovação tecnológica.

HARVEY, D. A produção capitalista do espaço. 2ª ed. São Paulo: Annablume, 2005, p. 50.

O texto sustenta que a inovação tecnológica é um paradigma importante nas relações econômicas contemporâneas, já que:
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Q3807538 Geografia
Com a rápida expansão da industrialização para alguns países periféricos (alguns denominados depois "semiperiféricos"), principalmente a partir dos anos 1950, houve uma complexidade dos espaços produtivos. Dessa forma, a nova divisão internacional do trabalho passou a ser baseada não estritamente nos setores da economia por tipo de produto, mas nos níveis tecnológicos de produção, nas formas de gestão e nas relações de trabalho dominantes, o que inclui, é claro, o valor dos salários pagos aos trabalhadores.

HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 43.

A partir do excerto acima, um dos desafios ainda correntes em relação à indústria brasileira envolve a:
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Q3807537 Geografia
A reorganização espacial da economia brasileira acompanhou as modificações substanciais do modo de inserção do Brasil na economia-mundo. A formidável expansão do sistema capitalista mundial no pós-guerra foi acompanhada pelo Brasil, já não somente como exportador de mercadorias, mas, devido à marcante presença do Estado na oferta de infraestrutura, como campo de investimentos, produtivos de empresas nacionais e multinacionais.

BECKER, B.; EGLER, C. Brasil, uma nova potência regional na economia mundo. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011, p. 112.

Um dos elementos que corroboram o modo de inserção do Brasil na economia-mundo no pós-segunda guerra é a(o):
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Q3807536 Geografia
Trata-se na realidade de um termo polissêmico que significa na geografia tanto a fração de divisão de uma superfície representada, como também um indicador de tamanho do espaço considerado, neste caso uma classificação das ordens de grandeza; em algumas disciplinas específicas, muitas outras significações remetem ao sentido de medida do fenômeno.

CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 119.

O importante conceito geográfico destacado acima é o de:
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Q3807535 Geografia
Hoje, com a hegemonia da lógica mercantil no campo ambiental, cujo domínio podemos observar em Joanesburgo, em 2002, quando grandes corporações empresariais se sentiram à vontade na condução da agenda e, com suas propostas neoliberais, esvaziaram os compromissos dos Estados e do poder público em benefício do mercado e do papel das organizações não governamentais. Uma nova geopolítica vem sendo gestada, em que o meio ambiente vem se constituindo na espinha dorsal.

PORTO-GONÇALVES, C. O desafio ambiental. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 162.

Uma das marcas das contradições ambientais atuais envolve:
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Q3807534 Geografia

O desafio ambiental está no centro das contradições do mundo moderno-colonial. Afinal, a ideia de progresso - e sua versão mais atual, desenvolvimento - é, rigorosamente, sinônimo de dominação da natureza! Portanto, aquilo que o ambientalismo apresentará como desafio é, exatamente, o que o projeto civilizatório, nas suas mais diferentes visões hegemônicas, acredita ser a solução: a ideia de dominação da natureza. O ambientalismo coloca-nos diante da questão de que há limite para a dominação da natureza. Assim, além de um desafio técnico, estamos diante de um desafio político e, mesmo, civilizatório.


PORTO-GONÇALVES, C. O desafio ambiental. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 24.


O desafio ambiental exposto acima envolve elementos que ultrapassam a questão da técnica. Nessa perspectiva, o bioma Amazônia é fortemente marcado:


Alternativas
Q3807533 Geografia

A região passa a ser vista como um produto real, construído dentro de um quadro de solidariedade territorial. Refuta-se, assim, a regionalização e a análise regional, como classificação a partir de critérios externos à vida regional. Para compreender uma região, é preciso viver a região.


CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 67.


A partir dos elementos do texto acima, indique a Escola da Geografia que tem este entendimento sobre o conceito de região:


Alternativas
Respostas
1821: B
1822: D
1823: D
1824: A
1825: A
1826: D
1827: B
1828: C
1829: D
1830: C
1831: D
1832: C
1833: C
1834: B
1835: C
1836: D
1837: C
1838: A
1839: B
1840: C