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Q3526681 Geografia
O território ganha novos conteúdos e impõe novos comportamentos, graças às enormes possibilidades da produção e, sobretudo, da circulação dos insumos, dos produtos, do dinheiro, das ideias e informações, das ordens e dos homens.
(SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021. Adaptado)
O texto apresenta elementos da constituição
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Q3526680 Geografia
A pobreza atual resulta da convergência de causas que se dão em diversos níveis, existindo como vasos comunicantes e como algo racional, um resultado necessário do presente processo, um fenômeno inevitável, considerado até mesmo um fato natural. Alcançamos, assim, uma espécie de naturalização da pobreza, que seria politicamente produzida pelos atores globais com a colaboração consciente dos governos nacionais e, contrariamente, às situações precedentes, com a conivência de intelectuais contratados - ou apenas contatados - para legitimar essa naturalização.
(SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, 2021. Adaptado)
Nessa última fase, o processo de globalização gera um conjunto de pessoas pobres que
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Q3526677 Geografia
As Geotecnologias revelam potencial didático-pedagógico e têm possibilitado cada vez mais que o estudante tenha acesso a diferentes dados e representações gráficas e cartográficas produzidas pelo Sensoriamento Remoto, por Sistemas de Informações Geográficas (SIG), pelo Sistema de Posicionamento Global (GPS) e pela Cartografia Digital. Nesse conjunto de possibilidades para o fortalecimento do ensino de Geografia no Ensino Fundamental, destaca-se a contribuição da Cartografia Inclusiva para o processo de aprendizagem dos estudantes.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)
Nesse ambiente, emergem os princípios de uma cartografia 
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Q3526676 Geografia
O raciocínio geográfico está relacionado com uma maneira de exercitar o pensamento espacial, por meio de princípios fundamentais.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)
Dentre os princípios fundamentais que orientam o raciocínio geográfico, tem-se a analogia definida da seguinte forma:
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Q3526675 Geografia
Este conceito geográfico apresenta várias definições. Pode ser definido como a unidade visível do real e que incorpora todos os fatores resultantes da construção natural, social e cultural. Também apresenta o caráter de herança de processos (fisiográficos e biológicos), de atuação antiga, remodelados e modificados por processos de atuação recente. São uma herança, um patrimônio coletivo dos povos que, historicamente, os modificaram ao longo do tempo e do espaço.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC,2019. Adaptado)
O texto define o conceito de
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Q3526674 Geografia
Uma primeira manifestação dessa filiação positivista está na redução da realidade ao mundo dos sentidos, isto é, em circunscrever todo trabalho científico ao domínio da aparência dos fenômenos. A descrição, a enumeração e classificação dos fatos referentes ao espaço são momentos de sua apreensão, mas essa corrente se limitou a esses fatos; como se eles cumprissem toda a tarefa de um trabalho científico.
(MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC,1985. Adaptado)
O excerto trata dos pressupostos que sustentou a corrente de pensamento da Geografia 
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Q3526673 Geografia
Trata-se de um conceito da climatologia que implica no resultado de ações atribuídas direta ou indiretamente à atividade humana que altere a composição da atmosfera global e que seja adicional à variabilidade climática natural observada ao longo de períodos comparáveis de tempo. Ocorre em função de ajustes internos dentro do sistema climático ou na interação de seus componentes, ou por causa de forçantes externas por razões naturais, ou ainda devido às atividades humanas.
(COSTA, Marco Aurélio (org.). O Estatuto da Cidade e a Habitat III: um balanço de quinze anos da política urbana no Brasil e a Nova Agenda Urbana. Brasília: IPEA, 2016. Adaptado)
A definição remete ao conceito de
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Q3526672 Geografia

Observe o mapa.


25.png (352×345)


(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)


Os números 1 e 2 no mapa, representam, respectivamente, o Domínio Morfoclimático

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Q3526671 Geografia
Os Estados Unidos da América (EUA) após o término da Segunda Grande Guerra Mundial (1939 a 1945) encontrava-se em uma situação favorável dentre todas as grandes potencias da época. Ao serem derrotados, o nazismo, o fascismo e o império japonês, emergia da Segunda Guerra um mundo dividido sob as esferas de influências de superpotências e uma nova regionalização do globo.
(COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica: Discursos sobre o território e poder, 2010. Adaptado)
Essa regionalização do espaço mundial foi denominada de
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Q3526670 Geografia
Entre o corpo espacial nuclear de um domínio paisagístico e ecológico e as áreas nucleares de outros domínios vizinhos existe sempre um interespaço, que afeta de modo mais sensível os componentes da vegetação, os tipos de solos e sua forma e distribuição e, até certo ponto, as próprias feições de detalhe do relevo regional.
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)
Esses interespaços são definidos como
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Q3526669 Geografia
Consiste no início de um percurso metodológico, que permite o estudo do lugar de vivência e auxiliando na leitura de um mapa. Ele inclui categorias abstratas de elementos que fazem parte da paisagem e do ambiente, como os trajetos e os pontos de referência, elementos que possuem uma relação hierárquica de inclusão de classes.
Essas categorias estão relacionadas ao conhecimento do lugar, isto é, o reconhecimento do lugar dos objetos e fenômenos representados.
(CASTELLAR, S.M.V. Cartografia escolar e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico, 2017. Adaptado)
O texto apresentado refere-se ao conceito de
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Q3526668 Geografia
Neste domínio climático, o mapa da vegetação é mais útil para definir os confins (limites) do domínio climático regional do que qualquer outro tipo de abordagem. Tudo indica que as isoietas de 750 a 800 mm sejam os limites aproximados desses espaços.
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003, Adaptado)
O texto remete as condições de clima e vegetação que expressam, respectivamente:
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Q3526576 Geografia
O Nordeste seco é a área que apresenta as mais bizarras e rústicas paisagens morfológicas e fitogeográficas do país. Nessas áreas, sobretudo quando ocorre associação entre os pontões rochosos e massas d´água de açudes públicos, aumentam em muitas suas potencialidades em termos de atração paisagística para fins de lazer, turismo e esportes.
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

Essas formações morfológicas a que se refere o texto são denominadas de
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Q3526575 Geografia
Trata de um conjunto espacial de certa ordem de grandeza territorial – de centenas de milhares a milhões de quilômetros quadrados de área – onde haja um esquema coerente de feições de relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climático-hidrológicas.
(Aziz Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

Esse conceito, que apresenta essas características, refere-se
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Q3526572 Geografia
A interface do Ensino Fundamental com o Ensino Médio constitui condição para o atendimento aos direitos de aprendizagem, uma vez que as aprendizagens devem se orientar pelas dez competências gerais da Educação Básica. Essas competências pronunciam e mobilizam conceitos, procedimentos, habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores capazes de resolver demandas complexas da vida cotidiana, do efetivo exercício da cidadania e da compreensão e participação no mundo do trabalho.
(Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC), Currículo Paulista: etapa ensino médio, 2020. Adaptado)

No campo das ciências humanas e sociais aplicadas, as categorias política e trabalho orientam
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Q3526570 Geografia
Observe os mapas que representam o número de cidades com mais de 100 mil habitantes em 1970 e 1996:

Q53_1.png (349×361)
Q53_2.png (349×308)

(Milton Santos, Maria Laura Silveira, O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021. Adaptado)

Sobre a distribuição das cidades com mais de 100 mil habitantes é possível concluir que
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Q3526569 Geografia
Os autores apontam para a ideia de uma produção cuja presença é capaz de assegurar o bem-estar das populações, em confronto com outra produção, destinada à exportação. A primeira seria necessária para a população subsistir e se desenvolver, enquanto a segunda seria não apenas excedente, mas também excessiva, acarretando para a sociedade um ônus desnecessário.
(Milton Santos, Maria Laura Silveira, O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021. Adaptado)

O texto apresenta dois conceitos de produção, sendo, respectivamente, o primeiro e o segundo definidos como produção
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Q3526568 Geografia
Cada região instala aquilo que, a cada momento, vem a constituir rugosidades diferentes. Essas rugosidades estão ligadas, de um lado, à tecnicidade dos objetos de trabalho, e, de outro, ao arranjo desses objetos e as relações daí resultantes.
(Milton Santos, Maria Laura Silveira, O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021. Adaptado)

Nesse contexto, o autor propõe a divisão regional do Brasil em
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Q3526567 Geografia
Em relação à organização do espaço, de acordo com Milton Santos e Maria Laura Silveira, existem aqueles espaços que mais acumulam densidades técnicas e informacionais e outros onde essas características estão ausentes. Entre esses extremos haveria toda uma gama de situações.
(Milton Santos, Maria Laura Silveira, O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021. Adaptado)

O autor denominou esses espaços, sequencialmente, de
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Q3526566 Geografia
A teoria de Vidal de La Blache concebia o homem como hóspede antigo de vários pontos da superfície terrestre, que em cada lugar se adaptou ao meio que o envolvia, criando, no relacionamento constante e cumulativo com a natureza, um acervo de técnicas, hábitos, usos e costumes, que lhe permitiram utilizar os recursos naturais disponíveis. Esse conjunto de técnicas e costumes, construído e passado socialmente, foi denominado por Vidal de “gênero de vida”, o qual exprimiria uma relação entre a população e os recursos, uma situação de equilíbrio, construída historicamente pelas sociedades. A diversidade dos meios explicaria a diversidade dos gêneros de vida.
(Antonio Carlos Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)

Assim, na perspectiva vidalina, a natureza passou a ser vista como oportunidades para a ação humana; daí o nome dessa corrente de pensamento de
Alternativas
Respostas
3341: A
3342: E
3343: B
3344: E
3345: A
3346: D
3347: B
3348: E
3349: A
3350: C
3351: B
3352: E
3353: D
3354: A
3355: E
3356: D
3357: B
3358: E
3359: C
3360: D