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Q3975722 Sociologia

A migração, que se tornou um tema central no debate geopolítico a partir do fim da Segunda Guerra Mundial, ganhou destaque no Ocidente a partir da primeira década do século XXI, e a proposta de mundo pautada nos direitos humanos não conseguiu desfazer a simbologia que as fronteiras sempre carregaram nesse processo.


Na contemporaneidade, em relação aos fluxos migratórios, a fronteira dos Estados tem simbolizado o conceito de 

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Q3975720 Sociologia

Texto 14A1-II


O tema da uberização do trabalho ganha visibilidade com a formação de enormes contingentes de trabalhadores controlados por empresas que operam por meio de plataformas digitais. O desafio contemporâneo envolve elementos complexos e armadilhas teórico-políticas. Reside em compreender as plataformas digitais como um novo meio poderoso pelo qual as relações de trabalho vêm se reestruturando, sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais que envolvem décadas de flexibilização e transformação no trabalho, e que se materializam nas plataformas digitais.


Ludmila Costhek Abilio, Henrique Amorim e Rafael Grohmann. Uberização e plataformização do trabalho no Brasil: conceitos, processos e formas. In: Sociologias. Porto Alegre, ano 23, n. 57, maio-ago./2021 (com adaptações).

O trecho “sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais”, do texto 14A1-II, expressa reflexões inspiradas pela
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Q3975718 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Sueli Carneiro, autora de um dos textos 14A1-I, denomina como dispositivo de racialidade as práticas de racialização que permeiam a sociedade brasileira desde os efeitos dos processos de escravização. Na sua concepção de dispositivo de racialidade, a autora evoca
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Q3975717 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Considerando-se os escritos de Lélia Gonzalez apresentados entre os textos 14A1-I e sua obra como um todo, é correto afirmar que, ao entender o racismo como uma construção ideológica, a autora considera que
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Q3975716 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Considerando as ideias de Lélia Gonzalez apresentadas nos textos 14A1-I e os diversos aspectos a elas relacionados, assinale a opção correta.
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Q3975715 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Em sua reflexão acerca das formas de estratificação social da sociedade brasileira, sobretudo ao longo do século XX, conforme indicado em dois dos textos 14A1-I, Lélia Gonzalez defende que 
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Q3975714 Sociologia

Textos 14A1-I


A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.


Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.


Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.


A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.


Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.



Lélia Gonzalez, ao formular o seu conceito de racismo cultural, dialoga com bases antropológicas, políticas e sociológicas, bem como com aspectos da filosofia e da psicanálise. Ao refletir sobre o lugar das mulheres negras na sociedade brasileira, como evidenciado em um dos textos 14A1-I, a autora
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Q3975712 Sociologia
Considerando as ideias e reflexões de William Edward Burghardt Du Bois, notadamente em sua obra As almas da gente negra, assinale a opção correta.
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Q3975711 Sociologia
Quando Max Weber discute as formas de dominação, ele explicita que elas têm por base a probabilidade de que as pessoas obedeçam. Diante disso, ele propõe uma classificação de “tipos puros” de dominação legítima. Assinale a opção que apresenta corretamente esses três tipos puros.
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Q3975709 Sociologia
Em seu conceito de classe, Max Weber destaca
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Q3975708 Sociologia
Karl Marx, em seu Manifesto do Partido Comunista, argumentou que a sociedade, no momento em que ele a analisava, estruturava-se fundamentalmente na
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Q3974426 Ciência Política

Mesmo tendo de concorrer no Colégio Eleitoral, Tancredo Neves lançou-se candidato pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro, de oposição. Venceu em 15 de janeiro de 1985, data que simboliza o fim de mais de vinte anos de ditadura militar.

(Carlos E. Matos. A eleição de Tancredo Neves [...]. Em: Nova Escola, 2008. Disponível em: https://x.gd/4hOT0. Acesso em 30.12.2025)


Em relação ao acontecimento mencionado pelo texto, está correto afirmar que

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Q3974322 Antropologia
No âmbito das relações socioambientais, das diferentes cosmologias e dos diferentes modos de vida, os conceitos de lazer e trabalho 
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Q3974321 Antropologia
No âmbito das relações socioambientais, das diferentes cosmologias e modos de vida, o conceito de trabalho
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Q3974319 Sociologia
Alguns critérios de análise utilizados pelo Brasil para a concessão do refúgio no país contribuem para a produção de experiências desiguais entre grupos. Nesse contexto, é correto afirmar que esses critérios
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Q3974316 Sociologia
Com base em análises sociológicas e antropológicas sobre mobilizações sociais contemporâneas em contextos de grandes intervenções estatais, assinale a opção correta. 
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Q3974315 Antropologia
No contexto do Brasil do final do século XVIII, as condições sociais e jurídicas impostas às mulheres pobres revelavam formas específicas de vulnerabilidade e estratégias de sobrevivência. Considerando esse cenário histórico, assinale a opção correta.
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Q3974314 Antropologia
O relato da discussão do grupo de mulheres sobre um conjunto de políticas públicas que poderia beneficiá-las expõe o difícil dilema da universalidade dos direitos humanos e uma de suas contradições inerentes: pelo menos no caso específico dos direitos humanos da mulher, se afirmarmos que a norma moral tradicional vale tanto quanto a lei, estaremos no caminho do reconhecimento pleno da autonomia dos povos originários, mas nos distanciaremos, na maior parte dos casos, do que os instrumentos internacionais promulgam com relação aos direitos humanos da mulher e até, em alguns casos, das crianças, entre outras categorias marcadas por um status inferior e dependente. Porém, se negarmos tal equivalência, ficaremos confinados ao paradigma jurídico do Estado democrático, que deve albergar, administrar e intermediar diversas comunidades morais, sem coincidir com nenhuma delas.

R. L. Segato. Antropologia e direitos humanos: alteridade e ética no movimento dos direitos universais. Mana, v. 12, n. 1, p. 207–236, 2006.

A partir do texto precedente, assinale a opção correta. 
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Q3974313 Antropologia
No que concerne a direitos humanos, cidadania e proteção de grupos vulneráveis, assinale a opção correta.
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Q3974311 Antropologia
A respeito de etnicidade, indigenismo e políticas indigenistas contemporâneas, assinale a opção correta, considerando as reflexões de Manuela Carneiro da Cunha na obra Antropologia do Brasil: mito, história, etnicidade.
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Respostas
61: B
62: A
63: B
64: C
65: E
66: C
67: B
68: E
69: D
70: E
71: A
72: C
73: D
74: A
75: D
76: C
77: B
78: D
79: D
80: E