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I. A lesão primária inclui fraturas de crânio, contusões e lesões difusas da substância cinzenta. II. A lesão secundária inclui edema cerebral, hematoma intracraniano, hipóxia cerebral e isquemia.
I. As próteses exoesqueléticas são conhecidas também como próteses convencionais, elas são confeccionadas com componentes de madeira ou plástico, os quais servem de conexão entre encaixe e pé. Suas paredes proporcionam além da sustentação, o acabamento estético. II. As próteses endoesqueléticas também são conhecidas como próteses modulares. A conexão entre encaixe e pé protético é realizada por meio de tubos e componentes modulares, e o acabamento final, com espuma e meia cosmética, conforme as medidas do membro contralateral à amputação.
( ) Próteses para complementação de amputação parcial ou total de dedos e partes da mão. ( ) Próteses para amputação de antebraço propriamente dito - desde a articulação radiocárpica até ao cotovelo. ( ) Próteses para amputação de braço desde a desarticulação de cotovelo até a articulação do braço. ( ) Próteses para amputação de ombro com retirada inclusive da omoplata.
I. Boston. II. Cheneau. III. Milwaukee. lV. Pavlick.

I. Comprometimento do plexo neurovascular vital ao membro acometido. II. Crianças menores de 6 anos de idade com tumores localizados ao redor do joelho que acometem as placas fisárias, devido a inaceitável expectativa de discrepância de comprimento dos membros inferiores além de 10 cm, independente do método reconstrutivo. A amputação com uso de prótese permite uma função muito melhor. III. Tumores cuja alternativa reconstrutiva evolui com uma função do membro muito inferior aquela obtida pela amputação com uso de prótese, considerando o prognóstico de sobrevida do paciente e as complicações dos métodos reconstrutivos a curto, médio e longo prazo. IV. Infecção pós-ressecção e reconstrução em pacientes em tratamento quimioterápico.
( ) O lactente é colocado em decúbito dorsal sobre a mesa de exame, com os quadris e os joelhos mantidos em flexão de 90º e as coxas em abdução. No recém-nascido, a abdução da coxa deve chegar aproximadamente a 90º. Estando o quadril em rotação intermediária, o examinador aplica pressão dirigida verticalmente para baixo, em direção à mesa (manobra de Ortolani). ( ) Se sentir um estalido ou sobressalto será sinal de que a cabeça do fêmur escapou para trás, sobre as margens do acetábulo, saindo dele. A compressão digital em direção ao grande trocanter, enquanto o quadril é delicadamente colocado em abdução, fará a cabeça do fêmur voltar para o interior do acetábulo (teste de Barlow). ( ) Outros sinais devem ser pesquisados, no lactente, visto poderem indicar luxação unilateral e luxação bilateral. Os sinais da unilateral podem ser: limitação da abdução de um dos quadris; assimetria das dobras cutâneas; comprimento aparentemente menor de uma das pernas e palpação revelando que um dos trocanteres ocupa posição mais alta que o oposto. E, os sinais da bilateral podem ser: largura anormal do períneo; pelve muito larga e aumento da lordose lombar. ( ) Alguns sinais tornam-se evidentes na época em que a criança começa a se manter em pé e a caminhar. São eles: sinal de Trendelenburg, denunciando instabilidade bilateral do quadril e marcha anormal.
1. Forma espástica. 2. Forma atetósica. 3. Forma hipotônica. 4. Forma atáxica. 5. Formas mistas.
( ) Apresenta as características da lesão do primeiro neurônio motor (hiper-reflexia, fraqueza muscular, padrões motores anormais, diminuição da destreza). ( ) Apresenta frequentemente grave depressão da função motora e fraqueza muscular. ( ) Apresenta sinais de comprometimento do sistema extrapiramidal, presença de movimentos involuntários, distonia, ataxia e, em alguns casos, rigidez muscular. ( ) Apresenta sinais de comprometimento do cerebelo, manifestando-se por ataxia. É considerada como raridade na PC, ocorrendo mais frequentemente em consequência de traumatismo craniano e em estados tais como hidrocefalia não tratada ou mal controlada. ( ) Se combinam as características das formas espástica, atetóide e atáxica.



1. Álcool. 2. Pílulas anticoncepcionais. 3. Talidomida. 4. Fenobarbital.
( ) Anomalias ósseas e do trato respiratório. ( ) Morte fetal, malformações variadas. ( ) Defeitos em membros ou coração, retardo mental. ( ) Microcefalia, retardo no crescimento e desenvolvimento.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
( ) O paciente de 6 a 9 meses deve permanecer por tempo prolongado na postura prima e iniciar o rolar, que deve ser facilitado por meio da retirada completa do peso do segmento cefálico na transferência de peso sobre o ombro homolateral. ( ) A família deve estimular a postura sentada com apoio de almofada em U por longos períodos a fim de que o paciente de 6 a 9 meses adquira o controle no plano frontal e fortaleça o controle no plano sagital. ( ) Deve-se estimular o paciente de 9 meses a 1 ano ao dotar a postura sentada em anel no chão para brincar, bem como utilizar cadeiras que possibilitem o apoio dos pés no chão, com encosto, e apoio lateral e mesinha à frente para atividades. ( ) Após adquirir a transferência da postura sentada para prono, o paciente de 9 meses a 1 ano estará apto a realizar o engatinhar, marco motor menos alcançado na Osteogênese Imperfeita, que necessita do fortalecimento dos MMSS associado ao adequado posicionamento do fêmur no acetábulo, bem como do fortalecimento da musculatura pélvica e abdominal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: