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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3251002 Medicina
Homem de 35 anos, pesando 65 quilos, acaba de ser definido como caso de hanseníase, com a classificação operacional de multibacilar (MB), grau de incapacidade física estabelecido (escore = 4,0 na escala OMP), na ausência de reações hansênicas.
Após a notificação do Sinam, o esquema terapêutico a ser iniciado pelos profissionais de saúde que prestam o atendimento deve ser:
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3251001 Medicina
Em relação ao tétano acidental é correto afirmar que
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3251000 Medicina
Em 02 de janeiro de 2025, o CIEVS Nacional foi notificado pelo CIEVS/PE sobre caso suspeito de raiva humana em Santa Maria do Cambucá (PE), com histórico de mordedura na mão esquerda por sagui, em 28 de novembro de 2024. A paciente é uma mulher de 56 anos de idade, sem comorbidades, agricultora aposentada, que deu entrada no Hospital Universitário Oswaldo Cruz em 31 de dezembro de 2024, com queixa de dor e dormência em membro superior esquerdo, com irradiação em hemitórax esquerdo e dormência no membro superior direito, iniciados no dia 24 de dezembro de 2024. Apresentou quadro de astenia, tontura, febre baixa e dificuldade para deglutição. Foram coletadas amostras de soro, saliva, fragmento de tecido e líquor no dia 03 de janeiro. Em 08 de janeiro, as análises em Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) das amostras de saliva e fragmento de tecido da paciente apresentaram resultados detectáveis para o vírus da raiva, com determinação da variante do sagui/soim (Callitrhix jaccus). A paciente permanece internada em Unidade de Terapia Intensiva, em estado grave, mas mantendo quadro estável.
[Fonte: “ALERTA DE EVENTO NACIONAL para a Rede CIEVS e NHE” - Nº 01/2025 | 10 de janeiro de 2025.]
As orientações do CIEVS Nacional para as Unidades da Rede CIEVS e/ou para os Núcleos Hospitalares de Epidemiologia (NHE) do Estado de Pernambuco devem incluir a
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3250999 Medicina
Homem de 26 anos é levado a um serviço de emergência público com quadro de febre alta, cefaleia holocraniana, vômitos e rebaixamento do nível de consciência, com dois dias de evolução. Ao exame físico, apresentava-se febril, torporoso, normotenso, eupneico, ausculta cardiovascular e respiratória normais, palpação do abdome sem alterações, sem edemas. Exame neurológico com presença de sinais de Kernig e Brudzinski, pupilas isocóricas, fotorreagentes, e fundoscopia normal. Pela impossibilidade de realização de exames complementares no serviço onde foi admitido, optou-se pelo início de dexametasona, seguido de vancomicina associado a ceftriaxona, ambos por via venosa. Após 96 horas de internação o paciente é transferido para um hospital particular, lúcido, orientado, afebril, alimentando-se, porém com sinal de Kernig presente. No hospital particular, foi, então, realizada punção lombar que deu saída a líquor levemente turvo, 550 células/mm3 , 55% PMN, 45% LMN, 70 mg% de glicorraquia (glicemia concomitante 96 mg%), e 150 mg% de proteinorraquia. Bacterioscopia negativa. Cultura em andamento.
A conduta mais adequada diante da evolução clínica e da análise liquórica do paciente em questão é 
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3250998 Medicina
Menino de 5 anos de idade, previamente sadio, é trazido pelos familiares com história de dor progressiva em membros inferiores há 6 dias. No terceiro dia de doença, apresentou dificuldade de deambulação associada à visão turva e ptose palpebral. O exame neurológico da admissão revelava “fascies miastênica”, com ptose palpebral bilateral, dismetria, fraqueza muscular proximal nos quatro membros, marcha atáxica e hiporreflexia generalizada. A história familiar não revelou a existência de doenças neuromusculares ou neurodegenerativas. Na revisão da história clínica, sua mãe reportou o consumo de vegetais enlatados três dias antes do início dos sintomas, assim como dor abdominal sem a presença de diarreia ou episódios de vômitos. Exame de eletroneuromiografia mostrou potenciação com estimulação repetitiva rápida denotando o bloqueio da junção pré-sináptica neuromuscular, com condução axonal normal.
O achado adicional do exame físico que, se presente, sustentaria a principal hipótese diagnóstica para o caso descrito é
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3250997 Medicina
Adolescente de 17 anos, do sexo feminino, previamente sadia, foi admitida em uma clínica particular com história de queda de uma cadeira escolar. A paciente sofreu escarificação mínima na mão esquerda, e queixava-se de dor intensa local. Foi então realizada imobilização gessada, no antebraço e mão esquerda, pela suspeita de fratura, embora o exame radiográfico, realizado no atendimento, não tenha revelado fraturas ou anormalidades na mão esquerda. A despeito da imobilização, a dor progrediu imensamente e em 96 horas se tornou intolerável. Foi levada a um serviço de emergência de um hospital universitário, onde, após a remoção do gesso, notou-se um edema difuso no dorso da mão esquerda, de coloração arroxeada, com presença de crepitação à palpação superficial da pele. A dor parecia desproporcional aos achados do exame físico. Em pouco tempo, o edema e a crepitação se propagaram centripetamente em ritmo acelerado e a paciente já apresentava febre, taquicardia e hipotensão arterial.
O agente etiológico que mais provavelmente foi responsável pelo quadro apresentado pela adolescente é:
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3250996 Medicina
Homem de 38 anos dá entrada em uma emergência de um hospital de grande porte com quadro de sepse e choque séptico.
De acordo com o Guia Internacional de Manejo da Sepse e do Choque séptico da Survival Sepsis Campaign, de 2021, entre as condutas listadas a seguir, assinale aquela que é considerada com força de recomendação e qualidade de evidência, respectivamente, fraca e baixa.
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3250995 Medicina
Menino de 4 anos é transferido para um serviço de doenças infecciosas, após 3 admissões em clínicas privadas com história de febre diária intermitente, por aproximadamente um mês, variando entre 38,0 oC e 40,3 oC, e responsiva a uso de antipiréticos.
Sintomas associados incluem cefaleia, dor na nuca, dor abdominal, inapetência, perda ponderal de pequena monta e sudorese noturna. Não tem história de contato com pessoas doentes, viagens recentes, ou exposição a animais. Previamente sadio, não usava medicamentos antes do início da doença atual e recebeu todas as vacinas recomendadas pelo PNI.
A febre foi documentada nos atendimentos anteriores, e o menino havia recebido, durante a investigação, alguns cursos de antibióticos variados e prednisona por 5 dias, sem resolução da febre. Está há 72 horas sem uso de medicamentos, exceto antipiréticos no momento dos episódios febris.
Na admissão atual, a criança se mostra alerta, agitada, sem parecer agudamente doente, e com o exame físico normal, exceto por marcha levemente alterada por dor na perna esquerda. A revisão dos vários exames laboratoriais realizados no período de investigação mostrou discreta leucocitose, e leve alteração de aminotransferases. Todos os exames diretos de sangue foram negativos, as culturas de sangue e urina não obtiveram crescimento, os exames reumatológicos normais e os exames tomográficos de tórax, abdome e crânio não indicaram um provável diagnóstico. Uma punção lombar foi realizada e evidenciou LCR com pleocitose de 52 cél/mm3 (24% polimorfonucleares, 61% linfomononucleares, 7% linfócitos atípicos e 8% macrófagos); hemácias 675 cél/mm3 ; proteinorraquia de 70 mg/dL; glicorraquia de 47 mg/dL.
Nos próximos passos da investigação de febre de origem obscura relatada na criança
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Grupo Infectologia |
Q3250994 Medicina
O termo “Febre de Origem Obscura” (FOO), originalmente descrito por Petersdorf e Beeson, em 1961, tem sido modificado ao longo de décadas para torná-lo mais prático, mais específico ou mais adaptado a certas áreas geográficas. Categorias foram criadas na literatura para permitir a reunião de informações em grupos específicos como neutropênicos, pacientes hospitalizados ou infectados pelo HIV (Durack e Street, 1991). Mais recentemente, o termo “Inflamação de Origem Obscura” (IOO) foi descrito por Vanderschueren, em 2009, por analogia à “Febre de Origem Obscura clássica” (FOO).
Esses dois últimos termos diferem em suas respectivas definições pela
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Q3250963 Medicina
Primigesta, assintomática, com feto único, realiza ultrassonografia transvaginal com 22 semanas que encontra colo uterino medindo 22 mm de comprimento.
Nesse caso, a conduta mais adequada é
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Q3250962 Medicina
O uso do fórcipe obstétrico está indicado em caso de
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Q3250961 Medicina
A gravidez ectópica tubária mais comum é a
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Q3250960 Medicina
Gestante com 7 semanas inicia quadro de sangramento vaginal. Ao exame especular é observada saída de pequena quantidade de sangue pelo orifício externo do colo e ao toque não foram identificadas alterações. A ultrassonografia evidencia saco gestacional tópico com embrião compatível com a idade gestacional e atividade cardíaca embrionária presente.
Diante desse quadro, o mais correto a ser feito é
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Q3250959 Medicina
Paciente com sorologia HIV positiva tem carga viral de 2200 cópias/mL.
Com o objetivo de diminuir a transmissão vertical do HIV, a melhor conduta, entre as listadas a seguir, é
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Q3250958 Medicina
Sobre a profilaxia antibiótica intraparto para estreptococos do grupo B (GBS), é correto afirmar que 
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Q3250957 Medicina
Gestante, sem histórico de doenças prévias à gestação, realiza exames laboratoriais de rotina com 18 semanas que evidenciam:

• hematócrito: 34%;
• plaquetas: 160.000 células/mm3 ;
• leucócitos: 9500/mm3 ;
• HbA1c: 6,8%.

Diante desses achados, o diagnóstico mais provável é:
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Q3250956 Medicina

Gestante com 28 semanas realiza ultrassonografia obstétrica com Doppler que evidencia feto com peso estimado no percentil 7 e índice de pulsatilidade da artéria umbilical no percentil 97, normodramnia e grau placentário III de Grannum.

Diante dessa situação e, de acordo com o protocolo baseado em estágios dos casos de restrição de crescimento fetal, a melhor conduta, entre as elencadas a seguir, é

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Q3250955 Medicina
Gestante com 14 semanas tem sorologia para toxoplasmose IgM(+) e IgG(+).
Nessa situação, entre as listadas a seguir, a melhor conduta inicial é
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Q3250954 Medicina
Paciente com 29 semanas tem diagnóstico de placenta prévia. Foi solicitada ultrassonografia para verificar sinais compatíveis com o espectro de placenta acreta.
São sinais sugestivos de acretismo:
Alternativas
Q3250953 Medicina
As citogenéticas da mola hidatiforme completa e da mola hidatiforme parcial são, respectivamente,
Alternativas
Respostas
17861: B
17862: B
17863: A
17864: B
17865: C
17866: E
17867: A
17868: D
17869: B
17870: A
17871: B
17872: C
17873: E
17874: A
17875: D
17876: C
17877: B
17878: C
17879: A
17880: A