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O CASO A SEGUIR REFERE-SE ÀS PRÓXIMAS DUAS QUESTÕES
Um homem de 85 anos, com hipertensão arterial controlada com enalapril, sem outras comorbidades conhecidas, evoluiu com início de dor torácica retroesternal aos médios esforços há cerca de 2 meses, sem dispneia. Apresentou também 2 episódios de síncope nas últimas 3 semanas, após realização de esforço físico, como subir 2 a 3 lances de escada. Após um exame físico completo e investigação cardiológica extensa, foi concluído que sua cardiopatia subjacente deveria ser tratada com o implante da prótese representada na figura abaixo.

Entre as opções a seguir, identifique o achado de exame físico mais provável de ser encontrado no paciente, antes do tratamento proposto.
Neste contexto, assinale a afirmativa correta.
Um exemplo de arritmia associada à automaticidade anormal é a(o)
I. A cirrose hepática, doença pulmonar obstrutiva crônica e anemia, são exemplos de condições não-cardíacas que podem simular clinicamente a ICFEP.
II. A disfunção diastólica identificada no ecocardiograma é patognomônica de ICFEP.
III. A fibrilação atrial e obesidade (IMC >30kg/m² ) são frequentemente encontradas em pacientes com ICFEP.
Está correto apenas o que se afirma em
Neste contexto, assinale a afirmativa incorreta em relação a essa classe de medicamentos.
Neste contexto, assinale a afirmativa correta
I. A hipertermia está tipicamente associada à bradicardia sinusal.
II. A hipotermia pode desencadear fibrilação atrial e, ocasionalmente, fibrilação ventricular.
III. Tanto a hipotermia quanto a hipertermia podem resultar em disfunção miocárdica transitória.
Está correto o que se afirma em
Um homem de 78 anos, portador de hipertensão arterial, dislipidemia e doença de Alzheimer, foi encaminhado à emergência por familiares após um primeiro episódio de síncope. A família relata que o paciente apresentou perda súbita da consciência enquanto estava sentado na sua poltrona, com recuperação após cerca de 2 minutos. Não houve liberação esfincteriana ou outros sintomas associados antes ou após o evento. Negavam também qualquer história de cardiopatia ou episódios semelhantes. Em uso de anlodipina e atorvastatina há 8 anos. Ao exame: Acordado, eupneico em ar ambiente, referindo leve tonteira, corado, hidratado. Frequência cardíaca 40 bpm; pressão arterial: 100x60 mmHg, ritmo cardíaco regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros. O restante do exame físico foi normal. O eletrocardiograma de admissão encontra-a seguir.
O ritmo presente nesse eletrocardiograma de admissão é
Gestante de 36 anos, com 27 semanas de gravidez, em acompanhamento pré-natal regular, comparece à consulta referindo dispneia aos esforços associada a “chiado no peito” que iniciou a partir do 3º trimestre da gestação. A dispneia foi progressiva e atualmente ocorre aos pequenos esforços. Apresenta também tosse noturna, edema progressivo de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Nega febre ou dor torácica. Relata múltiplos episódios de faringite na adolescência. Ao exame: Levemente taquipneica em ar ambiente, hipocorada +/4+, acianótica, anictérica, afebril. Cavidade oral com dentes em mau estado de conservação. FC: 105 bpm, PA: 112x58 mmHg (MSE sentada). AR: Estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares com sibilos esparsos. ACV: Ritmo cardíaco regular, 2 tempos, bulhas normofonéticas, ruflar diastólico 3+/6+ com reforço pré-sistólico em foco mitral, com estalido de abertura audível próximo à B2. P2>A2. Pressão venosa central estimada em 14 cmH20. Varizes e edema de membros inferiores bilateralmente até os joelhos com cacifo 2+/4+. Pulsos pediosos palpáveis.
A lesão valvar descrita no exame físico, que inclusive justifica os sintomas apresentados pela paciente é a
A avaliação do INR no exame de sangue do paciente é um importante recurso para avaliar o risco de complicações hemorrágicas pós cirúrgicas.
Os valores de referência do INR para pacientes sistemicamente saudáveis variam entre
Paciente do sexo masculino, 58 anos, diabético e hipertenso, procura o pronto-socorro com quadro de febre alta (39,5°C), calafrios, dor lombar esquerda e disúria há 48 horas. O exame de urina revela piúria e nitrito positivo. A ultrassonografia de vias urinárias mostra hidronefrose moderada à esquerda, sugerindo obstrução. O paciente apresenta hipotensão (PA 90/60 mmHg) e taquicardia (FC 115 bpm).
Considerando o quadro de pielonefrite aguda obstrutiva e sinais de sepse, a prioridade imediata no manejo deste paciente é
Homem de 30 anos, submetido à orquiectomia inguinal por massa testicular direita. O anatomopatológico confirma Seminoma Puro, limitado ao testículo (pT1), sem invasão da rede testicular ou invasão vascular/linfática. Os marcadores tumorais (AFP, β-hCG e LDH) estão normais após a cirurgia. O estadiamento por TC de tórax, abdômen e pelve é negativo para metástases (N0M0). O paciente é classificado como Seminoma Estágio I.
A conduta de acompanhamento primária mais recomendada, que oferece o melhor equilíbrio entre controle oncológico e minimização da toxicidade a longo prazo é a
Caso Clínico: Homem de 65 anos, tabagista de longa data, apresenta hematúria macroscópica indolor. A cistoscopia revela uma lesão tumoral única, séssil, de 4 cm, na parede lateral da bexiga. A ressecção transuretral (RTU) do tumor de bexiga confirma Carcinoma Urotelial de Alto Grau, com invasão da camada muscular (pT2). O estadiamento por TC é negativo para metástases (N0M0). O paciente tem bom estado geral (ASA II).
O tratamento padrão-ouro com intenção curativa para esse paciente é a