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Mulher com 35 anos de idade chega ao pronto atendimento referindo sangramento genital em grande quantidade, há cerca de 15 dias, após interromper o anticoncepcional hormonal oral combinado (ACHO), que vinha usando continuamente, há cerca de dois anos, para tratar sangramento uterino anormal. Relata que a interrupção do ACHO foi realizada por orientação médica, após apresentar trombose venosa profunda em membro inferior direito e iniciar o uso de enoxaparina e que, desde o início deste sangramento, vem fazendo uso de antinflamatório, sem melhora do quadro. Ao exame ginecológico, o colo uterino tem aspecto normal, o útero se encontra discretamente aumentado e o sangramento uterino é moderado. A ultrassonografia endovaginal mostra útero com volume=180 cm³, endométrio=2 mm, com três imagens hipoecoicas, todas intramurais, sendo que uma tangencia a cavidade endometrial, apresentando o maior diâmetro de 3,0 cm, e as outras duas imagens apresentam maiores diâmetros, de 1,0 cm e 1,5 cm. Os ovários se encontram normais.
Tendo em vista que essa mulher deverá usar anticoagulante por cerca de seis meses, a conduta correta para o controle do sangramento uterino anormal neste caso é o uso do
Adolescente de 17 anos, portadora de anemia falciforme, procura atendimento para o uso de contraceptivo porque irá iniciar a atividade sexual.
Neste caso, a opção terapêutica a ser recomendada deve ser
Segundo as novas recomendações do Ministério da Saúde para o rastreio do câncer de colo uterino, uma mulher de 30 anos de idade apresenta HPV 18 no teste de DNA-HPV oncogênico com genotipagem estendida.
Neste caso, estando a colposcopia negativa, a conduta a seguir é a realização da
Mulher com 22 anos de idade procura atendimento de urgência com queixa de dor uretral independente da micção, disúria e estranguria, com início há cerca de uma semana, após atividade sexual sem proteção. Ao exame ginecológico, verifica-se eritema de meato uretral, com saída de secreção purulenta e dor a palpação da uretra. O colo uterino se encontra com ectopia e muco claro, não apresentando dor a mobilização do útero e anexos.
Diante deste quadro, o diagnóstico clínico é de
Menina com 7 anos de idade, com história de sangramento transvaginal, telarca, estrogenização da genitália externa e sem pubarca. A ultrassonografia mostra útero com discreto aumento, endométrio de 5 mm, ovário direito = 1cm³ e esquerdo = 24 cm³ com imagem hipoecoica, bem delimitada e com maior diâmetro de 3,0 cm.
Tendo em vista a principal causa de tumor ovariano associada à puberdade precoce isossexual, o tipo do tumor é o
Em rastreio de hepatite B em uma mulher no menacme, a sorologia mostrou HBs-Ag positivo, Anti-HBs negativo, AntiHbc/IgM positivo e Anti-HBc/total também positivo.
Diante deste quadro sorológico, constata-se que esta paciente apresenta
Gestante com 15 semanas de gestação refere prurido vulvar e vaginal associado a corrimento esbranquiçado, além de desconforto, disúria e dispareunia. Ao exame ginecológico, observa-se hiperemia vulvar, edema, fissuras e presença de corrimento vaginal esbranquiçado, abundante, de aspecto flocular. O pH vaginal se encontra em torno de 3,5.
Diante desse quadro, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?