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Exames laboratoriais iniciais: • Hemoglobina: 7,8 g/dL (queda aguda em comparação a exame há 6 meses). • Plaquetas: 18.000/mm³. • Bilirrubina indireta: elevada. • Lactato desidrogenase (LDH): marcadamente elevada. • Reticulócitos: aumentados. • Esfregaço de sangue periférico: presença de esquizócitos (fragmentocytes) em número significativo. • Creatinina: 1,6 mg/dL (leve alteração). • Tempo de protrombina (TP) e tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa): normais. • Fibrinogênio: normal. • Pesquisa de hemocultura e hemograma viral iniciais negativos.
Qual é a conduta inicial mais apropriada diante desse quadro, considerando o diagnóstico mais provável?
Exames laboratoriais: • AST: 980 U/L. • ALT: 1.120 U/L. • Bilirrubina total: 6,2 mg/dL (direta 4,9). • INR: 1,6. • Sorologias virais: HBsAg negativo, anti-HBc total negativo, anti-HCV negativo, anti-HAV IgM negativo. • FAN: 1:640 (padrão homogêneo). • Anti-LKM1 positivo. • IgG sérica: 2.100 mg/dL (elevada).
Considerando as informações apresentadas, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada, respectivamente?
Exames adicionais:
• Radiografia de tórax: padrão reticulonodular basal.
• Tomografia computadorizada de alta resolução: faveolamento subpleural, bronquiectasias tracionais e discreto padrão em favo de mel basal.
• Função pulmonar: capacidade vital forçada 58% do previsto, volume expiratório forçado no primeiro segundo 60% do previsto, difusão pulmonar do monóxido de carbono 45% do previsto.
• Sorologias: anticorpo antinuclear negativo, fator reumatoide discretamente positivo.
Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada, respectivamente?
Exames laboratoriais: • Glicemia: 865 mg/dL. • pH arterial: 7,35. • HCO₃⁻ : 22 mEq/L. • Osmolaridade plasmática calculada: 348 mOsm/kg. • Cetonúria: traços.
Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que indica o provável diagnóstico e a conduta inicial correta, respectivamente.
I. A avaliação do feto no primeiro período do parto deve ser realizada pela ausculta intermitente dos batimentos cardiofetais, ao passo que, no segundo período do parto, a monitorização da frequência cardíaca fetal deve ser contínua, através da cardiotocografia.
II. O toque vaginal para avaliação da progressão do trabalho de parto pode ser realizado a cada 2-4 horas, a depender da necessidade, porém o número de exames vaginais deve ser reduzido ao mínimo necessário.
III. A paciente poderá adotar a posição que achar mais confortável durante o trabalho de parto, podendo deambular e adotar posições verticalizadas.
Quais estão corretas?