Questões de Concurso
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Paciente vítima de trauma é socorrido por populares e levado à unidade de saúde mais próxima devido a atropelamento por veículo em alta velocidade, que ocorreu no centro da cidade. Apresenta-se inconsciente (Glasgow 7), pupilas assimétricas e com frequência respiratória de 25 irpm. A unidade de saúde não dispõe de neurocirurgião de plantão, mas há suporte de imagem e equipe treinada em suporte avançado de vida (ACLS e PHTLS).
Após a estabilização inicial do trauma, qual deve ser a conduta?
Qual manobra cirúrgica o residente deve realizar?
Na sala de emergência, é admitido um paciente de 34 anos, vítima de queda de motocicleta em alta velocidade. Apresenta-se consciente e lembra-se de todo o ocorrido. Os sinais vitais estão estáveis, sem sinais de choque ou instabilidade. Queixa-se de intensa dor pélvica. Ao exame, mostra escoriações na região glútea, um hematoma perineal extenso e sangue no meato uretral. A palpação retal revela que o tônus do esfíncter é preservado e não se percebe sangue em dedo de luva.
A conduta mais apropriada é
Homem de 35 anos dá entrada na sala de trauma devido a atropelamento por automóvel. Encontra-se consciente, PA: 110 × 80 bpm; FC: 98 bpm e FR: 25 irpm. Queixa-se de dor torácica à direita associada a dispneia leve. Ao exame: murmúrio vesicular diminuído e macicez à percussão do hemitórax direito. A radiografia de tórax revela opacificação homogênea na base direita na posição supina. Foi indicada drenagem torácica em selo d’água, sendo observada saída de 1.600 mL de sangue de forma imediata.
Assinale a alternativa correta quanto ao manejo do hemotórax.
Mulher de 80 anos, hipertensa e portadora de fibrilação atrial crônica, com insuficiência cardíaca (FE 38%), refere dor abdominal difusa e diarreia com presença de sangue. Os sintomas tiveram início súbito há 12 horas. Refere uso dos seguintes medicamentos: digoxina, propranolol e vitaminas. Apresenta FC de 105 bpm, mas o abdome é doloroso somente à palpação profunda, sem sinais de peritonite. O hemograma mostra leucocitose moderada, e a tomografia revela espessamento da parede do cólon esquerdo. A colonoscopia mostrou áreas de mucosa edemaciada com hemorragia espontânea e ulcerações rasas serpentiformes com delimitação abrupta entre o tecido normal e a mucosa ulcerada na transição retossigmoide. A paciente permaneceu em bom estado geral, mas mantendo febre baixa.
Qual é a conduta mais adequada neste momento?
Homem de 60 anos apresenta icterícia progressiva há 3 semanas. Refere intenso prurido associado e colúria. Nega febre ou dor abdominal. No período, relata perda de 10 kg. Ao exame, apresenta icterícia, emagrecimento e abdome indolor à palpação. Percebe-se massa palpável no hipocôndrio direito, compatível com vesícula biliar dilatada.
A hipótese diagnóstica mais provável é
Homem de 34 anos é submetido a herniorrafia inguinal pela técnica de Lichtenstein. Evoluiu sem queixas no pós-operatório imediato. No retorno em consulta após 6 meses, relata dor do tipo queimação e sensibilidade ao toque da região inguinal direita. Refere piora ao caminhar por tempo prolongado e ao realizar a extensão do quadril e melhora da dor com a flexão da coxa sobre o abdome. Ao exame, apresenta dor à palpação do trajeto inguinal. Não há abaulamento local ou alterações da coloração da pele da região inguinal. A incisão cirúrgica apresenta-se curada.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Um homem de 45 anos, diabético do tipo 2 de longa data, apresenta quadro clínico compatível com litíase renal. Deu entrada no pronto atendimento com dor intensa em flanco direito há uma semana, com febre diária de até 39 ºC, calafrios e perda de 5 kg nos últimos dias. Refere dor intensa que irradia para a região inguinal e quadril à direita. Apresenta como antecedentes: apendicectomia há 15 anos e alergia a anti-inflamatórios. Nega traumas ou demais sintomas previamente aos descritos. Ao exame, exibe dor à palpação profunda do abdome à direita e limitação à mobilização do quadril. O cirurgião realizou uma manobra propedêutica em que o paciente foi orientado a estender a coxa contra resistência, referindo intensa dor. Os exames laboratoriais revelam leucocitose com desvio à esquerda e PCR elevado.
O diagnóstico mais provável é
Um paciente de 45 anos foi submetido, há cerca de 10 dias, a fundoplicatura laparoscópica pela técnica de Nissen devido à doença de refluxo gastroesofágico. No retorno com o cirurgião, refere disfagia para sólidos, mas mantém certa ingestão de alimentos pastosos e líquidos. Está sem outros sintomas clínicos e em bom estado geral.
Assinale a alternativa correta a respeito da melhor conduta.
Um homem de 45 anos é admitido no pronto-socorro com queixa de diarreia aquosa importante, com início há aproximadamente 3 semanas. Neste período, apresentou importante perda de peso (cerca de 10 kg). Associam-se queixas de fadiga, câimbras frequentes inexplicáveis e tontura. A diarreia persiste mesmo durante o jejum e tem alto volume diário (superior a 4 litros). Nega febre, dor abdominal severa ou sangramento intestinal. Os exames laboratoriais realizados na emergência mostram hipocalemia severa (potássio séri co de 2,2 mEq/L), acidose metabólica hiperclorêmica com pH de 7,28, HCO3 de 16 mEq/L e cloro de 118 mEq/L. Há ainda redução dos níveis de magnésio e fósforo séricos. A gastrina sérica se encontra normal e não há alteração nos níveis de ácido 5-hidroxi-indolacético na urina. A tomografia de abdome revela uma lesão sólida hipervascular localizada no corpo do pâncreas com 4,2 cm de diâmetro e com associação de implantes hepáticos secundários.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Mulher de 50 anos, residente em área de população ribeirinha no norte do país, procura atendimento por nódulo tireoidiano. Ao exame físico, apresenta nódulo único em lobo direito, medindo 3,2 cm, firme e indolor. Não se percebem linfonodos palpáveis. Foi submetida há 6 meses a uma punção aspirativa com agulha fina (PAAF) devido a crescimento do nódulo, documentado com dois ultrassons realizados em um intervalo de seis meses.
Com base no caso descrito, assinale a alternativa correta.
Um paciente de 82 anos apresenta disfagia de transmissão e episódios frequentes de internação hospitalar devido a pneumonia aspirativa. Encontra-se acamado devido a sequela de acidente vascular cerebral, após o qual teve implantado uma derivação ventriculoperitoneal (DVP), confeccionada há seis meses. Apresenta histórico prévio de duodenorrafia por laparotomia devido a úlcera perfurada há cerca de 20 anos. A equipe cirúrgica discute a possibilidade de realização de uma gastrostomia endoscópica percutânea (GEP).
Assinale a alternativa correta quanto à indicação desse procedimento.
Considerando o conceito de prevenção quaternária, qual a conduta inicial correta que o pediatra deve adotar nesse caso?
Perante esse quadro, qual a conduta terapêutica correta?
Diante desse achado, a correta suspeita diagnóstica é
Após a estabilização inicial dessa criança, é correto afirmar que a conduta apropriada a seguir é
Considerando os achados clínicos e laboratoriais, qual a conduta adequada e imperativa para a investigação desse caso?
Com base nas informações apresentadas, qual a hipótese diagnóstica provável e a conduta inicial para esse caso?