Questões de Concurso

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Q3867762 Medicina
Lactente, acianótico, com história de cansaço progressivo após primeiro mês de vida e baixo ganho ponderal, ausculta cardíaca com presença de sopro sistólico de intensidade moderada (gradação 3 em 6 de Levine) mais audível em borda esternal esquerda baixa. Qual é a cardiopatia congênita mais provável? 
Alternativas
Q3867759 Medicina
No edema agudo de pulmão cardiogênico, qual é a medida inicial prioritária? 
Alternativas
Q3867758 Medicina
A dissecção de aorta tipo A envolve: 
Alternativas
Q3867757 Medicina
Quanto à investigação genética na cardiomiopatia hipertrófica (CMH), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3867756 Medicina
Em um paciente com insuficiência cardíaca e disfunção sistólica ventricular esquerda pós-infarto do miocárdio, são medicamentos com benefício prognóstico comprovado, EXCETO:
Alternativas
Q3867755 Medicina
Paciente com estenose mitral reumática, classe funcional III NYHA, ausculta cardíaca de estalido de abertura da valva mitral e ruflar diastólico no foco mitral. ECG indica fibrilação atrial. Ecocardiograma transtorácico demonstrando grande aumento do volume atrial esquerdo, área valvar mitral 0,9 cm2, gradiente transvalvar mitral médio de 12 mmHg, pressão sistólica máxima na artéria pulmonar estimada em 65 mmHg e ausência de trombos. Qual é a conduta mais adequada? 
Alternativas
Q3867753 Medicina
Na fibrilação atrial com resposta ventricular rápida e instabilidade hemodinâmica, sem outras possíveis causas secundárias para essa instabilidade, qual é a conduta imediata? 
Alternativas
Q3867748 Medicina
Segundo a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, considerando um paciente do sexo masculino de 25 anos, assinale a alternativa com os valores de PA sistólica/diastólica que configuram hipertensão arterial sistêmica estágio 2. 
Alternativas
Q3867747 Medicina
A presença de pulso alternante é mais característica de qual condição? 
Alternativas
Q3867746 Medicina
O miocárdio fetal é mais rígido pois apresenta um menor número de elementos contráteis em comparação ao coração adulto. Assim, a taquicardia supraventricular é uma das principais causas de insuficiência cardíaca fetal. Assinale a alternativa que contém outro fator determinante importante para o débito cardíaco (DC), além da frequência cardíaca.
Alternativas
Q3867745 Medicina
Segundo a prevenção primária cardiovascular, é considerado fator de risco modificável: 
Alternativas
Q3867744 Medicina
Em um paciente com suspeita de dissecção aguda de aorta tipo A, qual é a conduta imediata inicial (nos primeiros minutos)? 
Alternativas
Q3867741 Medicina
Homem de 60 anos, com insuficiência cardíaca sintomática, ecocardiograma com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%, classe funcional NYHA III, e função normal, está em uso de inibidor da enzima conversora da angiotensina (IECA) e betabloqueador. Segundo as diretrizes atuais, qual é a próxima medicação com impacto prognóstico a ser adicionada? 
Alternativas
Q3867740 Medicina
Paciente com estenose aórtica grave apresenta valva aórtica bicúspide, área valvar de 0,8 cm², gradiente médio de 45 mmHg e sintomas aos esforços. Qual é a melhor conduta diante desse quadro? 
Alternativas
Q3867738 Medicina
Mulher de 50 anos, na menopausa, apresenta sinal de Frank bilateral ao exame físico. Esse sinal pode estar associado à: 
Alternativas
Q3867736 Medicina
Homem de 56 anos, assintomático, comparece para avaliação de rotina. Apresenta pressão arterial (PA) média em MAPA de 24h de 148/92 mmHg, sem lesão de órgão-alvo detectável. Segundo as diretrizes brasileiras, qual é a melhor conduta inicial? 
Alternativas
Q3867708 Patologia
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer

        A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.

        No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” – ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.

        Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando a alocação de recursos humanos no setor de saúde.

        Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias em larga escala.

(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)

Com base no texto, analise as afirmações a seguir sobre o uso da Inteligência Artificial na triagem e no diagnóstico de câncer, em V para VERDADEIRO ou F para FALSO.
( ) A IA pode agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga repetitiva dos radiologistas, contribuindo para um ambiente de trabalho mais sustentável.
( ) A autonomia total da IA no diagnóstico é vista como uma solução ideal pelos profissionais de saúde, pois elimina a necessidade do julgamento clínico humano.
( ) O uso da IA pode melhorar a precisão na detecção de anomalias em imagens médicas, auxiliando na identificação precoce de doenças como o câncer de mama.
( ) Um dos riscos apontados é a possível “desqualificação profissional”, com perda de habilidades críticas devido à dependência excessiva da automação.
( ) A IA substitui integralmente os exames clínicos presenciais, reduzindo a necessidade de interação entre médico e paciente.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3867706 Patologia
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer

        A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.

        No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” – ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.

        Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando a alocação de recursos humanos no setor de saúde.

        Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias em larga escala.

(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)

Com base no texto, o que são algoritmos no contexto da utilização da Inteligência Artificial em programas de triagem e diagnóstico de câncer? 
Alternativas
Q3867309 Medicina
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025, qual é o valor da Pressão Arterial (PA) no consultório que, medido em duas ocasiões diferentes, estabelece o diagnóstico de Hipertensão Arterial (HA) em indivíduos com 18 anos ou mais?
Alternativas
Q3867153 Medicina
A hiperplasia prostática benigna (HPB) é um aumento não canceroso (benigno) da glândula prostática, que pode dificultar a micção. Sobre este assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:

I - A hiperplasia prostática benigna (HPB) torna-se muito mais frequente à medida que os homens envelhecem, especialmente depois dos 50 anos de idade. A causa exata não é conhecida, mas provavelmente envolve alterações causadas por hormônios, incluindo a testosterona e, especialmente, di-hidrotestosterona (um hormônio relacionado à testosterona).
II - A hiperplasia prostática benigna (HPB) inicialmente causa sintomas quando a próstata aumentada começa a bloquear o fluxo de urina. Às vezes, os profissionais de saúde usam o termo sintomas do trato urinário inferior para descrever a combinação dos sintomas que a HPB pode causar. Primeiro, os homens podem ter dificuldade para iniciar a micção. A micção também pode dar a sensação de ter sido incompleta.
III - Uma amostra de urina deve ser examinada (urinálise) para confirmar que não há infecção ou hemorragia. Quando um exame revelar que a próstata está aumentada ou o homem tiver sintomas de obstrução urinária, os médicos geralmente também realizam um exame para medir o nível de antígeno específico da próstata (PSA) no sangue. 
Alternativas
Respostas
2041: B
2042: B
2043: C
2044: B
2045: D
2046: E
2047: C
2048: D
2049: E
2050: A
2051: D
2052: B
2053: A
2054: C
2055: D
2056: C
2057: E
2058: B
2059: A
2060: D