Questões de Concurso
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O modelo de Regressão com Descontinuidade (RDD) é uma técnica estatística usada para avaliar o impacto causal de uma variável independente em uma variável dependente, quando essa variável independente ultrapassa um certo limite ou ponto de corte.
Suponha que se esteja investigando o efeito do número de horas de estudo (variável independente) no desempenho em um teste (variável dependente). Assumindo-se que haja um ponto de corte de 5 horas de estudo e que se deseje verificar se há algum efeito no resultado do teste ao se ultrapassar esse ponto de corte.
A equação para esse modelo pode ser expressa da seguinte forma:
Yi = 60 + 5Xi + 8Di + ϵi ,
onde
• Yi é o desempenho no teste para o indivíduo i;
• Xi é o número de horas de estudo para o indivíduo i;
• Di é uma variável indicadora que vale 1 se Xi > 5 horas e 0 caso contrário para o indivíduo i;
• ϵi é o termo de erro para o indivíduo i.
Ao se comparar um estudante que estuda 6 horas para um teste com um outro que estuda 4 horas, de acordo com o modelo RDD apresentado acima, verifica-se que o
Equação I

O p-valor do Teste de Hausman obtido é igual a 0,001.
Equação II

O p-valor do Teste de Hausman obtido é igual a 0,265.
A base de dados é composta pelas seguintes variáveis:
• salario = salário real; • exper = anos de experiência profissional;
• casado = variável dummy igual a 1 se casado e 0 caso contrário;
• sindicato = variável dummy igual a 1 se sindicalizado e 0 caso contrário; • D15,D16,D17,D18 e D19 são os efeitos fixos de cada ano no tempo;
• aI,i e aII,i são os efeitos fixos não observados associados aos trabalhadores das Equações I e II, respectivamente;
• εI,it e εII,it são os termos de erro das Equações I e II, respectivamente.
Com base nos resultados dos Testes de Hausman e considerando o nível de significância a 5%, conclui-se que os coeficientes
No Pareamento por Escore de Propensão, um algoritmo utilizado para emparelhar cada sujeito tratado com um ou mais sujeitos não tratados que têm as pontuações de propensão mais próximas é o pareamento por
Escuridão favorece o fator surpresa da ação criminosa e dificulta a identificação de sua autoria
Se a escuridão favorece o fator surpresa da ação criminosa e dificulta a identificação de sua autoria, a principal hipótese é que o aumento da visibilidade permitido pela iluminação pública acabaria com essas vantagens, diminuindo os riscos de se cometer um crime.
Um experimento realizado em parceria com a polícia metropolitana de Nova York apontou para uma redução de 36% nos crimes ocorridos durante a noite em ruas que receberam iluminação pública extra por um período de seis meses, entre março e agosto de 2016.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/brasil/ruas-com-iluminacao-publica-diminuem-o-risco-de-crimes-segundo-experimento-1.2209834. Acesso em: 2 jan. 2024. Adaptado.
Com base nessa experiência, o prefeito de uma determinada cidade resolveu implementar um programa de expansão do número de postes em uma localidade rural da cidade, com problemas de iluminação pública, que é considerada um bem público. A prefeitura também conseguiu inferir, a partir de uma pesquisa, a média do benefício marginal da instalação de postes de iluminação para 3 grupos de moradores com o mesmo tamanho (predisposição a pagar), conforme a Tabela seguinte:

Sabe-se que, para a prefeitura, o custo de instalação de cada poste é de R$ 16,00.
Nesse contexto, conclui-se que,
Uma das características mais marcantes da economia brasileira é o seu elevado grau de desigualdade de renda, embora de comportamento variável. De fato, é possível identificar, durante o último quarto de século, três períodos com dinâmicas inteiramente distintas: (a) de 1981 a 1989, em que houve um contínuo crescimento do grau de desigualdade; (b) de 1989 a 1993, caracterizado por uma alta volatilidade e por um pico da desigualdade; e (c) de 1993 a 2005, marcado por um persistente declínio do grau de desigualdade. Nesse último longo período é possível destacar, ainda, o último quinquênio (2001-2005) como um período de nítida aceleração na queda de desigualdade de renda, como mostram pesquisas do Ipea.
FERREIRA, F. et al. Ascensão e queda da desigualdade de renda no Brasil: uma atualização para 2005. In: BARROS, L. et al. (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília, DF: Ipea, v. 1, 2006, p. 359. Adaptado.
No terceiro período mencionado no texto, identifica-se como um fator responsável pela redução da desigualdade de renda a(o)
Logo, o(a)
Nesse contexto, verifica-se que o(a)
Em uma situação como essa, a empresa NÃO
Sendo assim, conclui-se que, caso as empresas
Após negociarem até alcançarem uma alocação de bens eficiente, no sentido de Pareto, a distribuição final de arroz e feijão, entre as pessoas W e Y, é representada por um ponto na caixa como
Nessas condições, um
I - North American Free Trade Agreement (NAFTA)
II - Mercado Comum do Sul (Mercosul)
III - União Europeia
IV - Zona do Euro
P - União aduaneira
Q - Área de livre-comércio
R - Acordo de preferências comerciais
S - Mercado comum
T - União monetária
As associações corretas são:
Considere, então, que o Brasil e a União Europeia formem dois blocos distintos e sejam abundantes, respectivamente, em recursos naturais e em capital. Admita, adicionalmente, que suas economias possuam apenas dois setores produtivos: o primário, considerado o setor intensivo em recursos naturais, cujas empresas produzem produtos agropecuários e funcionam sob condições de concorrência perfeita; e o manufatureiro, considerado o setor intensivo em capital, cujas empresas operam com elevadas economias de escala, produzem bens manufaturados diferenciados e funcionam sob condições de concorrência monopolística.
Caso o Brasil e a União Europeia adotem um Acordo de Livre-Comércio em que todas as barreiras ao intercâmbio recíproco de produtos primários e de bens manufaturados sejam eliminadas, de acordo com o modelo teórico de Krugman, o
O direito de um país-membro adotar uma alíquota ad valorem à importação, com o objetivo de neutralizar o uso de subsídios acionáveis, aplicado por seu parceiro comercial, é denominado
Com base nas hipóteses inerentes aos modelos de comércio internacional apresentados por Smith e Ricardo, o(s)
Nos modelos neoschumpeterianos de comércio, o padrão quantitativo (volume e participação) e qualitativo (tipos de bens exportados e importados) de inserção de um país no comércio internacional depende, fundamentalmente,