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Q3591968 Educação Artística
Assinale a alternativa que define a dimensão do conhecimento em Arte denominada “Crítica”. 
Alternativas
Q3591967 Educação Artística
Segundo Iavelberg (2015), no contexto das abordagens atuais no ensino da Arte, promoveram-se as teorias de leitura de imagem e percepção estética da criança.

No que diz respeito ao Modernismo, a percepção era uma dimensão importante no ensino voltada
Alternativas
Q3591966 Educação Artística
Segundo Iavelberg (2015), alguns autores estudam os níveis de desenvolvimento de compreensão estética da criança e do jovem, pontuando as transformações na capacidade de leitura de imagens da arte ao longo da experiência com essa prática. Um desses estudos aponta para a sequência de tais níveis a partir das categorias: Descrição; Análise; Interpretação e Julgamento.

Essas categorias fazem parte da abordagem de
Alternativas
Q3591965 Educação Artística
Segundo Iavelberg (2015), Ana Mae Barbosa, que organizou a Proposta Triangular, afirmou que a Proposta se apresenta como abertura à contextualização, valorização da cultura de origem e atenção ao contexto de interculturalidade próprio do país.

Dessa forma, a Proposta, sua fundamentação e referências situam
Alternativas
Q3591964 Educação Artística
Para Barbosa (2022), o Modernismo antropofágico fracassou na sua função descolonizadora pela ação da ditadura nefasta do Estado Novo (1937 – 1945), mas os modernistas geraram para o ensino da Arte o duradouro Movimento de Educação Expressionista, defendido por Mário de Andrade (1893 – 1945) e Anita Malfatti (1889 – 1964).

Nesse contexto, a autora aponta por parte dos primeiros modernistas, em relação ao ensino da Arte, 
Alternativas
Q3591963 Educação Artística
Leia o texto a seguir:

     Em torno de 1870, na busca de um modelo que estabelecesse a união entre criação e técnica, isto é, entre arte e sua aplicação à indústria, os intelectuais e políticos (especialmente os liberais) brasileiros comprometeram-se profundamente com os modelos de Walter Smith para o ensino da Arte nos Estados Unidos, que passaram a divulgar no Brasil.

(A. M. Barbosa, “Ensino do desenho e da arte no Brasil”, 2018/2019. Adaptado)

Para a autora, um dos principais divulgadores do modelo de Walter Smith no Brasil, a partir dos Pareceres sobre a reforma do ensino primário e secundário, foi
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Q3591962 Educação Artística
Para Barbosa (2018/2019), o primeiro produto cultural brasileiro de origem erudita, que foi trazido de Portugal e recebeu, por meio da criação popular, características que podem ser consideradas de cunho nacional, foi o
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Q3586904 Artes Visuais
Como a arte urbana transforma as cidades
“O objetivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas, mas o seu significado interior”, observou o polímata grego Aristóteles. A arte urbana em espaços públicos busca esse objetivo, oferecendo significado e identificação aos moradores de cidades do mundo todo. Tomando a forma de murais, instalações, esculturas e estátuas, a arte urbana envolve o público fora dos museus e no espaço público. Esta arte apresenta uma maneira democrática de redefinir coletivamente conceitos como comunidade, identidade e engajamento social.
(Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/. Acesso em: maio de 2025.)
As representações artísticas podem se dar em diferentes formas e espaços, o que varia de acordo com o seu simbolismo e as intenções do artista. O conceito de arte urbana se relaciona com a presença de expressões no espaço público, ao ar livre e ao alcance de todos os cidadãos. Logo, são exemplos de arte urbana contemporânea: 
Alternativas
Q3586893 Artes Plásticas
Determinado artista plástico está criando vitrais para uma exposição de arte moderna. Para o primeiro vitral, ele criou uma figura e a repetiu várias vezes ao lado da anterior, sem alterar sua orientação, formando uma linha contínua com o mesmo desenho. Para o segundo vitral, o artista desenhou uma asa e fez uma cópia invertida, como se fosse vista em um espelho. Para finalizar, o terceiro vitral foi feito em forma de uma coroa com seis pontas idênticas, igualmente espaçadas em torno de um círculo, de modo que, ao girar a figura ao redor de um ponto central, ela continuava com a mesma aparência. Um crítico de artes plásticas identificou um tipo de simetria em cada um dos vitrais. Quais foram as simetrias identificadas pelo crítico nos primeiro, segundo e terceiro vitrais, respectivamente?
Alternativas
Q3584749 Artes Cênicas
A coreografia dessa dança é muito simples. Fiel à sua possível procedência alagoana, é formada por uma roda de dançarinos que giram da direita para a esquerda, enquanto repetem em coro a resposta tirada pelo solista e marcam o ritmo com uma pisada forte. Um dançarino vai para o meio da roda e, com uma umbigada, chama outra pessoa para o solo e assim sucessivamente.
Os formadores da roda têm movimentos lentos, pisam forte no solo, batem palmas e, vagarosamente, circulam ao mesmo tempo em que giram o corpo ora para um lado, ora para o outro.

(Jorge Sabino e Raul Lody. Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2015. Adaptado)

Trata-se de uma descrição
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Q3584748 Artes Cênicas
Rudolf von Laban descrevia experiências que buscavam uma corporeidade inédita, capaz de responder às transformações da vida moderna. Para tanto, testou conexões entre dança, palavra (sobretudo poemas) e ações cotidianas. É um dos primeiros a diagnosticar o desaparecimento de uma experiência corpórea em que tradições privadas e coletivas se relacionavam com as memórias voluntárias e involuntárias, os cultos e os ritos, para dar lugar a uma experiência que sacrificava os recursos naturais e físicos da rememoração, como um verdadeiro inventário de eventos vividos que, paradoxalmente, se tornavam estrangeiros.
(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)

Tais experiências eram denominadas por Laban de 
Alternativas
Q3584747 Artes Cênicas
Nos Estados Unidos, Margaret H’Doubler difundia propostas semelhantes às de Laban no campo da educação, defendendo principalmente o ideal de uma dança “criativa” para crianças e jovens – nasce daí o termo “dança criativa”, usado amplamente pela literatura norte-americana como similar à “dança educacional/educativa”.

(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015)

Segundo a autora, no Brasil, na década de 1960, o termo mais usado para designar uma “dança educacional/criativa” foi
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Q3584746 Educação Artística
É uma metodologia que se desenvolve a partir da palavra, da dança e de arranjos de música folclore para um conjunto de instrumentos de percussão em que os instrumentos de placa de madeira e de metal formam os naipes melódicos.
(Berenice de Almeida, Encontros musicais: pensar e fazer música na sala de aula, 2011. Adaptado)

A descrição aponta para a abordagem de 
Alternativas
Q3584744 Educação Artística
Assinale a alternativa que apresenta aquele que é um dos pontos centrais da metodologia de Edgar Willems para o ensino musical, segundo Almeida (2011).
Alternativas
Q3584742 Educação Artística
Segundo Almeida (2011), a propriedade do som que, acusticamente, indica o volume do som e provoca a sensação de um som mais forte ou mais fraco é
Alternativas
Q3584741 Artes Cênicas
Esses exercícios teatrais foram desenvolvidos como uma metodologia com o fito de ensinar a linguagem artística do teatro a crianças, jovens e atores interessados no teatro improvisacional. Por meio do processo de jogos e da solução de problemas de atuação, as habilidades, a disciplina e as convenções do teatro podem ser aprendidas. São, ao mesmo tempo, atividades lúdicas e exercícios teatrais que formam a base para uma abordagem alternativa de ensino e aprendizagem.

(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)

Essa abordagem de ensino de teatro foi elaborada por 
Alternativas
Q3584740 Artes Cênicas
A brincadeira de faz de conta constitui uma atividade essencialmente infantil, de assimilação do real ao eu mediante a função simbólica, ou semiótica, que conduz a criança (sujeito que brinca, ou joga) da ação à representação.
(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)

Essa atividade também é denominada
Alternativas
Q3584739 Artes Cênicas
Segundo Koudela (2015), uma ação promovida pelos movimentos de renovação, no início do século 20, evidenciaria a existência do espectador na plateia, o qual, como parte indissociável da própria definição dessa arte durante séculos, havia sido tratado como se não existisse. A ação que realizou tal evidência foi 
Alternativas
Q3584738 Artes Cênicas
Para Spolin (2017), as três essências do jogo teatral, a partir de sua abordagem de ensino, são
Alternativas
Q3584737 Artes Cênicas
Para Koudela (2015), o ato de improvisar perpassa diferentes períodos da história do teatro no Ocidente, das representações dionisíacas e manifestações do teatro romano – como os mimos ou as atelanas – às formas populares medievais protagonizadas por saltimbancos e bufões. No entanto, uma prática a enaltecia, na qual uma preparação cuidadosa em termos de voz, música, acrobacia fazia do ator um verdadeiro autor teatral, que atuava de improviso, sobrepujando assim a primazia do texto.
Essa prática é
Alternativas
Respostas
2681: B
2682: B
2683: D
2684: E
2685: B
2686: A
2687: E
2688: C
2689: A
2690: C
2691: E
2692: D
2693: B
2694: B
2695: C
2696: D
2697: A
2698: C
2699: E
2700: B