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A transmissão do parasita do cão e gato ao ser humano, ocorre pela penetração da larva (estádio L3) que foi eliminada com as fezes dos animais. Isto ocorre comumente em solo de praças, parques públicos e, principalmente, em regiões litorâneas, nas areias de praia. A larva penetra ativamente na pele, ficando restrita ao tecido subcutâneo. Apesar de possuir um ciclo auto-limitante, há prurido intenso e lesões na pele, que devem ser tratadas com uso de medicação tópica e, se necessário, oral.
Essa estratégia é adotada, principalmente, para animais com alto valor comercial e/ou genético ou em rebanhos em que seja possível a criação separada de animais infectados e não infectados. Esse procedimento, portanto, consiste na segregação completa dos animais infectados dos não infectados na propriedade, bem como segregação de todo o manejo desses animais (como ordenha, trato, etc.). Além disso, pode ser utilizado somente para doenças de contagiosidade reduzida, como a leucose enzoótica bovina e a mastite por Staphylococcus aureus.
( ) Alterações macroscópicas em animais com raiva não constituem achados constantes; no entanto, hiperemia das leptomeninges pode ser observada.
( ) As alterações microscópicas são as realmente importantes e concentram-se no SNC. O quadro geral pode ser definido como meningoencefalite e mielite não supurativa com ganglioneurite crânio-espinhal.
( ) Degeneração neuronal é comum e é encontrada fora da área em que há inflamação. O infiltrado inflamatório e os manguitos perivasculares são constituídos principalmente de neutrófilos e basófilos.
( ) Estudos mostram que a transmissão pode ocorrer por via aerógena com relativa facilidade. Isso faz com que morcegos não hematófagos, mas que também formam colônias em cavernas contaminadas, adquiram o vírus.
( ) O diagnóstico de raiva pode prescindir da pesquisa de antígeno viral (IFD) nos cortes de SNC e da prova biológica – inoculação de material suspeito por via intracerebral em camundongos lactente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
• Animal 1 – lesão localizada sugestiva de brucelose.
• Animal 2 – um cisto calcificado de Cysticercus bovis no coração e um no fígado.
• Animal 3 – lesões miliares sugestivas de tuberculose no peritônio.
Após a remoção e a condenação das áreas atingidas, qual é a destinação correta para as carcaças dos animais?
Coluna 1
1. Intestino delgado.
2. Intestino grosso.
3. Abomaso.
Coluna 2
( ) Ostertagia ostertagi.
( ) Trichostrongylus axei.
( ) Cooperia spp.
( ) Oesophagostomum radiatum.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Escherichia coli O157:H7.
2. Cysticercus bovis.
3. Bacillus cereus.
Coluna 2
( ) Teníase.
( ) Síndrome hemolítico-urêmica.
( ) Êmese/diarreia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: