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Q2799374 Noções de Informática

Ao utilizar um PC com MS Windows 7 instalado para gravar um backup das imagens que estão no disco rígido do computador, deve-se selecionar os arquivos desejados, clicar sobre qualquer um deles com o segundo botão do mouse e, no menu de contexto que é exibido, apontar para:

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Q2799360 Noções de Informática

O MS Windows 7 em português fornece uma biblioteca de documentos, semelhante à pasta “Meus documentos”, que existia em versões anteriores desse sistema operacional. A respeito deste assunto, pode-se afirmar que a:

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Q2799242 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

O fato de a diferença entre nós e os chimpanzés, no que diz respeito ao código genético, ser pouca, segundo Marcelo Gleiser, não deixa de ser importante. Tal relação entre quantidade e grau de importância pode ser observada no texto por meio do uso da palavra/expressão:

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Q2799228 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

Há, no texto de Gleiser, uma estratégia discursiva que se define por uma referência direta ao leitor. Essa interlocução tem como objetivo:

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Q2799224 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

“... macacos não estudam Biologia...”


O termo sublinhado exerce função sintática igual àquela da oração destacada em:

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Q2799217 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

"No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação...”


A reescritura do fragmento em destaque só NÃO fere a norma padrão da Língua Portuguesa em:

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Q2799211 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

“... os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas...”


No fragmento em destaque, o pronome relativo exerce, na oração que introduz, função sintática de:

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Q2799205 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

“No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo...”


O termo sublinhado tem igual classificação em:

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Q2799203 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

O texto de Marcelo Gleiser, em termos de modo de organização, predominantemente, apresenta-se como:

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Q2799198 Português

Dize-me os teus genes que te direi quem és



No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.

(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)

Sobre o primeiro parágrafo do texto, é possível afirmar que:

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Q2791194 Administração Geral

A gestão de Recursos Humanos ou Administração de RH é uma atividade exercida pelo Departamento de RH de empresas com o papel principal de desenvolver as seguintes atividades:

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Q2791192 Noções de Informática

Para a operacionalização e funcionamento de máquinas copiadoras, impressoras e fac-símile, é incorreto afirmar:

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Q2791191 Arquivologia

Analise os procedimentos seguintes:

I. Todas as correspondências expedidas devem ser assinadas pelo respectivo remetente e protocolada no setor responsável pelo protocolo.

II. É importante a definição do horário em que se vai expedir correspondência para orientação de todos os interessados neste tipo de serviço.

III. É correto e imprescindível que se registre no envelope da correspondência a ser expedida, o nome e o endereço corretos do destinatário e do remetente,m para as devidas identificações.

IV. As correspondências que contêm documentos da empresa devem ser expedidas com aviso de recebimento (AR).

Estão corretas:

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Q2791189 Arquivologia

Sobre “Protocolo”, marque a afirmação incorreta.

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Q2791186 Redação Oficial

“Este documento deve ser elaborado com um plano contendo: Introdução, desenvolvimento e conclusão. Pode ser feito por escrito ou oralmente.”

(MARTINS, Dileta Silveira et al. Português Instrumental. Editora Sagra Luzzatto. 24ª Ed.Porto Alegre.)

O texto caracteriza o seguinte documento.

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Q2791182 Arquivologia

“Arquivo é o conjunto de documentos que, independentemente da natureza ou do suporte, são reunidos por acumulação ao longo das atividades de pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas”. (Por: Neire de Rossio Martins. Associação de Arquivistas Brasileiros)

De acordo com as entidades criadoras / mantenedoras os “Arquivos” recebem classificações, excetuando-se:

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Q2791181 Administração Geral

Não basta ser competente, é preciso saber se relacionar no trabalho e fora dele. O que parece ser uma tarefa fácil, tem se tornado um desafio cada vez maior para os profissionais. A concorrência, as comunicações virtuais e as mudanças comportamentais criaram obstáculos para a chamada relação interpessoal. A pergunta é: como superálos para atingir equilíbrio nos relacionamentos? Essa e outras respostas são apontadas pela coach (treinadora) e consultora em recursos humanos.

(Por: Cristina Bresser Comunicadora Visual. Certificate of Proficiency in English pela Cambridge University; Certificação Internacional de Coaching pelo Integrated Coaching Institute; Cursos de Mediação para atuar como Facilitadora na Resolução de Conflitos; Técnicas de Negociação e Comunicação, Atendimento ao Cliente.)

O texto de Cristina Bresser permite ao leitor algumas reflexões, excetuando-se:

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Q2791176 Atendimento ao Público

Na atualidade, a concorrência no mercado consumidor tem aumentado muito e o público consumidor tem se mostrado mais exigente. Em razão disto, é muito importante valorizar os interesses do cliente antes de tentar oferecer serviços ou produtos.

Analise as proposições seguintes:

I. É muito importante manter um bom relacionamento com o público que representa ou que possa representar a clientela da empresa, a partir do momento em que se inicia o atendimento.

II. O atendente deve ser sempre cordial para com o cliente.

III. A boa vontade do atendente é muito importante para esclarecer tudo que for pertinente no contato com o cliente.

IV. A percepção do atendente para identificar as características de cada perfil de cliente torna-se muito importante para satisfazer o cliente e para a empresa.

Marque as proposições que estão em conformidade com aspectos de fidelização no atendimento ao público.

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Q2779399 Matemática

Observe o quadro a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Na compra de cinco camisas “Tipo 3”, uma calça “Tipo 2”, duas blusas “Tipo 1” e três pares de meia “Tipo 1”, serão gastos

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Q2779396 Português

O rio continua poluído.

As palavras grifadas são respectivamente:

Alternativas
Respostas
13321: D
13322: A
13323: C
13324: D
13325: A
13326: B
13327: A
13328: D
13329: A
13330: B
13331: E
13332: C
13333: A
13334: E
13335: B
13336: B
13337: C
13338: A
13339: D
13340: A