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Q2882820 Português

Texto II para responder às questões 09 e 10.

(Disponível em: http://miriamsalles.info/wp/wp-content/uploads/129_2950-alt-amarildo2.jpg. Acesso em: 22/04/2013.)

Indique a alternativa que apresenta as palavras corretamente separadas silabicamente.

Alternativas
Q2882819 Português

Analise a figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: http://www.defensoriapublica.mt.gov.br/portal/media/k2/items/cache/907fc55f05f0809da6943756073cdaa7_XL.jpg. Acesso em: 22/04/2013.)


Sob o ponto de vista semântico, a expressão “meter a colher” significa

Alternativas
Q2882816 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

No período “Os Doutores da Alegria despertam o desejo pela vida através do humor e riso, entretanto eles não conseguem melhorar o caos da saúde no Brasil.”, a oração sublinhada é classificada como oração coordenada sindética

Alternativas
Q2882815 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Assinale a afirmativa correta quanto à regência verbal.

Alternativas
Q2882814 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Indique a alternativa cuja sequência de vocábulos apresenta, respectivamente: ditongo, hiato, ditongo.

Alternativas
Q2882813 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

O sujeito da oração “O papel dos palhaços da saúde ao melhorar o estado psíquico de crianças doentes, principalmente das que sofrem de enfermidades graves e crônicas, é incomensurável.” (14º§) é

Alternativas
Q2882811 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Na passagem “Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado.” (3º§), o termo conectivo sublinhado se refere a

Alternativas
Q2881687 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

A ideia principal do texto é

Alternativas
Q2880105 Administração Geral
Sobre Treinamento e Desenvolvimento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2880104 Administração Geral

O treinamento é uma das principais atividades na maioria das grandes organizações, incluindo as empresas do setor público. É uma atividade necessária tanto para funcionários novos como para os já experientes. Cinco etapas são essenciais para que os programas de treinamento das organizações sejam eficazes.

Com base nisso, analise as assertivas abaixo.

I. A avaliação de necessidades é conduzida também para determinar quais funcionários precisam de treinamento.

II. A transferência do treinamento é a aplicação no trabalho do que aprenderam no treinamento.

III. A utilização ou não no trabalho daquilo que foi aprendido no treinamento depende em larga medida do ambiente de trabalho.

IV. Um dos métodos de treinamento é a modelagem, que consiste na utilização de imagens e sons para a apresentação de um determinado material.

É correto o que se afirma em

Alternativas
Q2880103 Administração Geral
Equipe capacitada é um fator importante para o sucesso da empresa. O processo de treinamento, de desenvolvimento e de capacitação fornece às pessoas oportunidades de aprendizagem para adquirir, desenvolver ou corrigir a falta de conhecimentos, habilidades e atitudes. Com base no exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2880102 Administração Geral
Existem cinco abordagens para administração de interesses divergentes (combinação entre assertividade e cooperação). A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2880101 Administração Geral
Pode-se considerar que o processo do conflito compõe-se de cinco estágios: (1) oposição potencial ou incompatibilidade; (2) cognição e personalização; (3) estratégia; (4) comportamento; e (5) consequências. Quanto ao estágio “oposição potencial ou incompatibilidade”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2880100 Administração Geral
As novas realidades macroeconômicas e as tendências em um mundo globalizado estão modificando o ambiente comercial e industrial, e isso requer organizações competitivas que possam responder de forma positiva a essa realidade e à tendência dos mercados futuros. Para atender a essas novas exigências, compete aos líderes conhecer e poder transformar a cultura organizacional dentro de uma dinâmica competitiva de esforço, adaptação, desafios e mudança constante. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2880099 Administração Geral
O ambiente das organizações apresenta-se cada vez mais desafiador. A liderança neste contexto globalizado vem a ser um fenômeno organizacional, presente em todos os momentos. Considerando essas afirmações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2880098 Administração Geral

Vários autores dividem as fontes de poder em dois grupos: Formal (ou Organizacional) e Pessoal. Sobre o assunto, marque 1, caso a assertiva se refira ao poder Formal, ou 2, caso se refira ao poder Pessoal, e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Baseia-se na posição que o indivíduo ocupa na organização.

( ) Emana da admiração pelo outro e do desejo de parecer-se com ele.

( ) É a influência que se exerce como resultado do conhecimento ou da perícia.

( ) Deriva da percepção que uma pessoa tem sobre a capacidade que o detentor de poder possui para punir ou recomendar sanções àqueles que não obedecem às suas ordens ou vontades.

( ) É baseado no medo, fazendo com que as pessoas modifiquem seu comportamento por receio de represálias.

Alternativas
Q2880097 Administração Geral

Os Programas de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVTs) surgiram em organizações do norte da Europa nos anos 1960. Richard E. Walton, na década de 1970, propôs um modelo em que a qualidade de vida no trabalho depende de oito fatores. Sobre o assunto, analise as assertivas abaixo.

I. O fator Compensação Justa e Adequada refere-se ao equilíbrio entre jornada de trabalho e carga de trabalho.

II. O fator Condições de Trabalho leva em consideração também a qualidade e a quantidade dos materiais e equipamentos disponíveis para a realização do trabalho.

III. O fator Integração Social na Empresa diz respeito ao grau de cumprimento dos direitos do trabalhador.

IV. O fator Trabalho e Espaço Total de Vida refere-se à garantia de estabilidade e às oportunidades de ascensão oferecidas pela empresa.

É correto o que se afirma em

Alternativas
Q2880096 Administração Geral
A qualidade de vida no trabalho (QVT) é um conceito que transcende o de segurança. Devemos lembrar que a origem do conceito vem da medicina psicossomática. Assinale a alternativa que apresenta o conceito proposto de qualidade de vida por esse ramo da medicina.
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Q2880095 Administração Geral

Há autores que afirmam que o trabalho de uma pessoa é mais do que organizar papéis, atender clientes e cumprir uma carga horária. No trabalho, há convivência com pessoas, cumprimento de políticas e normas e aceitação de condições de trabalho. Portanto, quando um trabalhador está satisfeito no trabalho ele experimenta um sentimento agradável. Sobre satisfação no trabalho, marque V para verdadeiro ou F para falso, e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Um dos componentes de satisfação no trabalho se trata dos valores do trabalhador, ou seja, o que uma pessoa deseja obter, consciente ou inconscientemente.

( ) As pessoas em diferentes países têm sentimentos diversos em relação ao trabalho, e uma explicação para essas diferenças está nos valores básicos que variam de um país para outro.

( ) A ideia de que a satisfação no trabalho pode ser causada, em parte, pela personalidade surgiu dos estudos de Hawthorne.

( ) Todos os pesquisadores tratam os fatores ambientais e pessoais como influências independentes para a satisfação do trabalho.

Alternativas
Q2880094 Administração Geral
A teoria de necessidades desenvolvida por David McClelland e sua equipe tem também foco nas necessidades como fatores geradores de motivação. Utilizando apenas essa teoria, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
12821: D
12822: C
12823: E
12824: D
12825: E
12826: B
12827: E
12828: E
12829: A
12830: E
12831: D
12832: C
12833: D
12834: D
12835: D
12836: A
12837: C
12838: D
12839: E
12840: B