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Analise as afirmativas abaixo, considerando o texto.
1. A construção sublinhada em “Vai de encontro à própria natureza da prosa” (1º parágrafo) poderia ser substituída por “Vai ao encontro da”, sem alteração do sentido da frase.
2. Em “mais grave do que repetir palavras é repetir ideias” (5º parágrafo), temos uma construção alternativa à do título para comparar palavras e ideias quanto à gravidade da repetição.
3. As palavras “vocábulo”, “semântico” e “hipóteses” (3º parágrafo) seguem a mesma regra de acentuação gráfica: são proparoxítonas.
4. Em “Os professores de redação geralmente orientam os alunos”, se o termo sublinhado fosse substituído pelo pronome oblíquo “os”, a construção correta resultante seria orientam-nos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Com base no texto, identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) O autor não tem uma opinião formada sobre redação de textos, pois ora critica a repetição de palavras, ora a defende.
( ) Em textos argumentativos, a repetição de ideias é um problema mais sério do que a repetição de palavras.
( ) Autran Dourado é o mestre imaginário de Chico Viana quando este escreve textos literários para publicar.
( ) O autor contrapõe o texto argumentativo ao texto poético, condenando a repetição de palavras no primeiro e recomendando esse recurso de escrita no segundo.
( ) Ao se escrever um texto, entre repetir palavras e deixar a informação ininteligível é preferível a primeira opção.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
A resolução conama nº 307, de 5 de julho de 2002, diferencia quatro (4) classes para fins de gerenciamento de resíduos sólidos (A, B, C, D).
Com base nessa informação, é correto afirmar:
A respeito da interface entre o controle externo e interno a que se submete a Administração Pública, é correto afirmar:
A Constituição da República Federativa do Brasil outorga competência tributária a diversas pessoas jurídicas, dentre as quais a que não está contemplada nesse contexto é a indicada na alternativa
O controle externo da Administração Pública federal é exercido
A respeito do paradigma do cliente na gestão pública, é correto afirmar:
O teclado é um dos principais periféricos de entrada de dados.
Considerando-se os teclados do padrão ABNT2, a tecla "Print Screen" do teclado, no sistema operacional Windows 7, Quando acionada,
Utilizando-se o browser (navegador internet) Chrome, versão "28.0.1500.95 m", ao pressionar e manter
pressionado o botão voltar
Leia com atenção o texto a seguir para responder às questões de 10 a 14.
TEXTO:
O empréstimo
Esse Custódio nascera com a vocação da riqueza, sem a vocação do trabalho. Tinha o instinto
das elegâncias, o amor do supérfluo, da boa chira, das belas damas, dos tapetes finos, dos móveis
raros, um voluptuoso, e, até certo ponto, um artista, capaz de reger a vila Torloni ou a galeria Hamilton.
Mas não tinha dinheiro; nem dinheiro, nem aptidão ou pachorra de o ganhar; por outro lado, precisava
5 viver. [Decidiu, portanto, pedir dinheiro emprestado 5 ao tabelião]:
– O negócio é excelente, note-se bem; um negócio magnífico. Nem eu me metia a incomodar
os outros sem certeza do resultado. A coisa está pronta; foram já encomendas para a Inglaterra; e é
provável que dentro de dois meses esteja tudo montado, é uma indústria nova. Somos três sócios,
a minha parte são cinco contos. Venho pedir-lhe esta quantia, a seis meses, ou a três, com juro
10 módico...
– Mas, Sr. Custódio, não disponho de tão grande quantia. Os negócios andam mal; e ainda que
andassem muito bem, não poderia dispor de tanto. Quem é que pode esperar cinco contos de um
modesto tabelião de notas?
Nem vinte mil-réis! Era impossível que não levasse ali vinte mil-réis, pensava ele; não diria
15 duzentos, mas vinte, dez que fossem. . .
– Pronto! disse-lhe Vaz Nunes, com o chapéu na cabeça.
Era o fatal instante. Nenhuma palavra do tabelião, um convite ao menos, para jantar; nada;
findara tudo. Mas os momentos supremos pedem energias supremas. Custódio sentiu toda a força
deste lugar-comum, e, súbito, como um tiro, perguntou ao tabelião se não lhe podia dar ao menos dez
20 mil-réis.
– Quer ver?
E o tabelião desabotoou o paletó, tirou a carteira, abriu-a, e mostrou-lhe duas notas de cinco
mil-réis.
– Não tenho mais, disse ele; o que posso fazer é reparti-los com o senhor; dou-lhe uma de cinco,
25 e fico com a outra; serve-lhe?
Custódio aceitou os cinco mil-réis, não triste, ou de má cara, mas risonho, palpitante, como se
viesse de conquistar a Ásia Menor. Era o jantar certo. Estendeu a mão ao outro, agradeceu-lhe o
obséquio, despediu-se até breve, um até breve cheio de afirmações implícitas. Depois saiu; o pedinte
esvaiu-se à porta do cartório; o general é que foi por ali abaixo, pisando rijo, encarando fraternalmente
30 os ingleses do comércio que subiam a rua para se transportarem aos arrabaldes. Nunca o céu lhe
pareceu tão azul, nem a tarde tão límpida; todos os homens traziam na retina a alma da hospitalidade.
Com a mão esquerda no bolso das calças, ele apertava amorosamente os cinco mil-réis, resíduo de
uma grande ambição, que ainda há pouco saíra contra o sol, num ímpeto de águia, e ora habita
modestamente as asas de frango rasteiro.
ASSIS, Machado de. O empréstimo. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar. 1994. V. II. Disponível em: <www.bibvirt.futuro.usp.br>.
Acesso em: 17 ago. 2013. Adaptado.
A alternativa em que a informação dada corresponde ao real sentido da expressão, no contexto em que se encontra, é a
Leia com atenção o texto a seguir para responder às questões de 10 a 14.
TEXTO:
O empréstimo
Esse Custódio nascera com a vocação da riqueza, sem a vocação do trabalho. Tinha o instinto
das elegâncias, o amor do supérfluo, da boa chira, das belas damas, dos tapetes finos, dos móveis
raros, um voluptuoso, e, até certo ponto, um artista, capaz de reger a vila Torloni ou a galeria Hamilton.
Mas não tinha dinheiro; nem dinheiro, nem aptidão ou pachorra de o ganhar; por outro lado, precisava
5 viver. [Decidiu, portanto, pedir dinheiro emprestado 5 ao tabelião]:
– O negócio é excelente, note-se bem; um negócio magnífico. Nem eu me metia a incomodar
os outros sem certeza do resultado. A coisa está pronta; foram já encomendas para a Inglaterra; e é
provável que dentro de dois meses esteja tudo montado, é uma indústria nova. Somos três sócios,
a minha parte são cinco contos. Venho pedir-lhe esta quantia, a seis meses, ou a três, com juro
10 módico...
– Mas, Sr. Custódio, não disponho de tão grande quantia. Os negócios andam mal; e ainda que
andassem muito bem, não poderia dispor de tanto. Quem é que pode esperar cinco contos de um
modesto tabelião de notas?
Nem vinte mil-réis! Era impossível que não levasse ali vinte mil-réis, pensava ele; não diria
15 duzentos, mas vinte, dez que fossem. . .
– Pronto! disse-lhe Vaz Nunes, com o chapéu na cabeça.
Era o fatal instante. Nenhuma palavra do tabelião, um convite ao menos, para jantar; nada;
findara tudo. Mas os momentos supremos pedem energias supremas. Custódio sentiu toda a força
deste lugar-comum, e, súbito, como um tiro, perguntou ao tabelião se não lhe podia dar ao menos dez
20 mil-réis.
– Quer ver?
E o tabelião desabotoou o paletó, tirou a carteira, abriu-a, e mostrou-lhe duas notas de cinco
mil-réis.
– Não tenho mais, disse ele; o que posso fazer é reparti-los com o senhor; dou-lhe uma de cinco,
25 e fico com a outra; serve-lhe?
Custódio aceitou os cinco mil-réis, não triste, ou de má cara, mas risonho, palpitante, como se
viesse de conquistar a Ásia Menor. Era o jantar certo. Estendeu a mão ao outro, agradeceu-lhe o
obséquio, despediu-se até breve, um até breve cheio de afirmações implícitas. Depois saiu; o pedinte
esvaiu-se à porta do cartório; o general é que foi por ali abaixo, pisando rijo, encarando fraternalmente
30 os ingleses do comércio que subiam a rua para se transportarem aos arrabaldes. Nunca o céu lhe
pareceu tão azul, nem a tarde tão límpida; todos os homens traziam na retina a alma da hospitalidade.
Com a mão esquerda no bolso das calças, ele apertava amorosamente os cinco mil-réis, resíduo de
uma grande ambição, que ainda há pouco saíra contra o sol, num ímpeto de águia, e ora habita
modestamente as asas de frango rasteiro.
ASSIS, Machado de. O empréstimo. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar. 1994. V. II. Disponível em: <www.bibvirt.futuro.usp.br>.
Acesso em: 17 ago. 2013. Adaptado.
Uma leitura crítica do fragmento retirado do conto Empréstimo, de Machado de Assis, expõe o comportamento ético das duas personagens, sugerindo que
Leia com atenção o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
TEXTO:
Ambição e ética
Ambição é tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suas
resoluções para o novo milênio. As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar
com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora.
A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro porque dinheiro por si só não é
5 objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como viajar pelo mundo. 5 No fim da viagem,
você estará de volta à estaca zero quanto ao dinheiro, mas terá cumprido sua ambição.
Não há nada de errado em ser ambicioso na vida, muito menos em ter “grandes” ambições. As
pessoas mais ambiciosas que conheço não são os pontocom que querem fazer um IPO (sigla de
oferta pública inicial de ações) em Nova York. São os líderes de entidades beneficentes do Brasil, que
10 querem “acabar com a pobreza do mundo” ou “eliminar a corrupção do Brasil”. Esses, sim, são
projetos ambiciosos.
Já ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo que você não quer
fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos, como não roubar, mentir ou pisar nos outros para
atingir sua ambição.
15 A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos
se preocupam quando os filhos quebram a ética. Se o filho colou na prova, não importa, desde que
tenha passado de ano, o objetivo maior.
Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não
é ética, é ambição. Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo
20 menos da maioria.
O problema do mundo é que normalmente decidimos nossa ambição antes de nossa ética,
quando o certo seria o contrário. Por quê? Dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética
que frustrará nossos objetivos. Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos
objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição.
25 Definir cedo o comportamento ético pode ser a tarefa mais importante da vida, especialmente se
você pretende ser um estagiário.
Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de
preceder à sua ambição.
KANITZ, Stephen. Ambição e ética. Disponível em: <http://blog.kanitz.com.br/2013/04/ambicao-e-etica/>. Acesso em: 17 abr. 2013.
Adaptado.
A alternativa que apresenta uma oração com função subjetiva é a
Leia com atenção o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
TEXTO:
Ambição e ética
Ambição é tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suas
resoluções para o novo milênio. As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar
com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora.
A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro porque dinheiro por si só não é
5 objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como viajar pelo mundo. 5 No fim da viagem,
você estará de volta à estaca zero quanto ao dinheiro, mas terá cumprido sua ambição.
Não há nada de errado em ser ambicioso na vida, muito menos em ter “grandes” ambições. As
pessoas mais ambiciosas que conheço não são os pontocom que querem fazer um IPO (sigla de
oferta pública inicial de ações) em Nova York. São os líderes de entidades beneficentes do Brasil, que
10 querem “acabar com a pobreza do mundo” ou “eliminar a corrupção do Brasil”. Esses, sim, são
projetos ambiciosos.
Já ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo que você não quer
fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos, como não roubar, mentir ou pisar nos outros para
atingir sua ambição.
15 A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos
se preocupam quando os filhos quebram a ética. Se o filho colou na prova, não importa, desde que
tenha passado de ano, o objetivo maior.
Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não
é ética, é ambição. Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo
20 menos da maioria.
O problema do mundo é que normalmente decidimos nossa ambição antes de nossa ética,
quando o certo seria o contrário. Por quê? Dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética
que frustrará nossos objetivos. Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos
objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição.
25 Definir cedo o comportamento ético pode ser a tarefa mais importante da vida, especialmente se
você pretende ser um estagiário.
Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de
preceder à sua ambição.
KANITZ, Stephen. Ambição e ética. Disponível em: <http://blog.kanitz.com.br/2013/04/ambicao-e-etica/>. Acesso em: 17 abr. 2013.
Adaptado.
“A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como viajar pelo mundo. No fim da viagem, você estará de volta à estaca zero quanto ao dinheiro, mas terá cumprido sua ambição.” (linhas de 4 a 6)
Quanto à análise do fragmento em evidencia, está sem suporte gramatical o que se afirma em
Leia com atenção o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
TEXTO:
Ambição e ética
Ambição é tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suas
resoluções para o novo milênio. As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar
com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora.
A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro porque dinheiro por si só não é
5 objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como viajar pelo mundo. 5 No fim da viagem,
você estará de volta à estaca zero quanto ao dinheiro, mas terá cumprido sua ambição.
Não há nada de errado em ser ambicioso na vida, muito menos em ter “grandes” ambições. As
pessoas mais ambiciosas que conheço não são os pontocom que querem fazer um IPO (sigla de
oferta pública inicial de ações) em Nova York. São os líderes de entidades beneficentes do Brasil, que
10 querem “acabar com a pobreza do mundo” ou “eliminar a corrupção do Brasil”. Esses, sim, são
projetos ambiciosos.
Já ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo que você não quer
fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos, como não roubar, mentir ou pisar nos outros para
atingir sua ambição.
15 A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos
se preocupam quando os filhos quebram a ética. Se o filho colou na prova, não importa, desde que
tenha passado de ano, o objetivo maior.
Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não
é ética, é ambição. Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo
20 menos da maioria.
O problema do mundo é que normalmente decidimos nossa ambição antes de nossa ética,
quando o certo seria o contrário. Por quê? Dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética
que frustrará nossos objetivos. Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos
objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição.
25 Definir cedo o comportamento ético pode ser a tarefa mais importante da vida, especialmente se
você pretende ser um estagiário.
Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de
preceder à sua ambição.
KANITZ, Stephen. Ambição e ética. Disponível em: <http://blog.kanitz.com.br/2013/04/ambicao-e-etica/>. Acesso em: 17 abr. 2013.
Adaptado.
No texto em destaque, o recurso retórico desenvolvido através da pergunta “Por quê?” (linha 22) tem como principal objetivo
O quadro abaixo mostra um valor numérico antes e depois de uma formatação em uma planilha do MS Excel.
Antes da formatação
G |
valor |
500 |
Depois da formatação
G |
Valor |
R$ 500,00 |
Qual a categoria da formatação escolhida?
Analise as seguintes assertivas sobre o uso de fontes de informação para a inteligência competitiva e assinale com V as assertivas verdadeiras e com F as assertivas falsas.
( ) Monitoramento ambiental é a busca de informações sobre eventos e relacionamentos no ambiente externo de uma empresa cujo conhecimento irá auxiliar os executivos principais na tarefa de definir a futura linha de ação da empresa.
( ) Fontes de informação para o processo de inteligência empresarial inclui: fontes internas (setores da empresa, clientes, fornecedores, relatórios anuais), fontes externa (analistas financeiros, anúncios, distribuidores, consultores), informações publicadas (periódicos, relatórios, anúncios, base de dados, análise de produtos).
( ) O ambiente externo das empresas foi classificado em: setor clientela (abrangendo as empresas com as quais as empresas dos respondentes competem no mercado); setor inovação (tendências relativas ao desenvolvimento de novos produtos e processos); setor econômico (relativo à dinâmica dos mercados, envolvendo aspectos legislatórios e de regulamentação).
( ) Os profissionais de empresas de pequeno porte consideram menos importantes os diversos aspectos do ambiente empresarial do que os profissionais de grandes empresas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
A busca por informação é o processo humano e social por meio do qual a informação se torna útil para um indivíduo ou grupo. A busca por informações ocorre em três estágios: o reconhecimento de necessidades, a busca e o uso da informação.
Com relação aos estágios citados, pode-se afirmar que
I. sentimentos de insegurança e confusão predominam nos primeiros estágios de busca, mas a segurança cresce à medida que a busca prossegue.
II. a maneira de buscar a informação sempre será a mesma para todas as pessoas independentemente do conhecimento sobre as fontes, das experiências passadas e das condições emocionais.
III. a perspectiva centrada no usuário percebe a relevância de um documento, não como uma propriedade objetiva, mas como uma relação entre a informação e a pesquisa a qual é construída ou determinada pelo usuário.
A partir dessa análise, conclui-se que estão CORRETAS
Considerando a gestão do conhecimento no contexto organizacional brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA.
Conceitos e funções, oriundos do campo da administração, da ciência da computação e da ciência da informação podem ser considerados relevantes para a gestão da informação e do conhecimento.
Sobre esses conceitos e suas respectivas atribuições, apenas uma das afirmações seguintes é INCORRETA.